<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de História</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257096</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 22:25:49 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T22:25:49Z</dc:date>
<item>
<title>Genealogias da pobreza: reconstruindo trajetórias intergeracionais de homens e mulheres pobres, escravizados e libertos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259957</link>
<description>Genealogias da pobreza: reconstruindo trajetórias intergeracionais de homens e mulheres pobres, escravizados e libertos
Lisboa, Karen de Sant'Ana
A presente pesquisa se dedica a compreender como as pessoas das classes sociais mais pobres viviam no século XIX. As pessoas escravizadas, em sua maioria, não tinham fontes de renda, e a situação se agravava com as alforrias. Naquela época, não existiam políticas de bem-estar social, algum tipo de aposentadoria e, mesmo que passassem a trabalhar como libertos, muitas vezes isso não era suficiente para ter uma vida digna. Nessa pesquisa, também busquei investigar em quais circunstâncias as pessoas escravizadas conquistavam a liberdade. Era bastante comum que a pessoa escravizada, para conquistar sua alforria, precisasse, além de pagar o valor estipulado pelo senhor de escravos, cumprir um tempo de serviço para esses senhores. A história chama isso de "alforria condicional", justamente por haver essa condição. O trabalho de anos de um escravo não era encarado como pagamento do valor pelo qual foi comprado. Aprofundando a pesquisa, fiz uma espécie de tradução de documentos de cartório, escritos à mão e em um português antigo, procurando por pessoas que foram escravas e seus senhores, na tentativa de compreender como essas relações aconteciam, se esses senhores comercializavam, vendiam e compravam essas pessoas para escravizá-las e ganhavam dinheiro com isso. Traficantes de pessoas. Ainda buscando ampliar o olhar sobre a vulnerabilidade dessas pessoas, analisei parcialmente o inventário de um rico comerciante português que vivia em Florianópolis, que, nesse tempo, se chamava Desterro. Esse homem se chamava Manoel Valgas e, segundo seu inventário, tinha oito escravos sob seu comando. No seu testamento, Manoel diz que, após sua morte, os escravos seriam libertos com a condição de trabalharem para sua esposa por mais cinco anos. Um exemplo de liberdade condicional, como disse acima. A liberdade era muito importante, mas não significava exatamente uma melhora de vida para a maioria, apesar de existirem registros de pessoas libertas, ex-escravos, que melhoraram de vida tornando-se comerciantes relativamente bem-sucedidos para os parâmetros da época. Estou no início dessa pesquisa e ainda não pude chegar a muitas conclusões que eu possa compartilhar, mas, até aqui, pude aprender e notar como essas pessoas eram desamparadas e que isso fazia, inclusive, com que permanecessem trabalhando para as famílias que os escravizavam em troca de um teto e comida. Elas não tinham para onde ir. Penso que a pesquisa seja importante para compreendermos a origem das desigualdades que vemos hoje no Brasil, onde pessoas negras e seus descendentes continuam em situação de vulnerabilidade e pobreza.
PIBIC/CNPq (bolsa de pesquisa) - Universidade federal de Santa Catarina
</description>
<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259957</guid>
<dc:date>2024-09-24T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Carolina Intérprete do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259759</link>
<description>Carolina Intérprete do Brasil
Viera, Laura Santana
O presente trabalho é uma análise do livro Quarto de Despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, utilizando-o como um documento histórico da cidade de São Paulo na segunda metade da década de 1950. Carolina será vista como intérprete do Brasil e por meio das entradas no diário que expõem questões raciais, políticas, sociais e de gênero, interpretaremos o chamado “período populista” a partir da experiência de uma mulher negra e pertencente à classe trabalhadora. Na discussão da pesquisa, expomos a influências da editoração de Audálio Dantas, repórter que ajudou Carolina a publicar seu livro, analisamos as mudanças ocorridas na vida da autora entre os anos de 1955 e 1958 e a outras pesquisas feitas sobre o livro ou a autora. Esse é um projeto de iniciação científica que foi realizado entre os meses de maio e agosto.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e História.&#13;
História.
</description>
<pubDate>Sun, 15 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259759</guid>
<dc:date>2024-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Superando desafios ambientais: a história da vitivinicultura nas Américas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259727</link>
<description>Superando desafios ambientais: a história da vitivinicultura nas Américas
Paula, Tavares
A proposta do projeto “Superando desafios ambientais: a história da vitivinicultura nas Américas”dá continuidade aos projetos de anos anteriores na investigação do processo histórico de desenvolvimento da vitivinicultura no continente americano. Para isso, a pesquisa se beneficia das metodologias da História Ambiental Global, analisando as transformações nos aspectos socioambientais a partir da consolidação dos vinhedos e das vinícolas nos séculos XX e XXI, avaliando também a introdução de práticas voltadas à sustentabilidade. O recorte espacial da nova fase foram as “novas fronteiras vinícolas” do Brasil, os estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Goiás; a continuidade do enfoque em Mendoza, na Argentina, mas incluindo a província de San Juan; e o estado norte-americano da Califórnia, especialmente os municípios de fora do circuito dos Vales de Napa e Sonoma, como Sacramento e Yolo. O alcance da pesquisa é possível graças a uma rede internacional de pesquisadores que contribuem para o projeto.
</description>
<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259727</guid>
<dc:date>2024-09-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Sítios arqueológicos do Vale do Itajaí: curadoria e análise de materiais arqueológicos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259496</link>
<description>Sítios arqueológicos do Vale do Itajaí: curadoria e análise de materiais arqueológicos
Nogueira, Lorena Ferreira
A presente iniciação científica está inserida em um amplo projeto, intitulado “Rios, conexões e movimentos: dinâmicas de interação humana entre litoral e interior durante o Holoceno no vale do Itajaí, Santa Catarina, Brasil”. Como contribuição ao projeto, durante essa iniciação foram desenvolvidas diversas atividades, principalmente direcionadas ao acervo arqueológico e documental do Museu de Arqueologia e Etnologia Professor Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tais atividades podem ser descritas como, triagem de material arqueológico, análise de documentação primária, curadoria de material arqueológico de sítios no âmbito do projeto do CNPq, triagem do material arqueológico após curadoria, elaboração de relatório de pesquisa, participação na elaboração de artigo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de História.
</description>
<pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259496</guid>
<dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
