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<title>Departamento de Geologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257075</link>
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<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:27:56 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-06T07:27:56Z</dc:date>
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<title>PETROGRAFIA E GEOQUÍMICA DA SOLEIRA BELA VISTA, SISTEMA  ALIMENTADOR DE TAIÓ-SC.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268259</link>
<description>PETROGRAFIA E GEOQUÍMICA DA SOLEIRA BELA VISTA, SISTEMA  ALIMENTADOR DE TAIÓ-SC.
Silva Filho, Carlos Alberto
A soleira Bela Vista, localizada em Taió (SC), integra o Grupo Serra Geral da Província &#13;
Magmática do Paraná e possui 51,5 m de espessura. Está dividida em margens resfriadas, &#13;
diabásio de granulação fina, média e grossa. Foram coletadas 16 amostras de rocha em &#13;
sondagem, com descrição petrográfica de 17 lâminas delgadas. A mineralogia predominante é &#13;
composta por plagioclásio (28–40%), piroxênio (16–26%), apatita (0,4–12%), minerais opacos &#13;
(8,4–22%), além de mesóstase (16–30%) e vidro (37–40%) nas margens. As texturas variam &#13;
entre intergranular, subofítica e simplectítica, com cristais que podem atingir até 3 mm. A &#13;
variação na granulação e o arranjo das camadas sugerem ao menos dois pulsos magmáticos: o &#13;
primeiro responsável pelas margens resfriadas e camadas adjacentes, e o segundo pela porção &#13;
central da intrusão.
Video de iniciação cientifica
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<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2025-09-05T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Processamento e Interpretação dos Dados para a Reconstrução de Modelos Fotogramétricos 3D</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259550</link>
<description>Processamento e Interpretação dos Dados para a Reconstrução de Modelos Fotogramétricos 3D
Ataide, Allan
Os Modelos Virtuais de Afloramento (MVA)  estão a cada dia ganhando mais espaço nas Geociências, ferramentas de grande utilidade que se sobressaem em comparação ao Light Detection and Ranging (LiDAR), devido ao baixo custo de processamento e obtenção do produto final quanto à qualidade das informações qualitativas e quantitativas. Este trabalho se designa ao processamento e construção, e posterior fotointerpretação de um MVA. O afloramento utilizado foi do Membro Morro Pelado, da Formação Rio do Rastro, localizado na BR-470 ao norte dos municípios de Otacílio Costa, Ponte Alta e Lages, em Santa Catarina. A metodologia utilizada para a modelagem consiste em fotografar o alvo, no caso um afloramento rochoso em uma mesma direção garantido sobreposição igual ou maior a 60% entre fotografias. Com as imagens obtidas, o processamento e geração do Modelo se deu no programa Agisoft Metashape. As fotos foram processadas pelo algoritmo Structure from Motion - MultiView Stereo que busca por informações em comum entre pixels de duas ou mais fotografias. A partir do cruzamento de informações entre fotografias de diferentes ângulos foi gerada uma nuvem esparsa de pontos em comum entre as fotos, e posteriormente uma nuvem densa de pontos que utiliza o mesmo princípio que a nuvem esparsa, no entanto, com muito mais informações cruzadas. A partir da nuvem densa, se fez a malha 3D e a texturização que compõem o produto final. Com o MVA foi possível identificar as superfícies limítrofes e facies, permitindo uma interpretação conjunta entre MVA e dados coletados em  campo.
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<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Arquitetura Deposicional de Sistemas Flúvio-Eólicos: Implicações para a Paleoclimatologia, Formação Rio do Rasto, Bacia do Paraná</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259050</link>
<description>Arquitetura Deposicional de Sistemas Flúvio-Eólicos: Implicações para a Paleoclimatologia, Formação Rio do Rasto, Bacia do Paraná
Franqueira, Ana Victória Ribeiro
A arquitetura de uma sequência fluvial é caracterizada por uma assembleia de fáceis distinta, geometria e arranjo interno de canais e depósitos externos ao canal que compõem o depósito sedimentar, sendo determinada por fatores como tectônica, clima e eustasia. A análise arquitetural permite a interpretação de paleoambientes deposicionais e processos associados, além de estabelecer a cronologia dos eventos responsáveis pela sua feição. O presente estudo objetiva, através de um modelo virtual de afloramento (MVA), reconhecer superfícies estratigráficas importantes e caracterizar a distribuição espacial de elementos a fim de buscar seu significado paleodeposicional. O afloramento estudado está exposto às margens da rodovia BR-376, próximo à Mauá da Serra, correspondente ao Membro Morro Pelado (MMP) da Formação Rio do Rasto (Wordiano-Wuchiapingiano) da Bacia do Paraná. A construção do modelo virtual de afloramento envolveu a aquisição das imagens do local via VANT (Veículo aéreo não-tripulado), e posterior tratamento e processamento em software para gerar o modelo 3D do afloramento. O modelo foi posteriormente usado para identificar as superfícies estratigráficas e caracterizar os elementos arquiteturais, atribuindo significado paleoambiental através da correlação da geometria dos elementos e da assembleia de fácies. Foram individualizados 4 elementos arquiteturais, delimitados por superfícies de 4ª ordem: (i) terminal splay (TS); (ii) canal (CH); (iii) barras de acresção lateral (LA) e (iv) dunas eólicas (DU). Observa-se que a geometria tabular (descanalizada ou fracamente canalizada) e a alta proporção de finos para canais visualizada na porção inferior do afloramento sugere grande espaço de acomodação e possivelmente uma porção mais distal do sistema. na base, a alternância de fáceis de arenitos e siltitos indica ciclos de ressecamento e a presença de fragmentos de fósseis de plantas demonstra estabilização (não-deposição). Para o topo, a presença dos elementos de CH e LA sugere a atuação de fluxos canalizados, possivelmente associados a um contexto medial do sistema. As DU se manifestam após longos períodos de não deposição fluvial e possível aridização, estando associadas a indicadores não deposicionais como paleossolos. Pode-se inferir que, pela geometria dos elementos arquiteturais, a redução do espaço de acomodação e aumento na canalização para o topo, ocorreu uma progradação do sistema deposicional no contexto de um grande sistema fluvial distributivo. Além disso, as mudanças relacionadas aos subambientes indicam padrões de ressecamento e aridez, que fica evidenciado principalmente na porção superior do afloramento e condiz com as variações climáticas ocorridas no final do Permiano.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de Geologia.
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<pubDate>Sun, 08 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Geotecnologias aplicadas na construção de modelos em afloramentos complexos do litoral catarinense: fotointerpretação e análise petrográfica em zonas de fusão</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258609</link>
<description>Geotecnologias aplicadas na construção de modelos em afloramentos complexos do litoral catarinense: fotointerpretação e análise petrográfica em zonas de fusão
Meier, Erick dos Santos
Este trabalho investiga a aplicação de geotecnologias aliadas na interpretação de zonas de fusão em afloramentos complexos do litoral catarinense, com foco para as regiões da Ponta das Andorinhas, no município de Palhoça, e o Costão da Praia do Silveira em Garopaba. A utilização de imagens aéreas levantadas por Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT’s) em conjunto com softwares de edição de imagens e microscópio petrográfico, contribui para um melhor detalhamento, não apenas em escala de afloramento, mas também para as interações dos diferentes tipos de rochas e os seus produtos gerados pela fusão com destaque para as suas semelhanças e diferenças observadas nas duas regiões. As zonas de fusão são áreas ricas em detalhes bastante incomuns no registro geológico que, por vezes, passam despercebidos quando observados em escala de afloramento e podem conter informações valiosas acerca da história geológica de um determinado local. Na região da Ponta das Andorinhas, as zonas de fusão são caracterizadas pela interação entre o Granito Ilha (GI), encaixante, bem como por sucessivos pulsos magmáticos de caráter básico, representado pelos diques do Enxame de Diques de Florianópolis (EDF), se diferem das zonas de fusão de Garopaba devido a composição mineralógica, apresentando maior complexidade textural e de microestruturas como os filmes de melt que resultam da coalescência de pequenas gotas de material fundido nas bordas dos cristais reliquiares. Tais interações dão lugar a formação de novas litologias representadas por corpos ácidos que ascenderam em condutos pela interação magmática entre a encaixante granítica e o dique básico. Em contraste, as zonas de fusão da região de Garopaba apresentam diferenças no conteúdo mineralógico, com evidencias de recristalização do quartzo de morfologia ameboide bem como cristais subédricos de feldspato potássico densamente fraturados e preenchidos por material de alteração advindo das implicações térmicas desenvolvidas na região, sugerindo uma abordagem diferente na geração da zona de fusão nos Granitoides Garopaba e Paulo Lopes. As comparações entre as duas áreas revelam diferenças significativas na natureza e intensidade dos processos de fusão gerados em rochas ígneas, enquanto na Pontas das Andorinhas há uma maior complexidade, refletindo em condições mais marcantes na petrografia destas rochas, em Garopaba este evento é mais amplo do ponto de vista de afloramento. Este estudo não somente destaca as particularidades das zonas de fusão nas áreas analisadas, como também consegue demonstrar a eficácia do uso de geotecnologias, aliadas às analises petrográficas, aplicadas na compreensão dos processos e eventos geológicos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Departamento de Geologia.
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<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258609</guid>
<dc:date>2024-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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