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<title>Blumenau - Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais (EMT)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/257057</link>
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<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 07:30:03 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-06T07:30:03Z</dc:date>
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<title>Preparação e caracterização de blendas poliméricas biodegradáveis para aplicação em filmes de cobertura</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259099</link>
<description>Preparação e caracterização de blendas poliméricas biodegradáveis para aplicação em filmes de cobertura
Silva, Tânia Laís Ferreira da
Os filmes de cobertura, tradicionalmente são fabricados de polímeros convencionais, que representam um risco ao meio ambiente, quando não descartados corretamente. Nesta aplicação, polímeros biodegradáveis ​​e de fonte renovável representam uma alternativa sustentável para substituir polímeros convencionais e reduzir a geração de resíduos sólidos. A partir disso, a pesquisa iniciou com o processamento dos polímeros poli(hidroxibutirato-co-hidroxivalerato) (PHBV) e amido termoplástico (TPS) puros, e a partir deles foram feitas misturas com proporções de 20%, 30% e 40% em massa de TPS na matriz de PHBV, para posteriores análises morfológicas, químicas, térmicas e mecânicas. As análises feitas tiveram resultados favoráveis e mostraram que houve um equilíbrio de propriedades, como na análise de morfologia, que mostrou a influência do TPS na estrutura do PHBV, e a imiscibilidade das blendas, além do estudo das temperaturas de degradação e de transições de fase, que mostraram que o TPS pode ter se comportado como um agente nucleante. A análise mecânica mostrou que o TPS aumentou a flexibilidade da matriz de PHBV. A partir dos resultados da caracterização das blendas e da escolha da melhor proporção de cada um dos componentes, os filmes foram estudados para a aplicação em cobertura na agricultura.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico, de Ciências Exatas e Educação (CTE).&#13;
Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais (EMT).
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<pubDate>Sat, 07 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2024-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese e Caracterização da liga bronze-latão (AlCuNi)80(SnZn)20  e caracterização de suas propriedades</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259087</link>
<description>Síntese e Caracterização da liga bronze-latão (AlCuNi)80(SnZn)20  e caracterização de suas propriedades
Mesquita, Ana Luisa Marten
As ligas de alta entropia (LAEs) foram estudadas inicialmente entre 2003 e 2004, focando em suas propriedades mecânicas. Essas ligas combinam vários elementos em proporções equiatômicas ou não, resultando em propriedades únicas. Desde então, o interesse e as pesquisas sobre LAEs cresceram significativamente. De modo geral, as ligas de alta entropia (LAEs) devem ter pelo menos cinco elementos em proporções de 5-35%. Inicialmente, acreditava-se que essas ligas seriam multifásicas, mas Cantor et al. (2004) mostrou que estas podem formar apenas uma fase cristalina. Outros fatores importantes incluem a alta entropia configuracional, a distorção da rede cristalina, a difusão lenta e o efeito coquetel, os quais afetam a microestrutura e suas propriedades. O presente trabalho aborda a liga (AlCuNi)80(SnZn)20, classificada como uma liga bronze-latão de alta entropia, conhecida por suas propriedades como resistência, conformabilidade, durabilidade, usinabilidade e resistência à corrosão. A pesquisa visa sintetizar essa liga através de moagem mecânica em diferentes tempos de síntese (0 a 5 horas) para avaliar a formação da liga de alta entropia e suas propriedades. Foram realizadas análises de estabilidade térmica (DSC), difusividade térmica (PAS) e difratogramas de Raios-X (DRX) para caracterizar a liga. Os resultados mostraram que a liga se forma após 2 horas de moagem (DSC), cristaliza em uma fase cúbica de corpo centrado (CCC) após 5 horas, e o estanho não foi completamente solubilizado. O material com 5 horas de moagem apresentou um tamanho de cristalito de 8,6 nm e a difusividade aumentou exponencialmente com o tempo de moagem. A porcentagem de fase cristalina foi de 42,64% e a de componente interfacial de 57,36%. As amostras de 2 a 5 horas de moagem mostraram estabilidade térmica entre 50-500 °C.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico, de Ciências Exatas e Educação.&#13;
Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais.
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<pubDate>Sat, 07 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259087</guid>
<dc:date>2024-09-07T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Materiais híbridos à base de quitosana/magnetita/nanopartículas de prata aplicados a fotocatálise</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258972</link>
<description>Materiais híbridos à base de quitosana/magnetita/nanopartículas de prata aplicados a fotocatálise
Ratajk, Andressa Luíza
Os corantes têxteis persistem no ambiente durante longos períodos causando efeitos adversos ao meio ambiente e aos seres vivos. O alto custo dos processos de adsorção de corantes tem incentivado a busca por adsorventes alternativos que sejam econômicos e eficientes. Dessa forma o objetivo deste trabalho foi a obtenção e, posteriormente, a caracterização de materiais híbridos à base de quitosana (Qui), magnetita (Mgt) e nanopartículas de prata (AgNPs), com elevada capacidade de adsorção e fotodegradação de corantes. A associação desses materiais as nanopartículas de magnetita facilita sua recuperação pela aplicação de campo magnético Os materiais foram produzidos por dois métodos distintos e caracterizados com relação à sua morfologia,características químicas e ensaios de adsorção/fotocatálise de corantes para análise de eficiência de remoção em meios aquosos. Foram executados ensaios de otimização usando o Violeta de Metila 2B (MV 2B) a fim de tornar o processo de fotodegradação mais eficiente em termos de uso de material e tempo de ensaio. O material híbrido M1 foi descartado no ensaio preliminar, pois demonstrou uma remoção do corante muito inferior ao híbrido M2. Os resultados obtidos mostraram que a melhor condição de ensaio para o MV 2B foi usando 10 mg de massa de M2, com 0,30 mL de H₂O₂ e 10 min de agitação sob luz UV, atingindo 91,4% de degradação do corante. Utilizando este sistema para o corante Azul de Metileno obteve-se uma eficiência de degradação de 87,7%, enquanto para o Alaranjado de Metila atingiu apenas 11,6% de degradação.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Tecnológico, de Ciências Exatas e Educação.&#13;
Coordenadoria especial de engenharia de materiais.
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<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258972</guid>
<dc:date>2024-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese da ferrita de bismuto pura e dopada com cério para produção de pigmentos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258960</link>
<description>Síntese da ferrita de bismuto pura e dopada com cério para produção de pigmentos
Santos, Rafaela Yasmin Felinto dos
A ferrita de bismuto (BiFeO₃ ou BFO) é um material multifuncional com propriedades&#13;
multiferróicas, fotocatalíticas e ópticas. Sua estrutura perovskita a torna adequada para&#13;
diversas aplicações tecnológicas, incluindo a obtenção de pigmentos. Sabendo disso, este&#13;
estudo investiga a síntese da ferrita de bismuto dopada com cério, um elemento de terras&#13;
raras, em diferentes concentrações molares (x = 0, x = 0,2, x = 0,3, x = 0,4, x = 0,6 e x = 0,8&#13;
mmol) utilizando a síntese por reação no estado sólido, visando explorar e otimizar suas&#13;
propriedades. As misturas dos óxidos precursores foram submetidas à calcinação com uma&#13;
taxa de aquecimento de 10°C/min até a temperatura máxima de 850°C, com tempo de&#13;
permanência de 3 horas. A caracterização das amostras foi realizada por Difração de Raios-X&#13;
(DRX), que detectou que para as dopagens de x = 0,2, x = 0,3 e x = 0,4 houve a formação da&#13;
BFO com o deslocamento e a difusão de picos característicos da BFO sugerindo a&#13;
incorporação dos íons de cério em sua estrutura. Porém com o aumento do teor de cério houve&#13;
o aparecimento majoritário de fases indesejáveis de Bi₂Fe₄O₉, Fe₂O₃ e CeO₂ indicando que a&#13;
formação da BFO e a incorporação do cério é prejudicada. A Microscopia Eletrônica de&#13;
Varredura (MEV) revelou características morfológicas, indicando alterações no tamanho de&#13;
partículas devido à dopagem. A Espectroscopia por Energia Dispersiva (EDS) confirmou a&#13;
presença e a concentração dos elementos dopantes, corroborando os resultados das análises&#13;
anteriores. Já a espectrofotometria UV-Vis revelou que a BFO produzida sem dopagem tem&#13;
reflectância significativamente menor. Nas amostras dopadas com cério houve a alteração na&#13;
cor e aumento do percentual de reflectância, podendo alguns do pós produzidos serem&#13;
explorados para uso como pigmentos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais. Centro Tecnológico de Ciências Exatas e Educação.
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<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/258960</guid>
<dc:date>2024-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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