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<title>Departamento de Saúde Pública</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249426</link>
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<pubDate>Sun, 31 May 2026 23:54:40 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-31T23:54:40Z</dc:date>
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<title>PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ACIDENTES DE TRABALHO GRAVE A PARTIR DE DADOS DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN): Brasil, 2007 à 2021.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250789</link>
<description>PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ACIDENTES DE TRABALHO GRAVE A PARTIR DE DADOS DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN): Brasil, 2007 à 2021.
Feitoza, Yasmin da Silva Vasconcellos
O Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de acidentes de trabalho. Os acidentes de trabalho graves são agravos de notificação compulsória e devem ser notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), mas estudos mostram que a taxa de subnotificação ainda é alta. Objetivo: Estimar as taxas de prevalência de acidente de trabalho grave no Brasil e sua associação com variáveis sociodemográficas e ocupacionais, no período de 2007 a 2021. Métodos: trata-se de um estudo ecológico com base em dados secundários do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva, por meio de frequências absolutas e relativas, e estatística analítica com uso da Regressão de Poisson. Para tanto, foi usado o software estatístico Stata 13.0.  Resultados: entre 2007 e 2021 foram observados 1.286.253 notificações de acidente de trabalho no Brasil registradas no SINAN, sendo a maioria entre sexo masculino (77,09%), entre 18 à 59 anos (60,80%), brancos  (43,14%) e negros aos (41,51%). A taxa de notificação aumentou 127% no período entre 2007 e 2010, passando de 41,74 para 94,82 casos a cada 100 mil trabalhadores. Em 2011 houve uma queda brusca nas taxas de notificação (12,91: 100 mil) com aumento gradual das taxas nos anos seguintes. Os homens tiveram  2,63 vezes mais notificações em relação às mulheres, os negros foram 1,23 vezes mais afetados que os trabalhadores brancos. Conclusões: as taxas de notificação de acidente de trabalho grave no Brasil estão muito aquém dos achados em outros estudos, tanto nacionais quanto internacionais, indicando alta taxa de subnotificação nos bancos de dados do SINAN. Além disso, esse banco baixa qualidade do preenchimento para algumas variáveis. Este estudo contribui para a elaboração de diagnóstico acerca da saúde do trabalhador brasileiro.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Saúde Pública.
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<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250789</guid>
<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A mudança na percepção da audição está relacionada à ocorrência de quedas entre idosos durante a pandemia de COVID-19?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250422</link>
<description>A mudança na percepção da audição está relacionada à ocorrência de quedas entre idosos durante a pandemia de COVID-19?
Barros, Vitória Neves de
O objetivo deste estudo foi investigar a associação entre a mudança na percepção da audição com a ocorrência de quedas entre idosos durante a pandemia de COVID-19. Tratou-se de um estudo longitudinal, com dados da terceira onda de entrevistas domiciliares (2017/2019) e da quarta onda de entrevistas por telefone do estudo EpiFloripa Idoso (2021/2022), uma coorte de base populacional com idosos de 60 anos ou mais, realizada desde 2009 na cidade de Florianópolis, SC. Foi realizada análise de Regressão Logística para identificar a relação entre a mudança na percepção da perda auditiva entre a terceira e quarta onda do estudo com a ocorrência de quedas. Participaram do estudo 289 idosos, sendo a maioria do sexo feminino (69,1%), na faixa etária de 70 a 79 anos (53,4%) e com 12 anos ou mais de escolaridade (41,0%). Pessoas idosas que se mantiveram com dificuldade auditiva apresentaram 181% mais chance (OR=2,81; IC95%= 1,08-7,30) de sofrer queda, quando comparado com as pessoas que se mantiveram sem dificuldade auditiva. Em conclusão, os resultados deste estudo fornecem evidências da associação entre dificuldade auditiva em pessoas idosas e o aumento do risco de quedas. Esses resultados sugerem a necessidade de intervenções que visem a reabilitação auditiva, além do fortalecimento de políticas de saúde. Uma abordagem integrada e multifacetada é fundamental para mitigar os riscos de quedas neste grupo etário, considerando tanto as necessidades auditivas quanto as medidas de prevenção de quedas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Saúde Pública.
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250422</guid>
<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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