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<title>Departamento de Jornalismo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249386</link>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 10:06:22 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-30T10:06:22Z</dc:date>
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<title>Projeto educar Jornalistas em Direitos Humanos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250857</link>
<description>Projeto educar Jornalistas em Direitos Humanos
Kovalczykovski, Amanda
Este vídeo apresenta as atividades relacionadas à pesquisa do 'Projeto Educar Jornalistas em Direitos Humanos'. As atividades contaram com encontros semanais para leituras de apoio em grupos para melhor compreensão do assunto abordado nesta pesquisa. Sendo então, encaminhada para a procura por artigos apresentados na Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, entre os anos de 2012 e 2021, que abordassem  os Direitos Humanos em suas palavras-chaves, títulos ou tivessem por tema central questões relativas às populações marginalizadas, quando esses assuntos em questão eram relacionados temas de atenção que direitos humanos aborda através da promoção e da vivência dos valores da liberdade, da justiça, da igualdade, da solidariedade, da cooperação, da tolerância e da paz, por exemplo, voltados à mudança social, que possam atingir corações e mentes (BENEVIDES, 2007). Ou seja, a escolha desses artigos considera o impacto social referente aos direitos humanos abordados por jornalistas. E ao decorrer do segundo semestre, se deu início ao mapeamento das universidades de jornalismo ou comunicação social, que possuem em seu plano pedagógico assuntos que abordam direitos humanos, em matérias ou projetos, e estão em andamento. Após a seleção dos artigos, foram encontrados 53, dos quais ao passarem por uma análise mais minuciosa, foram pré-selecionadas 32 pesquisas que atendiam aos temas de atenção em direitos humanos, dos quais dez (31,25%) são do ano de 2021, seis (18,75%) de 2019, quatro (12,5%) de 2015, três (9,375%) de 2017 e 2013, dois (6,25%) nos anos de 2020, e um (3,7%) em 2012, 2014, 2016 e 2018. Por meio da análise realizada, foi possível perceber maior interesse do campo por estes temas, a partir de 2019 com significativo aumento a partir de então das discussões sobre direitos étnico-raciais, de sexualidade e de gênero, mas ainda assim uma baixa inclusão de pessoas com deficiências nos estudos. E os Estudos em Direitos Humanos têm crescido junto a sociedade e cada vez mais abordados em projetos político pedagógicos de instituições de ensino básico e superior nacional e internacionalmente nos últimos anos  (LAPA, F., 2014). As abordagens em direitos humanos mudaram conforme a sociedade mudou também, já que as perguntas que a sociedade traz refletem nas perguntas que a área de pesquisa faz. Percebe-se que ao decorrer dos anos essas discussões em Direitos Humanos foram de se questionar o que são direitos humanos para nichar e determinar esses direitos dentro de cada setor de importância como discussões em raças, gêneros, sexualidade e socioeconômica. E esta pesquisa mostrou que se faz cada vez mais necessário orientar jornalistas para a abordagem dessa temática, para que assim possam abordar isso dentro da sala de redação, aproximando-se destes diversos segmentos da sociedade.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250637</link>
<description>Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público
Both, Vitor Gabriel
No período de setembro de 2022 a agosto de 2023, participei do projeto de pesquisa "Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público", cujo principal objetivo é fazer um levantamento dos feminicídios ocorridos em Santa Catarina e noticiados pelos principais grupos de mídia com atuação no Estado, entre os anos de 2015 - data da promulgação da lei do feminicídio (lei nº 13.104/15) - e 2021. Busca-se analisar, entre outras questões: o tratamento dado pela cobertura jornalística a estes assassinatos de mulheres em razão do seu gênero; o modo como os crimes são interpretados por jornalistas e/ou suas fontes de informação; como constroem representações das vítimas e dos agressores; e a forma como o problema das violências contra mulheres é discutido. Além disso, a pesquisa também pretende produzir materiais educativos, discutindo as violências contra mulheres, os feminicídios e formas de prevenção. O projeto foi coordenado pela professora Maria Terezinha da Silva e desenvolvido no âmbito do grupo de pesquisa TRANSVERSO - Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica, do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (PPGJOR). Durante o ciclo 2022-2023, desenvolvi o plano de atividades “Práticas comunicativas para o combate à violência contra mulheres". Dentre as atividades realizadas, destaca-se: a participação na continuação da análise de matérias jornalísticas sobre feminicídios publicadas pelo portal NSC Total, entre 2015 e 2021, iniciada no ciclo anterior; produção, em coautoria, de um resumo expandido para o XV Seminário Internacional da Comunicação, da PUCRS. Além de auxiliar na continuação das análises, participei da organização do evento de lançamento do vídeo-documentário "História mal contada - os feminicídios na cobertura jornalística" e do podcast de mesmo nome, que estão disponíveis no site do grupo de pesquisa. Ao final do ciclo, organizei e divulguei materiais educativos no site do Transverso.
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<pubDate>Sat, 09 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250450</link>
<description>Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público
Spiess, Mateus Henrique Rodrigues
Entre os anos de 2022 e 2023, participei do projeto de pesquisa “Os feminicídios em Santa Catarina e a cobertura jornalística: mapeamento de um problema público”, coordenado pela professora Maria Terezinha da Silva e desenvolvido no âmbito do Grupo de Pesquisa Transverso - Estudos em Jornalismo, Interesse Público e Crítica, da UFSC. O projeto tem como objetivo realizar um levantamento de feminicídios ocorridos em Santa Catarina e noticiados pela imprensa a partir de março de 2015, data da promulgação da lei do feminicídio (lei nº 13.104/15) e busca analisar como esses crimes são enquadrados pela imprensa, se e como ocorre a discussão a respeito do problema público das violências que resultam nos assassinatos de mulheres. O plano de atividades que desenvolvi, intitulado “Cobertura jornalística de feminicídios em Santa Catarina”, priorizou a finalização das atividades de análise dos casos de feminicídio noticiados pelo Portal NSC Total entre os anos de 2015 e 2021, que haviam sido iniciadas no ciclo anterior do projeto de pesquisa. O material foi lido e analisado pelos(as) integrantes do Grupo Transverso a partir de 7 eixos. No ano de 2023,  participei da análise do último eixo restante, que busca identificar as fontes utilizadas na construção dos relatos jornalísticos, assim como registrar o que é dito a respeito do agressor e da vítima e a interpretação dos entrevistados sobre o crime. Além disso, participei também das atividades de divulgação do material produzido pelos(as) pesquisadores(as), em especial o vídeo-documentário intitulado “História mal contada: os feminicídios na cobertura jornalística” e o podcast de mesmo nome. Ambas as produções estão disponíveis no site do grupo de pesquisa, construído com o objetivo de abrigar os resultados da pesquisa sobre cobertura jornalística de feminicídios em Santa Catarina e facilitar sua divulgação para o público em geral.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Departamento de Jornalismo.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Os critérios editoriais e a narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250393</link>
<description>Os critérios editoriais e a narrativa múltipla do telejornal: do fluxo ao arquivo
Bittencourt, Nathaly de Barros
Este vídeo apresenta a pesquisa sobre a narrativa do jornalismo de TV contemporâneo, considerado no conjunto de dizeres, a partir da convergência e da digitalização, agora compreendido desde a TV aberta às plataformas da Internet. Para tanto, objetivou estudar a anatomia dos conteúdos veiculados no telejornal e publicados nas redes sociais, Instagram e Facebook, tomando como objeto empírico o Jornal Nacional, telejornal com a maior audiência na Tv aberta para o gênero, bem como o programa com maior tempo de permanência no ar na televisão aberta brasileira. A partir do levantamento bibliográfico sobre os impactos da convergência e da digitalização nas gramáticas do telejornal, procedeu-se à análise, selecionando-se uma semana de cada um de três meses entre novembro de 2022 a maio de 2023, observando como estes conteúdos são tratados nas redes, ao adotar características próprias da ambiência na web. Os resultados mostram que 46,2 % dos conteúdos exibidos no Jornal Nacional são postados no Facebook, que é a rede com o maior número de seguidores que o telejornal tem, enquanto no Instagram, 34,4%. As postagens feitas a partir de conteúdos adaptados - que sofreram algum tipo de alteração em relação aos veiculados na TV aberta - são majoritárias tanto no Facebook (82%), quanto no Instagram (92,1%). Os conteúdos originais para as redes não são representativos, tanto no Facebook (10%), quanto no Instagram (7,8%). Quanto aos rigorosamente iguais à TV, encontrou-se a menor parte no Facebook (7,3%) e nenhum no Instagram. Do ponto de vista dos temas publicados, analisou-se nove editorias presentes no JN que se repetem nas duas redes com paridade de dispensa de atenção. Entre as três primeiras, como exemplo, identificou-se a editoria de política que tem os maiores índices tanto no JN, (23,3% do tempo das edições nas três semanas), quanto no Facebook, (21,4% das postagens), quanto no Instagram (21,9%). Em seguida, está a editoria Mundo, que no JN teve 15,1% das edições, 13% das postagens no Facebook e 10,3% no Instagram. E em terceiro lugar, a editoria de Cultura, no JN com 10,2% do tempo destinado às edições, 12,5% das postagens do Facebook e 15,8% no Instagram. Os resultados quantitativos apontam, na forma, para adoção da transmídia, na medida em que o telejornal distribui conteúdos nas redes que, embora sejam em boa parte adaptados, tem poucas inovações, mantendo em certa medida a réplica da estrutura do telejornal. A baixa representação de conteúdos originais evidencia isso. Quanto aos conteúdos, mantem-se também uma distribuição muito similar do telejornal nas redes sociais, mesmo que as redes respondam por uma lógica de operação e consumo bastante distinta do programa da TV aberta, veiculado em fluxo de programação. A continuidade da pesquisa vai adicionar dados qualitativos sobre o uso dos recursos oferecidos pela convergência e digitalização na edição dos conteúdos adaptados e nos originais, a fim de evidenciar, com mais complexidade, o lugar das redes na estratégia narrativa do conjunto do telejornal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Jornalismo.
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<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/250393</guid>
<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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