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<title>Departamento de História</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249385</link>
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<pubDate>Sat, 30 May 2026 11:01:34 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-30T11:01:34Z</dc:date>
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<title>Conexões globais, dinâmicas continentais: a espacialização da economia no brasil colonial (séc. XVI-XVIII)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251272</link>
<description>Conexões globais, dinâmicas continentais: a espacialização da economia no brasil colonial (séc. XVI-XVIII)
Vieira, Laura Santana
O projeto visa desenvolver estudos sobre a espacialização da economia no Brasil colonial, entre os séculos XVI e XVIII. Entende-se a espacialização como um processo no qual interagem movimentos de territorialização, desterritorialização e reterritorialização e, portanto, seu estudo demanda a alternância de escalas de observação, atentando-se tanto para as dinâmicas locais quanto para os vínculos com poderes, estruturas, instituições e projetos que possuem abrangência regional, continental, atlântica e/ou global. Por meio da análise de tipologias documentais diversas (correspondências oficiais, relatos, crônicas, cartas de sesmarias, concessão de patentes e provisões, mapas, entre outros) pretende-se desvendar essas espacializações nas suas intersecções com as diversas dimensões da realidade (política, social, econômica, cultural) inseridas em um processo histórico, de longa duração, de inserção dos territórios continentais da América às dinâmicas da economia mundial. Embora o recorte seja o Brasil colonial entre os séculos XVI e XVIII, podendo assim abrigar pesquisas de graduação e pós-graduação nos diversos sub-recortes possíveis, nos dedicamos particularmente a explorar a documentação referente aos territórios ao sul do Brasil colonial (atuais estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) nos séculos XVI e XVII e a espacialização de ambientes coloniais nas capitanias de Goiás e Mato Grosso, no século XVIII.&#13;
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Nessa pesquisa, o foco foi a concessão de patentes militares na capitania de São Paulo entre os anos 1720 e 1748. Desenvolveu-se uma pesquisa bibliográfica, geográfica e quantitativa da documentação de 12 livros manuscritos que registram conceções de patentes, provisões e sesmarias. Foram analisadas no total a concessão de 358 patentes provenientes de nove livros de concessões por toda capitania de São Paulo, que na época correspondia a partes dos atuais estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Durante as décadas estudadas, é possível observar o deslocamento para o interior da colônia e para a região Sul.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Direitos humanos, memórias globais e a crise do conceito de museu.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251214</link>
<description>Direitos humanos, memórias globais e a crise do conceito de museu.
Martini, Benjamin Colato
Este projeto buscou explorar, de um ponto de vista alinhado com a história do tempo presente, os limites empíricos das normatizações do campo museológico, ao abordar alguns condicionantes históricos para o impasse instalado em torno do conceito de museu na 25a Conferência Geral do ICOM em Quioto, em 2019. Partindo de uma retomada dos parâmetros teórico-interpretativos das museologias "crítica" (LIZANA, 2007; NAVARRO e TSAGARAKI, 2009), "tática" (BUNTINX e KARP, 2006; PADIGLIONE, 2013) e "pós-crítica" (DEWDNEY, DIBOSA e WALSH, 2013), identificamos no debate contemporâneo sobre os museus ecos de transformações mais abrangentes na forma como as sociedades ocidentais lidam com o passado.&#13;
Face aos acontecimentos trágicos do século XX, a Declaração dos Direitos Humanos, aliada a outros documentos do imediato pós- Segunda Guerra Mundial, como a Convenção do Genocídio de 1948 e as Convenções de Genebra, de 1949, figuram como demarcadores de uma nova sensibilidade para com a experiência das sociedades, na qual ressalta o interesse pelas relações de força implicadas nos processos rememorativos.&#13;
No momento em que os atos rememorativos incorporam outros sentidos que não só o de celebrar, os direitos humanos adquirem centralidade nos debates arquivísticos e museológicos, mobilizando questões como restituição de acervos, repatriação, colonialismo e reparação. (Punzalan e Sangwand 2017; Dewdney, Dibosa,Walsh 2013; ICOM 2019). Em processos transicionais que ajudaram a inspirar as políticas públicas globais, consolidou-se uma ritualística rememorativa da qual ressaltam a relevância atribuída às experiências traumáticas. Essa virada no estatuto da rememoração pode ser exemplificada pelo surgimento dos memoriais às vítimas do Holocausto, que rapidamente se instauraram como modelo para outras iniciativas semelhantes.&#13;
Este projeto teve como objetivo explorar essa possibilidade, articulando analiticamente a emergência de correntes de pensamento “crítico” na museologia com práticas militantes que potencializam o papel reflexivo e mobilizador dos atos de registro e colecionamento através do emprego de tecnologias digitais. Com seus efeitos desconstrutivos, ao longo dos últimos anos essas apropriações táticas de museus e memoriais em espaços múltiplos, virtuais e presenciais, vêm intervindo sobre o campo e os conceitos da Museologia, pressionando por uma mudança de ênfase na definição estatutária dos museus.&#13;
O material analisado nesta pesquisa refere-se a documentos publicados pelo ICOM Standing Committee for the Museum Definition, Prospects and Potentials (MDPP), comissão responsável pela elaboração do conceito de museu a ser votado na conferência de Quioto, em 2019, e a seis décadas de publicações da revista Museum International, sendo este o periódico oficial do principal órgão de regulamentação dos museus junto à UNESCO. A revista é publicada anualmente desde 1948 e cada volume divide-se em quatro edições anuais.
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<pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>As ninfas dos mares de cá: a ninfa pagã e seu exílio nos trópicos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251160</link>
<description>As ninfas dos mares de cá: a ninfa pagã e seu exílio nos trópicos
Paitax, Amanda Borba
Diante da imagem revelamos — em si e para si — as mais completas de nossas subjetividades. Diante do tempo, do nosso tempo, percebemos as reminiscências do que nunca se extinguiu de vez. A ninfa, personagem teórica iniciada por Aby Warburg em sua tese doutoral de 1892 e continuada por vários de seus exegetas, destacando aqui os nomes de Georges Didi-Huberman e Daniela Queiroz Campos, exila-se nos trópicos, aparece e reaparece nas imagens e nos tempos. &#13;
A pesquisa de Iniciação Científica As ninfas dos mares de cá: A Ninfa pagã e seu exílio nos trópicos, da qual fiz parte no período de setembro de 2022 a agosto de 2023, sob a orientação da Profª. Drª. Daniela Queiróz Campos, docente da disciplina de História da Arte do departamento de História na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), teve por objetivo perceber a Ninfa em obras de artistas brasileiros.&#13;
Através do encontro dos tempos, isto é, da sobrevivência das imagens, nota-se o esplendor das múltiplas possibilidades de análise e compreensão da arte. Nesse caso, o historiador da arte prende-se ao anacronismo para sustentar ao menos três temporalidades, isto é, a sua, a do artista, e a que perpassa o período que os separa (ARASSE, 2003, p.138). A partir dessa perspectiva, desenvolvi a pesquisa com os achados das Ninfas e dos Tempos. Três das cinco Ninfas, sendo elas Judite, Abisag e Jocabed, apresentavam as temporalidades em comum: a Antiguidade do Velho Testamento, no qual aparecem na literatura pela primeira vez, o Oitocento de Pedro Américo, e o século XXI, o qual contém a pesquisa. As outras duas Ninfas, separam-se apenas na primeira temporalidade, Joana D’Arc no Medievo Católico e Margarida, contemporânea à Américo na literatura de Goethe.&#13;
O primeiro momento da pesquisa deu-se a partir da leitura e fichamento de obras teóricas a respeito da Ninfa, do Tempo e da Imagem, a partir dos estudiosos Aby Warburg, Georges Didi-Huberman, Daniel Arasse e Daniela Queiroz Campos. &#13;
Logo, tendo em mente a intencionalidade de pesquisar o artista brasileiro Pedro Américo, iniciou-se em seguida a análise direcionada em suas composições. Desse modo, o segundo momento da pesquisa foi realizado a partir da leitura de bibliografias do artista e de tratados de arte a respeito do século XIX no Brasil. Nesse período, as leituras concentraram-se em obras de Ivan Coelho de Sá, Sônia Gomes Pereira e Daniela Queiroz Campos.&#13;
Amparada teoricamente, o momento seguinte iniciou-se com a seleção das obras, a partir da montagem das imagens, tal qual realizou Aby Warburg em sua inacabada obra Bilderatlas Mnemosyne (1927-1929). &#13;
Como resultado, além da realização de um relatório e de um vídeo explicativo para a comunidade científica, foi realizado um artigo a ser publicado em uma revista acadêmica de historiografia da arte, tendo como autoras, a bolsista e a orientadora do projeto.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina - Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Departamento de História
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<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2023-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>A liberdade precária, as condições degradantes e as fronteiras da escravidão no século XIX</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251124</link>
<description>A liberdade precária, as condições degradantes e as fronteiras da escravidão no século XIX
Alves, José Antônio
Esta pesquisa foi desenvolvida a partir da análise de processos judiciais, presentes em acervos como o do Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, envolvendo o crime de reduzir pessoa livre à escravidão, no século XIX, além da leitura e debate de uma bibliografia especializada acerca do tema. Por meio disso, buscamos compreender diversas dinâmicas que envolviam o fenômeno da precariedade da liberdade no Império do Brasil. Portanto, foi possível contribuir para a construção de conhecimento sobre quais eram os sujeitos que tinham sua liberdade mais precarizada, no dado período, e quais as suas principais estratégias para tentar assegurar a mesma, bem como correlacionar algumas facetas do fenômeno com eventos estruturais do Brasil oitocentista, como a abolição do tráfico de escravizados e o processo de formação das fronteiras nacionais.
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<pubDate>Sun, 17 Sep 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/251124</guid>
<dc:date>2023-09-17T00:00:00Z</dc:date>
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