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<title>Departamento de Fonoaudiologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238165</link>
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<pubDate>Sun, 31 May 2026 12:14:47 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-31T12:14:47Z</dc:date>
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<title>Ultrassonografia na produção de plosivas /t/ e /k/ de crianças brasileiras com distúrbios dos sons da fala: desvio fonológico e apraxia de fala da infância: dados acústicos e articulatórios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240180</link>
<description>Ultrassonografia na produção de plosivas /t/ e /k/ de crianças brasileiras com distúrbios dos sons da fala: desvio fonológico e apraxia de fala da infância: dados acústicos e articulatórios
Noll, Milena Júlia
Introdução: O desenvolvimento da fala é um evento que ocorre de modo individual e que necessita de aspectos cognitivos, socioeconômicos, condição física e estimulação no âmbito familiar e escolar. No público com distúrbio dos sons da fala (DSF), a etapa de aquisição fonológica acaba sendo prejudicada devido ao déficit existente nas subcategorias do grupo Desvio fonológico (DF) define-se como uma alteração no sistema fonológico, caracterizada por omissões, distorções ou substituições de sons da língua, causando trocas na fala. Este distúrbio do som da fala acomete o público infantil na fase de aquisição da linguagem (ROSATO et al., 2017). Por outro lado, a Apraxia de fala da infância (AFI) é um distúrbio causado por uma desordem motora dos sons, acometendo a parte de planejamento dos sons da fala. Dentre suas características, encontram-se erros inconsistentes de consoantes, repetições de vogais, prosódia adequada e co-articulação. Objetivo: Por meio da análise ultrassonográficas, este estudo analisou a produção de fala de plosivas/t/ e /k/ realizadas por crianças com AFI e DF (avaliadas perceptivamente como produções corretas e incorretas) e comparou o contorno da língua envolvido dos grupos de crianças. Método: Participaram deste estudo 10 crianças, sendo 5 com desvio fonológico e 5 com apraxia de fala da infância de ambos os sexos, verificou-se o deslocamento de língua na produção dos fonemas plosivos coronais e dorsais da fala desses sujeitos. Os dados articulatórios foram registrados através do software Articulate Assistant Advanced (AAA), nas palavras taco e capa, sendo os fonemas estudos o /t/ e /k/ respectivamente. com o objetivo de analisar a diferença dos contornos de língua entre esses dois grupos. Resultados esperados: Pretende-se que este estudo contribua para o diagnóstico diferencial de crianças com desvio fonológico grave e apraxia de fala da infância falantes do português brasileiro (PB).Conclusão: As medidas ultrassonográficas envolveram as medidas de deslocamento médio, anterior e posterior da língua durante a produção de sílabas consoante/vogal (CV) por crianças com DF e AFI. Esta investigação dos traços de língua durante a produção verbal, sugere-se para observar os erros de fala junto a informação de visualização dos articuladores.
IC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Fonoaudiologia.
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<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240180</guid>
<dc:date>2022-09-26T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento de um teste para avaliar a percepção da fala de crianças com perda auditiva</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239680</link>
<description>Desenvolvimento de um teste para avaliar a percepção da fala de crianças com perda auditiva
Stürmer, Isabele
Introdução: Para avaliar a evolução das habilidades auditivas de crianças com perda auditiva são utilizados protocolos padronizados que buscam avaliar a percepção dos sons de fala, auxiliando na validação da  avaliação e intervenção antes e após o uso de dispositivos auditivos.  Atualmente há alguns testes utilizados no acompanhamento de crianças. Entretanto, ainda há uma carência de testes com sentenças que avaliam a percepção de fala no português brasileiro. Objetivo: Desenvolver um teste para avaliar a percepção de fala com sentenças em crianças com perda auditiva. Metodologia: Esta pesquisa se caracteriza por ser de caráter observacional, descritivo e analítico. A pesquisa foi realizada em 6 etapas:1) revisão da literatura nas principais bases de dados, para analisar a metodologia dos estudos com testes de percepção de fala com sentenças para crianças; 2) seleção de nomes próprios mais comuns do português brasileiro no website Google, análise dos verbos, adjetivos e vocabulários familiares que foram utilizados para construção das frases em protocolos padronizados; 3) desenvolvimento das sentenças; 4) envio das sentenças para quatro juízes especialistas analisarem as sentenças dos testes; 5) análise das respostas dos juízes e reformulação das sentenças por outros três juízes especialistas; 6) estudo piloto com cinco crianças normo ouvintes  com desenvolvimento típico. Para avaliar a concordância dos juízes, utilizou-se o Índice de Validade de Conteúdo (IVC). Resultado: Na primeira etapa de revisão da literatura, encontraram-se 1366 estudos nacionais e internacionais. Foram selecionados  três artigos para esta pesquisa. Na segunda etapa ocorreu a seleção dos nomes próprios mais comuns do português brasileiro, de verbos e adjetivos no Banco de Textos de Aquisição da Linguagem Escrita e de verbos e substantivos em dois instrumentos de avaliação fonológica e em quatro testes de percepção de fala para crianças com perda auditiva utilizados na prática clínica. Na terceira etapa ocorreu a elaboração das  sentenças, no total foram construídas 5 listas de 20 sentenças, totalizando 100 sentenças. Na quarta etapa, quatro juízes especialistas em linguística, de longo tempo de formação, analisaram as sentenças. O IVC variou de 0,96 a 1 mostrando uma boa concordância geral dos juízes acerca da familiaridade e estrutura das cinco listas. Na quinta etapa, três juízes especialistas revisaram 63 sentenças em relação à familiaridade e estrutura, além de obter um melhor balanceamento fonético em cada lista. Na sexta etapa, de estudo piloto, notou-se um maior número de erros em relação aos números, e um menor número de erros em relação aos substantivos. O maior número de erros ocorreu na lista 5 e o menor número de erros na lista 1. Conclusão: Acredita-se que o teste de percepção de fala proposto auxilie os fonoaudiólogos na prática clínica e contribua cientificamente na expansão dos estudos na área de percepção de fala em crianças com perda auditiva.
Seminário de Iniciação Científica
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<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da compreensão da linguagem oral: avanços e desafios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239679</link>
<description>Avaliação da compreensão da linguagem oral: avanços e desafios
Floriani, Roberta
A discussão sobre protocolos para a avaliação de vocabulário na literatura brasileira ainda é muito reduzida, principalmente quando se considera a compreensão. Em sua grande maioria, os testes para avaliação de vocabulário receptivo e expressivo voltam-se para tarefas descontextualizadas. Nesse sentido, as dificuldades de vocabulário têm sido identificadas, muitas vezes, como se o sentido das palavras tivesse relação direta com o significado expresso no dicionário, ou seja, partem de uma concepção de linguagem representacional. A partir disso, o objetivo desse projeto foi comparar um teste para avaliação de vocabulário (ABFW) e um roteiro de avaliação da construção de sentido de palavras em contexto, relacionando com os aspectos sócio-históricos. Participaram dessa pesquisa  4 sujeitos sendo 2 crianças sem queixa de linguagem ou aprendizagem e 2 com queixas linguísticas. A análise dos dados foi pautada nos pressupostos da Neurolinguística Enunciativo-Discursiva que concebe a compreensão como um fenômeno dialógico e ativo na interação social e ainda a linguagem como produto histórico-social. Para geração dos dados foi utilizado um questionário on-line e aplicação dos instrumentos de avaliação do vocabulário. Embora trate-se de um estudo de caso, os resultados apontam para o fato de que a avaliação de vocabulário contextualizada pode ser mais sensível para identificação de dificuldades de linguagem indicando aspectos não evidenciados em testes que avaliam a compreensão a partir de palavras isoladas. Ressalta-se ainda a necessidade do aumento do número dos sujeitos para fins de validação dessa proposta como uma avaliação diferencial para a compreensão de vocabulário de crianças entre 4 a 7 anos.
Seminário de Iniciação Científica.
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<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Atenção integral à saúde da criança e longitudinalidade do cuidado: aspectos muldimencionais em saúde</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239093</link>
<description>Atenção integral à saúde da criança e longitudinalidade do cuidado: aspectos muldimencionais em saúde
Tiezerin, Carolina Schmitz
Introdução: A deficiência auditiva na infância está entre as doenças passíveis de triagem ao nascimento, destaca-se, que o Brasil apresenta incidência de  30:10.000 nascidos vivos. Entre os Indicadores de Risco para Deficiência Auditiva (IRDA) estão as infecções congênitas.&#13;
&#13;
Objetivo: Verificar a frequência de Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Sífilis e Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) em neonatos e suas possíveis associações com resultados da Triagem Auditiva  Neonatal (TANU), além de avaliar um serviço de referência em TANU para o SUS segundo indicadores de qualidade internacionais.&#13;
&#13;
Métodos: Estudo de coorte histórica (retrospectivo) com análise dos dados de neonatos atendidos em um serviço de referência em Saúde Auditiva para o Sistema Único de Saúde (SUS), no período de janeiro de 2017 a dezembro de 2021.&#13;
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Resultados: Verificou-se que 351 (1,7%) neonatos falharam na TANU e 363 (1,7%) apresentavam sífilis congênita. Com  relação à idade materna, houve maior frequência (53,5%) de mães com idades entre 20 e  29 anos na amostra. Na análise ajustada, neonatos com sífilis congênita apresentaram  3,25 vezes mais chance de falhar na TANU, quando comparados  aos neonatos sem sífilis congênita.  Infecções congênitas estavam presentes em 956  neonatos (2,75%). A infecção congênita em neonatos, a sífilis  congênita foi a mais frequente (1,59%), seguida pelo HIV (0,87%) e a de menor  observação foi a rubéola (0,029%). No ano de 2021 os neonatos com possível  transmissão vertical do HIV, apresentam seis vezes mais chances (entre 388 a 1.143%  mais chances de falhar no TANU.&#13;
&#13;
Conclusão: O serviço de referência de TANU alcançou a cobertura de triagem. Os casos de infecções congênitas apresentaram índices decrescentes e podem estar associados ao aumento das  medidas de prevenção Os dados apresentados poderão fornecer subsídios para a reflexão sobre a atuação dos profissionais de saúde na atenção à saúde, para a promoção da integralidade do cuidado da população infantil.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Fonoaudiologia
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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