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<title>Departamento de Fitotecnia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238164</link>
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<pubDate>Sun, 31 May 2026 13:03:38 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-31T13:03:38Z</dc:date>
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<title>Mais Florestas com Araucária: diversidade genética em áreas de coleta de sementes e viveiros de espécies nativas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239844</link>
<description>Mais Florestas com Araucária: diversidade genética em áreas de coleta de sementes e viveiros de espécies nativas
Machado, Francisco Ianzer
Dentre as formações vegetais da Mata Atlântica, uma das mais ameaçadas é a Floresta Ombrófila Mista, ou Floresta com Araucárias, reduzida hoje a uma porcentagem ínfima da área que já ocupou um dia. Visando sua conservação e restauração, faz-se necessária, além da escolha de espécies, a identificação de áreas e matrizes aptas para a coleta de sementes. O objetivo do presente trabalho foi o de identificar os indicadores de diversidade genética de populações de Araucaria angustifolia, Ilex paraguariensis e Podocarpus lambertii, a fim de aferir sobre a possibilidade de uso das mesmas para a coleta de sementes e definir critérios para isso. Os índices calculados foram: riqueza alélica (A); porcentagem de locos polimórficos (P); número médio de alelos diferentes (Na); número efetivo de alelos (Ne); diversidade genética ou heterozigosidade esperada (HE) em equilíbrio de Hardy-Weinberg; heterozigosidade observada (HO); e índice de fixação (F). O resultado de diversidade genética encontrado para A. angustifolia (He = 0,089) está abaixo da média estadual estimada pelo Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina, e os para I. paraguariensis (He = 0,227 e 0,220) e P. lambertii (He = 0,086) estão de acordo com os índices do IFFSC. Os índices de fixação encontrados para todas as espécies foram consideravelmente elevados, o que resultou na necessidade de amostrar mais matrizes de cada espécie para manter a diversidade genética das populações nas sementes. Com os resultados obtidos foi possível confirmar a viabilidade de utilização das populações estudadas para fim de coleta de sementes, desde que observados os critérios para tal.
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<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE CULTURAS NODULARES DE VRIESEA REITZII: ANÁLISES HISTOLÓGICAS E ULTRAESTRUTURAIS</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239677</link>
<description>DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE CULTURAS NODULARES DE VRIESEA REITZII: ANÁLISES HISTOLÓGICAS E ULTRAESTRUTURAIS
Girardello, Gabriel Menegusso
A Mata Atlântica é uma unidade fitogeográfica que compreende diversas fitofisionomias, devido sua grande extensão. Apesar de ser considerada um dos hotspots mundiais de biodiversidade, apresentando diversas espécies endêmicas, houve ao longo do tempo severas reduções em sua área de extensão por conta do uso da terra. Dentre as espécies endêmicas da Mata Atlântica, as bromélias possuem grande biodiversidade e importância ecológica nas regiões de ocorrência deste domínio fitogeográfico. Nesse sentido, por conta da destruição histórica, espécies como a Vriesea reitzii, uma bromélia endêmica da região sul do Brasil, encontram-se ameaçadas de extinção. Diante disso, é necessário o avanço no estudo da preservação desta espécie, utilizando ferramentas biotecnológicas, como a criopreservação. A criopreservação é a única técnica disponível atualmente para conservação de espécies vegetais a longo prazo. Portanto, desempenha papel crucial na manutenção da biodiversidade e dos recursos genéticos de interesse, principalmente para espécies que tiveram seus habitats fragmentados. O presente trabalho visou testar a influência de pré-tratamentos e do PVS2 na criopreservação de microbrotos encapsulados, advindos de culturas nodulares. Para indução das culturas nodulares (CNs), meristemas intercalares presentes na base de folhas jovens foram utilizados como explante. Os meristemas intercalares foram inoculados sob pontes de papel em tubo de ensaio contendo meio MS líquido suplementado de ANA (2 µM) e BAP (4 µM). As CNs foram repicadas para um meio gelificado de mesma composição, onde apresentaram diferenciação de microbrotos. Estes foram encapsulados em alginato de cálcio e utilizados para as análises do trabalho.  A utilização de pré-tratamentos com prolina e sacarose, e o uso de diferentes tempos de exposição ao PVS2 (15, 30, 45, 60 e 90 minutos) não influenciaram a sobrevivência dos microbrotos. Após 30 dias de exposição à luz, todos os microbrotos observados apresentaram amarelecimento, possivelmente devido à lise de suas células e consequente perda da capacidade fotossintética. O protocolo descrito neste trabalho não obteve sucesso na criopreservação dos microbrotos encapsulados e, para essa espécie, recomenda-se a criopreservação de outros explantes, como sementes e culturas nodulares.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica                        Universidade Federal de Santa Catarina
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<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Tolerância à sombra das árvores tardias como critério de consorciação: Feijão-de-porco facilita o estabelecimento de arbustos para adubação verde em solos de baixa fertilidade</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239537</link>
<description>Tolerância à sombra das árvores tardias como critério de consorciação: Feijão-de-porco facilita o estabelecimento de arbustos para adubação verde em solos de baixa fertilidade
Santos, Izabela Marques dos
É proposto um sistema agroflorestal direcionado para casos em que se deseja iniciar os processos de restauração florestal e recuperação de áreas degradadas a partir de situações limitantes. A adubação verde colabora no processo de conservação das condições físico-químicas do solo. A escolha das espécies é feita a partir de atributos funcionais específicos como tolerância à sombra, poda mecanizada e desenvolvimento de plantas em solos pobres em fertilidade natural. O feijão-de-porco (Canavalia ensiformis) adensado cria um gradiente de sombra nas espécies arbustivas semi lenhosas que serão usadas como adubo verde. O adensamento propicia maior sobrevivência e crescimento na maioria das plantas semi-lenhosas avaliadas. Os resultados contribuem para a delimitação das espécies de acordo com as suas demandas de luz e permite o uso na agricultura, silvicultura e restauração ecológica nos diferentes estágios de desenvolvimento do dossel.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Fitotecnia.
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e aplicação de bioestimulante nanoparticulado derivado de hidrolisado proteico da microalga Arthrospira platensis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239202</link>
<description>Desenvolvimento e aplicação de bioestimulante nanoparticulado derivado de hidrolisado proteico da microalga Arthrospira platensis
Santos, Beatriz Rocha dos
Os bioestimulantes representam um caminho promissor no cenário da agricultura sustentável. Nesse sentido, hidrolisados proteicos de algas marinhas podem ser considerados bioestimulantes favoráveis, visto que contêm aminoácidos livres, peptídeos e oligopeptídeos em sua composição que podem potencializar resultados fisiológicos de plantas, viabilizando, assim, uma maior produtividade. Tais produtos podem ser desenvolvidos por meio de tecnologias que garantam um melhor desempenho, como a encapsulação em escala nanométrica. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho foi avaliar os efeitos do produto à base de hidrolisado proteico de Arthrospira platensis, uma microalga conhecida pelo alto conteúdo proteico de sua biomassa, encapsulado em nanopartículas de quitosana, e posteriormente aplicado em plantas de tomateiro (Licopersicum esculentum, cv. Itaipava). As plantas foram submetidas aos tratamentos com hidrolisado de microalga (1,5 mg/mL) nanopartículas sem hidrolisado e nanopartículas contendo o hidrolisado de microalga nas concentrações de 0,3; 0,6; 0,9; 1,2; e 1,5 (mg/mL) e controle contendo água destilada. Foi observado que nos tomateiros 80 DAS, houve um acréscimo na altura pela aplicação do hidrolisado, notando-se um incremento de 49,5% em relação ao controle.De forma similar, os conteúdos totais de clorofilas aos 80 DAS diferiram dos valores observados aos 105 e 125 DAS. Diante do exposto, conclui-se que hidrolisados proteicos de microalgas e suas formulações nanoparticuladas de quitosana aplicados por via foliar promovem aumento de crescimento na cultura de tomate.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Agrárias&#13;
Engenharia Agronômica
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<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239202</guid>
<dc:date>2022-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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