<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Araranguá - Departamento de Ciências da Saúde (DCS)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/238142</link>
<description/>
<pubDate>Sun, 31 May 2026 12:13:28 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-31T12:13:28Z</dc:date>
<item>
<title>Programa de avaliações e orientações online para crianças com alterações neuromotoras</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239603</link>
<description>Programa de avaliações e orientações online para crianças com alterações neuromotoras
Stedile, Nathália Tamara
Introdução: O conhecimento acerca do impacto de programas de telerreabilitação sobre o bem-estar dos cuidadores é fundamentalpara verificar sua viabilidade. Objetivo: descrever o nível de estresse,ansiedade, depressão do cuidador após a implantação de um programa de teleatendimento para crianças com alterações neuromotoras. Métodos: Estudo transversal descritivo. Amostragem por conveniência de seis cuidadores de crianças com alterações neuromotoras que participaram de um programa de telerreabilitação. Os cuidadores tiveram que auxiliar os terapeutas na aplicação da avaliação do desempenho motor grosso e responder ao questionário de participação, assim como na aplicação do programa de telerreabilitação durante 12 semanas. No início e no final do programa, foi aplicada a escala Depression Anxiety Stress Scales-21 (DASS‐21) com o cuidador para verificar o efeito da intervenção sobre o estresse, ansiedade e depressão. Foi feita uma comparação dos dados da DASS‐21 no início e no final do programa de telerreabilitação, por meio de um teste de Wilcoxon. Resultados: em relação a DASS-21 não foi encontrada diferença significativa entre a avaliação inicial (mediana =12; mínimo = 0; máximo = 19) e a avaliação final (mediana = 12,5;mínimo = 0; máximo = 19) para o escore total da DASS-21 (Z = - 1,414; p=0,157). Conclusão: a aplicação de um programa telerreabilitação para crianças com alterações neuromotoras parece não ser um causador de estresse, ansiedade e depressão nos cuidadores. Um critério importante para a viabilidade deste programa.
</description>
<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239603</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Forças de reação do solo durante a caminhada, corrida e salto em terra e na água: uma revisão de escopo de 112 estudos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239475</link>
<description>Forças de reação do solo durante a caminhada, corrida e salto em terra e na água: uma revisão de escopo de 112 estudos
Leitão, Laura Bortolozzo
Introdução: Caminhar, correr e saltar são tarefas presentes no nosso cotidiano e amplamente exploradas em programas de treinamento e de reabilitação. A força de reação ao solo, é um parâmetro biomecânico que mais contribui para a prescrição de carga ao quantificar a magnitude de forças que atuam sobre um corpo ao entrar em contato com o solo. Por este motivo os fatores que a envolvem e suas variáveis estão sendo cada vez mais estudados. Objetivos: Avaliar o estado atual da arte e identificar possíveis lacunas para pesquisas futuras sobre a análise da FRS em adultos saudáveis durante a caminhada, corrida e/o salto na terra e/ou em ambientes aquáticos. Método: Trata-se de uma revisão de escopo conduzida de acordo com a PRISMA Extension for Scoping Reviews. Foram selecionados, em sete bases de dados, estudos com amostra maior que dez participantes, sendo adultos saudáveis, com idade entre 18 e 44 anos, de ambos os sexos, independente da etnia e nível de atividade física. A avaliação da qualidade foi baseada na lista de verificação Downs and Black. Resultados: Dos 3.948 estudos, 112 foram analisados. 2.517 participantes foram incluídos, sendo que apenas 7 se referiram a exercícios na água, 30 analisaram exclusivamente a caminha, 25 a corrida e 54 o salto. As maiores FRS ântero-posterior e médio-lateral foram observados para corrida e salto em terra, respectivamente. Ficou evidente que o exercício na água não garante a redução da FRS, os estudos sugerem que a FRS depende fortemente da interação entre o exercício e a velocidade/cadência/altura que é realizado e o nível de imersão corporal. Discussão: mesmo com o crescente número de pesquisas estudando o ambiente aquático, são necessários mais estudos fornecendo dados em relação ao efeito da profundidade de imersão, diferentes posições do braço durante o movimento, padrões de pouso e as variáveis componentes da FRS. Além disso, é necessário destacar a importância da descrição completa dos movimentos realizados, como velocidade, altura/distância para permitir a replicação na prática clínica. Conclusão: esta revisão de escopo fornece uma base para entender como as pesquisas sobre FRS durante os exercícios na água e em terra tem progredido. Além de realizar comparações que potencialmente auxiliem no processo de tomada de decisão clínica, fornecendo perspectivas para futuras pesquisas.
</description>
<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239475</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Força muscular periférica de indivíduos internados na unidade de terapia intensiva por COVID-19: impacto da doença e sua relação com variáveis sociodemográficas e clínicas.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239448</link>
<description>Força muscular periférica de indivíduos internados na unidade de terapia intensiva por COVID-19: impacto da doença e sua relação com variáveis sociodemográficas e clínicas.
Freitas, Mariana Alves; Brandolfi, Joice de Abreu; Vieira, Danielle Soares Rocha
Introdução: A fraqueza muscular periférica (FMP) pode levar a limitação funcional pós-alta hospitalar. Objetivo:  Investigar o impacto da gravidade da COVID-19 sobre a força muscular periférica e verificar a associação entre a redução da  força muscular periférica e as variáveis sociodemográficas e clínicas em indivíduos internados em Unidade de Terapia Intensiva. Metodologia: Estudo de coorte, com adultos hospitalizados devido à COVID-19, de setembro a dezembro de 2020. Foram excluídos indivíduos que foram a óbito durante a internação. A FMP foi identificada por pontuação ≤48 na escala Medical Research Council na alta hospitalar. A gravidade da COVID-19 seguiu os critérios da American Thoracic Society. Os indivíduos foram divididos em graves e não graves, e com presença ou não de FMP. As variáveis sociodemográficas e clínicas foram sexo, idade (&lt;60 ou ≥60), tempo total de internação, índice de massa corporal (IMC: &lt;30 ou ≥30) e comorbidades. Os dados foram expressos em frequência absoluta e relativa ou mediana (percentil 25%-75%). Foi utilizado o teste de Mann-Whitney, Fisher ou Qui-quadrado, com significância de 5%.  Resultados: Amostra composta por 79 participantes, idade de 60(52-68), 51(64,6%) do sexo masculino, com tempo total de internação de 11(7-14) dias. Quando comparados os grupos grave e não grave, não houve diferença na distribuição dos sexos [27(52,9%); 24(47,1%), p=0,957], FMP [10(76,9%); 3(23,1%), p=0,060], idade [65(55-68); 58(49-67), p=0,074] e tempo total de internação [11(7-15); 10(8-13), p=0,622]. Não houve diferença quanto ao sexo [7(13,7%); 44(86,3%), p=0,281], idade [9(21,4%); 33(78,6%), p=0,204], comorbidades [8(13,8%); 50(86,2%), p=0,231], e gravidade [10(23,8%); 32(76,2%), p=0,060] nos pacientes que apresentaram ou não FMP, mas houve associação do IMC [8(12,1%); 58(87,9%) p=0,034]. Conclusão: Não houve diferença na força muscular periférica na alta hospitalar entre indivíduos graves e não graves.  Ademais, a FMP foi associada ao IMC ≥30
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde&#13;
Curso de graduação em Fisioterapia
</description>
<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239448</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Avaliação do efeito agudo da eletroestimulação transcutânea em indivíduos com dor lombar inespecífica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239358</link>
<description>Avaliação do efeito agudo da eletroestimulação transcutânea em indivíduos com dor lombar inespecífica
Pavanate, Vanessa; Aguiar, Thiago Pereira; Contezini, Luiza Roberta
A dor lombar continua sendo a principal causa de anos vividos com déficit funcional e a maioria dos casos de dor lombar não possuem a fonte de dor estabelecida. A dor lombar inespecífica pode promover limitações significativas na funcionalidade dos pacientes. O objetivo foi avaliar os efeitos agudos da estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) sobre a dor, incapacidade, resistência muscular e cinesiofobia em indivíduos com dor lombar inespecífica. Trata-se de um ensaio clínico randomizado duplo-cego. A amostra foi constituída por nove sujeitos, designados aleatoriamente em dois grupos: 1) TENS modo placebo; 2) TENS modo ativo. A TENS ativo (parâmetros: modo normal, 100 Hz, 100 μs, intensidade forte, mas confortável) foi aplicada durante 20 minutos. A TENS modo placebo (parâmetros: modo normal, 100Hz, 100μs), foi aplicada com intensidade aumentada até o relato da sensação de “formigamento” do voluntário e redução de 1mA no aparelho. Os desfechos analisados foram: dor (Escala Analógica Visual: EVA), incapacidade, resistência muscular e cinesiofobia. O teste ANOVA two way foi utilizado nas análises, considerando o nível de significância de 5%. Ao comparar a resistência entre os grupos (ativo e placebo) e momentos (pré e pós intervenção), percebe-se que não houve diferença significativa (P&gt;0,05) entre eles. Em relação à dor, notou-se que houve uma redução significativa em ambos os grupos (ativo e placebo) no que se refere aos valores pós intervenção e não houve diferença significativa entre os grupos (ativo e placebo). Ao analisar a resistência, cinesiofobia e incapacidade, não se observou diferença significativa nos dois grupos (P&gt;0,05). Sugere-se que futuros estudos revisem os parâmetros do TENS e o combine aos exercícios para atingir os efeitos a longo prazo. &#13;
&#13;
Palavras-chave: dor lombar inespecífica, estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), efeito placebo, incapacidade.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica -Universidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Ciências da Saúde. Fisioterapia
</description>
<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239358</guid>
<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
