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<title>Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/236977</link>
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<pubDate>Thu, 14 May 2026 07:13:39 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-14T07:13:39Z</dc:date>
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<title>Legislação, documentação e teorias feministas nos cursos superiores de História em Florianópolis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240768</link>
<description>Legislação, documentação e teorias feministas nos cursos superiores de História em Florianópolis
Cosme, Luana Balieiro
O objetivo principal dessa pesquisa foi analisar leis nacionais, estaduais e alguns documentos formais da UFSC e da UDESC, referentes aos Cursos de História e seus possíveis diálogos com a noção de feminismos interseccionais e decoloniais. Procurou-se investigar como esses diálogos feministas se inserem na legislação que regem os Cursos Superiores de História em Florianópolis. Além das legislações mais gerais, foram analisados outros documentos formais das graduações em História da UFSC e da UDESC, sendo que foram documentos possíveis de serem levantados de modo remoto, considerando o contexto da pandemia de Covid-19. A metodologia se desenvolveu através de fichamentos e análise da documentação supracitada. A seleção dessas fontes se deu a partir da leitura de um agrupamento de fontes maiores. Em seguida, houve uma reunião entre a bolsista e a orientadora na qual se decidiu qual seria a delimitação da documentação tendo em vista o período de realização da Iniciação Científica. Dentre os critérios de seleção estavam: a) as legislações mais relevantes sobre educação no âmbito federal e estadual; b) planos de educação nacional e estadual; d) Base Nacional Comum Curricular; e) Proposta Curricular do estado de Santa Catarina e f) dois Projetos Político Pedagógico dos cursos de História das universidades públicas de Florianópolis. Utilizamos o sistema de busca por palavras-chave para a seleção de conteúdo da documentação para analisar. As palavras-chave escolhidas, conforme o escopo desse projeto, foram: “mulher”, “mulheres”, “gênero”, “feminismo”, “feminino”, “sexo” e “orientação sexual”. A iniciação científica foi encerrada em abril de 2022 e por isso, os resultados são parciais. As temáticas relacionadas às questões das mulheres, do gênero e dos feminismos aparecem pouco nas legislações, portanto, é possível considerar que as legislações e outras documentações da educação não acompanham o crescimento desses debates no âmbito acadêmico e na sociedade.
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<pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Psicologia e Relações Étnico-Raciais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240721</link>
<description>Psicologia e Relações Étnico-Raciais
SOUZA, MARCO ANTONIO DE AZEVEDO DUARTE
Esta proposta de pesquisa visa levantar, descrever e analisar a contribuição da psicologia na compreensão das relações étnico-raciais no Brasil, do ponto de vista da história dessa ciência e profissão, e da atuação desse profissional, com ênfase nas relações entre negros e brancos no país. Para isso, foi realizada uma investigação em três etapas. A primeira etapa referiu-se ao levantamento e análise de documentos no acervo digital Scielo, sobre a história do pensamento psicológico brasileiro na compreensão das relações étnico-raciais. A segunda etapa referiu-se à produção de questionários que foram amplamente divulgados para psicólogos atuantes em Santa Catarina, tais questionários tiveram o intuito de identificar a relevância do campo de estudos das relações étnicos raciais na prática profissional. Na terceira etapa, foi realizado entrevistas semiestruturadas com psicólogos de diferentes áreas no estado Catarinense, buscando entender como a categoria raça-etnia, o preconceito e a discriminação aparecem na prática desses profissionais. O projeto que teve como meta contribuir para a formação de pesquisadores e psicólogos, confirmou que nas suas várias frentes de trabalho, profissionais, têm sido interpelados pela construção sociocultural das diferenças e desigualdades, pelo racismo e seus efeitos psicossociais e agora apartir dos dados coletados, produz conteúdo para auxiliar a atuação do psicólogo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de filosofia e Ciências Humanas Departamento de Psicologia
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<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Construção de banco de dados para o Projeto de Pesquisa “História para amplas audiências: Maria Graham, a historiografia infanto-juvenil e as dinâmicas do gênero História (1810-1840)”</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240478</link>
<description>Construção de banco de dados para o Projeto de Pesquisa “História para amplas audiências: Maria Graham, a historiografia infanto-juvenil e as dinâmicas do gênero História (1810-1840)”
Souza, Ana Cecília Lopes de
A partir do século XVIII na Inglaterra, a História como área de estudos cresceu exponencialmente, juntamente ao advento da burguesia. Entre os séculos XVIII e XIX, inúmeras obras de temas historiográficos são públicadas, sendo à primeira vista escritas por autores do sexo masculino, mas que, ao olhar mais apurado, descobre-se não ser verdade. Mulheres de classe alta e letradas foram público consumidor e também produtor de História, especialmente em gêneros tidos como para-historiográfico, ou seja, biografias, e outros gêneros literários como histórias educacionais e histórias populares. Tendo em vista as circunstâncias apresentadas, o projeto aqui proposto tem por objetivo o enfoque nessas histórias produzidas por mulheres entre os séculos XVIII e XIX, levando em conta os conflitos de gênero na sociedade do período e a produção de tais obras. Entre as autoras com grande relevância historiográfica, podemos citar Maria Graham (1785-1842), autora e historiadora britânica, que em 1835 publica Little Arthur’s History of England, livro infanto-juvenil de grande sucesso mesmo nos séculos posteriores a sua publicação original. Maria Graham não foi a única autora de livros educacionais ou de outras obras de gênero histórico neste período, sendo assim, a proposta do projeto História para amplas audiências, visa dar luz à estas tantas outras autoras, que, por meio da literatura para um público anteriormente negligenciado, o infantil, puderam expressar suas opiniões naquela que era a única esfera possível ao seu sexo: a esfera doméstica. Em um primeiro momento da pesquisa (2018-2020), foram catalogadas obras infanto-juvenis na Grã-Bretanha entre 1729 e 1850, através de uma planilha Excel, além do agrupamento e download de obras em domínio público. Em um segundo momento (2021-2022), deu-se continuação aos processos iniciados por bolsistas anteriores, produzindo-se a catalogação de obras para o público adulto na Grã-Bretanha entre 1810 e 1840, através de uma planilha Excel, bem como agrupamento e download das obras em domínio público. Em um último momento, foi possível fazer download e traduções das biografias de autores previamente catalogados, como também a discussão de fonte histórica, como alguns livros infantis escritos por Maria Graham, Julia Corner e Elizabeth Penrose, compreendendo suas visões de mundo e sua forma de escrever História.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de História.
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<pubDate>Sun, 11 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ecossistemas de desinformação e propaganda computacional na plataforma Telegram: uma abordagem híbrida</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/240399</link>
<description>Ecossistemas de desinformação e propaganda computacional na plataforma Telegram: uma abordagem híbrida
Scheren, Maria Luiza
Esta pesquisa faz parte de uma parceria com o Laboratório de Humanidades Digitais (LABHD) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e tem o objetivo estabelecer uma estrutura interdisciplinar de mapeamento e análise multi-método (quanti-quali) entre grupos e canais de extrema-direita na plataforma Telegram, visando monitorar possíveis atividades de propaganda computacional. Foi dividida em três etapas em que, na primeira aconteceu a criação e refinamento da grade de codificação e aplicação dos códigos em copy bundles para análise, na segunda etapa houve a formação bibliográfica e treinamento para uso da interface Kibana, e o refinamento de códigos de pesquisa e a terceira etapa correspondente à coleta de dados quantitativos na Kibana, desenvolvimento de relatórios apresentados semanalmente em reuniões da equipe de análise qualitativa, treinamento e uso da plataforma Github para armazenamento e organização dos relatórios analíticos. Usando destas metodologias híbridas, percebemos que o Telegram é uma plataforma que possibilita a formação de ecossistemas de desinformação entre grupos e canais de extrema-direita e que há também a identificação de talkatives que possibilitam a formação de narrativas alternativas aos eventos. Com a abordagem multi-métodos, destacamos a importância do trabalho antropológico atuar neste campo, através de ferramentas muiltidisciplinares que otimizam a pesquisa.
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<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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