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<title>Departamento de Sociologia e Ciência Política</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225016</link>
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<pubDate>Mon, 11 May 2026 23:02:27 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-11T23:02:27Z</dc:date>
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<title>Interface das Interface socioestatal: Orçamentos Participativos no Brasil e em Portugal</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227655</link>
<description>Interface das Interface socioestatal: Orçamentos Participativos no Brasil e em Portugal
Santos, Nathalya Rodrigues dos; Barros, Nauama da Fonseca
O Orçamento Participativo (OP) surgiu no Brasil como efeito da redemocratização em 1988, no período que se fez necessária a criação de políticas públicas que pudessem legitimar a participação popular nos processos do funcionamento da máquina pública administrativa, além da descentralização do poder, dando mais autonomia aos municípios e incentivando a transparência fiscal. O objetivo da pesquisa, que ocorreu no período de um ano, é atualizar os casos de OPs no Brasil e em Portugal, identificando fatores de criação, extinção e alterações, em perspectiva relacional com outros canais de interfaces socioestatais. Para que os resultados fossem alcançados foi utilizado como método levantamentos e mapeamentos já feitos anteriormente sobre o orçamento participativo; a literatura nacional e internacional sobre o tema da participação, destacando o OP e novas modalidades de interface existentes em diferentes cidades que adotam orçamentos participativos, focalizando na região sul do país; atualização dos dados dos municípios que tinham ou não OP, sua continuidade ou extinção; informações sobre a composição da câmara municipal e sua influência na manutenção ou absorção dessa interface socioestatal; mapeamento das interfaces e identificação dos atores estatais que operacionalizam na realização dessa política pública participativa através de ligações, entrevistas e pesquisas nas ferramentas digitais, envolvendo inúmeras discussões com a professora orientadora e com os outros membros do núcleo no qual a pesquisa é vinculada. Durante o ano de pesquisa foi possível identificar alguns fatores de criação, extinção e alteração dos orçamentos participativos, como o crescente declínio do Partido dos Trabalhadores (PT) que vem ocorrendo desde 2016, que junto ao declínio de outros partidos mais à esquerda acompanhou uma grande redução das adesões e continuações dos OPs nos municípios, elucidando a importância das correntes internas desses partidos; a composição da câmara foi pontuada como elemento essencial para a efetividade do OP e outras políticas públicas, que por conta da lógica do sistema político pode ocorrer uma elitização e controle dos processos participativos por alguns setores políticos, dificultando a aprovação e execução das interfaces socioestatais participativas; derrota e competição eleitoral; a falta de orçamento para investimentos nas interfaces socioestatais participativas e qualitativas e a continuação delas; o surgimento, adoção e substituição por outras interfaces menos custosas, consultivas e participativas como as audiências públicas; e por fim, a falta de participação popular ocasionada por dois principais fatores: a crise de representação democrática na qual nosso país está mergulhado e a falta de recursos humanos e materiais para a formação política dos agentes sociais, e para o investimento na mobilização e organização dos diversos encontros que o orçamento participativo exige, por ser uma interface deliberativa. Em síntese, esses foram os resultados encontrados até o presente momento. Concluindo, com as mudanças decorrentes da pandemia mundial do COVID 19 já no início do ano de 2020, o isolamento social em decorrência dos riscos sanitários, o descaso governamental para enfrentarmos essa crise, e as eleições de 2021, ocorridas em 2020, todos esses elementos dificultaram o contato com os antigos administradores responsáveis pelo orçamento participativo, pois o contato só foi possível através de e-mails e ligações. Em muitos casos os dados para contato estavam desatualizados, como os e-mails disponibilizados nos sites das prefeituras, prejudicando a localização de informações necessárias nos sites, pois muitas informações foram extintas no decorrer do processo eleitoral. Um dos principais problemas foi o nosso impedimento de, presencialmente, conhecermos e conversarmos com os responsáveis e entrevistá-los fora do ambiente virtual, entre outros fatores ligados aos contextos político e social. Com as dificuldades expostas para o avanço da pesquisa no Brasil, ainda não foi possível concluir a pesquisa para dar o próximo passo que seria os OP implementados em Portugal.
Relatório Técnico (PIBIC) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Ccieências Sociais.
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227655</guid>
<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Percepção dos Professores de Sociologia acerca da Reforma do Ensino Médio.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227623</link>
<description>Percepção dos Professores de Sociologia acerca da Reforma do Ensino Médio.
ESMERALDINO, Raynara
O presente projeto de pesquisa ‘Percepção dos Professores de Sociologia acerca da Reforma do Ensino Médio’,teve como objetivo analisar a perspectiva dos professores de sociologia da rede pública do município de Florianópolis concernente à Reforma do Ensino Médio (lei nº 13.415/2017),de modo a investigar como os profissionais da educação analisam essa mudança recente na realidade escolar,traçar a trajetória profissional desses professores, acompanhar o processo de implementação da Reforma do Ensino Médio em Santa Catarina, analisar como essa reforma impacta o ensino de sociologia, tendo em vista os desafios ocorridos pelo atual contexto pandêmico causado pelo COVID-19 que modificou o cenário do ensino presencial para remoto. Sendo assim, a metodologia qualitativa e quantitativa do trabalho passou a ser virtual,por meio de entrevistas semi-dirigidas virtuais (online) a fim de compreender a realidade dos professores da educação de Sociologia em um ensino remoto com as mudanças da Reforma do Ensino Médio. Tivemos encontros virtuais para discutirmos artigos, dialogamos sobre o Comitê de Ética das Pesquisas,tivemos acesso à Plataforma Brasil, assim como debatemos textos sobre a pandemia e seu desafio no contexto global.Fizemos 6 entrevistas de 1h cada com professores de Sociologia da rede pública de Florianópolis. Em 20 de abril de 2021, juntamente com colegas de pesquisa de iniciação científica, enviamos um trabalho ‘Mapeamento de práticas pedagógicas no ensino de sociologia da educação básica em Florianópolis durante a pandemia de COVID-19. O que dizem os professores?’ para o 7º Encontro Nacional de Ensino de Sociologia na Educação Básica (ENESEB), o qual foi ‘aceito’.Fizemos uma resenha que está em correção, a qual pretendemos publicar em periódico científico, referente à obra ‘Conquistas e Resistências do Ensino de Sociologia:ENESEB 2019’. Atualmente estamos elaborando um artigo em conjunto perante o resultado da experiência desta pesquisa.
31 SIC - UFSC.
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<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Classe e gênero no movimento de mulheres camponesas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227622</link>
<description>Classe e gênero no movimento de mulheres camponesas
Oliveira, Laura Cristina Pereira
O proposto pelo projeto Classe e Gênero no Movimento de Mulheres Camponesas  traça um caminho de compreensão cujo o principal objetivo foi identificar a leitura do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) a partir dos conceitos de Classes sociais e gênero. Durante a pesquisa, as principais atividades desempenhadas pela bolsista consistia em leitura do referencial teórico já produzido pelos colegas e professora do núcleo, levantamento de  bibliografias especializados em trabalho reprodutivo, sociologia rural e gênero; com o contexto de crise sanitária agravado pelo COVID-19, o MMC de forma remota criou um cronograma de formação intitulado de Diálogos Pedagógicos e Feminismo Camponês popular, oferecendo importantes contribuições a respeito da perspectivas teóricas que o movimento vem elaborando.
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<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Neorrepublicanismo, justiça global e legitimidade internacional: uma abordagem histórico normativa</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227488</link>
<description>Neorrepublicanismo, justiça global e legitimidade internacional: uma abordagem histórico normativa
Casagrande, Patrizia
O presente vídeo apresenta uma síntese do que foi pesquisado no período de vigência da bolsa PIBIC 2020/2021. O tema abordado foi o debate político normativo sobre o neorrepublicanismo, a legitimidade internacional e o conceito de soberania globalizada de Phillip Pettit. A partir da leitura de artigos de autores neorrepublicanos e suas diferentes perspectivas, foram realizadas análises sobre o debate entre o conceito da liberdade como não-dominação e sua possível aplicação na esfera global. Assim, enfocou-se a discussão em torno da visão de Pettit, apresentando seus conceitos inovadores para o pensamento político e as sucessivas críticas elencadas nessa abordagem.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica -&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.          Centro de Filosofia e Ciências Humanas.    Ciências Sociais.
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<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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