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<title>Departamento de Psicologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225014</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 22:20:38 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T22:20:38Z</dc:date>
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<title>Psicologia e Relações Étnico-Raciais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227636</link>
<description>Psicologia e Relações Étnico-Raciais
Souza, Marco Antonio de Azevedo Duarte
Esta proposta de pesquisa visa levantar, descrever e analisar a contribuição da psicologia na compreensão das relações étnico-raciais no Brasil, do ponto de vista da história dessa ciência e profissão, e da atuação desse profissional, com ênfase nas relações entre negros e brancos no país. Para isso, foi realizada uma investigação em três etapas. A primeira etapa referiu-se ao levantamento e análise de documentos no acervo digital Scielo, sobre a história do pensamento psicológico brasileiro na compreensão das relações étnico-raciais. A segunda etapa referiu-se à produção de questionários que foram amplamente divulgados para psicólogos atuantes em Santa Catarina, tais questionários tiveram o intuito de identificar a relevância do campo de estudos das relações étnicos raciais na prática profissional. Na terceira etapa, foi realizado entrevistas semiestruturadas com psicólogos de diferentes áreas no estado Catarinense, buscando entender como a categoria raça-etnia, o preconceito e a discriminação aparecem na prática desses profissionais. O projeto que teve como meta contribuir para a formação de pesquisadores e psicólogos, confirmou que nas suas várias frentes de trabalho, profissionais, têm sido interpelados pela construção sociocultural das diferenças e desigualdades, pelo racismo e seus efeitos psicossociais e agora apartir dos dados coletados, produz conteúdo para auxiliar a atuação do psicólogo.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica -&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Psicologia.
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<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227636</guid>
<dc:date>2021-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Dimensões Psicossociais do Acolhimento e Integração de Imigrantes e Refugiados em Florianópolis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227501</link>
<description>Dimensões Psicossociais do Acolhimento e Integração de Imigrantes e Refugiados em Florianópolis
Morais, Luiza Marson
As andanças pelo mundo são elementos constitutivos da humanidade, que se desloca por motivos diversos historicamente. Nesse percurso, os registros se produzem, se atualizam, constituem e são constituídos pelos sujeitos numa troca referencial constante. Com essas referências compomos nosso mapa cultural que nos dá códigos para que possamos dar sentido as experiências vividas, compartilhados com o grupo que nos compõe e qual compomos. Pensa-se a migração como um deslocamento populacional de travessia de fronteira, nacional ou internacional. A migração pode se caracterizar como voluntária, quando há o projeto, planejamento, e o desejo de deslocamento. Involuntária quando as forças do meio obrigam os sujeitos a se deslocarem. Observa-se, no Brasil, um aumento do número de imigrantes documentados nas últimas décadas, como indicado pelo Censo de 2010 (IBGE, 2010). Sendo a migração um fenômeno multidimensional, demanda uma escuta particular. O projeto guarda-chuva “Dimensões Psicossociais do Acolhimento e Integração de Imigrantes e Refugiados em Florianópolis” visa apreender os aspectos relacionados as condições psicossociais da migração para subsidiar práticas de acolhimento e promoção de cidadania no país de chegada. Os participantes são imigrantes e profissionais que atuam com imigrantes na região metropolitana de Florianópolis, e a metodologia se baseia no estudo transversal de enfoque qualitativo, tem entrevistas semiestruturadas como instrumento e a análise é baseada na perspectiva descritiva exploratória. Os resultados apontam para a necessidade da capacitação da rede de profissionais sobre as particularidades no atendimento a imigrantes e aponta as formas de expressão de sofrimento do imigrante como vinculadas a sua constituição cultural.
Projeto de Pesquisa intitulado “Dimensões Psicossociais do Acolhimento e Integração de Imigrantes e Refugiados em Florianópolis”.
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<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O desenvolvimento das funções executivas de jovens de 16 a 21 anos com TDAH</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227494</link>
<description>O desenvolvimento das funções executivas de jovens de 16 a 21 anos com TDAH
Oliveira, Gabriela Guarese de
As Funções Executivas (FE) se referem a um conjunto de processos de gerenciamento, controle e direcionamento que permitem ao sujeito controlar impulsos, fazer planejamento, manter o foco e resolver conflitos. Ao se falar em adultos com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), a maioria das suas dificuldades podem ser explicadas por déficits em habilidades das FE. Desse modo, o objetivo do estudo foi investigar as FE em adultos entre 18 e 30 anos com TDAH de forma remota. A idade dos participantes sofreu uma alteração por conta da pandemia e da dificuldade em acessar os participantes menores de idade de forma remota. Sendo assim, participaram 19 indivíduos com TDAH, sendo 10 participantes mulheres e 9 homens. Por meio do Google Forms, os participantes responderam o Questionário de Identificação do Participante (QIP), o Inventário de Dificuldades em Funções Executivas, Regulação e Aversão ao Adiamento para Adultos (IFERA-II), e a Escala Adult Self-Report Scale 1.1 (ASRS-18). Para a avaliação do Controle Inibitório, foi utilizado o Stroop app, um novo instrumento computadorizado. Foi observado se haveria a ocorrência de diferenças entre o grupo de homens e mulheres, não sendo encontrada nenhuma variação significativa. Não ocorrem correlações entre as escalas TDAH com a idade, porém entre o ASRS-18 o IFERA-II ocorreram correlações significativas, demonstrando que quanto maiores os sintomas de TDAH maiores são as dificuldades em FE. Também se observou que não ocorreram correlações entre idade e Stroop app, porém houve correlação significativa entre escores do Stroop app e as escalas que avaliam FE e sintomas de TDAH. Dessa forma, o estudo apresentou alguns dados preliminares que indicam uma relação entre TDAH e as FE. Espera-se que o estudo contribua para a caracterização de perfis clínicos e que venha a ajudar futuramente os profissionais, além de ajudar na validação de instrumentos que possam ser aplicados de forma remota.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de Psicologia.
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<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227494</guid>
<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Relações entre a parentalidade materna e o temperamento infantil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227376</link>
<description>Relações entre a parentalidade materna e o temperamento infantil
Lunkes, Stefany
As características temperamentais da criança afetam a qualidade da parentalidade exercida pelas figuras parentais. O objetivo deste estudo foi analisar as associações entre a parentalidade materna e o temperamento de meninos e meninas em famílias de crianças de 3 a 11 anos. Participaram 229 mães de famílias de variadas configurações familiares, com idade média de 37 anos. A média de idade das crianças era de 6 anos e a maioria eram meninas. Os resultados apontaram haver correlações significativas e positivas entre o temperamento infantil e as práticas parentais, mostrando que tais relações variam em função das características temperamentais da criança. Os resultados indicaram que o afeto negativo foi o componente temperamental que mais se correlacionou positivamente com práticas parentais negativas. Já as práticas positivas de disciplina foram as que mais se correlacionaram com as características temperamentais das crianças. Não foram encontradas diferenças significativas entre o temperamento de meninos e meninas. Concluímos que a influência das práticas parentais variam conforme as características temperamentais das crianças, reiterando a teoria da suscetibilidade diferencial de Belsky.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Departamento de Psicologia. Núcleo de Estudos e Pesquisa em Desenvolvimento Infantil.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227376</guid>
<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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