<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Artes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/224999</link>
<description/>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 07:10:53 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-06-01T07:10:53Z</dc:date>
<item>
<title>Aprontamentos artivistas: cine ufsc, pandemia e domínio público</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226433</link>
<description>Aprontamentos artivistas: cine ufsc, pandemia e domínio público
Dias, Eduardo Gonçalves
O presente trabalho tem como tema cineclubismo e pandemia, e trata-se de um estudo das mudanças nas leis de direitos autorais e sua relação com o domínio público no cinema, através da análise do corpus compreendido pelos filmes constantes na programação da Sessão de Cinema da TV UFSC, e na catalogação, sistematização e transposição deste acervo para a plataforma YouTube durante a pandemia, assim como as suas implicações. O CINE UFSC é um projeto de cineclube universitário, criado em abril de 2019. Desde o início, a motivação do projeto é que ele fosse um agregador de ações entre os já existentes exibidores do Campus da Trindade na UFSC, procurando inclusive montar um circuito semanal. Outra frente seria a de ampliar a difusão além do Campus, em outras plataformas, como a TV e a web. No caso da TV UFSC, buscou-se trabalhar, a princípio, com o acervo já disponível, para depois serem incluídas novas obras, mais diversificadas, de uma forma que se pudesse montar mostras temáticas durante os dias da semana. Com a pandemia, e a transposição do projeto para a plataforma do YouTube, viu-se a necessidade de um estudo aprofundado dos dados, seguido de uma reflexão teórica sobre a questão do domínio público no audiovisual, principalmente frente às silenciosas mudanças nas leis de direitos autorais, e o atual apelo comercial das plataformas de streaming e canais pagos, versus a importância dos cineclubes, e a dificuldade em se encontrar conteúdo gratuito e de qualidade na rede.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Comunicação e Expressão.&#13;
Departamento de Artes.
</description>
<pubDate>Sun, 01 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226433</guid>
<dc:date>2021-08-01T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>O registro de epidemias: estudo sobre ‘Um diário do ano da peste’, de Daniel Defoe</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226389</link>
<description>O registro de epidemias: estudo sobre ‘Um diário do ano da peste’, de Daniel Defoe
Baldwin, Marthina de Alexandri
Contrariando o que seria esperado da moderna era das mídias e da informação, a corrente pandemia de coronavírus produziu enorme quantidade de desinformação, de propagação do uso de fármacos ‘milagrosos’ (o tal tratamento precoce com Ivermectina, por exemplo), de culpabilização do Outro por conta da doença em posturas acentuadamente xenofóbicas, de gestões desastrosas da crise de saúde. O cenário atual parece replicar o passado. Em 1665, a população londrina, assolada por uma epidemia de peste bubônica, viu-se cercada por anúncios de poções milagrosas, promessas de salvação divina, empreitadas culpabilizadoras acerca do território ou da nação responsável por tamanho mal. Nesta pesquisa de IC, por meio da avaliação do relato epidêmico de uma obra literária, buscou-se delimitar os comportamentos e os incidentes recorrentes frente a um quadro de saúde pública. O objeto de análise para este estudo foi o romance de Daniel Defoe, ‘Um diário do Ano da Peste’, cujo trabalho, além de examinar criticamente a epidemia de 1665 a partir de uma perspectiva documental, expôs condições de segregação social, isolamento e hostilidade contra os infectados, as crenças astrológicas acerca da epidemia, a visão da doença como praga divina, a propagação de curas mágicas ou milagrosas, o aprofundamento da pobreza e da divisão de classes, o extermínio de animais domésticos, a imposição de uma violenta quarentena e da vigilância hostil aos corpos doentes, o drama dos enterros sem cerimônia e na vala comum, a ineficiência do governo na gestão da epidemia. A partir de uma pesquisa orientada de natureza bibliográfica, certas chaves de leitura foram convocadas para a delimitação do domínio simbólico implicado à doença, discorrendo-se temas como paisagem do medo, doença e metáfora, biopolítica, vulnerabilidade humana, abjeção, monstruosidade, contaminação e necropolítica. Na análise narrativa do trabalho ficcional de Defoe, a observação do aspecto psicológico contraditório da personagem principal permitiu-nos constatar o confronto entre sua consciência de classe (um comerciante de posses, embora não da nobreza) e as influências dos discursos religiosos e de poder sobre sua mentalidade, algo que denota a repercussão das metáforas das doenças sobre o imaginário epidemiológico. Ainda que a higienização e o alcance do tratamento médico no século XXI seja distinto do século XVII, o que por si só produz notórias diferenças entre o momento atual e o contexto descrito por Defoe, pôde-se perceber que há a persistência de certas posturas em situações de crise de saúde, tal como a busca pelo inimigo viral originário, frequentemente na forma de um bode expiatório, a postura negacionista e o uso de farmacologia fantasiosa, não aprovada ou confirmada pela ciência. Como foi possível concluir, a paisagem do medo e o emprego metafórico das doenças nos discursos cotidianos são recorrentes porque estes expõem a fragilidade humana perante a natureza e as situações de caos/desordem. E diante da morte coletiva, os seres humanos buscam frequentemente nos astros, em deus, nos milagres e na culpabilização do outro as ferramentas principais para tentar sobreviver.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Comunicação e Expressão. Departamento de Artes.
</description>
<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226389</guid>
<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Pesquisa e produção de artes em vídeo sobre as relações entre música, canto, som e consciência</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226372</link>
<description>Pesquisa e produção de artes em vídeo sobre as relações entre música, canto, som e consciência
Casagranda, Kristel Hemmer
O núcleo de pesquisa Cantos de Gaia, coordenado pela professora Janaína Martins, tem desenvolvido, desde 2015, estudos e ações práticas que integram arte, canto e musicoterapia, com o objetivo de auxiliar no despertar do autoconhecimento e a ampliação da consciência das mulheres, especialmente durante os ciclos da gestação e da maternidade. O objetivo da pesquisa em questão foi de integrar os estudos da musicoterapia, desenvolvidos pelo Cantos de Gaia, com as produções audiovisuais, a fim de gerar momentos de bem-estar para as pessoas através de filmes, e utilizá-los como objeto de estudo para levar as pesquisas adiante. Para tal, a metodologia proposta foi começar com uma revisão bibliográfica, e em seguida, partir à realização de duas produções audiovisuais, um curta-metragem 'Guardiãs da Ilha da Magia' e um média-metragem 'Meditação Sonora para Gestantes'. Ambos os filmes compartilham a característica de jornada de meditação, conduzida através das imagens e dos sons. Destarte, foi possível concluir que o emprego do audiovisual para continuar o projeto Cantos de Gaia, mesmo durante a pandemia, representou uma abertura para novas possibilidades de alcance das pesquisas. Além disso, através da análise da recepção, conclui-se que a aplicação da musicoterapia na composição da trilha sonora representa um caminho possível para despertar sensações de bem-estar nas pessoas.
</description>
<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226372</guid>
<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Morituri te salutant: a representação da morte</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225951</link>
<description>Morituri te salutant: a representação da morte
Cunha, Chrislen Ribeiro da
Sendo a morte um tema recorrente na arte, presente em representações icnográficas, literárias e arquitetônicas, para citar algumas, a presente pesquisa se propôs a investigar como o tópico é abordado na escrita dramática, visto que a criação de textos encenáveis possui um contexto de produção influenciado por aspectos sócio históricos, logo, representações de tais características são encontradas nas composições de dramaturgos ao longo da história. Para além do aspecto contextual, a pesquisa sobre a morte buscou interpretações de como ela opera enquanto recurso dramático, alterando estruturas textuais, enredos e ações de seus personagens. Obras de Ésquilo , Sófocles, Shakespeare, Lorca e McPherson foram selecionados para análise, buscando um panorama que incluísse textos produzidos desde a Antiguidade até a Contemporaneidade. Justapostos a autores de distintos campos de estudo, como Aristóteles , Coulanges, Freud, Ariès e Kehl, correspondências entre ficção e visões sobre a morte são encontradas, demonstrando que a dramaturgia carrega traços culturais de seu momento histórico e reflete distintas perspectivas sobre a morte e seus assuntos análogos, como o luto. Também foram encontrados diferentes usos da morte como recurso dramático, aparecendo de forma alegórica como personagem, e, de forma frequente, como acontecimento desencadeador e finalizador de uma trama.
</description>
<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/225951</guid>
<dc:date>2021-08-19T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
