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<title>Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes (Externos à UFSC)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/224994</link>
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<pubDate>Sun, 31 May 2026 19:47:40 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-31T19:47:40Z</dc:date>
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<title>Interface das interfaces socioestatal; Orçamentos participativos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226544</link>
<description>Interface das interfaces socioestatal; Orçamentos participativos
santos, Nathalya Rodrigues; Barros, Nauama da Fonseca
O Orçamento Participativo (OP) surgiu no Brasil como efeito da redemocratização em 1988, no período que se fez necessária a criação de políticas públicas que pudessem legitimar a participação popular nos processos do funcionamento da máquina pública administrativa, além da descentralização do poder, dando mais autonomia aos municípios e incentivando a transparência fiscal. O objetivo da pesquisa, que ocorreu no período de um ano, é atualizar os casos de OPs no Brasil e em Portugal, identificando fatores de criação, extinção e alterações, em perspectiva relacional com outros canais de interfaces socioestatais. Para que os resultados fossem alcançados foi utilizado como método levantamentos e mapeamentos  já feitos anteriormente sobre o orçamento participativo; a literatura nacional e internacional sobre o tema da participação, destacando o OP e novas modalidades de interface existentes em diferentes cidades que adotam orçamentos participativos, focalizando na região sul do país; atualização dos dados dos municípios que tinham ou não OP, sua continuidade ou extinção; informações sobre a composição da câmara municipal e sua influência na manutenção ou absorção dessa interface socioestatal; mapeamento das interfaces e identificação dos atores estatais que operacionalizam na realização dessa política pública participativa através de ligações, entrevistas e pesquisas nas ferramentas digitais, envolvendo inúmeras discussões com a professora orientadora e com os outros membros do núcleo no qual a pesquisa é vinculada. Durante o ano de pesquisa foi possível identificar alguns fatores de criação, extinção e alteração dos orçamentos participativos, como o crescente declínio do Partido dos Trabalhadores (PT) que vem ocorrendo desde 2016, que junto ao declínio de outros partidos mais à esquerda acompanhou uma grande redução das adesões e continuações dos OPs nos municípios, elucidando a importância das correntes internas desses partidos; a composição da câmara foi pontuada como elemento essencial para a efetividade do OP e outras políticas públicas, que por conta da lógica do sistema político pode ocorrer uma elitização e controle dos processos participativos por alguns setores políticos, dificultando a aprovação e execução das interfaces socioestatais participativas; derrota e competição eleitoral; a  falta de orçamento para investimentos nas interfaces socioestatais participativas e qualitativas e a continuação delas; o surgimento, adoção e substituição por outras interfaces menos custosas, consultivas e participativas como as audiências públicas; e por fim, a falta de participação popular ocasionada por dois principais fatores: a crise de representação democrática na qual nosso país está mergulhado e a falta de recursos humanos e materiais para a formação política dos agentes sociais, e para o investimento na mobilização e organização dos diversos encontros que o orçamento participativo exige, por ser uma interface deliberativa. Em síntese, esses foram os resultados encontrados até o presente momento. Concluindo, com as mudanças decorrentes  da pandemia mundial do COVID 19 já no início do ano de 2020, o isolamento social em decorrência dos riscos sanitários, o descaso governamental para enfrentarmos essa crise, e as eleições de 2021, ocorridas em 2020, todos esses elementos dificultaram o contato com os antigos administradores responsáveis pelo orçamento participativo, pois o contato só foi possível através de e-mails e ligações. Em muitos casos os dados para contato estavam desatualizados, como os e-mails disponibilizados nos sites das prefeituras,  prejudicando a localização de informações necessárias nos sites, pois muitas informações foram extintas no decorrer do processo eleitoral. Um dos principais problemas foi o nosso impedimento de, presencialmente, conhecermos e conversarmos com os responsáveis e entrevistá-los fora do ambiente virtual, entre outros fatores ligados aos contextos político e social. Com as dificuldades expostas para o avanço da pesquisa no Brasil, ainda não foi possível concluir a pesquisa para dar o próximo passo que seria os OP implementados em Portugal.
Relatório técnico (PIBIC) -Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de ensino de filosofia e ciências humanas. Ciências Sociais
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226544</guid>
<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Variação lexical para aipim e mandioca brava na Região Sul do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226483</link>
<description>Variação lexical para aipim e mandioca brava na Região Sul do Brasil
Albuquerque, Sarah Lígia de Andrade
Meu plano de atividade tratou-se da variação lexical na Região Sul do Brasil em dados geolinguísticos para os designativos de duas questões do Questionário Semântico-Lexical, questão 50 ... aquela raiz branca por dentro, coberta por uma casca marrom, que se cozinha para comer? e 51 ... uma raiz parecida com _____(cf. item 50) que não serve para comer e se rala para fazer farinha (polvilho, goma)?, cujo caput refere-se, respectivamente, à mandioca/aipim e mandioca brava. Os dados foram tratados quantitativa e qualitativamente por meio de gráficos, tabelas, cartas linguísticas, consulta a obras lexicográficas, trabalhos monográficos e a atlas linguísticos, com o objetivo de discutir áreas lexicais na Região Sul do Brasil e contribuir com estudo na rede de pontos do interior do ALiB. A pesquisa compreendeu a rede de pontos do Projeto ALiB no que tange a 44 municípios (17 paranaenses, 10 catarinenses e 17 gaúchos), sumarizando a fala de 176 informantes de no máximo ensino fundamental de escolaridade, distribuídos, equitativamente, entre os ambos os sexos e duas faixas etárias (Faixa I: 18 a 30 anos/ Faixa II: 50 a 65 anos). O corpus analisado pertence ao banco de dados do Projeto ALiB - regional Sul, cujas entrevistas já haviam sido realizadas, mas ainda careciam de transcrição/revisão grafamática e fonética. Assim, passei por treinamento em transcrição de dados orais, levantamento de dados e exegese do corpus. As atividades básicas do plano de atividade envolveram participação em reuniões com orientador e equipe do Projeto, leituras e fichamento do referencial teórico sobre Geolinguistica/Dialetologia, transcrição/revisão e levantamento de dados, uso de ferramenta computacional para armazenamento e cartografia dos dados, entre outras atividades. Durante o ano, pude cumprir com minhas atividades com o auxílio de vídeos e explicações do orientador e tive a oportunidade de aprender mais sobre as diferenças do português brasileiro e contribuir com o corpus do Projeto ALiB.
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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