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<title>Departamento de Nutrição</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/224956</link>
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<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 04:01:12 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-10T04:01:12Z</dc:date>
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<title>Efeito da dieta cetogênica nos marcadores hormonais em indivíduos com epilepsia farmacorresistente</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227633</link>
<description>Efeito da dieta cetogênica nos marcadores hormonais em indivíduos com epilepsia farmacorresistente
Zanella, Miriam Regina Alves
Introdução: A epilepsia é uma doença neurológica crônica que compromete a qualidade de vida de 2% da população mundial, onde 20-30% não obtêm controle satisfatório das crises epilépticas mesmo com o advento de modernos fármacos antiepilépticos e diversas modalidades de tratamentos cirúrgicos. Nos últimos 20 anos, observou-se o ressurgimento da dieta cetogênica (DC) como alternativa terapêutica para estes pacientes com epilepsia farmacorresistente e não-candidatos a tratamento cirúrgico, sendo a dieta Atkins modificada (DAM) a que apresenta menor restrição alimentar, maior tolerabilidade e melhor palatabilidade. Sabe-se que a redução do número de crises, aumenta a qualidade de vida destes pacientes. O número de crises também pode ser afetado por oscilações hormonais que podem acometer ambos os sexos: variações hormonais dos ciclos menstruais, hormônios andrógenos e estradiol. Objetivo: analisar o efeito da DC em pacientes com epilepsia farmacorresistente, em um hospital público, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago SC/BRASIL, em marcadores  hormonais. Métodos: aplicação da DAM, os pacientes foram inscritos a partir de março de 2017 e acompanhados até janeiro de 2020. Foram avaliados: progesterona, testosterona, estradiol, cortisol, prolactina, hormônio estimulador da tireoide (TSH) e hormônio luteinizante (LH). Além disso, foram avaliados os efeitos adversos associados à DAM e à frequência das crises. Resultados: Nas mulheres, houve uma redução significativa no FSH (p = 0,006), progesterona (p &lt;0,001) e estradiol (p &lt;0,001) do momento pré-dieta para 12 semanas, e no LH (p &lt;0,001) de 4 a 12 semanas. Houve também um aumento significativo no cortisol (p &lt;0,001) de 4 a 12 semanas e na testosterona (p &lt;0,001) desde o início até 4 semanas e de 4 semanas a 12 semanas. Pacientes do sexo masculino tiveram níveis diminuídos de prolactina (p = 0,041) da linha de base para 4 semanas, a progesterona também diminuiu (p = 0,039) no mesmo período. E um TSH significativamente reduzido (p &lt;0,001) do período pré-dieta para 4 e 12 semanas. Conclusão: A DC foi eficaz, considerando que os pacientes alcançaram uma redução mínima de 50% na frequência das crises. As mudanças hormonais mostraram-se significativas ao longo do tempo para prolactina e TSH no sexo masculino e FSH, LH progesterona, estradiol, testosterona e cortisol para o sexo feminino, o que pode ter corroborado para o controle das crises. Porém estudos com maior tempo de duração precisam ser realizados para melhor compreensão se os diferentes protocolos de DC alteram ou não o perfil hormonal em ambos os sexos.
Seminário de Iniciação Científica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Nutrição.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito do processamento e armazenamento do suco de beterraba sobre a concentração de nitrato, características físico-químicas e bioativas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227339</link>
<description>Efeito do processamento e armazenamento do suco de beterraba sobre a concentração de nitrato, características físico-químicas e bioativas
Teodoro, Jessica Andressa
O suco de beterraba configura-se como recurso ergogênico, uma vez que a beterraba é rica em nitrato (NO3-) e o NO3- é precursor de óxido nítrico (NO), um vasodilatador. Além disso, níveis insuficientes de NO estão atrelados a fatores de risco cardiovascular, sugerindo um tratamento preventivo ou coadjuvante para a doença aterosclerótica através do seu consumo. Desta forma, é essencial obter um suco de beterraba concentrado em NO3- e seguro para consumo. Portanto, o objetivo geral deste trabalho é avaliar o efeito do processamento e armazenamento do suco de beterraba sobre a concentração de nitrato, características físico-químicas e bioativas. O plantio, colheita e higienização das beterrabas foi realizado entre agosto e dezembro de 2020. A técnica de processamento foi alterada de processamento térmico para microfiltração, visando a conservação das propriedades do suco fresco. Houve intensa formação de torta na membrana nos testes de viabilidade da microfiltração do suco, o que demanda a tentativa de outras alternativas que ainda precisam ser testadas. A bolsista realizou análises de pH, acidez total titulável, sólidos solúveis totais e atividade de água. Devido às restrições de acesso à UFSC adotadas frente ao novo coronavírus, a realização de análises laboratoriais teve que ser adiada. Diante disso, o projeto foi adaptado para uma revisão sistemática, que tem como objetivo identificar a concentração de nitrato e/ou nitrito presente nos produtos à base de beterraba para consumo humano. A busca gerou um total de 1816 artigos após a exclusão de duplicados. Duas revisoras independentes, incluindo a bolsista PIBIC, estão realizando a seleção dos artigos pela plataforma Rayyan. Essa revisão esclarecerá sobre a concentração do nitrato nas formulações de produtos à base de beterraba, bem como os parâmetros de processamento, armazenamento e estabilidade associados a estas formulações. Ademais, este projeto possibilitou a capacitação e o desenvolvimento de recursos humanos.
Iniciação Científica - PIBIC e Programa Voluntário
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Notificação de ácidos graxos trans industriais em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226711</link>
<description>Notificação de ácidos graxos trans industriais em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil
Hilleshein, Daniele
O consumo de alimentos industrializados tem crescido no mundo todo. Tais alimentos, principalmente os mais processados, podem conter ácidos graxos trans industriais (AGTI) na sua composição e seu consumo é fator de risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). Este estudo teve como objetivo investigar como os AGTI eram notificados nas informações nutricionais complementares (INC) presentes nos rótulos de alimentos industrializados comercializados em um supermercado no município de Florianópolis – SC no ano de 2020 e comparar com os resultados obtidos nos censos realizados em 2010 e 2013. Foram analisadas as informações presentes na informação nutricional complementar de 7756 rótulos de alimentos. Devido a Pandemia de Covid 19, durante coleta e tratamento dos dados ocorreram imprevistos que impediram a apresentação completa dos resultados até a finalização deste estudo. Porém, como resultado parcial desta pesquisa, foi feita identificação das alegações de isenção de AGTI dos censos de rótulos de alimentos realizados em 2010 e 2013. Em breve, o acompanhamento será atualizado com a edição de 2020 e será possível comparar esses dados.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde.
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<pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Oferta de alimentos saudáveis em instituições públicas: instrumentalização de responsáveis técnicos dos serviços de alimentação e agricultores familiares para a aquisição sustentável de alimentos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226584</link>
<description>Oferta de alimentos saudáveis em instituições públicas: instrumentalização de responsáveis técnicos dos serviços de alimentação e agricultores familiares para a aquisição sustentável de alimentos
Silva, Danielli Vieira da
Os restaurantes institucionais são ambientes importantes tanto para promover a alimentação saudável quanto para promover a sustentabilidade em razão do grande número de refeições servidas e da grande quantidade de comensais atendidos. Assim, a importância desse estudo se dá pela potencialidade dos restaurantes para promoção da alimentação saudável e sustentável. O objetivo deste estudo foi analisar as ações para promoção da alimentação saudável e sustentável em restaurantes institucionais brasileiros. Foi realizado um estudo quali-quantitativo entre 2019 e 2020 mediante o envio de um questionário eletrônico dirigido a profissionais que atuam em restaurantes institucionais de todo o território brasileiro. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário on-line, elaborado na plataforma Google Forms e construído tomando como referência a literatura atualizada sobre a temática e a experiência prévia dos pesquisadores. O instrumento continha questões sobre a caracterização da instituição e  perguntas abertas sobre a realização de ações para a promoção da alimentação saudável e para a promoção da alimentação sustentável. Realizou-se um processo de codificação e categorização das respostas sobre as ações desenvolvidas. Participaram da pesquisa 541 instituições de todas as regiões brasileiras (Escolas: 54%; Restaurantes Universitários: 25%; Outras instituições: 21%). A maioria dos respondentes era nutricionista (74,1%). As categorias provenientes da análise qualitativa referentes à promoção da alimentação saudável foram: ações educativas com a presença de 11 códigos, e oferta de alimentos na instituição com 5 códigos. Já as categorias de ações para a promoção da alimentação sustentável foram: ações educativas (8 códigos), redução, reaproveitamento e reciclagem (RRR) de resíduos (7 códigos) e oferta de alimentos na instituição (5 códigos). As ações para promoção da alimentação saudável e sustentável eram realizadas por 79,1% e 58,8% das instituições, respectivamente. Ações classificadas como educativas foram mais frequentes em ambas categorias. As escolas realizavam mais ações quando comparadas às outras instituições. Independente do tipo de instituição, as ações educativas promotoras da alimentação saudável foram mais frequentes que para alimentação sustentável. As ações para alimentação sustentável foram mais frequentes em escolas. Contudo, ações para RRR foram mais frequentes em universidades. A partir da realização do trabalho foi possível observar que ações educativas foram mais frequentes. O incentivo de ações práticas, como oferta de alimentos na instituição e ações para RRR são importantes visando a promoção da alimentação saudável dos comensais e o desenvolvimento de sistemas alimentares mais sustentáveis.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde.
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<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226584</guid>
<dc:date>2021-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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