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<title>Departamento de Fitotecnia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/224951</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 17:07:11 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T17:07:11Z</dc:date>
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<title>Extratos e polissacarídeos algais no controle da antracnose (Colletotrichum spp.) em morango:caracterização morfológica e cultural de colletotrichum spp. de morangueiro e efeito direto de produtos à base da alga marinha enteromorpha sp. sobre o fungo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227629</link>
<description>Extratos e polissacarídeos algais no controle da antracnose (Colletotrichum spp.) em morango:caracterização morfológica e cultural de colletotrichum spp. de morangueiro e efeito direto de produtos à base da alga marinha enteromorpha sp. sobre o fungo
Fontes, João Francisco Thives da Luz
O morango possui grande importância econômica, sendo amplamente utilizado na culinária, indústria e como fruta fresca. Em regiões tropicais e subtropicais, a antracnose do morangueiro causada por espécies de Colletotrichum ocasiona sérios danos à cultura. O objetivo deste trabalho foi realizar a caracterização morfológica e cultural de isolados de Colletotrichum spp., e avaliar o efeito direto dos extratos algais de Enteromorpha sp. sobre o fungo. A caracterização morfológica das colônias de Colletotrichum spp. foi realizada através das avaliações do diâmetro médio de colônia aos 5, 10 e 15 dias após a incubação em meio BDA (Batata-Dextrose-Ágar) durante 20 dias a 25 °C e 12 h de fotoperíodo sob luz NUV (Near Ultraviolet). O tipo de micélio, cor, formação de setores, formação de peritécios e morfologia de conídios foram analisados aos 15 dias após a incubação. O experimento de efeito direto foi avaliado com base no crescimento micelial de Colletotrichum nymphaeae  durante 18 dias a 25 °C e 12 h de fotoperíodo. Os isolados M189, M105 e M134 das espécies C. karstii, C. siamense e C. nymphaeae, respectivamente, foram os que apresentaram um maior crescimento micelial. A maioria dos isolados diferenciam-se pouco em relação a cor de colônia, variando do laranja para o laranja claro, porém o isolado M189 apresentou coloração micélio mais acinzentado, além de ser o único a apresentar peritécios 15 dias após incubação. Os conídios de todos os isolados foram predominantemente cilíndricos, no entanto o isolado M126 apresentou maior proporção de conídios fusiformes. A largura e o comprimento médio dos conídios foram de 5,2 – 8,7µm e 11,4 – 17,2µm, respectivamente. O tratamento Enteromorpha sp. (10 mg/L) estimulou o crescimento micelial de C. nymphaeae, quando comparado ao tratamento H-Enteromorpha e o controle.
PIBIC - Universidade Federal de Santa Catarina. CCA. Agronomia.
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<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227629</guid>
<dc:date>2021-09-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Qualidade microbiológica de moluscos bivalves no estado de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227512</link>
<description>Qualidade microbiológica de moluscos bivalves no estado de Santa Catarina
De Oliveira, Ingrid
O estado de Santa Catarina é maior produtor nacional de moluscos bivalves, sendo destaque os mexilhões, ostras e vieiras na economia do estado. Moluscos bivalves são organismos filtradores que captam seu alimento da água e pode vir acumular bactérias, toxinas e vírus presentes na água. As ostras da espécie Crassostrea gigas são as mais produzidas no estado e podem conter uma microbiota muito variada de bactérias deteriorantes e patogênicas. Durante o beneficiamento de ostras in natura é exigido pelo Plano Nacional de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB) a lavagem com água hiperclorada (concentração de 5ppm residual), mas não fica claro se o efeito do cloro é eficaz para redução de possíveis micro-organismos patogênicos. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do cloro nas ostras C. gigas durante o tempo de armazenamento, à 5,0±0,7°C, através de ensaios microbiológicos. Para tanto, as ostras foram divididas em dois grupos de amostras, o grupo que passou pelo processo com água hiperclorada e o grupo controle, e as análises foram realizas em intervalos de tempos selecionados (0, 1, 2, 4, 6 e 8 dias). &#13;
As amostras de ostras que fizeram parte deste estudo, com base nos ensaios realizados, apresentaram boas condições de qualidade microbiológica, microbiota inicial com baixa contagem de mesófilos aeróbios totais e dentro dos limites da legislação para E. coli. Também foi observado que as amostras de ostras do grupo com água hiperclorada e as amostras do grupo controle, apresentaram boa qualidade microbiológica durante os 8 dias de armazenamento a temperatura de 5,5 ± 0,7°C. &#13;
Com base nos parâmetros avaliados neste estudo, conclui-se que as amostras do grupo tratadas com água hiperclorada não apresentaram diferença estatística (p&gt;0,05) em relação ao grupo controle. Sugere-se repetições deste estudo, incluindo amostras em triplicata para permitir obter resultados mais precisos sobre a influência do cloro nas ostras durante o período de armazenamento. Adicionalmente, é importante a condução de estudos complementares sobre o efeito de tempo e temperatura na multiplicação de E. coli durante o período de armazenamento, uma vez que é este o parâmetro microbiológico regulado na legislação  Brasileira.
Projeto de Iniciação Científica-  Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de ciências agrárias. Ciência e tecnologia de alimentos.
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<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227512</guid>
<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Desenvolvimento e aplicação de bioestimulante nanoparticulado derivado de hidrolisado proteico da microalga Arthrospira platensis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227499</link>
<description>Desenvolvimento e aplicação de bioestimulante nanoparticulado derivado de hidrolisado proteico da microalga Arthrospira platensis
Teodoro, Emanuelle Bavaresco
Hidrolisados proteicos são bioestimulantes contendo aminoácidos livres, peptídeos e oligopeptídeos em sua composição, obtidos através de hidrólise química ou enzimática e oriundos de diversas fontes proteicas. A cianobactéria Arthrospira platensis, é conhecida por apresentar alto conteúdo proteico em sua biomassa. Com isso, este trabalho desenvolveu o hidrolisado proteico de A. platensis a partir de hidrólise ácida e seu derivado nanoparticulado. Dois experimentos foram conduzidos, o primeiro deles foi realizado em sementes de Eruca sativa, embebidas com o hidrolisado e o derivado nanoparticulado, enquanto que no segundo, foram aplicados em plantas de Menta piperita. Para os ensaios germinativos, sementes foram tratadas por embebição (15 min) com o hidrolisado, nanopartículas contendo o hidrolisado e nanopartículas sem hidrolisado, nas concentrações de 0,25%; 0,5%; 1% e controle contendo água destilada. Nas plantas de menta as concentrações testadas para o hidrolisado, nanopartículas e nanopartículas controle, foram de 2,5%, 5% e 10%. No ensaio germinativo, as nanopartículas contendo hidrolisado proteico (0,25% e 0,5%) e sem hidrolisado (0,25%) induziram aumentos de biomassa seca de 1,8 a 2,0 vezes superiores ao controle. Os teores de clorofilas totais, a e b aumentaram significativamente (p&lt;0,05) no tratamento com nanopartículas com hidrolisado 0,25%. No ensaio conduzido nas plantas de menta, houve incremento na massa fresca (hidrolisado 10%) na massa seca (nanopartícula 10%), na altura e no número de ramos (nanopartículas 5% e 10%). Conclui-se que hidrolisados proteicos de microalgas podem ser potencializados quando aplicados em formulações nanoparticuladas de quitosana, promovendo um aumento no rendimento de massa seca e nos teores de clorofilas em plântulas de rúcula além de que possuem ação na massa seca e altura e de plantas de mentas nas concentrações nanoparticuladas.
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227499</guid>
<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito de herbicida a base de glifosato sobre a síntese de vitelogenina e sua relação com a organização social de Apis mellifera</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227338</link>
<description>Efeito de herbicida a base de glifosato sobre a síntese de vitelogenina e sua relação com a organização social de Apis mellifera
Gomes, Leticia da Silva
Os serviços de polinização prestado pelas abelhas são importantes para a manutenção dos ecossistemas. Seu declínio compromete a reprodução de diferentes espécies vegetais. Destaca-se o uso de agrotóxicos como causa da morte das abelhas, sendo os herbicidas responsáveis por danos subletais, com poucos estudos neste sentido. Este estudo teve o objetivo de avaliar a ação de um herbicida a base de glifosato sobre a ultraestrutura do corpo gorduroso e a expressão de genes que codificam para vitelogenina em operárias de Apis mellifera, determinando seu efeito no vigor das colmeias em condições de campo. Seis colmeias do apiário experimental da Cidade das Abelhas – UFSC, foram manejadas para apresentarem homogeneidade populacional. Por quatro semanas, no tratamento controle, receberam solução com xarope de açúcar e pólen (300 g), enquanto no tratamento Roundup®, foi adicionado 1,5 µL do herbicida. Para as avaliações subletais, 50 abelhas recém emergidas foram marcadas com tinta atóxica e devolvidas às colmeias de origem. Nas análises de ultraestrutura, foram coletadas abelhas de sete e quinze dias, dissecadas e processadas de acordo com protocolo padrão para microscopia de transmissão. O isolamento do RNA foi realizado com abelhas de 15 dias, utilizando-se kit mirVana™ Invitrogen™. Avaliou-se a qualidade das colmeias em dois momentos: na semana de início dos bioensaios e de 110 dias após a última exposição. As fotomicrografias indicaram alterações ultraestruturais nas células do corpo gorduroso em abelhas do tratamento Roundup®, com citoplasma eletrondenso e degeneração de organelas, evidenciando necrose celular. No tratamento controle, as fotomicrografias não indicaram alterações. O RNA isolado apresentou via avaliação em nano-espectofotometria, qualidade suficiente para análise da expressão dos genes que codificam para vitelogenina. No entanto, a análise não foi realizada devido as medidas de isolamento sanitário e limitações de acesso aos laboratórios. As avaliações qualitativas das colmeias indicaram redução na população de abelhas adultas e área de cria no tratamento Roundup®, com morte de colmeia devido ao enfraquecimento e ataque de predadores. As colmeias do tratamento controle apresentaram variações esperadas para o inverno. Os resultados obtidos permitem concluir que o herbicida a base de glifosato, mesmo em indivíduos não alvo, causa alterações relevantes no corpo gorduroso das abelhas, a nível celular, afetando a sobrevivência das colmeias.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Agrárias.&#13;
Fitotecnia
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<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
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