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<title>Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/219323</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 11:05:49 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T11:05:49Z</dc:date>
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<title>Condições de trabalho e homonegatividade na enfermagem: revisão de literatura e experiências de profissionais em Florianópolis</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275415</link>
<description>Condições de trabalho e homonegatividade na enfermagem: revisão de literatura e experiências de profissionais em Florianópolis
Binsfeld, Willian Ricardo
Esta pesquisa investiga a articulação entre as condições de trabalho e as manifestações de homonegatividade laboral na enfermagem em Florianópolis/SC. O estudo contextualiza a enfermagem como uma profissão historicamente marcada pela feminização e por processos de desvalorização social, nos quais a dimensão da sexualidade permanece pouco explorada no cenário da sociologia do trabalho brasileira. Objetiva examinar a incidência e as formas de homonegatividade laboral, integrando a sexualidade como categoria analítica central para compreender as assimetrias do ambiente de saúde. A metodologia adota uma abordagem qualitativa e descritiva, composta por uma revisão bibliográfica sistemática na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e pela coleta de dados empíricos via questionário online. A seleção das participantes utiliza a técnica de amostragem em bola de neve. Os resultados do levantamento bibliográfico indicam que a produção acadêmica sobre o tema é escassa, concentra-se no campo da psicologia e apresenta limitada articulação com a categoria trabalho. No plano empírico, a análise revela a prevalência de homonegatividade laboral manifestada por atitudes, discursos e um clima organizacional negativo em relação ao público LGB. Os dados evidenciam que comentários pejorativos e condutas discriminatórias ratificam um ambiente marcado pela heteronormatividade, sendo tais práticas frequentemente naturalizadas e raramente denunciadas. Conclui que as condições de trabalho e a homonegatividade são processos interdependentes que se reforçam mutuamente, aprofundando a precarização e o silenciamento de debates sobre gênero na formação profissional. O estudo propõe o conceito de homonegatividade laboral como ferramenta analítica inédita para visibilizar desigualdades estruturais e fundamentar políticas institucionais voltadas à equidade e ao trabalho decente na saúde.; Abstract: This research investigates the link between working conditions and the manifestations of workplace homonegativity in nursing in Florianópolis, SC. The study contextualizes nursing as a profession historically marked by feminization and processes of social devaluation, in which the dimension of sexuality remains underexplored within the Brazilian sociology of work. It aims to examine the incidence and forms of workplace homonegativity, integrating sexuality as a central analytical category to understand the asymmetries of the healthcare environment. The methodology adopts a qualitative and descriptive approach, consisting of a systematic literature review in the Brazilian Digital Library of Theses and Dissertations (BDTD) and empirical data collection via an online questionnaire. Participant selection utilizes the snowball sampling technique. Results from the bibliographic survey indicate that academic production on the topic is scarce, concentrated in the field of psychology, and presents limited articulation with the category of work. On the empirical level, the analysis reveals the prevalence of workplace homonegativity manifested through negative attitudes, discourses, and an organizational climate regarding the LGB public. The data evidence that pejorative comments and discriminatory conduct ratify an environment marked by heteronormativity, such practices being frequently naturalized and rarely reported. It concludes that working conditions and homonegativity are interdependent processes that mutually reinforce each other, deepening precarity and the silencing of debates on gender in professional training. The study proposes the concept of workplace homonegativity as a novel analytical tool to make structural inequalities visible and to ground institutional policies aimed at equity and decent work in health.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275415</guid>
<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Condições de trabalho e de vida de profissionais do setor de enfermagem e a incidência do dano existencial</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275405</link>
<description>Condições de trabalho e de vida de profissionais do setor de enfermagem e a incidência do dano existencial
Tessele, Cláudia Fernanda
Nesta dissertação examina-se a temática do dano existencial decorrente do trabalho e a sua possível incidência entre profissionais do setor de enfermagem, uma categoria profissional fundamental para a manutenção dos serviços de saúde, majoritariamente feminina e frequentemente submetida a condições laborais adversas. Por dano existencial entende-se a lesão que compromete a liberdade de escolha do indivíduo e frustra o ?projeto de vida? e a ?vida de relações? construídas pelo/a trabalhador/a enquanto ser humano. Busca-se compreender como os processos laborais e as condições de trabalho, atravessados pelas configurações de classe, de gênero e raça, podem revelar dinâmicas que eventualmente ocasionam o dano existencial decorrente do trabalho. O conceito de qualidade de vida, cunhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é mobilizado para compreender a percepção dos indivíduos sobre sua posição na vida dentro de um contexto cultural e social. No ambiente de trabalho, buscouse evidenciar como esta percepção é diretamente influenciada por fatores como sobrejornada, sobrecarga e precarização. Deste modo, a investigação quanto à incidência do dano existencial no contexto do setor da enfermagem mostra-se imprescindível para a compreensão dos aspectos subjetivos e estruturais das relações de trabalho no setor de enfermagem. Nesse sentido, identificou-se uma lacuna na literatura ao abordar o fenômeno do dano existencial a partir da Sociologia do Trabalho ou coordenando seus acúmulos com os do campo do Direito do Trabalho. A ausência de um diálogo mais aprofundado entre essas áreas, bem como a de pesquisas empíricas sobre o tema, limitam a compreensão da complexidade desse fenômeno ? sendo que estas lacunas que a presente pesquisa procura minimizar. O fato de que o trabalho na enfermagem seja majoritariamente exercido por mulheres, em sua maioria negras, torna-o importante ponto de observação das dinâmicas da divisão sexual e racial do trabalho, que direcionaram a análise também para os temas como a dupla jornada, a escassez do tempo de não trabalho, desvalorização profissional, sobrecarga física e emocional. A metodologia para alcançar os objetivos e explorar a problemática se situará numa abordagem qualitativa, com a realização de observações de processos de trabalho, entrevistas semiestruturadas e a análise de documentos, tais como: decisões judiciais sobre o tema, regulamentações trabalhistas em vigor desde a reforma de 2017 e específicas da categoria. Na construção da fundamentação teórica foram utilizados acúmulos do campo do direito, da sociologia do trabalho, da filosofia e estudos feministas e de gênero sobre trabalho, relevantes para o tema do dano existencial decorrente do trabalho os quais buscou-se coordenar sob uma perspectiva materialista interdisciplinar. Foram eleitos os seguintes procedimentos metodológicos: 1) Revisão bibliográfica; 2) pesquisa documental; 3) entrevistas qualitativas semiestruturadas. Objetivou-se identificar e analisar os parâmetros para delimitação e reconhecimento do fenômeno do dano existencial, bem como as situações e representações de profissionais do setor de enfermagem - sobre o trabalho que realizam, buscando identificar se e em que medida podem ser interpretadas como causadoras de dano existencial.; Abstract: This dissertation examines the issue of existential damage arising from work and its possible incidence among professionals in the nursing sector, a professional category that is fundamental to the maintenance of health services, predominantly female, and frequently subjected to adverse working conditions. Existential damage is understood as an injury that compromises the individual?s freedom of choice and frustrates the ?life project? and the ?life of relationships? constructed by the worker as a human being. The study seeks to understand how labor processes and working conditions, intersected by configurations of class, gender, and race, may reveal dynamics that potentially give rise to work-related existential damage. The concept of quality of life, as defined by the World Health Organization (WHO), is mobilized to understand individuals? perceptions of their position in life within a cultural and social context. In the work environment, the analysis highlights how this perception is directly influenced by factors such as extended working hours, work overload, and precarization. Thus, investigating the incidence of existential damage in the context of the nursing sector proves essential for understanding both the subjective and structural dimensions of labor relations in this field. In this regard, a gap was identified in the literature concerning the treatment of existential damage from the perspective of the Sociology of Work or through the articulation of its theoretical contributions with those of Labor Law. The lack of a more in-depth dialogue between these areas, as well as the scarcity of empirical research on the subject, limits the understanding of the complexity of this phenomenon?gaps that the present research seeks to mitigate. The fact that nursing work is predominantly performed by women, most of whom are Black, makes it a significant point of observation for the dynamics of the sexual and racial division of labor. This reality also guided the analysis toward themes such as the double workday, scarcity of non-working time, professional devaluation, and physical and emotional overload. The methodology adopted to achieve the research objectives and explore the proposed problem is qualitative in nature, involving observations of work processes, semi-structured interviews, and document analysis, including judicial decisions on the subject, labor regulations in force since the 2017 labor reform, and regulations specific to the nursing category. The theoretical framework draws on contributions from the fields of law, sociology of work, philosophy, and feminist and gender studies on labor, all coordinated under an interdisciplinary materialist perspective. The following methodological procedures were employed: (1) literature review; (2) documentary research; and (3) qualitative semi-structured interviews. The study aimed to identify and analyze the parameters for delimiting and recognizing the phenomenon of existential damage, as well as the situations and representations of nursing professionals regarding the work they perform, seeking to identify whether?and to what extent?these can be interpreted as causing existential damage.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<title>Condições de trabalho e de vida de profissionais do setor de enfermagem e a incidência do dano existencial</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275401</link>
<description>Condições de trabalho e de vida de profissionais do setor de enfermagem e a incidência do dano existencial
Tessele, Cláudia Fernanda
Nesta dissertação examina-se a temática do dano existencial decorrente do trabalho e a sua possível incidência entre profissionais do setor de enfermagem, uma categoria profissional fundamental para a manutenção dos serviços de saúde, majoritariamente feminina e frequentemente submetida a condições laborais adversas. Por dano existencial entende-se a lesão que compromete a liberdade de escolha do indivíduo e frustra o ?projeto de vida? e a ?vida de relações? construídas pelo/a trabalhador/a enquanto ser humano. Busca-se compreender como os processos laborais e as condições de trabalho, atravessados pelas configurações de classe, de gênero e raça, podem revelar dinâmicas que eventualmente ocasionam o dano existencial decorrente do trabalho. O conceito de qualidade de vida, cunhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é mobilizado para compreender a percepção dos indivíduos sobre sua posição na vida dentro de um contexto cultural e social. No ambiente de trabalho, buscouse evidenciar como esta percepção é diretamente influenciada por fatores como sobrejornada, sobrecarga e precarização. Deste modo, a investigação quanto à incidência do dano existencial no contexto do setor da enfermagem mostra-se imprescindível para a compreensão dos aspectos subjetivos e estruturais das relações de trabalho no setor de enfermagem. Nesse sentido, identificou-se uma lacuna na literatura ao abordar o fenômeno do dano existencial a partir da Sociologia do Trabalho ou coordenando seus acúmulos com os do campo do Direito do Trabalho. A ausência de um diálogo mais aprofundado entre essas áreas, bem como a de pesquisas empíricas sobre o tema, limitam a compreensão da complexidade desse fenômeno ? sendo que estas lacunas que a presente pesquisa procura minimizar. O fato de que o trabalho na enfermagem seja majoritariamente exercido por mulheres, em sua maioria negras, torna-o importante ponto de observação das dinâmicas da divisão sexual e racial do trabalho, que direcionaram a análise também para os temas como a dupla jornada, a escassez do tempo de não trabalho, desvalorização profissional, sobrecarga física e emocional. A metodologia para alcançar os objetivos e explorar a problemática se situará numa abordagem qualitativa, com a realização de observações de processos de trabalho, entrevistas semiestruturadas e a análise de documentos, tais como: decisões judiciais sobre o tema, regulamentações trabalhistas em vigor desde a reforma de 2017 e específicas da categoria. Na construção da fundamentação teórica foram utilizados acúmulos do campo do direito, da sociologia do trabalho, da filosofia e estudos feministas e de gênero sobre trabalho, relevantes para o tema do dano existencial decorrente do trabalho os quais buscou-se coordenar sob uma perspectiva materialista interdisciplinar. Foram eleitos os seguintes procedimentos metodológicos: 1) Revisão bibliográfica; 2) pesquisa documental; 3) entrevistas qualitativas semiestruturadas. Objetivou-se identificar e analisar os parâmetros para delimitação e reconhecimento do fenômeno do dano existencial, bem como as situações e representações de profissionais do setor de enfermagem - sobre o trabalho que realizam, buscando identificar se e em que medida podem ser interpretadas como causadoras de dano existencial.; Abstract: This dissertation examines the issue of existential damage arising from work and its possible incidence among professionals in the nursing sector, a professional category that is fundamental to the maintenance of health services, predominantly female, and frequently subjected to adverse working conditions. Existential damage is understood as an injury that compromises the individual?s freedom of choice and frustrates the ?life project? and the ?life of relationships? constructed by the worker as a human being. The study seeks to understand how labor processes and working conditions, intersected by configurations of class, gender, and race, may reveal dynamics that potentially give rise to work-related existential damage. The concept of quality of life, as defined by the World Health Organization (WHO), is mobilized to understand individuals? perceptions of their position in life within a cultural and social context. In the work environment, the analysis highlights how this perception is directly influenced by factors such as extended working hours, work overload, and precarization. Thus, investigating the incidence of existential damage in the context of the nursing sector proves essential for understanding both the subjective and structural dimensions of labor relations in this field. In this regard, a gap was identified in the literature concerning the treatment of existential damage from the perspective of the Sociology of Work or through the articulation of its theoretical contributions with those of Labor Law. The lack of a more in-depth dialogue between these areas, as well as the scarcity of empirical research on the subject, limits the understanding of the complexity of this phenomenon?gaps that the present research seeks to mitigate. The fact that nursing work is predominantly performed by women, most of whom are Black, makes it a significant point of observation for the dynamics of the sexual and racial division of labor. This reality also guided the analysis toward themes such as the double workday, scarcity of non-working time, professional devaluation, and physical and emotional overload. The methodology adopted to achieve the research objectives and explore the proposed problem is qualitative in nature, involving observations of work processes, semi-structured interviews, and document analysis, including judicial decisions on the subject, labor regulations in force since the 2017 labor reform, and regulations specific to the nursing category. The theoretical framework draws on contributions from the fields of law, sociology of work, philosophy, and feminist and gender studies on labor, all coordinated under an interdisciplinary materialist perspective. The following methodological procedures were employed: (1) literature review; (2) documentary research; and (3) qualitative semi-structured interviews. The study aimed to identify and analyze the parameters for delimiting and recognizing the phenomenon of existential damage, as well as the situations and representations of nursing professionals regarding the work they perform, seeking to identify whether?and to what extent?these can be interpreted as causing existential damage.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Mandatos coletivos e dilemas da ação política: uma análise das experiências eleitas pelo PSOL (2021-2024)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275213</link>
<description>Mandatos coletivos e dilemas da ação política: uma análise das experiências eleitas pelo PSOL (2021-2024)
Andujas, Brenda Gonçalves
O estudo realiza uma análise da atuação política dos mandatos coletivos eleitos pelo PSOL (2021-2024). Nesse contexto, essas experiências podem ser compreendidas como repertórios eleitorais que buscam se consolidar como repertórios de ação institucional quando eleitos, ao propor a descentralização e a despersonalização da figura parlamentar e formas de organização coletiva de exercício do mandato. O PSOL destaca-se como o partido que mais lançou candidaturas coletivas, apresentando elevada heterogeneidade interna, devido a convivência entre tendências partidárias e militantes independentes oriundos de movimentos sociais, o que torna seus mandatos um campo estratégico de observação. A pesquisa identifica que essas experiências enfrentam dilemas relacionados ao alinhamento organizacional e à construção da identidade política dos coletivos, exigindo a criação de regras, rotinas de coordenação e mecanismos de tomada de decisão capazes de articular trajetórias diversas e manter coesão entre o coletivo, o partido e o eleitorado. Diante disso, o estudo busca compreender como sustentar uma experiência coletiva dentro de uma estrutura institucional individualizada? A metodologia combina análise de conteúdo interpretativa de entrevistas semiestruturadas com co-vereadoras e dirigentes partidários com triangulação de documentos, mostrando que os principais dilemas dessas experiências decorrem da interação entre o formato coletivo e as condições institucionais, marcados por escassez de recursos, personalização do cargo e centralização do porta-voz. A sustentabilidade política dos mandatos coletivos depende da convergência entre três dimensões: (i) a institucionalização de mecanismos internos de coordenação; (ii) a construção de uma identidade política capaz de mediar assimetrias de autoridade e reconhecimento; e (iii) a inserção em estruturas partidárias que viabilizem sua atuação institucional sem dissolver completamente sua lógica coletiva.; Abstract: The study conducts an analysis of the political performance of collective mandates elected by PSOL (2021?2024). In this context, these experiences can be understood as electoral repertoires that seek to consolidate themselves as repertoires of institutional action once elected, by proposing the decentralization and depersonalization of the parliamentary figure, as well as collective forms of organizing the exercise of the mandate. PSOL stands out as the party that has fielded the largest number of collective candidacies, displaying a high degree of internal heterogeneity due to the coexistence of party factions and independent activists from social movements, which makes its mandates a strategic field of observation. The research finds that these experiences face dilemmas related to organizational alignment and the construction of a collective political identity, requiring the creation of rules, coordination routines, and decision-making mechanisms capable of articulating diverse trajectories while maintaining cohesion among the collective, the party, and the electorate. In light of this, the study seeks to understand how a collective experience can be sustained within an individualized institutional structure. The methodology combines interpretive content analysis of semi-structured interviews with co-councilors and party leaders, alongside document triangulation. The findings indicate that the main dilemmas of these experiences stem from the interaction between the collective format and institutional conditions, marked by resource scarcity, personalization of office, and centralization of spokesperson roles. The political sustainability of collective mandates depends on the convergence of three dimensions: (i) the institutionalization of internal coordination mechanisms; (ii) the construction of a political identity capable of mediating asymmetries of authority and recognition; and (iii) integration into party structures that enable institutional action without completely dissolving their collective logic.
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Ciência Política, Florianópolis, 2026.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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