<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
<channel>
<title>Departamento de Patologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209557</link>
<description/>
<pubDate>Sat, 30 May 2026 09:28:56 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-30T09:28:56Z</dc:date>
<item>
<title>Levantamento epidemiológico de lesões em lábio: estudo retrospectivo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211912</link>
<description>Levantamento epidemiológico de lesões em lábio: estudo retrospectivo
Miranda, Mayara de Castro
O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência de lesões em lábio diagnosticadas no laboratório de patologia bucal da UFSC (LPB). Realizou-se um levantamento, nos registros de biópsia e laudos histopatológicos do LPB entre os anos 2006 e 2019. Dos indivíduos diagnosticados pelo LPB, 18,4% (n=736) apresentavam lesões em lábio. As lesões mais prevalentes foram: hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI) (n=202, 27,4%), mucocele (n=155, 21,1%), queilite actínica (QA) (n=74, 10,1%) e carcinoma epidermóide (CE) (n=42, 5,7%). A HFI afetou mais mulheres (74,8%), entre 50-59 anos (32,2%), acometendo principalmente o lábio inferior (LI) (55,9%); associação com trauma foi relatada em 41,6% dos casos. A mucocele foi mais comum em homens (52,3%), entre 20-29 anos (32,3%), no LI (97,4%); traumatismo foi relatado em apenas 9,0% dos casos, entretanto, em 83,2% dos casos o fator de risco ou hábito não foi informado. A QA foi mais comum em homens (79,7%), entre 50-59 anos (33,8%), no LI (97,3%). O CE foi mais prevalente em homens (78,6%), entre 60-69 anos (31,0%), no LI (97,6%). Exposição solar crônica foi relatada em 28,4% dos casos de QA e em 14,3% dos casos de CE. Conclui-se que as lesões que acometem o lábio foram prevalentes nesta pesquisa. É importante ressaltar a elevada prevalência de QA e CE neste estudo e alertar para a possibilidade de progressão da QA para CE, principalmente em pacientes de risco, como trabalhadores agrícolas, pescadores e vendedores de rua. Dessa forma, salientamos a importância do diagnóstico precoce dessas lesões.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Patologia.
</description>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211912</guid>
<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>Avaliação da influencia do processo inflamatório na taxa de proliferação celular de cisto radiculares e residuais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211833</link>
<description>Avaliação da influencia do processo inflamatório na taxa de proliferação celular de cisto radiculares e residuais
Alves, Laura Mazini
A inflamação periapical decorrente da necrose pulpar pode resultar no surgimento de lesões crônicas, como os cistos radiculares (CR); e a extração do dente necrosado sem a correta remoção do CR poderia dar origem a um cisto residual (CRE). O mecanismo exato de manutenção desta lesão é pouco conhecido, mas estudos anteriores demonstram que o epitélio cístico de CRE apresenta redução da capacidade proliferativa em relação ao CR, e uma das possíveis explicações seria a redução do estímulo inflamatório decorrente da extração dental. Diante disso, o propósito desta pesquisa foi investigar a influência do processo inflamatório na taxa de proliferação celular do epitélio cístico de cistos radiculares (CRs) e residuais (CREs). A amostra do estudo foi composta por 29 CRs e 8 CREs advindas do Laboratório de Patologia Bucal da Universidade Federal de Santa Catarina (LPB-UFSC). O grau de intensidade do infiltrado inflamatório foi classificado em ausente (0-10), leve (11-25), moderado (26-65) e severo (&gt;65), com base na mediana de cinco campos consecutivos, obtida da contagem de células inflamatórias presentes na cápsula cística. A taxa de proliferação do epitélio de revestimento dos cistos foi realizada pela avalição imuno-histoquímica do antígeno de proliferação Ki-67. O índice proliferativo foi obtido, para cada caso, pela média de células positivas para Ki-67, caracterizadas pela coloração castanha no núcleo, a partir da contagem de 1000 células epiteliais em 10 campos consecutivos, realizada com auxílio do software NIH ImageJ 1.45q (National Institutes of Health, Bethesda, MD, EUA). Para a comparação entre os grupos, na análise estatística, o nível de significância foi estabelecido em P≤0,05. A avalição clinica dos casos demostrou um discreto predomínio por homens (1.6;1), maior número de lesões em maxila (2.77 vezes maior do que na mandíbula) e idade média de 48 anos (CR: 46±14.7; CRE: 52±11.3). A média de células Ki-67 positivas em CR e CRE foi de 5.12 e 3.29, respectivamente, contudo não houve diferença estatística através do teste de Mann-Whitney (P=0.625). A expressão de KI-67 foi maior em graus mais severos de inflamação, entretanto, através do teste de Kruskal-Wallis não foi encontrada diferença estatística (P = 0.129); O teste de Spearman também não mostrou correlação entre o número de células inflamatórias e a expressão de Ki-67; A respeito da severidade do processo inflamatório, observou-se predomínio do grau de inflamação severo nas amostras de CR (90%), enquanto que em CRE ocorreu maior frequência de casos com inflamação leve (57%). Na associação entre grau do infiltrado inflamatório e o tipo de lesão (CR vs CRE), observou-se que o valor médio referente à contagem de células inflamatórias em CR (84.10) foi superior aos valores de CRE (27.8), havendo diferença estatística através do teste de Mann-Whitney (P = 0.039); Os CRs apresentaram-se mais inflamados do que CREs, e isso pode ser explicado pela cessação do estímulo inflamatório decorrente da extração dentária. Entretanto, não foi possível observar associação estatística entre o potencial proliferativo do epitélio destas lesões e a intensidade do infiltrado inflamatório. Dessa maneira, outros fatores, além do número total de células inflamatórias presentes na cápsula cística, podem estar envolvidos no mecanismo molecular destas lesões.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
</description>
<pubDate>Thu, 20 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211833</guid>
<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
</item>
<item>
<title>O papel do estroma no desenvolvimento e progressão do câncer de boca: avaliação imuno-histoquímica da proteína caveolina-1 em lesões pré-malignas e carcinoma epidermóide oral</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/210311</link>
<description>O papel do estroma no desenvolvimento e progressão do câncer de boca: avaliação imuno-histoquímica da proteína caveolina-1 em lesões pré-malignas e carcinoma epidermóide oral
Rosa, Geovana
O objetivo deste trabalho foi avaliar a expressão imuno-histoquímica da proteína Caveolina-1 (CAV-1) em fibroblastos subepiteliais de Displasias epiteliais (DE) e Carcinoma epidermóide oral (CEC), a fim de contribuir para o entendimento do papel do estroma na carcinogênese oral. Para isso, foram utilizados 68 casos de DE, e 19 de CEC. Como controle de epitélio não neoplásico foram incluídos 21 casos de Hiperplasias fibrosas inflamatórias (HFI). Após a seleção dos casos foi realizada a técnica de imuno-histoquímica com o anticorpo policlonal anti-caveolina-1. Para a avaliação das reações foram obtidas microfotografias de 05 campos de cada caso, em aumento de 400X em microscópio de luz com câmera fotográfica digital acoplada. A contagem dos fibroblastos subepiteliais marcados para CAV-1 foi realizada com o auxílio do software NIH ImageJ 1.45q. A expressão de CAV-1 foi decrescente nas amostras de HFI para DE e CEC, respectivamente. A perda da expressão de CAV-1 está relacionada a indução de estresse oxidativo no estroma, por influência das células epiteliais neoplásicas, uma vez que, o acúmulo de espécies reativas de oxigênio no microambiente tumoral, leva a uma perda na expressão da CAV-1 em fibroblastos associados ao câncer.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
</description>
<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/210311</guid>
<dc:date>2020-08-18T00:00:00Z</dc:date>
</item>
</channel>
</rss>
