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<title>Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209553</link>
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<pubDate>Sun, 24 May 2026 21:48:00 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-24T21:48:00Z</dc:date>
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<title>Sucessão ecológica microbiana em solos expostos por recuo de geleira na Antártica: Avaliação de microrganismos fotoautotróficos na ciclagem de Carbono de solos expostos por recuo de geleira na Antártica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212498</link>
<description>Sucessão ecológica microbiana em solos expostos por recuo de geleira na Antártica: Avaliação de microrganismos fotoautotróficos na ciclagem de Carbono de solos expostos por recuo de geleira na Antártica
Salim, Mariana Galvan
A região Antártica tem sido causa de diversos debates globais devido à retração de suas geleiras. Como resultado da emissão de gases contribuintes para o estufa, o volume de diversas geleiras da Antártica têm sido reduzido no último século e como consequência têm causado exposição acelerada de solos que estavam antes congelados. Estes solos representam novos habitats para microrganismos. Entretanto, diferente do que é sabido sobre plantas, ainda é pouco claro como ocorre o processo de sucessão ecológica microbiana no solo, e a retração das geleiras possibilita um modelo de cronossequência para o estudo. Devido a característica oligotrófica dos solos da Antártica e a carência de vegetação, os microrganismos têm um papel chave na entrada e na ciclagem de nutrientes nesse ambiente. Esse projeto visa determinar a presença e a abundância de microrganismos autotróficos fotossintetizantes nos solos de recuos de duas geleiras da Ilha Rei George (Península Antártica) que apresentam velocidades de recuo distintas: Baranowski (recuo de 18 m.ano-1) e Collins (recuo de 4 m.ano-1). Para esse projeto, foram utilizadas 12 amostras de solo coletadas em um gradiente espaço-temporal (cronossequência) de 0, 50, 100, 200, 300 e 400 m de distância em relação à frente da geleira. A contagem de células fotoautotróficas foi realizada com método do número mais provável (NMP) utilizando meio mínimo de Bristol modificado e incubação a 20 °C por 60 dias. Os resultados de contagem de NMP foram convertidos para n° de células por grama de solo e gráficos de abundância foram desenhados para comparação das amostras. As análises estatísticas ANOVA e multivariada PCA foram utilizadas para interpretar os resultados obtidos. O solo das duas geleiras apresentaram número total de células fotoautotróficas diferentes, sendo que esta quantidade de células também variou conforme a distância do solo em relação à frente da geleira. Ao longo da cronossequência da geleira Baranowski, os fotoautotróficos estavam ausentes a 0 m, aumentando entre 50 e 300 m, e atingindo o maior valor a 400 m (184 células.g-1). Este perfil é similar ao encontrado com dados de metagenômica obtidos previamente pelo projeto, indicando um processo de sucessão na qual os fotoautotróficos contribuem na produção de matéria orgânica para a comunidade microbiana. Nos solos da geleira Collins foi observado a presença de fotoautotróficos em 0 m, oscilando entre 50 e 400 m e com seu maior valor em 100 m (1180 células.g-1). Os resultados indicam um processo de sucessão distinto entre as duas geleiras, muito provavelmente devido à velocidade de derretimento que cada geleira apresentou nos últimos anos. Estes dados irão contribuir para melhor compreensão da sucessão ecológica nos solos da Antártica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.
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<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212498</guid>
<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação das mucinas expressas nos diferentes estágios de Trypanosoma rangeli quanto à sua funcionalidade como molécula aceptora de ácido siálico</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212443</link>
<description>Avaliação das mucinas expressas nos diferentes estágios de Trypanosoma rangeli quanto à sua funcionalidade como molécula aceptora de ácido siálico
Figueredo, Beatriz
O Trypanosoma rangeli é um protozoário hemoflagelado, com ciclo de vida heteroxeno tendo como hospedeiros triatomíneos e mamíferos. O T. rangeli tem seu ciclo de vida no hospedeiro invertebrado bem elucidado. Após migração do trato intestinal para a hemocele, a diferenciação em tripomastigotas metacíclicos infectivos ocorre na glândula salivar do inseto, os quais são inoculados na corrente sanguínea do hospedeiro mamífero quando do repasto alimentar do inseto vetor. Os dados da literatura são inconclusivos quanto à internalização desse parasito nas células do hospedeiro mamífero e há dados controversos acerca da existência de um ciclo de replicação, sendo o parasito não patogênico para esse hospedeiro. Possuindo grande similaridade genética e distribuição geográfica sobreposta com o agente etiológico da Doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi, o T. rangeli ocasiona diagnósticos falso-positivos desta etiologia. A infecção de mamíferos pelo T. cruzi é dependente da interação parasito-célula, no âmbito da qual ocorre uma série de eventos mediados por glicoproteínas e moléculas de superfície. Dentre estas, a enzima trans-sialidase (TS) e a glicoproteína mucina (MUC) são de fundamental importância para a sialilação do T. cruzi. Enquanto a primeira catalisa a reação de transferência do ácido siálico (AS) da membrana da célula hospedeira para o parasito, a segunda é a molécula aceptora do AS na superfície do parasito. Ainda que o T. rangeli não possua TS ativas e que sua infectividade para células do hospedeiro seja controversa, o parasito expressa mucinas em sua membrana. Uma vez que a expressão de uma TS ativa de T. cruzi pelo T. rangeli permitiu ao parasito realizar a transferência de AS para sua membrana, não está claro onde o AS foi agregado em sua membrana. Desta forma, este projeto tem como objetivo principal caracterizar funcionalmente as mucinas do T. rangeli quanto sua capacidade de aceptar ácido siálico, investigando a presença do ácido na membrana de formas epimastigotas e tripomastigotas do parasito. Nossa hipótese de trabalho é que as mucinas de T. rangeli são expressas pelas diferentes formas do parasito e que possuam capacidade de sialilação, independentemente do parasito não possuir uma TS ativa. Para alcançar estes objetivos, e na continuidade dos estudos do projeto PIBIC 2018/2019, propomos a realização de ensaios de interação parasito-ácido siálico e ensaios de atividade funcional das mucinas do T. rangeli.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.
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<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212443</guid>
<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O controle do sistema imune intrínseco sobre a tradução celular e seu impacto na infecção pelo DENV</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212376</link>
<description>O controle do sistema imune intrínseco sobre a tradução celular e seu impacto na infecção pelo DENV
Bittencourt, Dina Pinheiro Machado
O vírus da dengue (DENV) causa 390 milhões de infecções por ano. Existe grande dificuldade no desenvolvimento de uma vacina abrangente, além de não existirem remédios específicos para tratamento da doença. Pesquisas que utilizam as proteínas virais como alvo de fármacos têm sido conduzidas, em busca de um tratamento eficiente contra a dengue. Devido ao aparecimento de microorganismos resistentes à fármacos, buscamos nesse estudo prever o aparecimento de mutações relacionadas à resistência no DENV. Para tal, utilizamos um protocolo de seleção artificial, através de passagens do vírus em células em cultura, na presença de ivermectina. Desta forma, somente a população resistente à droga irá replicar-se. Demonstramos que a ivermectina consegue impedir a replicação viral in vitro, sem prejuízo às células, mas ainda não encontramos a concentração em que a droga permite a sobrevivência de partículas infecciosas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.
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<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212376</guid>
<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O controle do sistema imune intrínseco sobre a tradução celular e seu impacto na infecção pelo DENV</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212375</link>
<description>O controle do sistema imune intrínseco sobre a tradução celular e seu impacto na infecção pelo DENV
Bittencourt, Dina Pinheiro Machado
O vírus da dengue (DENV) causa 390 milhões de infecções por ano. Existe grande dificuldade no desenvolvimento de uma vacina abrangente, além de não existirem remédios específicos para tratamento da doença. Pesquisas que utilizam as proteínas virais como alvo de fármacos têm sido conduzidas, em busca de um tratamento eficiente contra a dengue. Devido ao aparecimento de microorganismos resistentes à fármacos, buscamos nesse estudo prever o aparecimento de mutações relacionadas à resistência no DENV. Para tal, utilizamos um protocolo de seleção artificial, através de passagens do vírus em células em cultura, na presença de ivermectina. Desta forma, somente a população resistente à droga irá replicar-se. Demonstramos que a ivermectina consegue impedir a replicação viral in vitro, sem prejuízo às células, mas ainda não encontramos a concentração em que a droga permite a sobrevivência de partículas infecciosas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia.
</description>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212375</guid>
<dc:date>2020-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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