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<title>Departamento de Educação Física</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209548</link>
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<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 07:09:36 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-09-05T07:09:36Z</dc:date>
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<title>Recomendações de atividade física para a saúde a partir das práticas exitosas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212355</link>
<description>Recomendações de atividade física para a saúde a partir das práticas exitosas desenvolvidas no Sistema Único de Saúde
Garcia, Juliano
O estudo teve como objetivo analisar as barreiras e os facilitadores na percepção do gestor,&#13;
 facilitador e participantes para a implementação de uma prática exitosa em atividade física&#13;
 (AF) desenvolvida no polo do Programa Academia da Saúde, em um município do norte do&#13;
 Estado de Santa Catarina. O estudo faz parte de uma pesquisa denominada 'Saúde a partir&#13;
 de Atividades Físicas Exitosas (SAFE)', financiada pelo Conselho Nacional de&#13;
 Desenvolvimento Científicos e Tecnológico (CNPq) e apoio do Ministério da Saúde. A&#13;
 pesquisa consiste de cinco etapas. Este estudo teve foco no delineamento da terceira etapa.&#13;
 Para tanto, foi realizado um estudo de caso de um município do norte de Santa Catarina que&#13;
 continha uma prática exitosa em atividade física. Foram realizadas entrevistas&#13;
 semiestruturadas com o facilitador da prática, gestor e participantes (n=3). Para as&#13;
 informações foi adotado análise de conteúdo. Os resultados mostraram que as principais&#13;
 barreiras reportadas pelos entrevistados foram em relação ao espaço físico disponível para as&#13;
 práticas, o horário das aulas, a localização e a quantidade de polos. Os facilitadores foram: a&#13;
 quantidade de equipamentos disponíveis para a prática, o vínculo próximo com os usuários,&#13;
 os estudos pré intervenção que auxiliaram conhecer o público alvo e as estratégias para&#13;
 atendê-los, o custo-benefício e as diversas formas de divulgação. A implementação da prática&#13;
 exitosa em AF no município parece ser sustentável pelos recursos destinados da gestão para&#13;
 apoio e incentivo a promoção de saúde. Esses resultados podem contribuir para a replicação&#13;
 das práticas exitosas em atividades físicas em outros contextos e regiões.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Departamento de Educação Física.
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Contribuições dos fatores morfológicos e neurais para a produção de força em diferentes comprimentos musculares entre ciclistas e não atletas: Avaliação da percepção subjetiva de dor durante diferentes protocolos de eletroestimulação neuromuscular com e sem aplicação de pressão sobre o eletrodo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212343</link>
<description>Contribuições dos fatores morfológicos e neurais para a produção de força em diferentes comprimentos musculares entre ciclistas e não atletas: Avaliação da percepção subjetiva de dor durante diferentes protocolos de eletroestimulação neuromuscular com e sem aplicação de pressão sobre o eletrodo
Müller, Jonathan Neto
O objetivo do presente estudo foi investigar o efeito da adição de pressão manual sobre o eletrodo durante a estimulação elétrica neuromuscular (NMES) na intensidade da corrente necessária para atingir o torque máximo, no desconforto percebido e na resposta de torque. Além disso, testamos a influência da espessura da gordura nos efeitos observados. Vinte e um homens (24 ± 3,1 anos) realizaram contrações isométricas voluntárias máximas durante a extensão do joelho interpoladas com NMES (doublets sobrepostos e em repouso, 2 pulsos a 100 Hz) com e sem pressão manual no eletrodo sobre o nervo femoral por duas sessões não consecutivas. Foi utilizada a escala visual analógica de dor para determinar o desconforto percebido após cada contração. A espessura da gordura subcutânea da coxa foi avaliada por meio de ultrassonografia. Comparado à condição sem pressão, a condição com pressão sobre o eletrodo resultou em menor intensidade de corrente durante a NMES (p&gt; 0,001) para atingir o torque máximo, bem como menor desconforto durante o doublet sobreposto (p = 0,002) e o doublet potencializado em repouso (p = 0,002). Observamos que a espessura da gordura foi correlacionada com alterações na intensidade da corrente (r = 0,63; p = 0,002) e com alterações no desconforto (r = 0,45; p = 0,04). Não houve diferenças entre as condições de pressão e as sessões de teste para a resposta de torque (p&gt; 0,05). A adição de pressão manual sobre o eletrodo durante a NMES no nervo femoral reduz o desconforto e a intensidade máxima de corrente sem afetar a resposta de torque. A redução na intensidade de corrente e desconforto resultante da pressão foi maior à medida que a espessura da gordura subcutânea aumentou.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Departamento de Educação Física.
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<pubDate>Sat, 01 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeitos de uma temporada esportiva na saúde celular de atletas de diferentes modalidades</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212330</link>
<description>Efeitos de uma temporada esportiva na saúde celular de atletas de diferentes modalidades
Silva, Paula Maria da
A coleta de dados sobre os efeitos agudos de uma partida simulada de futsal sobre os indicadores de saúde e integridade celular de atletas universitários foi prejudicada por conta da condição sanitária decorrente da pandemia de COVID-19 e suspensão das atividades presenciais na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Por essa razão, esse relatório final utilizou apenas os dados transversais de um único momento dos atletas universitários mantendo-se o objeto de estudo e, modificando o delineamento de investigação. A bioimpedância elétrica (BIA) é um dos métodos que estima a qualidade e integridade das células por meio de indicadores de saúde celular. Tais como impedância (Z), reatância (Xc), resistência (R), ângulo de fase (AF), massa celular corporal (MCC), água intracelular (AIC), água extracelular (AEC), água corporal total (ACT), proporções de AEC/AIC e AEC/MCC. Em modalidades como o futsal, há poucas informações sobre como a posição de jogo, carga de treinamento e estado de hidratação podem impactar na saúde e integridade celular, interferindo no rendimento e saúde dos atletas. Portanto, o presente estudo teve como objetivo comparar os indicadores de saúde celular de acordo com a posição de jogo em atletas universitários de futsal. A amostra foi composta por 34 atletas universitários (n=20 do sexo feminino e 14 do sexo masculino). As variáveis dependentes foram os indicadores de saúde celular (AIC, AEC, ACT, AEC/AIC e AEC/MCC, AF, R, Xc, Z e MCC) avaliados pelo método da BIA. A variável independente foi a posição de jogo [goleiro(a), fixo(a), ala e pivô] coletada por meio de questionário autoadministrado. As variáveis de controle foram a idade, o tempo de prática da modalidade, participação em competições por ano e a carga de treino obtidas por meio de aplicação da ficha de anamnese) e a gordura corporal e a massa isenta de gordura e osso foram obtidas por meio da absorciometria por dupla emissão de raios-X. Foi empregada a análise de variância (ANOVA) e covariância (ANCOVA), com teste post-roc de Tukey, para identificar a diferença entre os grupos, com p&lt;0,05. Na análise ajustada, as atletas do sexo feminino da posição fixa apresentaram valores de MCC (31,1 ± 2,1) maiores que as da posição ala (25,8 ± 1,1) (p&lt;0,01). No sexo masculino, os pivôs apresentaram maiores valores de AIC (31,47 ± 0,77) quando comparados aos fixos (25,7 ± 0,8) (p=0,02). Ainda, os goleiros apresentaram maiores valores de ACT (52,7 ± 2,5) em comparação aos alas (42,3 ±1,2) (p=0,03). Concluiu-se que os indicadores de saúde e integridade celular podem variar de acordo com a posição de jogo no futsal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Departamento de Educação Física.
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<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação da máxima fase estável de lactato com o ponto de quebra da desoxi-hemoglobina em diferentes testes incrementais no remo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212269</link>
<description>Associação da máxima fase estável de lactato com o ponto de quebra da desoxi-hemoglobina em diferentes testes incrementais no remo
Silva, Caroline Soares da
Além da importante relação com o desempenho aeróbio, a máxima fase estável de lactato (MFEL) representa a transição do domínio pesado para o severo. Devido à dificuldade na determinação dessas intensidades, índices fisiológicos mensurados em testes incrementais têm sido utilizados na estimativa. A deoxihemoglobina muscular ([HHb]) derivada da espectroscopia de infravermelho próximo (NIRs) reporta a extração de oxigênio muscular, apresentando um platô na resposta durante teste incremental, identificando-se um ponto de quebra ([HHb]BP), que tem sido associado à MFEL. Esta associação, entretanto, ainda não foi determinada no remo, esporte no qual índices da segunda transição fisiológica têm superestimado a MFEL. A presente pesquisa teve como objetivo geral verificar a concordância entre a intensidade da MFEL o [HHb]BP no músculo vasto lateral, determinado em testes incrementais com diferentes tempos de estágio no remoergômetro. Quatorze remadores (idade: 26 ± 13 anos; massa corporal: 81,0 ± 7,6 kg; estatura: 1,82 ± 0,05 m; tempo 2000m: 415 ± 18 s) realizaram: I) avaliação antropométrica; II) Teste incremental com carga inicial de 130 W, incrementos de 30 W, estágios de 3-min de exercício e 30-s de recuperação passiva (INC3min); III) Teste incremental com carga inicial de 130 W, incrementos de 15 W e estágios de 1-min sem pausa (INC1min); e IV) 2 a 4 testes de 30 min de carga constante para determinação da MFEL A oxigenação muscular do vasto lateral dos remadores foi analisada pelo NIRs para determinação do [HHb]BP no INC3min ([HHb]BP3min) e INC1min ([HHb]BP1min), que foram comparadas com a potência da MFEL. As comparações das médias foram realizadas a partir da diferença média (Δ) e da ANOVA one-way. Para analisar a concordância entre índices utilizou-se o erro típico da estimativa (ETE), gráfico de Bland-Altman e correlação de Pearson. Apesar de não apresentar diferença média significativa, o [HHb]BP1min (204 ± 29W) e [HHb]BP3min (207 ± 29W) apresentaram baixa concordância com a MFEL (187 ± 25W; Δ: 8,4% e 13,1%; ETE: 15,3% e 15,6%) e entre si (ETE: 13,2%; LoA: -28,0 a 31,3%; r = 0,51). Conclui-se que apesar do [HHb]BP3min e [HHb]BP1min não apresentarem diferença significativa da MFEL, foi observado alta variabilidade sugerindo uma baixa correspondência entre esses índices. Portanto, é necessário cautela ao assumir o [HHb]BP como um marcador entre os domínios pesado e severo em remadores.; The maximal lactate steady state (MLSS) represent the transition from heavy to severe domain and present important relationship with aerobic performance. Due the difficult on determination of this intensity, physiological indices derived from incremental tests has been used for MLSS estimation. The muscle deoxyhaemoglobin ([HHb]BP) measured using near infrared spectroscopy (NIRs) report the muscle oxygen extraction, which present a plateau in response during incremental test, representing a breaking point ([HHb]BP) which has been associated with MLSS. This association, however, remains to be determinated during rowing exercise, where indices of second physiological transition overestimated the MLSS. The aim of the present study was to compare the MLSS intensity with [HHb]BP in vastus lateralis muscle during different incremental tests in rowing ergometer exercise. Fourteen rowers (age: 26 ± 13 years; body mass: 81.0 ± 7.6 kg; height: 1.82 ± 0.05 m; 2000m time: 415 ± 18 s) performed: I) anthropometric assessment; II) Incremental test with initial load of 130 W and 30 W exercise steps of 3-min and 30 s of passive recovery (INC3min); III) Continuous incremental test with initial load of 130 W and 30 W exercise steps of 1-min (INC1min); IV) MLSS determination, through 30-min constant load tests. Vastus lateralis muscle oxygenation was measured by NIRs for determination of [HHb]BP in INC3min ([HHb]BP3min) and INC1min ([HHb]BP1min), which was compared with MLSS intensity. The comparisons were performed using ANOVA one-way. Pearson correlation with confidence intervals of 95%, mean difference (Δ), typical error of estimate (TEE) and Bland-Altman graphs were performed. The [HHb]BP1min (204 ± 29W) and [HHb]BP3min (207 ± 29W) showed low correspondence from each other (Δ: -3.4%; TEE: 13.2%; r = 0.51) and overestimated the MLSS (187 ± 25W; Δ: 8.4 and 13.1%; TEE: 15.3 and 15.6%). In conclusion, although there were no significant differences among [HHb]3min, [HHb]1min and MLSS, a high variability with high TEE and mean difference was observed, indicating a small correspondence between these indices. Therefore, the utilization of [HHb]BP to demarcate the transition from heavy to severe domain must be made with caution.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Departamento de Educação Física.
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<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212269</guid>
<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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