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<title>Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209508</link>
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<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 05:09:45 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-04-12T05:09:45Z</dc:date>
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<title>Relação humano-animal - apego aos pets influencia as atitudes sobre práticas de manejo de animais de produção</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212562</link>
<description>Relação humano-animal - apego aos pets influencia as atitudes sobre práticas de manejo de animais de produção
Stadnick, Elisa Cesario Pereira; Vandressen, Bianca; Yunes, Maria Cristina
As atitudes das pessoas sobre as práticas de criação utilizadas na produção pecuária são influenciadas por diversos fatores demográficos, conhecimentos e valores morais. O contato do público urbano com animais é crescentemente restrito a pets. Esta pesquisa teve como objetivo investigar se o antropomorfismo (atribuição de características humanas aos animais) influencia as atitudes das pessoas sobre algumas práticas de produção comuns no Brasil: o alojamento de vacas leiteiras em galpões, sem acesso ao pasto (sistema compost barn); o alojamento de porcas em gaiolas de maternidade; a muda forçada em galinhas poedeiras; o corte de cauda de leitões e a debicagem de aves poedeiras sem alívio da dor. Um questionário online com questões fechadas (demográficas, relação com o cão, aceitabilidade das práticas) e uma aberta (justificativa da última) foi respondido por 1.601 donos de cães em todas as regiões do Brasil, de todas as faixas etárias, níveis de escolaridade e renda. Os dados foram analisados por qui-quadrado e análise temática. As pessoas que consideram seus animais como filhos reprovaram mais as práticas de produção animal apresentadas em relação àquelas que consideram seus animais de companhia membros da família, companheiros ou animais (Chi^2 =58, df=8, p&lt;0.001). Respondentes do gênero feminino (Chi^2 = 51.8, df=2, p&lt;0.001) e aqueles que nunca tiveram relação com a produção animal (Chi^2 =36, df=4, p&lt;0.001) reprovaram mais as práticas. Na análise qualitativa, pôde-se observar que as pessoas se opõem às práticas que causam dor ou restringem a liberdade de movimentação dos animais. Concluímos que o antropomorfismo, a relação com a produção animal e o gênero influenciam as opiniões das pessoas acerca das práticas de produção animal apresentadas. Nossos resultados são relevantes, considerando o perfil da população urbana, que tende a conviver com pets, sem relação com a indústria animal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural.
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<pubDate>Sun, 23 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Nanofitoterápicos no controle da mastite bovina: alternativa para a produção de leite orgânico</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212385</link>
<description>Nanofitoterápicos no controle da mastite bovina: alternativa para a produção de leite orgânico
Ferreira, Roberto Gabriel
A mastite bovina é a doença mais frequente dos rebanhos leiteiros, causando grande impacto econômico para o setor. O tratamento da doença através do uso de antimicrobianos também pode acarretar na presença de resíduos no leite e contribuir para o desenvolvimento de bactérias resistentes, com consequências negativas à saúde humana. Neste contexto, o presente subprojeto, integrou um dos projetos do LABINAT (CCA/UFSC) que tinha como objetivo desenvolver novas alternativas para o tratamento da mastite bovina, através do desenvolvimento de nanofitoterápicos a base de plantas medicinais. Desse modo, nanoemulsões de macela e óleo de linhaça dourada desenvolvidas previamente foram incorporadas em hidrogéis a base de k-carragenana e mucilagem de linhaça para adequação da sua viscosidade, bem como para a liberação gradativa dos compostos ativos do extrato. Para isso, diferentes proporções de mucilagem de linhaça e k-carragenana (5:5, 7:3 e 8:2, m/m, respectivamente) (CM-5:5, CM-7:3 e CM-8:2) foram desenvolvidos e avaliados quanto a sua viscosidade e liberação dos compostos ativos do extrato de macela. As atividades in vitro antimicrobiana e citotóxica dos materiais desenvolvidos também foram avaliadas. Quanto a viscosidade, verificou-se que os hidrogéis bioativos gelificaram por volta de 37ºC, com viscosidade média de 1500 cP à 40ºC, temperatura corporal aproximada do animal. Os principais compostos identificados via cromatografia líquida de alta eficiência, no ensaio de liberação dos ativos (2 a 72 h), foram 3-O-metil-quercetina e achyrobichalcona., não tendo havido diferenças entre os hidrogéis quanto aos teores liberados. No mesmo ensaio, a turbidez do meio de liberação foi determinada via UV-Vis (300 nm), como estimativa da degradação dos mesmos. Os valores máximos de absorbância foram encontrados em 24 h para o hidrogel CM-5:5 (m/m) e em 48 h para os hidrogéis CM-7:3 e CM-8:2 (m/m). Os hidrogéis bioativos desenvolvidos mostraram atividade antimicrobiana, através do teste de microdiluição em caldo, contra S. aureus meticilina resistente. As Concentrações Inibitória Mínima (CIM) encontradas foram 625 µg/mL para os hidrogéis CM-7:3 e CM-8:2 (m/m) e 312 µg/mL para o CM-5:5 (m/m). A curva de crescimento bacteriano mostrou atividade antimicrobiana dos hidrogéis por até 8 h após a adição do inóculo. No ensaio de citotoxicidade, verificou-se que não houve redução da viabilidade das células epiteliais mamária bovina (linhagem MAC-T) após exposição aos hidrogéis não carregados com a nanoemulsão de macela. Essa combinação de resultados mostrou que os hidrogéis bioativos desenvolvidos foram adequados à liberação prolongada dos ativos antimicrobianos da nanoemulsão de macela, com potencial de aplicação na terapêutica da mastite bovina. Os resultados encontrados sustentam a segurança da avaliação do seu uso in vivo, representando uma alternativa de controle da mastite aos sistemas de produção orgânico e ou agroecológico.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural.
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<pubDate>Sat, 22 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeito da mastite e claudicação no limiar nociceptivo em vacas leiteiras</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212358</link>
<description>Efeito da mastite e claudicação no limiar nociceptivo em vacas leiteiras
Pereira, João Pedro Donadio da Silva
Bovinos subordinados sofrem derrotas constantes nas interações agonísticas por recursos com animais dominantes. O estresse e medo provocado pelas interações agonísticas resultam em uma analgesia induzida, que faz com que as vacas subordinadas produzam opióides endógenos, o mesmo processo fisiológico ocorre no parto. Os opióides endógenos, como a endorfina, modulam a transmissão da estimulação da dor nas sinapses neurais em vários pontos das vias do sistema nervoso central do corpo do animal, aumentando o limiar nociceptivo. O objetivo deste trabalho foi verificar se a hierarquia social e a proximidade do parto afetam o limiar de dor de vacas prenhes. Quarenta e oito vacas prenhas e não lactantes foram alojadas em um grupo dinâmico de 10 animais com reagrupamento semanal, na UBC Dairy Education and Research Center, no Canadá. O limiar de dor foi medido pelo Medidor de Limiar Térmico. As interações agonísticas com contato físico na área da alimentação foram registradas através de vídeos. Baseado nas gravações, uma matriz sociométrica foi calculada para definir as categorias sociais: dominante, intermediária e subordinada. Os dados foram analisados via software estatístico R. Verificamos que não houve diminuição no número de interações agonísticas entre os animais no período próximo do parto. O limiar de dor não apresentou diferença estatística, tanto comparado entre as diferentes categorias sociais quanto nas diferentes semanas pré-parto e pós-parto.; Subordinate cows suffer constant defeats in agonistic interactions over resources with dominant cows. The agonistic interactions lead to stress and fear, which in turn result in induced analgesia, causing subordinates to produce endogenous opioids, this same physiology process occurs in the calving. Endogenous opioids, such as endorphin, modulate the transmission of pain stimulation in neural synapses at various points in the central nervous system pathways of the animal's body, increasing the nociceptive threshold. The objective of this study was to verify how the social status and the calving proximity affect the pain perception. Forty-eight pregnant and non-lactating Holstein cows were housed in a dynamic group of 10 animals with weekly regrouping, at the UBC Dairy Education and Research Center, in Canada. The pain threshold was measured by the Thermal Threshold Meter. Time-lapse video was used to quantify replacements at the feed alley. A replacement was recorded when one cow replaced another cow by physical contact, taking her place at the feed alley. Based on all records a sociometric matrix to define the social categories: dominant, intermediate and subordinate was constructed. The data were analyzed using the statistical software R. We found no decrease in agonistic interactions between the animals in the period near parturition. The pain threshold showed no statistical difference, both compared between different social categories and in the different weeks prior to parturition and postpartum.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural.
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<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Conhecimentos e opiniões de produtores leiteiros e técnicos extensionistas sobre o uso de antibióticos e resistência bacteriana</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212180</link>
<description>Conhecimentos e opiniões de produtores leiteiros e técnicos extensionistas sobre o uso de antibióticos e resistência bacteriana
Osório-Santos, Zimbábwe
O uso dos mesmos princípios ativos na medicina humana e na produção animal é uma das razões para os níveis alarmantes de resistência microbiana à antibióticos (ATB’s). Compreender as atitudes e nível de conhecimento das partes envolvidas na produção animal é essencial para reduzir o uso de ATB’s. O objetivo deste trabalho foi investigar as atitudes e conhecimentos de técnicos extensionistas e produtores leiteiros em relação ao uso prudente de ATB’s, e identificar possíveis entraves para a implementação de políticas de uso prudente de ATB’s. Questionários online foram enviados para técnicos vinculados ao programa nacional Mais Leite Saudável, solicitamos que eles enviassem outro questionário aos produtores que atendiam. Nos questionários, técnicos e produtores responderam questões demográficas, sobre suas atitudes em relação à redução do uso de ATB’s, descarte do leite contaminado com ATB e conhecimento sobre o tema.  Questionamos os técnicos quanto aos princípios ativos utilizados. Os dados dos 196 técnicos e 196 produtores foram analisados por qui-quadrado e estatística descritiva.  Segundo os técnicos, apenas dois grupos de ATB’s foram utilizados em mais de 60% das propriedades. A maioria dos técnicos (63%) visitam os produtores uma vez por mês ou menos, produtores e técnicos mostraram conhecimento insuficiente em relação à resistência microbiana, o leite contaminado com ATB é fornecido majoritariamente às bezerras. Técnicos foram mais positivos do que produtores em relação à redução do uso de ATB’s (p&lt;0.001). Produtores declararam estar dispostos a reduzir o uso de ATB’s, mas técnicos foram céticos quanto a isso (p&lt;0.001). Concluímos que embora técnicos sejam mais positivos em relação à redução no uso de ATB’s, o pouco contato, a desconfiança que estes têm dos produtores e o baixo conhecimento destes dois atores são entraves para políticas de redução no uso de ATB’s. O mau uso dos antibióticos representa um risco de que bactérias resistentes sejam selecionadas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural.
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<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212180</guid>
<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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