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<title>Relatório Anual (CIATox)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/179033</link>
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<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 22:17:29 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-10-20T22:17:29Z</dc:date>
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<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2025</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277107</link>
<description>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2025
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; SES/SC
Desde que iniciou suas atividades, em 1984, há 41 anos o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 408.230 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2025 foram realizados 31.634 atendimentos, dos quais 30.979 (98%) foram casos de exposição humana, 139 (0,4%) casos de exposição animal e 516 (1,6%) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 9,4% em relação aos atendimentos do ano de 2024. Além dos atendimentos, foram realizados 24.240 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (32,2%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (19,5%). A maioria das solicitações foi proveniente do Estado de Santa Catarina, sendo 20,3% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (89,8%), principalmente médicos (86,3%) provenientes de Hospitais (54,3%), Unidades de Pronto Atendimento (28,5%) e Unidades Básicas de Saúde (7,6%). Ligações telefônicas das residências representaram 7,2% dos casos. Em relação aos casos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (72,3%). A distribuição dos casos humanos por sexo foi superior no feminino (54,1%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária dos adultos jovens de 20 a 29 anos (18,3%) seguida de 30 a 39 anos (15,3%) e nas crianças de 1 a 4 anos (13,9%). A principal circunstância de exposição foi acidental (40,9%), seguida das tentativas de suicídio (26,9%) e de acidente ocupacional (5,3%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 45,5% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (26,2%). Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como: leve (70,4%), seguida pela moderada (2,7%), grave (1,5%), nula (0,6%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (73,2%). Ocorreram 87 óbitos no total de 30.979 casos humanos atendidos. Destes, 69 casos (0,2%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 18 casos (0,1%) foram óbitos por outra causa. A maior taxa de letalidade foi por Drogas de Abuso (4,63%).
Relatório anual dos atendimentos realizados pelo CIATox/SC, no período de 01 de janeiro a 31 de dezembro de 2025.
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<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/277107</guid>
<dc:date>2026-10-14T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2024</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265452</link>
<description>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2024
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; SES/SC, Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Desde que iniciou suas atividades, em 1984, há 40 anos o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 376.596 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2024 foram realizados 28.910 atendimentos, dos quais 28.201 (97,6%) foram casos de exposição humana, 146 (0,5%) casos de exposição animal e 563 (1,9%) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 11% em relação aos atendimentos do ano de 2023. Além do atendimento, foram realizados 25.414 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (29,6%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (21,4%). A maioria das solicitações foi proveniente do Estado de Santa Catarina, sendo 21,7% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (89,4%), principalmente médicos (84,9%) provenientes de Hospitais (53,5%), Unidades de Pronto Atendimento (27,1%) e Unidades Básicas de Saúde (8,8%). Ligações telefônicas das residências ocorreu em 7,6% dos casos. Em relação aos casos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (73,0%). A distribuição dos casos humanos por sexo foi superior no feminino (54,0%) em relação ao masculino (46,0%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária dos adultos jovens de 20 a 29 anos (18,7%) seguida de 30 a 39 anos (15,9%) e nas crianças de 1 a 4 anos (13,2%). A principal circunstância de exposição foi acidental (42,3%), seguida das tentativas de suicídio (25,6%) e de acidente ocupacional (5,8%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 41,5% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (29,6%).  Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como: leve (67,5%), seguida pela moderada (2,4%), grave (1,7%), nula (0,8%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (70,4%). Ocorreram 89 óbitos no total de 28.201 casos humanos atendidos. Destes, 75 casos (0,3%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 14 casos (0,05%) foram óbitos por outra causa. A maior taxa de letalidade foi por Drogas de Abuso (5,69%).
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<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/265452</guid>
<dc:date>2025-06-02T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2023</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255456</link>
<description>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2023
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Desde que iniciou suas atividades, em 1984 (há 39 anos), o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC) realizou 347.686 atendimentos de suporte ao diagnóstico e tratamento de intoxicações. No ano de 2023 foram realizados 26.146 atendimentos, dos quais 25.567 (97,8%) foram casos de exposição humana, 137 (0,5%) casos de exposição animal e 442 (1,7%) solicitações de informação, sem a existência de vítima exposta. Houve um aumento de 26% em relação aos atendimentos do ano de 2022. Além do atendimento, foram realizados 23.063 acompanhamentos de casos até o seu encerramento. Como atividades de educação e ensino, além das participações em congressos e palestras, o CIATox/SC ofereceu estágios para acadêmicos das Residências Multiprofissional e de Urgência e Emergência e, na Graduação, para os Cursos de Medicina, Farmácia, Biologia e Design. Os grupos de agentes responsáveis pelo maior número de atendimentos foram os Medicamentos (31,3%) seguidos pelos Animais Peçonhentos/Venenosos (22,7%). A maioria das solicitações foi proveniente do Estado de Santa Catarina, sendo 22,4% da macrorregião da Grande Florianópolis. Os meses quentes são os de maior ocorrência de atendimentos, principalmente em decorrência do aumento do número de casos de animais peçonhentos. A maior parte das solicitações foi realizada por profissionais da área da saúde (89,1%), principalmente médicos (83,1%) provenientes de Hospitais (54,7%), Unidades de Pronto Atendimento (25,4%) e Unidades Básicas de Saúde (8,9%). Ligações telefônicas das residências ocorreu em 7,8% dos casos. Em relação aos humanos a exposição ocorreu principalmente nas residências (76,4%). A distribuição dos casos humanos por gênero foi superior no gênero feminino (54,5%) em relação ao masculino (45,5%). Observa-se a predominância das exposições na faixa etária dos adultos jovens de 20 a 29 anos, seguida de 30 a 39 anos e nas crianças de 1 a 4 anos. A principal circunstância de exposição foi acidental (46,2%), seguida das tentativas de suicídio (27,4%) e de acidente ocupacional (5,6%). A via oral foi a mais frequente, ocorrendo em 43,1% dos casos; seguida da mordida/picada ou contato com animais peçonhentos ou não peçonhentos (34,1%).  Conforme a Classificação de Gravidade Final e o escore de gravidade de intoxicações (Poisoning Severity Score – PSS) os casos foram classificados como gravidade final: leve (69,6%), seguida pela moderada (2,7%), grave (1,9%), nula (0,8%) e fatal (0,3%). Na maior parte dessas exposições o paciente apresentou-se curado (43,4%). Ocorreram 78 óbitos no total de 25.567 casos humanos atendidos (0,3%). Destes, 58 casos (0,2%) foram óbitos relacionados à intoxicação e 20 casos (0,1%) foram óbitos por outra causa.
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<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/255456</guid>
<dc:date>2024-06-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2022</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249263</link>
<description>Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina: Relatório Anual 2022
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago; Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, Superintendência de Serviços Especializados e Regulação
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<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
<guid isPermaLink="false">https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/249263</guid>
<dc:date>2023-08-09T00:00:00Z</dc:date>
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