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<title>Curitibanos - Departamento de Ciências Naturais e Sociais (CNS)</title>
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<dc:date>2026-10-07T04:40:35Z</dc:date>
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<title>Dispositivo portátil para determinação do ponto de colheita da uva para elaboração de vinhos finos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276380</link>
<description>Dispositivo portátil para determinação do ponto de colheita da uva para elaboração de vinhos finos
Gomes, Beto Gomes
A maturação das uvas é fundamental para a definição da qualidade da matéria-prima destinada à elaboração de vinhos, sendo acompanhada por análises físico-químicas e bioquímicas que demandam procedimentos laboratoriais. Nesse contexto, métodos baseados na avaliação da cor podem representar uma alternativa rápida e não destrutiva. O presente trabalho teve como objetivo desenvolver um dispositivo portátil para a determinação do ponto adequado de colheita e da qualidade das uvas para a elaboração de vinhos finos. Foram avaliadas as cultivares Marselan, Pinot Noir, Caladoc, Ancellotta e Cabernet Sauvignon, em diferentes safras. Determinaram-se os teores de sólidos solúveis totais (SST), acidez total titulável (ATT), pH e antocianinas, além dos parâmetros de cor L*, a*, b*, C* e h°. As relações entre as variáveis foram avaliadas por análises de correlação, considerando r, R² e significância estatística. A maturação foi acompanhada pelo aumento dos SST e do pH, pela redução da ATT e pelo aumento das antocianinas. Entre os parâmetros colorimétricos, a coordenada a* apresentou as relações mais consistentes com as variáveis de maturação, principalmente SST e ATT, destacando-se pelos maiores valores de correlação e coeficiente de determinação, sobretudo na safra de 2026. Os demais parâmetros apresentaram maior variabilidade entre cultivares e safras. Os resultados indicam potencial da coordenada a* para o desenvolvimento de uma metodologia rápida e não destrutiva de avaliação da maturação. Entretanto, são necessários estudos adicionais para calibração e validação de modelos e desenvolvimento de um dispositivo portátil.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276374">
<title>Influência do estresse hídrico na diversidade de micro-organismos endofíticos em mudas de Pinus taeda na região de Curitibanos-SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276374</link>
<description>Influência do estresse hídrico na diversidade de micro-organismos endofíticos em mudas de Pinus taeda na região de Curitibanos-SC
Muassica, Dulce Muassica
Os micro-organismos endofíticos são aqueles capazes de colonizar os tecidos internos das plantas sem necessariamente causar sintomas aparentes, podendo estabelecer diferentes relações com seus hospedeiros. Este trabalho teve como objetivo avaliar a ocorrência de micro-organismos endofíticos associados a plantas sadias e afetadas por estresse hídrico em mudas de Pinus taeda na região de Curitibanos-SC. Foram avaliados os tecidos de folhas, caules e raízes de mudas em tubetes afetadas ou não por estresse hídrico em condições de viveiro comercial. Foram utilizadas 3 plantas por tratamento (afetada/sadio), 3 tipos de órgãos (folhas, caules e raízes) e cinco placas de Petri contendo meio BDA para o isolamento por tecido/planta, totalizando 15 placas por planta e 90 placas no total. O isolamento foi realizado por lavagem dos órgãos e posterior desinfecção superficial com álcool 70% por 1min e hipoclorito de sódio (2%) por 2min para as folhas e 4 minutos para caule e  raízes, com triplice lavagem em água estéril. Fragmentos foram cortados e acondicionados em meio Batata-Dextrose-Ágar (BDA), e acondicionados a 25C. As placas foram avaliadas periodicamente em morfogrupos, retirando as colônias representativas, sendo purificadas sendo realizada a caracterização cultural e morfológica e conservando os isolados pelo método de Castellani e do óleo mineral. Foram obtidos 318 isolados fúngicos, sendo 149 provenientes de plantas sadias e 169 de plantas afetadas pelo estresse hídrico. O caule apresentou a maior ocorrência de fungos, seguido da raiz e da folha. Para as bactérias, foram obtidos 136 isolados, sendo 99 provenientes de plantas sadias e 37 de plantas doentes, com maior ocorrência nas raízes. Os isolados fúngicos foram agrupados em 33 morfogrupos (F1–F33), enquanto os bacterianos foram agrupados em 15 morfogrupos (B1–B15). Foram estimados parâmetros ecológicos como riqueza, abundância e índices de diversidade de Shannon-Weaver (H’) e de de Simpson (D).  Entre os isolados bacterianos, B11 e B5 apresentaram, durante o isolamento, formação de halo de inibição, indicando possível atividade antagonista. Os resultados obtidos constituem uma base para estudos futuros de identificação molecular e avaliação do potencial biológico dos isolados.
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança
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<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276367">
<title>Assinatura biogeográfica da flora de Curitibanos, Santa Catarina:  padrões de distribuição e afinidades florística</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276367</link>
<description>Assinatura biogeográfica da flora de Curitibanos, Santa Catarina:  padrões de distribuição e afinidades florística
Rosário, Maria Gleice dos Santos
Este estudo teve como objetivo caracterizar os padrões de distribuição geográfica das espécies de plantas registradas em Curitibanos, Santa Catarina, em relação ao território brasileiro, buscando avaliar suas afinidades biogeográficas e diferenças entre grupos de hábito de crescimento. Foram utilizados registros de ocorrência da flora do município, obtidos em bases de dados botânicos e submetidos à padronização taxonômica e geográfica. A distribuição das espécies foi avaliada por meio de polígonos mínimos convexos e áreas equivalentes, enquanto a adequabilidade ambiental foi estimada por Modelagem de Distribuição de Espécies utilizando o algoritmo Maxnet e variáveis bioclimáticas. As áreas obtidas foram sobrepostas para identificar regiões de maior coincidência entre as espécies, permitindo também a comparação entre espécies arbóreas e grupos de ervas e arbustos. Além disso, foi analisada a distribuição relativa do tamanho das áreas de ocorrência e realizada uma rarefação dos registros para avaliar a estabilidade desse padrão diante da redução dos pontos de ocorrência. Os resultados mostraram maior concentração das áreas de distribuição na região Sul do Brasil tanto para os polígonos de ocorrência quanto para as áreas modeladas. As espécies de ervas e arbustos apresentaram áreas de maior sobreposição mais amplas, enquanto as espécies arbóreas apresentaram maior concentração espacial na região Sul. A modelagem não identificou uma área de maior adequabilidade diretamente sobre Curitibanos, apesar da existência de registros das espécies no município. A distribuição das áreas de ocorrência apresentou forte assimetria, com poucas espécies apresentando áreas amplas e grande número de espécies com áreas menores. A rarefação manteve o padrão geral da curva mesmo com a redução dos registros, embora tenha apresentado maior variação nas menores proporções de amostragem. Os resultados sustentam a hipótese de afinidade da flora de Curitibanos com as formações campestres do Planalto Sul-Brasileiro e contribuem para a caracterização de sua assinatura biogeográfica.
Tecnologia e inovação
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<dc:date>2026-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276161">
<title>Inteligência artificial na saúde a partir da América Latina: desafios emergentes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276161</link>
<description>Inteligência artificial na saúde a partir da América Latina: desafios emergentes
Moura, Raiana Jacinto
INTRODUÇÃO: A Inteligência Artificial (IA) transforma a saúde, prometendo revolucionar diagnósticos, tratamentos e gestão de serviços. Contudo, a ausência de diretrizes éticas e regulatórias consolidadas, especialmente no Sul Global, amplia o risco de reprodução de desigualdades. Na América Latina, a baixa maturidade digital e as assimetrias históricas tornam a implementação da IA um desafio crítico para povos indígenas, cuja relação com a ciência ocidental é marcada por colonialismo e racismo sistêmico. Para essas populações, a IA exige mais que eficiência técnica: demanda soberania de dados, participação comunitária e respeito às cosmovisões. METODOLOGIA: Estudo qualitativo, ancorado em autoetnografia e revisão bibliográfica e documental. A pesquisa articulou a experiência da autora indígena Kaingang, enfermeira e estudante de medicina , com a análise crítica da literatura e de documentos como a Convenção nº 169 da OIT e a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. A revisão sistemática foi realizada nas bases PubMed, Scopus e Google Scholar, e os dados foram analisados por Análise de Conteúdo Temática. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Seis categorias de desafios foram identificadas: mineração de dados sem consentimento; baixa representatividade étnica nos bancos de dados; infraestrutura digital insuficiente; rotatividade e despreparo intercultural de profissionais; restrição de acesso ao Sistema de Informações da Atenção à Saúde Indígena (Siasi); e racismo estrutural, evidenciado por falas de gestores que negam o direito dos indígenas ao SUS. Esses achados alinham-se ao conceito de colonialismo de dados. Potenciais benefícios incluem ampliação do acesso, predição de surtos e otimização de recursos, condicionados à governança comunitária de dados. CONCLUSÕES: A IA na saúde indígena situa-se entre inovação e risco neocolonial. Para que promova equidade, são necessárias regulação ética específica, integração do Siasi ao SUS, formação intercultural, participação ativa das lideranças em todas as etapas, fomento à pesquisa decolonial e proteção contra a erosão cultural. A soberania de dados é condição política e ética para que a tecnologia sirva à autonomia e à dignidade dos povos originários.
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida
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<dc:date>2026-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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