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<title>Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural</title>
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<dc:date>2026-09-05T18:07:37Z</dc:date>
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<title>Metodologias para testes larvicida e de repelência in vitro com Cochliomyia hominivorax (Diptera : Calliphoridae): eficácia de inseticidas sintéticos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268668</link>
<description>Metodologias para testes larvicida e de repelência in vitro com Cochliomyia hominivorax (Diptera : Calliphoridae): eficácia de inseticidas sintéticos
Brito, Vitor Carlos
Miíases ou “bicheiras” são afecções parasitárias causadas por larvas de dípteros em animais vertebrados. A Cochliomyia hominivorax (mosca-da-bicheira) é a principal espécie de mosca causadora de miíases no Brasil. Essas enfermidades geram prejuízos significativos ao bem-estar animal e perdas econômicas para a pecuária. O tratamento convencional das bicheiras é baseado em produtos quimiossintéticos, como piretroides e organofosforados, denominados popularmente como “matabicheiras”. O uso contínuo destes compostos resultou na seleção de populações de dípteros resistentes, representando um desafio para o controle das miíases. Este projeto teve como objetivo avaliar a eficácia larvicida in vitro de inseticidas veterinários comerciais sobre espécimes de C. hominivorax de uma colônia laboratorial. Os resultados demonstraram 100% de eficácia para tratamentos à base de Fipronil e associações de organofosforados (Trichlorphon; Clorfenvinfós + Diclorvós). Em contraste, o piretroide Deltametrina 0,1% apresentou eficácia de apenas 5,55%, sendo um forte indicativo de resistência inseticida. Associações contendo piretroides mostraram eficácia variável (53% a 80%), sugerindo que a resistência a essa classe compromete o desempenho geral dos produtos. Os achados reforçam a necessidade do monitoramento contínuo da eficácia dos antiparasitários para orientar o manejo sanitário preventivo de dípteros, principalmente, no contexto da produção animal com abordagem na Saúde Única.
Vídeo (PIBIC) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Zootecnia.
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<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268640">
<title>Da ciência à aplicação na fazenda - Como o enriquecimento ambiental para suínos é comunicado na mídia online voltada à técnicos e profissionais?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268640</link>
<description>Da ciência à aplicação na fazenda - Como o enriquecimento ambiental para suínos é comunicado na mídia online voltada à técnicos e profissionais?
Campos, Vitória Agatha Alves de
A Instrução Normativa 113 do MAPA de dezembro de 2020 busca aproximar o Brasil a avanços mundiais relacionados a legislações em boas práticas na criação comercial de suínos. A inclusão da obrigatoriedade do enriquecimento ambiental (EA), cria uma demanda de conhecimento técnico sobre o tema. A presente revisão foi realizada em duas etapas. O objetivo do estudo foi identificar as motivações para a implementação de enriquecimento, os tipos de EA apresentados, parâmetros de bem-estar animal modificados, efeitos promovidos com a sua utilização e as características das imagens presentes nas multimídias revisadas. Para isso, realizamos buscas nas revistas online “Suinocultura Industrial” e “Revista da Suinocultura” e na plataforma Google, a partir dos termos “enriquecimento ambiental” e “suíno*”. Desconsideramos anúncios de propagandas, publicações direcionadas a consumidores ou ao público geral e trabalhos científicos ou acadêmicos. Dentre as 78 multimídias incluídas, a principal motivação identificada para a implementação do enriquecimento foi “promover o bem-estar animal” (83%). Dos tipos de EA apresentados, destacaram-se os “objetos” (55%) e os “substratos” (35%). Os demais tipos apresentados foram “sensorial” (32%), “nutricional” (21%), “físico” (8%), “social” (5%) e “cognitivo” (4%). Os parâmetros de bem-estar animal modificados pelo EA descritos nas multimídias foram predominantemente comportamentais (47%), seguido por modificações na incidência de lesões corporais (31%), desempenho produtivo (27%), ocorrência de doenças (3%) e outros (3%). Entre os efeitos promovidos com a utilização de EA apresentados nas multimídias destacou-se o estímulo a comportamentos típicos da espécie (50%), seguido  da redução de indicadores negativos de bem-estar como estresse (31%), estereotipias (24%), interações agonísticas (21%), presença de lesões (19%), estado de tédio (3%) e controle da ansiedade (3%). Como indicadores positivos foram descritos a promoção de maior performance dos índices produtivos (22%), contribuição com o sistema imunológico (8%) e outros benefícios (5%). Das imagens presentes nas multimídias, 38% não continham nenhum tipo de EA representado, 35% apresentavam algum tipo de objeto e 9% continham substratos. Existe uma quantidade substancial de publicações que abordam o tema EA para suínos, apresentando diversas estratégias que podem auxiliar os produtores a cumprir com as exigências da normativa. Entretanto, são escassas as publicações que detalham a forma de apresentação e fornecimento deste recurso. Identificamos uma inconsistência entre o material técnico e a literatura científica, apresentando predominantemente objetos como EA, quando a literatura científica indica o uso de substratos como EA mais indicado e eficiente. O material técnico disponível online se apresentou como um recurso que contribui para o discernimento de técnicos e produtores, em relação à inserção de EA nas granjas de suínos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268633">
<title>Da ciência à aplicação na fazenda - Como o enriquecimento ambiental para suínos é comunicado na mídia online voltada à técnicos e profissionais?</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268633</link>
<description>Da ciência à aplicação na fazenda - Como o enriquecimento ambiental para suínos é comunicado na mídia online voltada à técnicos e profissionais?
Campos, Vitória Agatha Alves de
A Instrução Normativa 113 do MAPA de dezembro de 2020 busca aproximar o Brasil a avanços mundiais relacionados a legislações em boas práticas na criação comercial de suínos. A inclusão da obrigatoriedade do enriquecimento ambiental (EA), cria uma demanda de conhecimento técnico sobre o tema. A presente revisão foi realizada em duas etapas. O objetivo do estudo foi identificar as motivações para a implementação de enriquecimento, os tipos de EA apresentados, parâmetros de bem-estar animal modificados, efeitos promovidos com a sua utilização e as características das imagens presentes nas multimídias revisadas. Para isso, realizamos buscas nas revistas online “Suinocultura Industrial” e “Revista da Suinocultura” e na plataforma Google, a partir dos termos “enriquecimento ambiental” e “suíno*”. Desconsideramos anúncios de propagandas, publicações direcionadas a consumidores ou ao público geral e trabalhos científicos ou acadêmicos. Dentre as 78 multimídias incluídas, a principal motivação identificada para a implementação do enriquecimento foi “promover o bem-estar animal” (83%). Dos tipos de EA apresentados, destacaram-se os “objetos” (55%) e os “substratos” (35%). Os demais tipos apresentados foram “sensorial” (32%), “nutricional” (21%), “físico” (8%), “social” (5%) e “cognitivo” (4%). Os parâmetros de bem-estar animal modificados pelo EA descritos nas multimídias foram predominantemente comportamentais (47%), seguido por modificações na incidência de lesões corporais (31%), desempenho produtivo (27%), ocorrência de doenças (3%) e outros (3%). Entre os efeitos promovidos com a utilização de EA apresentados nas multimídias destacou-se o estímulo a comportamentos típicos da espécie (50%), seguido  da redução de indicadores negativos de bem-estar como estresse (31%), estereotipias (24%), interações agonísticas (21%), presença de lesões (19%), estado de tédio (3%) e controle da ansiedade (3%). Como indicadores positivos foram descritos a promoção de maior performance dos índices produtivos (22%), contribuição com o sistema imunológico (8%) e outros benefícios (5%). Das imagens presentes nas multimídias, 38% não continham nenhum tipo de EA representado, 35% apresentavam algum tipo de objeto e 9% continham substratos. Existe uma quantidade substancial de publicações que abordam o tema EA para suínos, apresentando diversas estratégias que podem auxiliar os produtores a cumprir com as exigências da normativa. Entretanto, são escassas as publicações que detalham a forma de apresentação e fornecimento deste recurso. Identificamos uma inconsistência entre o material técnico e a literatura científica, apresentando predominantemente objetos como EA, quando a literatura científica indica o uso de substratos como EA mais indicado e eficiente. O material técnico disponível online se apresentou como um recurso que contribui para o discernimento de técnicos e produtores, em relação à inserção de EA nas granjas de suínos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Zootecnia e Desenvolvimento Rural
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268526">
<title>Temperatura local como indicador da atividade das glândulas salivares de equinos durante a refeição de volumoso oferecido em diferentes alturas</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268526</link>
<description>Temperatura local como indicador da atividade das glândulas salivares de equinos durante a refeição de volumoso oferecido em diferentes alturas
Silva, Thiago
Esta apresentação aborda a pesquisa sobre o impacto da altura de fornecimento de alimento na atividade das glândulas salivares de equinos. O estudo, motivado pela falta de informações sobre a relação entre a postura natural de alimentação e a produção de saliva, teve como objetivo avaliar a atividade glandular por meio da aferição da temperatura local em cavalos submetidos a diferentes alturas de feno (chão, metacarpo e peito).&#13;
&#13;
A metodologia envolveu um estudo piloto e o uso de uma câmera termográfica FLIR4 para coletar dados antes e durante a alimentação. Os resultados indicaram que o fornecimento de alimento em alturas elevadas aumenta a atividade das glândulas salivares, com uma diferença de temperatura superior a 1°C em comparação com a alimentação no chão. Isso sugere um maior esforço do animal para produzir saliva em posições não naturais, o que pode ter implicações para a saúde digestiva e o bem-estar geral, conforme corroborado pela literatura que associa a postura elevada a respostas de estresse e alterações na articulação temporomandibular.&#13;
&#13;
O projeto passou por adaptações, como ajustes no protocolo de coleta e no cronograma. As limitações incluíram a dificuldade em quantificar deglutições por observação direta, o que motivou o desenvolvimento de novos dispositivos para estudos futuros. A conclusão reforça a recomendação de fornecer volumoso próximo ao nível do solo para promover a saúde equina, alinhando-se aos eixos de Saúde e Qualidade de Vida e Tecnologia e Inovação da UFSC, através do uso de termografia infravermelha para avaliação fisiológica não invasiva.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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