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<title>Departamento de Educação Física</title>
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<dc:date>2026-04-19T12:43:35Z</dc:date>
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<title>Discordâncias entre as predições do maturity offset e a menarca em jovens atletas de basquetebol</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269068</link>
<description>Discordâncias entre as predições do maturity offset e a menarca em jovens atletas de basquetebol
Balbino Júnior, Sandro Robson da Silva
A seleção de jovens atletas no basquetebol é um processo complexo, influenciado pela &#13;
maturação biológica dos atletas. Este estudo buscou verificar a concordância entre o método &#13;
de predição de maturação biológica chamado maturity offset a idade da menarca, um &#13;
indicador de maturação sexual, em 89 jogadoras de basquete adolescentes.&#13;
 O maturity offset, que utiliza dados de estatura e idade cronológica para prever o pico de &#13;
velocidade de crescimento (PVC), é um método não invasivo e frequentemente utilizado. No &#13;
entanto, o estudo demonstrou uma baixa concordância entre as estimativas do PVC e a idade &#13;
da menarca das atletas. Embora ambos sejam marcadores de maturação biológica, o estudo &#13;
aponta que o método maturity offset tende a classificar a maioria das jogadoras como &#13;
"normomaturas" (maturação normal), ignorando que muitas delas, em comparação com a &#13;
idade da menarca, são consideradas precoces.&#13;
 Essa discrepância sugere que o maturity offset pode não ser um método confiável para prever &#13;
o estado de maturação em atletas de basquete do sexo feminino, especialmente nos grupos de &#13;
maturação precoce e tardia. A baixa precisão do método levanta questionamentos sobre sua &#13;
validade e aponta para as limitações de se utilizar um único modelo preditivo para uma &#13;
população tão específica. O estudo conclui que é essencial considerar a variabilidade na &#13;
maturação biológica das atletas e ter cautela ao interpretar os resultados do maturity offset na &#13;
seleção e no desenvolvimento de jovens talentos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Desportos&#13;
Educação Física - Licenciatura
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<dc:date>2025-09-25T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268897">
<title>Análise das variáveis biomecânicas e da reprodutibilidade teste-reteste do perfil de força-velocidade, potência-velocidade no sprint de corredores velocistas com Lesão Cerebral.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268897</link>
<description>Análise das variáveis biomecânicas e da reprodutibilidade teste-reteste do perfil de força-velocidade, potência-velocidade no sprint de corredores velocistas com Lesão Cerebral.
Adada, Guilherme
A paralisia cerebral (PC) é caracterizada por alterações motoras permanentes decorrentes de lesão não progressiva no cérebro em desenvolvimento, afetando o controle postural, a coordenação e a eficiência do movimento. Essas limitações impactam diretamente o desempenho em modalidades esportivas de alta exigência neuromuscular, como o sprint, no qual a produção e a aplicação efetiva da força horizontal são determinantes para a aceleração e a manutenção da velocidade máxima.&#13;
&#13;
Diante desse cenário, o presente estudo teve como objetivos: 1) analisar e comparar variáveis biomecânicas do sprint de atletas com PC e velocista sem deficiência (controle), destacando diferenças nos perfis força–velocidade e variáveis espaço-temporais; 2) testar a reprodutibilidade do perfil força-velocidade durante o sprint em corredores velocistas com e sem PC.&#13;
&#13;
Participaram três atletas do sexo masculino: dois com PC — PC1 (hemiplegia, T37, 35 anos, 68kg) e PC2 (discinesia, T36, 33 anos, 58kg) — e um controle sem PC (18 anos, 85kg). As coletas ocorreram em pista oficial de atletismo, em dois momentos distintos, com intervalo de uma semana. Cada atleta realizou três sprints de 30 metros, registrados em vídeo e analisados pelo aplicativo MySprint®, ferramenta validada para mensuração indireta de variáveis mecânicas.&#13;
&#13;
Foram avaliadas: força máxima teórica (F₀), velocidade máxima teórica (V₀), potência máxima relativa (Pmax), razão máxima de força horizontal (RFmax), declínio da razão de força (DRF) e variáveis espaço-temporais (comprimento e frequência de passo). Os resultados são apresentados em média, desvio padrão e coeficientes de variação (CVs).&#13;
&#13;
Os atletas com PC apresentaram valores reduzidos de V₀, Pmax, RFmax e comprimento de passo em comparação ao controle, embora tenham mantido valores semelhantes de F₀. A frequência de passo foi próxima entre os três, sugerindo que a principal limitação dos atletas com PC está na amplitude dos movimentos, e não na cadência. Diferenças mais evidentes surgiram após os 15 metros, quando os atletas com PC mostraram maior dificuldade em sustentar a aceleração.&#13;
&#13;
A consistência das medidas foi confirmada por CVs baixos. O controle apresentou os menores CVs em todas as variáveis (Vmáx: 0,46%; V₀: 0,04%; F₀: 0,57%). Já o PC2 registrou os maiores CVs (Vmáx: 4,32%; V₀: 4,57%; F₀: 6,56%), enquanto o PC1 obteve valores intermediários (Vmáx: 2,11%; V₀: 2,20%; F₀: 1,23%). Esses achados sugerem que o nível de funcionalidade ou o tipo de PC podem influenciar a reprodutibilidade.&#13;
&#13;
Conclui-se que as principais limitações dos atletas com PC no sprint estão relacionadas à menor efetividade na aplicação da força horizontal e ao reduzido comprimento de passo. Os resultados reforçam a relevância do perfil força–velocidade como ferramenta prática de diagnóstico e treinamento, permitindo intervenções direcionadas à mobilidade, à técnica de corrida e à eficiência mecânica no esporte paralímpico.
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<dc:date>2025-09-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268886">
<title>ASSOCIAÇÕES ENTRE O DESENVOLVIMENTO MOTOR E O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268886</link>
<description>ASSOCIAÇÕES ENTRE O DESENVOLVIMENTO MOTOR E O DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS
Sousa, Carina Santa brigida
A pesquisa teve como objetivo investigar a relação entre o desenvolvimento motor e as habilidades de aprendizagem em crianças. O desenvolvimento motor é entendido como um processo contínuo e acumulativo de mudanças nas capacidades funcionais, relacionado à interação entre fatores biológicos, ambientais e sociais, mas não dependente da idade cronológica. Esse processo reflete-se em aspectos cognitivos, emocionais e sociais, sendo fundamental para a aquisição de habilidades necessárias ao cotidiano e ao desempenho acadêmico. Crianças com alterações motoras podem apresentar dificuldades de aprendizagem, atenção, memória e socialização, o que reforça a relevância de sua avaliação. Estudos apontam que de 4% a 10% das crianças apresentam desordens motoras, com prevalência maior em meninos. No Brasil, esses níveis podem variar, chegando até 30%. Esses atrasos motores estão associados a outras dificuldades, como problemas de leitura, escrita e cálculo. Trata-se de estudo quantitativo e descritivo. A população-alvo compreende crianças de 2 a 12 anos de Florianópolis/SC. A amostra foi estimada em 254 crianças. A seleção ocorreu por meio de divulgação em redes sociais, escolas e clínicas especializadas. . Os instrumentos aplicados foram:  a Escala de Desenvolvimento Motor (EDM), que avalia motricidade fina e global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial, organização temporal e lateralidade; o Strengths and Difficulties Questionnaire (SDQ), voltado para identificar problemas comportamentais e sociais; e o Inventário Dimensional de Avaliação do Desenvolvimento Infantil (IDADI), que contempla domínios cognitivos, socioemocionais, linguísticos e motores. A coleta foi realizada no Centro de Desportos da UFSC, em ambientes controlados e com acompanhamento dos responsáveis. Na análise preliminar, 83 crianças entre 2 e 8 anos foram avaliadas. O quociente motor geral (QMG) médio foi de 88,6, classificado como “normal baixo”, indicando risco leve de atraso. A motricidade fina apresentou menor média para a amostra (83,0) e a motricidade global (96,2) a maior média, evidenciando maior déficit nas habilidades finas. Foi identificado um grupo de 24 crianças (28,9%) com indicativos de atrasos. Quando comparados os grupos (indicativo de atraso X desenvolvimento típico), a área perceptiva (orientação espacial e temporal) foi a que mais apresentou diferença. O quociente motor referente a organização temporal foi o que apresentou menor média para o grupo com atrasos (61,5). Esses resultados apontam a relação das áreas motoras e cognitivas, com maiores atrasos nas áreas que dependem de maior carga de atenção, memória, percepção, controle e precisão. Conclui-se que é possível observar associações entre o desenvolvimento motor, o desenvolvimento cognitivo e as habilidades de aprendizagem. Identificar precocemente dificuldades é essencial para subsidiar estratégias de intervenção.
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<dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268815">
<title>Padrões de estilo de vida em adolescentes: uma avaliação de atividade física, comportamento sedentário e sono por meio de questionários e acelerômetros.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268815</link>
<description>Padrões de estilo de vida em adolescentes: uma avaliação de atividade física, comportamento sedentário e sono por meio de questionários e acelerômetros.
Ladwig, Luara Weber
A adolescência é um período marcado por diversas mudanças no estilo de vida, no qual se estabelecem comportamentos que podem repercutir na vida adulta. Entre eles, destacam-se os padrões de atividade física (AF), comportamento sedentário (CS) e sono, fundamentais para a saúde dos adolescentes. Embora diferentes estratégias sejam utilizadas para avaliar esses aspectos, ainda há questionamentos sobre a comparabilidade entre métodos de mensuração. Diante disso, o objetivo foi avaliar os padrões do estilo de vida de adolescentes a partir de variáveis de AF, sono e CS, avaliados por meio de questionário e de acelerômetros. Trata-se de um estudo transversal com dados do projeto ELEVA com estudantes de Institutos Federais de Santa Catarina coletados em 2022. A atividade física, o comportamento sedentário e o sono foram avaliados de forma objetiva, durante sete dias consecutivos, por meio de acelerômetros de punho (ActiGraph, modelos GT3X+). A mensuração subjetiva foi realizada com questionários on-line validados: o Self-Administered Physical Activity Checklist para atividade física, o Questionnaire for Screen Time of Adolescents para tempo de tela, e questões autorrelatadas sobre horários habituais de dormir e acordar em dias de semana e finais de semana para estimar a duração do sono. As comparações entre os sexos foram realizadas com Testes t de Student ou Mann-Whitney, conforme a normalidade dos dados (p&lt;0,05), no software R. A amostra foi composta por 580 adolescentes (57% do sexo feminino; idade média 16,5 ± 1,2 anos). Nas medidas objetivas, o sexo feminino apresentou maior volume de AF (mediana: 5,2 vs. 5,0 h/dia; p=0,027) e maior duração de sono (mediana: 7,7 vs. 7,4 h/dia; p&lt;0,001). O sexo masculino, por sua vez, registrou maior tempo em CS (média: 11,6 vs. 11,1 h/dia; p&lt;0,001). Em contrapartida, nas medidas autorrelatadas, o sexo masculino reportou maior volume de AF (mediana: 4,5 vs. 3,5 h/dia; p=0,022) e maior tempo de tela (mediana: 5,1 vs. 3,6 h/dia; p&lt;0,001). Não houve diferença significativa na duração do sono autorrelatado. A divergência nos dados de AF pode ser explicada pelas diferentes naturezas de atividades praticadas por cada sexo, com os meninos valorizando práticas esportivas no autorrelato, enquanto a acelerometria captura um maior volume de AF nas meninas, possivelmente incluindo tarefas cotidianas. Em ambos os métodos, a duração do sono foi inferior à recomendação de 8 a 10 horas. Conclui-se que AF, CS e sono apresentam padrões distintos entre os sexos, e que os resultados divergem de acordo com o método utilizado, sobretudo para AF. Essas diferenças sugerem que a percepção da prática pode ser influenciada por aspectos de gênero, destacando a necessidade de métodos de avaliação complementares para estimar com maior precisão o estilo de vida de adolescentes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Desportos. Educação Física - Bacharelado.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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