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<title>Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes</title>
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<dc:date>2026-04-12T00:15:01Z</dc:date>
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<title>Open Strategizing por Ferramentas Estratégicas e Digitais Frente a Grandes Desafios</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/260054</link>
<description>Open Strategizing por Ferramentas Estratégicas e Digitais Frente a Grandes Desafios
Duarte, Ana Elisa Ferreira
O movimento de abertura da estratégia tem sido frequentemente abordado nos estudos da área. O dilema entre abrir e fechar a estratégia e como como ocorre este movimento, requer um aprofundamento para minimizar riscos e atender às expectativas das partes interessadas (stakeholders). As ferramentas estratégicas e digitais, impulsionadas pela transformação e aceleração tecnológica, têm acompanhado o fenômeno de abertura da estratégia para enfrentar os grandes desafios contemporâneos. Considerando as práticas de open strategizing no processo de digitalização de ferramentas estratégicas, buscamos compreender as tensões, potencializar “as forças” e identificar e minimizar riscos associados aos grand challenges. A questão de pesquisa que objetivamos responder é: como ocorrem as práticas de open strategizing com ferramentas estratégicas diante da transformação digital? Para responder a essa questão, desenvolvemos este ensaio teórico usando uma pensata como perspectiva de pesquisa, possibilitando apontar novas agendas. A estratégia como prática une prática, práxis e praticantes, estudando a estratégia que acontece na prática, conhecida como strategizing. O processo de abertura, incluindo os praticantes nas atividades e práticas da estratégia, tem adotado ferramentas estratégicas para enfrentar grand challenges no ambiente global. Um desafio significativo é a transformação digital, que pressiona a adaptação dos envolvidos às ferramentas estratégicas digitais, com o uso da IA. Observamos que a estratégia tradicional limita o processo de open strategizing, com ferramentas anteriormente usadas agora analisadas de uma nova perspectiva, envolvendo todos os atores e promovendo a transparência da informação. Essas práticas são fundamentais para enfrentar grand challenges, como a transformação digital, com a integração de ferramentas estratégicas digitais no cotidiano das organizações. Esse processo foi intensificado pela Covid-19, que trouxe uma nova forma de interação com essas ferramentas e com a Inteligência Artificial nas práticas. Destacamos que as práticas de open strategizing são essenciais na digitalização de ferramentas estratégicas para enfrentar grand challenges, especialmente com o uso da IA na formulação estratégica. A integração do movimento de abertura ao contexto digital se justifica pelo fato de que práticas de inclusão e transparência permitem integrar o conhecimento humano às ferramentas digitais, mitigando lacunas deixadas pela automação completa. Apresentamos reflexões teóricas ao explorar as relações emergentes na literatura de estratégia, propondo uma nova agenda que aborda a inter-relação entre open strategizing, ferramentas estratégicas e grand challenges. Quanto à contribuição prática, esperamos que os gestores adotem uma nova perspectiva sobre a utilização e digitalização de ferramentas estratégicas no contexto digital, considerando que, com o uso crescente da IA, o papel do gestor continua essencial no desenvolvimento de estratégias.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro Socioeconômico (CSE).&#13;
Departamento de Ciências da Administração (CAD).
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<dc:date>2024-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O Tribunal De Segurança Nacional: um estudo de jurimetria histórica (1936-1945)</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/260044</link>
<description>O Tribunal De Segurança Nacional: um estudo de jurimetria histórica (1936-1945)
Nunes, Lara
O projeto de pesquisa estuda o Tribunal de Segurança Nacional, uma Corte de exceção criada pela Lei nº 244 de 11 de setembro de 1936 durante o governo ditatorial instaurado pelo então presidente Getúlio Vargas, observando individualmente seus processos e coletando informações sobre eles. Nesse contexto, o objetivo da pesquisa é realizar uma quantificação dos dados adquiridos e angariar características específicas sobre os julgamentos procedidos pelo Tribunal, essencialmente a aplicação da lei processual penal e o exercício dos direitos de seus réus. Dessa forma, utiliza-se o método histórico, com o estudo de fontes como documentos do TSN, leis e projetos de lei, além de bibliografias sobre o referido período histórico. Percebeu-se até o momento uma maior recorrência de réus com determinadas características, quais sejam: homens, brancos, alfabetizados, brasileiros, com idade média de 33 anos e com filiação ao Partido Comunista Brasileiro ou simpatizantes ao comunismo, após a análise de 411 réus. Nesse sentido, foi possível extrair conclusões parciais e associá-las ao período histórico analisado, de modo a justificar os resultados até o momento encontrados com os contextos da época.
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<dc:date>2024-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Genealogias da pobreza: reconstruindo trajetórias intergeracionais de homens e mulheres pobres, escravizados e libertos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259957</link>
<description>Genealogias da pobreza: reconstruindo trajetórias intergeracionais de homens e mulheres pobres, escravizados e libertos
Lisboa, Karen de Sant'Ana
A presente pesquisa se dedica a compreender como as pessoas das classes sociais mais pobres viviam no século XIX. As pessoas escravizadas, em sua maioria, não tinham fontes de renda, e a situação se agravava com as alforrias. Naquela época, não existiam políticas de bem-estar social, algum tipo de aposentadoria e, mesmo que passassem a trabalhar como libertos, muitas vezes isso não era suficiente para ter uma vida digna. Nessa pesquisa, também busquei investigar em quais circunstâncias as pessoas escravizadas conquistavam a liberdade. Era bastante comum que a pessoa escravizada, para conquistar sua alforria, precisasse, além de pagar o valor estipulado pelo senhor de escravos, cumprir um tempo de serviço para esses senhores. A história chama isso de "alforria condicional", justamente por haver essa condição. O trabalho de anos de um escravo não era encarado como pagamento do valor pelo qual foi comprado. Aprofundando a pesquisa, fiz uma espécie de tradução de documentos de cartório, escritos à mão e em um português antigo, procurando por pessoas que foram escravas e seus senhores, na tentativa de compreender como essas relações aconteciam, se esses senhores comercializavam, vendiam e compravam essas pessoas para escravizá-las e ganhavam dinheiro com isso. Traficantes de pessoas. Ainda buscando ampliar o olhar sobre a vulnerabilidade dessas pessoas, analisei parcialmente o inventário de um rico comerciante português que vivia em Florianópolis, que, nesse tempo, se chamava Desterro. Esse homem se chamava Manoel Valgas e, segundo seu inventário, tinha oito escravos sob seu comando. No seu testamento, Manoel diz que, após sua morte, os escravos seriam libertos com a condição de trabalharem para sua esposa por mais cinco anos. Um exemplo de liberdade condicional, como disse acima. A liberdade era muito importante, mas não significava exatamente uma melhora de vida para a maioria, apesar de existirem registros de pessoas libertas, ex-escravos, que melhoraram de vida tornando-se comerciantes relativamente bem-sucedidos para os parâmetros da época. Estou no início dessa pesquisa e ainda não pude chegar a muitas conclusões que eu possa compartilhar, mas, até aqui, pude aprender e notar como essas pessoas eram desamparadas e que isso fazia, inclusive, com que permanecessem trabalhando para as famílias que os escravizavam em troca de um teto e comida. Elas não tinham para onde ir. Penso que a pesquisa seja importante para compreendermos a origem das desigualdades que vemos hoje no Brasil, onde pessoas negras e seus descendentes continuam em situação de vulnerabilidade e pobreza.
PIBIC/CNPq (bolsa de pesquisa) - Universidade federal de Santa Catarina
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<dc:date>2024-09-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Ações Afirmativas na Pós graduação da UFSC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/259945</link>
<description>Ações Afirmativas na Pós graduação da UFSC
Lima, sara de Sousa
Este vídeo apresenta resultados finais da pesquisa Ações Afirmativas na Pós graduação da UFSC. O vídeo é parte das atividades obrigatórias estabelecidas para bolsistas PIBIC.
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<dc:date>2024-09-23T00:00:00Z</dc:date>
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