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<title>Departamento de História</title>
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<dc:date>2026-05-24T02:14:55Z</dc:date>
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<title>Legislação, documentação e teorias feministas nos cursos superiores de História em Florianópolis</title>
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<description>Legislação, documentação e teorias feministas nos cursos superiores de História em Florianópolis
Cosme, Luana Balieiro
O objetivo principal dessa pesquisa foi analisar leis nacionais, estaduais e alguns documentos formais da UFSC e da UDESC, referentes aos Cursos de História e seus possíveis diálogos com a noção de feminismos interseccionais e decoloniais. Procurou-se investigar como esses diálogos feministas se inserem na legislação que regem os Cursos Superiores de História em Florianópolis. Além das legislações mais gerais, foram analisados outros documentos formais das graduações em História da UFSC e da UDESC, sendo que foram documentos possíveis de serem levantados de modo remoto, considerando o contexto da pandemia de Covid-19. A metodologia se desenvolveu através de fichamentos e análise da documentação supracitada. A seleção dessas fontes se deu a partir da leitura de um agrupamento de fontes maiores. Em seguida, houve uma reunião entre a bolsista e a orientadora na qual se decidiu qual seria a delimitação da documentação tendo em vista o período de realização da Iniciação Científica. Dentre os critérios de seleção estavam: a) as legislações mais relevantes sobre educação no âmbito federal e estadual; b) planos de educação nacional e estadual; d) Base Nacional Comum Curricular; e) Proposta Curricular do estado de Santa Catarina e f) dois Projetos Político Pedagógico dos cursos de História das universidades públicas de Florianópolis. Utilizamos o sistema de busca por palavras-chave para a seleção de conteúdo da documentação para analisar. As palavras-chave escolhidas, conforme o escopo desse projeto, foram: “mulher”, “mulheres”, “gênero”, “feminismo”, “feminino”, “sexo” e “orientação sexual”. A iniciação científica foi encerrada em abril de 2022 e por isso, os resultados são parciais. As temáticas relacionadas às questões das mulheres, do gênero e dos feminismos aparecem pouco nas legislações, portanto, é possível considerar que as legislações e outras documentações da educação não acompanham o crescimento desses debates no âmbito acadêmico e na sociedade.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Construção de banco de dados para o Projeto de Pesquisa “História para amplas audiências: Maria Graham, a historiografia infanto-juvenil e as dinâmicas do gênero História (1810-1840)”</title>
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<description>Construção de banco de dados para o Projeto de Pesquisa “História para amplas audiências: Maria Graham, a historiografia infanto-juvenil e as dinâmicas do gênero História (1810-1840)”
Souza, Ana Cecília Lopes de
A partir do século XVIII na Inglaterra, a História como área de estudos cresceu exponencialmente, juntamente ao advento da burguesia. Entre os séculos XVIII e XIX, inúmeras obras de temas historiográficos são públicadas, sendo à primeira vista escritas por autores do sexo masculino, mas que, ao olhar mais apurado, descobre-se não ser verdade. Mulheres de classe alta e letradas foram público consumidor e também produtor de História, especialmente em gêneros tidos como para-historiográfico, ou seja, biografias, e outros gêneros literários como histórias educacionais e histórias populares. Tendo em vista as circunstâncias apresentadas, o projeto aqui proposto tem por objetivo o enfoque nessas histórias produzidas por mulheres entre os séculos XVIII e XIX, levando em conta os conflitos de gênero na sociedade do período e a produção de tais obras. Entre as autoras com grande relevância historiográfica, podemos citar Maria Graham (1785-1842), autora e historiadora britânica, que em 1835 publica Little Arthur’s History of England, livro infanto-juvenil de grande sucesso mesmo nos séculos posteriores a sua publicação original. Maria Graham não foi a única autora de livros educacionais ou de outras obras de gênero histórico neste período, sendo assim, a proposta do projeto História para amplas audiências, visa dar luz à estas tantas outras autoras, que, por meio da literatura para um público anteriormente negligenciado, o infantil, puderam expressar suas opiniões naquela que era a única esfera possível ao seu sexo: a esfera doméstica. Em um primeiro momento da pesquisa (2018-2020), foram catalogadas obras infanto-juvenis na Grã-Bretanha entre 1729 e 1850, através de uma planilha Excel, além do agrupamento e download de obras em domínio público. Em um segundo momento (2021-2022), deu-se continuação aos processos iniciados por bolsistas anteriores, produzindo-se a catalogação de obras para o público adulto na Grã-Bretanha entre 1810 e 1840, através de uma planilha Excel, bem como agrupamento e download das obras em domínio público. Em um último momento, foi possível fazer download e traduções das biografias de autores previamente catalogados, como também a discussão de fonte histórica, como alguns livros infantis escritos por Maria Graham, Julia Corner e Elizabeth Penrose, compreendendo suas visões de mundo e sua forma de escrever História.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de História.
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<dc:date>2022-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Liberdade precária: a fronteira perene entre liberdade e escravidão no Brasil imperial</title>
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<description>Liberdade precária: a fronteira perene entre liberdade e escravidão no Brasil imperial
Mattos, Matheus Thibes de
A partir das décadas de 70 e 80 do século XX os estudos versando sobre as relações sociais das sociedades escravocratas passaram a abranger a exploração do trabalho compulsório e as condições de liberdade entre indígenas, africanos e afrodescendentes. Marcando uma distinção entre os grupos que compunham a sociedade do império, a condição dos libertos e as possibilidades da alforria dividiram a percepção dos historiadores conquanto à liberdade, de modo a percebê-la tanto enquanto forma de reconhecimento na sociedade e ressaltar as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que obtinham a alforria. A partir dos anos 2000, a historiografia da escravidão passou a refletir sobre as estratégias adotadas pelos sujeitos em prol da liberdade e melhores condições de vida, de modo a relativizar o “grau” de liberdade e a precariedade da condição de livre na sociedade do império. Nesse sentido, alheando-se de uma percepção estritamente jurídica da condição livre e escrava, os estudos passaram a compreendê-las enquanto processo a ser conduzido pelos indivíduos, ao sabor das agências políticas e estratégias dos escravizadores e coadjuvado por instâncias institucionais e legais. No presente trabalho, abordaremos seis processos transcritos relativos à escravização ilegal a partir da segunda metade do século XIX, advindos do Arquivo do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e dois do Arquivo Público do Rio Grande do Sul, objetivando identificar as estratégias dos sujeitos envolvidos, suas concepções legais e o seu desenrolar na estrutura jurídica imperial, em sintonia com a  discussão mais recente da historiografia brasileira e sobre escravização ilegal e (re)escravização de indivíduos.
Relatório de conclusão de PIBIC
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<dc:date>2022-09-20T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Abrigo do Jon: povoamento e construção da paisagem no Planalto Central Brasileiro</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/239529</link>
<description>Abrigo do Jon: povoamento e construção da paisagem no Planalto Central Brasileiro
Souza, Isabelle Cristina Doble de
Esse projeto tem como objetivo principal dar continuidade às atividades iniciadas em projeto do ciclo 2020/21 e integra pesquisas mais amplas sobre o processo de ocupação do Planalto Central Brasileiro. O atual projeto teve como foco as atividades de curadoria e análise da coleção arqueológica do sítio Abrigo do Jon (Tocantins), que foram impossibilitadas no ciclo anterior pela inacessibilidade aos laboratórios nas dependências da Universidade Federal de Santa Catarina devido a pandemia do novo Coronavírus, dando prioridade aos vestígios vegetais carbonizados identificados neste sítio. Portanto, durante o segundo ano de bolsa foi realizado um levantamento a partir da documentação primária oriunda das etapas de escavação do sítio com o intuito de indicar tais vestígios, a curadoria destes, a análise e caracterização da coleção antracológica oriunda da escavação do sítio arqueológico, com o intuito de posteriormente facilitar a identificação destes vestígios que apresentam grande potencial para a compreensão do processo  de ocupação do Planalto Central Brasileiro e, possivelmente, para o povoamento inicial da América do Sul.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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