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<title>Departamento de Engenharia Rural</title>
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<dc:date>2026-06-01T04:13:30Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227454">
<title>Transferência de Cu e Zn por escoamento superficial em solos de regiões suinícolas de SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227454</link>
<description>Transferência de Cu e Zn por escoamento superficial em solos de regiões suinícolas de SC
Hollas, Marcos Guilherme
No estado de Santa Catarina a criação de suínos tem relevância social e econômica. A aplicação de dejetos suínos, diretamente no solo e por longos períodos de tempo, pode levar ao acúmulo de metais nas camadas superficiais, como cobre (Cu) e zinco (Zn), que muitas vezes estão em formas solúveis, podendo favorecer o seu transporte via escoamento superficial e perda nos sedimentos, e aumentando os riscos de contaminação de áreas próximas bem como recursos hídricos. O objetivo deste projeto é avaliar os teores de Cu e Zn nos sedimentos perdidos por escoamento superficial em onze solos com granulometrias distintas e de regiões suinícolas do estado de Santa Catarina. Entretanto, devido a contratempos causados pela pandemia da COVID-19 e o mal funcionamento do equipamento absorção atômica, o objetivo foi alterado para avaliar a capacidade de adsorção e dessorção de cobre para onze solos com granulometrias distintas e de regiões suinícolas do estado de Santa Catarina. Foram coletados os seguintes solos: Latossolo, Argissolo, Nitossolo, Cambissolo, Propriedade 1 com dejeto (CD), Propriedade 1 mata, Propriedade 2 CD, Propriedade 2 mata, Propriedade 3, Propriedade 4 CD e propriedade 4. Nesses foram realizadas as seguintes análises:  granulometria, pH e SMP, complexo sortivo (P, Ca, Mg, Al e K), carbono orgânico total (COT), e determinação de curvas de adsorção e dessorção de Cu pelo método de isotermas de Langmuir. O Latossolo apresentou o pH mais ácido (3,66) enquanto o Nitossolo o pH menos ácido (5,89). O solo da propriedade 1 mata apresentou maior teor de COT, e o solo da propriedade 4 mata o menor, com valores respectivamente de 47,41 e 17,86 g Kg-1. As propriedades 1 e 2, com aplicações de dejeto suíno apresentaram os maiores teores de P, com valores de 157,32 e 158,42 mg Kg-1, respectivamente. Com relação às isotermas de adsorção de Cu, o Nitossolo, o Cambissolo e os solos das propriedades 1, 2 e 3 CD foram as que demonstraram maior capacidade de adsorção. Os solos apresentam grande variabilidade quanto a adsorção de Cu, fato relacionado às diferenças nas características de cada solo, principalmente pH, COT e teores de argila. Os teores de argila do solo têm influência sobre a adsorção de metais, principalmente em situações de pH mais elevado, isso por que nessas situações as argilas expressam cargas negativas, o que ocorre por exemplo para as caulinitas, gibbsitas e óxidos de Fe. Através dos resultados obtidos, foi possível verificar o comportamento que solos com diferentes características químicas e físicas apresentam em relação à adsorção e dessorção de Cu.
Relatório PIBIC-Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Agronomia.
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Transferência de Cu e Zn por escoamento superficial em solos de regiões suinícolas de SC</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227452</link>
<description>Transferência de Cu e Zn por escoamento superficial em solos de regiões suinícolas de SC
Hollas, Marcos Guilherme
No estado de Santa Catarina a criação de suínos tem relevância social e econômica. A aplicação de dejetos suínos, diretamente no solo e por longos períodos de tempo, pode levar ao acúmulo de metais nas camadas superficiais, como cobre (Cu) e zinco (Zn), que muitas vezes estão em formas solúveis, podendo favorecer o seu transporte via escoamento superficial e perda nos sedimentos, e aumentando os riscos de contaminação de áreas próximas bem como recursos hídricos. O objetivo deste projeto é avaliar os teores de Cu e Zn nos sedimentos perdidos por escoamento superficial em onze solos com granulometrias distintas e de regiões suinícolas do estado de Santa Catarina. Entretanto, devido a contratempos causados pela pandemia da COVID-19 e o mal funcionamento do equipamento absorção atômica, o objetivo foi alterado para avaliar a capacidade de adsorção e dessorção de cobre para onze solos com granulometrias distintas e de regiões suinícolas do estado de Santa Catarina. Foram coletados os seguintes solos: Latossolo, Argissolo, Nitossolo, Cambissolo, Propriedade 1 com dejeto (CD), Propriedade 1 mata, Propriedade 2 CD, Propriedade 2 mata, Propriedade 3, Propriedade 4 CD e propriedade 4. Nesses foram realizadas as seguintes análises:  granulometria, pH e SMP, complexo sortivo (P, Ca, Mg, Al e K), carbono orgânico total (COT), e determinação de curvas de adsorção e dessorção de Cu pelo método de isotermas de Langmuir. O Latossolo apresentou o pH mais ácido (3,66) enquanto o Nitossolo o pH menos ácido (5,89). O solo da propriedade 1 mata apresentou maior teor de COT, e o solo da propriedade 4 mata o menor, com valores respectivamente de 47,41 e 17,86 g Kg-1. As propriedades 1 e 2, com aplicações de dejeto suíno apresentaram os maiores teores de P, com valores de 157,32 e 158,42 mg Kg-1, respectivamente. Com relação às isotermas de adsorção de Cu, o Nitossolo, o Cambissolo e os solos das propriedades 1, 2 e 3 CD foram as que demonstraram maior capacidade de adsorção. Os solos apresentam grande variabilidade quanto a adsorção de Cu, fato relacionado às diferenças nas características de cada solo, principalmente pH, COT e teores de argila. Os teores de argila do solo têm influência sobre a adsorção de metais, principalmente em situações de pH mais elevado, isso por que nessas situações as argilas expressam cargas negativas, o que ocorre por exemplo para as caulinitas, gibbsitas e óxidos de Fe. Através dos resultados obtidos, foi possível verificar o comportamento que solos com diferentes características químicas e físicas apresentam em relação à adsorção e dessorção de Cu.
Relatório PIBIC-Universidade Federal de Santa Cantarina-Centro de Ciências Agrárias- Agronomia
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227389">
<title>Influência do biochar e Azospirillum brasilense sobre os atributos químicos do solo e crescimento de plantas de milho</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227389</link>
<description>Influência do biochar e Azospirillum brasilense sobre os atributos químicos do solo e crescimento de plantas de milho
de Matos Siebeneichler, Lucas
A criação de animais e o aumento do uso de biodigestores para produção de biogás gera resíduos orgânicos, os quais podem ser transformados em biochar e utilizados na agricultura. Este trabalho avaliou a influência do uso de biochar oriundo da pirólise de fontes orgânicas e do digestato (efluente residual de biodigestores) nos atributos químicos do solo e no crescimento de plantas de milho, além da sinergia desses substratos com a bactéria Azospirillum brasilense (Ab). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, com solo de baixa fertilidade, em delineamento blocos casualizados, em esquema fatorial 7 x 2, contendo 4 repetições. Os tratamentos foram: biochar de cama de aviário (BC), biochar de digestato de suínos (BD), digestato líquido de suínos (DS); mistura de BC+DS, BD+DS, adubação mineral (NPK) e testemunha. Todos os tratamentos foram combinados com e sem o inoculante de Ab. As dosagens de BC e BD foram equivalente a 3,72 t ha-1 e 2,87 t ha-1 em cada vaso. Para DS, a dose foi equivalente à 13 m3 ha-1. Para BC+DS e BD+DS foram usadas 50% das doses de cada tratamento. Foi semeado milho e conduzindo por 123 dias. Foram avaliados no solo pH em água, Ca, Mg, P, N, CTC, saturação por Al e por bases (V%). Em relação à planta avaliou-se a massa seca (MS) de parte aérea e raiz. O uso dos BD e BC aumentaram a CTC, V%, o pH e os teores de P, e reduziu a saturação por Al. Essas condições beneficiaram o crescimento e a absorção de nutrientes pelo milho. Houve aumento da MS do milho em todos os tratamentos em relação à testemunha e valores iguais ao NPK para BC e BC+DS. Em relação a sinergia do biochar com a Ab: o P disponível nos tratamentos inoculados foi maior em BC e BD; o N foi maior para BD+DS e DS. No milho, os tratamentos inoculados apresentaram desempenho superior para MS para BD, NPK e as misturas. Os biochars e as misturas com Ab favoreceram o crescimento do milho, com melhoraria dos atributos do solo e sinergia positiva com o inoculante Ab.
Iniciação Científica (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina
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<dc:date>2021-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227283">
<title>ÍNDICES DE CONFORTO TÉRMICO E TEMPERATURA DO GLOBO NEGRO: ESTIMATIVAS E MÉTODOS ALTERNATIVOS DE BAIXO CUSTO PARA MEDIÇÕES AUTOMÁTICAS</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227283</link>
<description>ÍNDICES DE CONFORTO TÉRMICO E TEMPERATURA DO GLOBO NEGRO: ESTIMATIVAS E MÉTODOS ALTERNATIVOS DE BAIXO CUSTO PARA MEDIÇÕES AUTOMÁTICAS
Barcelos, Rafael
O índice de temperatura de globo e umidade (ITGU) é um índice de conforto térmico obtido através de um cálculo que envolve temperatura do ar, umidade do ar e de energia térmica radiante proveniente do ambiente. Para sua determinação são necessários dados instrumentais fornecidos por um termohigrômetro (umidade do ar (UR) e temperatura do ar (T)) e de um termômetro de globo negro (temperatura do globo negro - Tg). O termômetro de globo negro é composto de um sensor envolto de uma esfera oca de cobre pintada de preto que, ao contrário de um termohigrômetro possui um custo elevado para aquisição. Por isso, este trabalho objetivou analisar a eficiência nos registros de temperatura do globo negro e, consequentemente, do ITGU, com uso de três materiais alternativos pintados com preto fosco: garrafa pet 200ml (GP), bola de plástico (BP) e pote de vidro 400g (PV). As coletas horárias de Tg com materiais alternativos e com termômetro de globo negro comercial, modelo TGD-200 da Instrutherm (considerado como padrão) foram feitas das 10:00 às 16:00 (considerado como período diunro) entre 16/09/2020 e 06/05/2021, na área da estação meteorológica do CCA/UFSC. Juntamente com registros de temperatura do ar e umidade relativa foi obtido o ITGU em ambiente externo e interno. No ambiente externo, os dados foram analisados separadamente de acordo com a nebulosidade (céu claro, parcialmente nublado e nublado) e indiferente da nebulosidade. No ambiente interno, os instrumentos comerciais (Tg, T e UR) e com materiais alternativos foram instalados dentro do abrigo meteorológico. A comparação de Tg e ITGU obtida com instrumento padrão com os materais alternativos foi feita aplicando o teste t-Student entre as médias do período diurno e entre as médias do valores máximos diurnos nos ambiente interno e externo. A regressão linear simples e/ou polinomial de 2º ordem foi usada visando correlacionar e, consequentemente, obter equações para estimativa de Tg, usando dados de temperatura do ar. Ademais, seis índices estatísticos foram usados para avaliar o desempenho das medidas de Tg com os materiais alternativos nas diferentes situações em termos de nebulosidade e ambiente interno/externo. Os resultados mostram que pode-se estimar a temperatura do globo negro média para o período diurno e o seu valor máximo diário usando dados de temperatura do ar em ambiente externo e, principalmente, externo. É viável usar mini garrafa PET e/ou pote de vidro pintados de preto fosco, para medir com um ‘ótimo’ desempenho a temperatura do globo negro. O ITGU médio para o período diurno ou no momento mais quente do dia, pode ser calculado usando Tg com mini garrafa PET em ambiente externo, e preferencialmente, em ambiente interno.
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<dc:date>2021-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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