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<title>Departamento de Saúde Pública</title>
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<title>Aplicabilidade do Software MyDispense na aprendizagem da Dispensação de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica</title>
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<description>Aplicabilidade do Software MyDispense na aprendizagem da Dispensação de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica
Carobrêz, Erica Imhof
O aplicativo My Dispense é uma iniciativa introduzida pela Universidade de Monash, localizada na Austrália. O software cria um ambiente de farmácia comunitária virtual, a fim de promover aprendizagem ativa sobre o cuidado centrado nas pessoas, e de oportunizar aos estudantes atingir os objetivos de aprendizagem requeridos pelo seu currículo.&#13;
Essa é uma inovação na forma de treinamento que permite o desenvolvimento de competências de forma segura para o estudante que irá lidar com pacientes fictícios, mas com casos reais.&#13;
Sendo assim, a Universidade Federal de Santa Catarina está desenvolvendo casos e adaptando o software para sua implantação no Brasil, para os quais pretende-se avaliar a adequação da utilização da simulação para o treinamento de estudantes na dispensação de medicamentos.&#13;
O objetivo desse projeto é contribuir para desenvolver um modelo de simulação da prática profissional de dispensação de medicamentos,  no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, baseado no sistema My Dispense, e analisar sua funcionalidade na aprendizagem de estudantes do curso de graduação em Farmácia. Visando atingir esse objetivo, dei continuidade ao desenvolvimento de novos casos para complementar o banco de dados do software. Para isso, ocorrerá um processo de validação dos casos, por meio de uma metodologia Delphi, onde uma equipe de Professores e Farmacêuticos irá analisar cada caso, auxiliando no aperfeiçoamento. &#13;
Feita a validação dos casos, iremos realizar uma oficina exploratória com alunos da graduação, onde posteriormente vamos recolher feedbacks para trabalhar em cima e finalizar o software para uso.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Farmácia.
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Oficinas de inclusão digital como ferramenta de promoção do estilo de vida saudável entre pacientes diabéticos e/ou hipertensos digitalmente excluídos, residentes em Florianópolis, sul do Brasil</title>
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<description>Oficinas de inclusão digital como ferramenta de promoção do estilo de vida saudável entre pacientes diabéticos e/ou hipertensos digitalmente excluídos, residentes em Florianópolis, sul do Brasil
Kawakatsu, Verônica Akemi Ogata
Introdução: "ExperiMente: Mova o Corpo e a Mente” foi o nome dado às oficinas derivadas do projeto originalmente desenvolvido pelo médico geriatra Dr. André Junqueira Xavier, doutor em Informática em Saúde, com o intuito de estimular e reabilitar cognitivamente idosos. A pesquisa se baseia em três eixos: estimulação cognitiva, exercício físico e interação social. Objetivo: Com a pandemia, as oficinas precisaram ser adaptadas, e com isso pretendeu-se estimar a viabilidade de oficinas remotas de inclusão digital, aliadas a exercícios físicos, para moradores da Grande Florianópolis. Métodos: A equipe foi composta por dois coordenadores, uma supervisora e cinco monitoras. Para as oficinas remotas manterem os mesmos eixos do projeto original, foi desenvolvido um manual contendo informações básicas do tablet, aplicativos de jogos e exercícios físicos. Os idosos receberam um kit (contendo manual, tablet, TCLE e termo de empréstimo) em suas casas e, semanalmente, uma monitora realizava a sessão por telefone ou videochamada. Este projeto foi financiado pelo Programa Lown Scholars da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard. Resultados parciais: No primeiro ciclo de oficinas, haviam 8 participantes, com idades entre 57 e 82 anos (média= 69,6 anos). O grupo era composto por 4 homens e 4 mulheres. Foram convidados para participar do projeto 45 indivíduos. Inicialmente, 12 pessoas aceitaram participar, mas 4 desistiram antes do início do ciclo de oficinas. Foram planejadas entre 10 e 15 sessões por participante (mínimo de 10 sessões por participante), sendo que 87,5% (n=7) dos participantes realizaram o mínimo de sessões planejadas. Apenas 1 participante realizou 15 sessões. Qualitativamente, observou-se que 100% dos participantes apontaram satisfação positiva com as oficinas, maior independência, autonomia e confiança no manuseio desses equipamentos, além do aumento da autoestima dos participantes. Conclusão: Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, pode-se manter os três eixos principais do projeto. Até o momento, as oficinas apresentaram grande potencial e se mostraram viáveis, podendo ser exemplo para o desenvolvimento futuro de estudos semelhantes.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Curso de Graduação em Medicina.
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<dc:date>2021-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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