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<title>Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética</title>
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<dc:date>2026-09-05T18:03:53Z</dc:date>
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<title>Levantamento de um polimorfismo associado a resistência a inseticidas piretróides em populações de Aedes aegypti de Santa Catarina</title>
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<description>Levantamento de um polimorfismo associado a resistência a inseticidas piretróides em populações de Aedes aegypti de Santa Catarina
Francisco, Luiz Carlos Motta
O presente projeto foi adaptado em função das dificuldades de acesso aos laboratórios da UFSC para alunos de iniciação científica devido a pandemia, porém o assunto proposto foi mantido. Serão apresentados resultados da frequência do polimorfismo V1016I no gene do canal de sódio em populações de Aedes aegypti do Brasil a partir de um levantamento de artigos publicados sobre o assunto. O polimorfismo V1016I está associado ao fenótipo de resistência a inseticidas piretróides, comumente usados como adulticidas. O levantamento foi feito a partir de buscas realizadas no banco de dados de resistência a inseticidas IR Mapper e no Pubmed. Para as buscas no IR Mapper foram usados os seguintes critérios de busca: Aedes aegypti, Brazil, pyrethroids, V1016I. No Pubmed foram usadas as seguintes palavras chave juntamente com o operador booleano AND: insecticide resistance, Aedes aegypti, Brazil, pyrethroids. Os artigos foram selecionados com base no título e abstract. A partir das buscas no IR Mapper e Pubmed foram achados 53 artigos, 22 foram selecionados e desses, 4 não tinham os dados de interesse. A partir da leitura de 18 artigos foi verificado que a região brasileira que teve o maior número de populações amostradas é a região nordeste com 59 populações analisadas, e a menos amostrada é a região Sul com 17 populações, sendo 6 de Santa Catarina. O alelo de resistência foi encontrado em diferentes populações de todas as 5 regiões do Brasil, sendo que as maiores frequências encontradas foram em populações do sudeste (0,962) e centro-oeste (0,973). Mas considerando o artigo com dados de coletas mais atuais, realizadas entre 2017 e 2018 em 123 populações do Brasil, os mais altos valores da frequência do alelo de resistência encontrados em populações das 5 regiões brasileiras foram: 0,893 no Centro-Oeste; 0,838 na região Nordeste; 0,811 no Sudeste; 0,700 no Sul e 0,685 no Norte.
Trabalho de Iniciação Científica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2021-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227439">
<title>Embriogênese somática e biotecnologias associadas com ênfase em plantas perenes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227439</link>
<description>Embriogênese somática e biotecnologias associadas com ênfase em plantas perenes
Machado, Milena Martins
O seguinte estudo foi conduzido com o intuito de promover a compreensão de técnicas voltadas para a biotecnologia de bambus, tanto nas áreas de citogenética quanto cultura de tecidos. Na citogenética foram desenvolvidos processos como seleção de material para estudo citogenético, teste de protocolos de extração e seleção de regiões genômicas que possibilitaram a identificação molecular dos  bambus da Tribo Bambuseae Neotropical, realizadas através da análise de 2 regiões genômicas (mat-K e psbK-I). O que possibilitou a verificação de interferências filogenéticas que justificam a diferenciação entre as espécies. Na cultura de tecidos foram acompanhadas as etapas de desenvolvimento de protocolo para o estabelecimento in vitro da espécie Chusquea mimosa, bem como a conservação da espécie Dendrocalamus Asper.
PIBIC
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<dc:date>2021-10-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226687">
<title>Avaliação da resposta autofágica na modulação do metabolismo celular e patogênese de Glioblastoma</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226687</link>
<description>Avaliação da resposta autofágica na modulação do metabolismo celular e patogênese de Glioblastoma
Matta, Ana Carolini Adriana da
O Glioblastoma multiforme (GBM) é o tumor encefálico maligno de maior letalidade e prevalência na população adulta acima de 55 anos. De desenvolvimento irrefreável, o GBM apresenta um elevado índice de reincidência tumoral e mau prognóstico, onde a taxa de sobrevivência é inferior a 5% e a sobrevida média de 15 meses. Diante deste cenário, o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas, que sejam mais efetivas que as terapias convencionais, é de extrema importância. Trabalhos recentes apontam a desregulação nas vias de sinalização autofágica como um dos fatores responsáveis por sustentar o metabolismo celular de GBM. A autofagia é um mecanismo celular conservado que desempenha um importante papel na manutenção da homeostase celular. Apesar de ser um mecanismo celular basal, estudos recentes têm demonstrado que a autofagia pode estar intrinsecamente envolvida na tumorigênese, podendo ser um fator de resistência tumoral e metástase. A fim de avaliar o papel da autofagia na manutenção do metabolismo celular e caráter tumorigênico de GBM, esta revisão tem como objetivo verificar se a autofagia atua como um mecanismo de resistência à morte celular induzida pelas terapias convencionais e avaliar os efeitos da autofagia sobre a proliferação, migração e viabilidade celular de GBM. Foram selecionadas 106 publicações, obtidas na base de dados PubMed, das quais: 53,8% sugerem que a autofagia seria um mecanismo de manutenção do metabolismo tumoral; 38,7% que a indução da autofagia seria um processo promissor como uma terapia adjuvante; e 7,5% não obtiveram resultados conclusivos sobre o papel da autofagia no contexto tumoral de GBM. A autofagia demonstra desenvolver um papel importante na regulação do metabolismo tumoral de GBM, mas, até a data, o seu envolvimento na patogênese deste tumor permanece incompreensível.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.Centro de Ciências Biológicas.Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.Ciências Biológicas.
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226674">
<title>Potencial de biorremediação e efeitos de diferentes concentrações de nitrato, amônia e fosfato na macroalga vermelha Pterocladiela capilaceae (Gelidiales, Gelidiaceae).</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226674</link>
<description>Potencial de biorremediação e efeitos de diferentes concentrações de nitrato, amônia e fosfato na macroalga vermelha Pterocladiela capilaceae (Gelidiales, Gelidiaceae).
Silva, Luana Soares
A macroalga vermelha Pterocladiella capilaceae (S. G. Gmelin) Santelices &amp; Hommersand tem elevada relevância ecológica por desempenhar um papel importante  nas transformações energéticas e na reciclagem de nutrientes. As macroalgas marinhas utilizam diferentes fontes de nitrogênio, todavia, sua assimilação depende da concentração na coluna d’água, sendo o íon amônio e o nitrato as principais fontes disponíveis. O nitrogênio é considerado um nutriente limitante para o crescimento e desenvolvimento das algas marinhas, portanto, o aumento da descarga de efluentes contendo estes nutrientes pode causar alterações nesses organismos. Nas últimas décadas, o impacto ambiental causado pelas águas residuais lançadas no ambiente costeiro, principalmente pela aquicultura intensiva, tem apresentado uma importante fonte de poluição para os ecossistemas marinhos. Com esta entrada, tem-se como solução a utilização de macroalgas como agentes biorremediadores, que são utilizadas para combater a eutrofização removendo os nutrientes, como a amônia, do meio. Os nutrientes removidos são utilizados para o crescimento e desenvolvimento das macroalgas. Além disso, a ausência ou o excesso da amônia também pode causar alterações morfofisiológicas e ultraestruturais como espessamento da parede celular e diminuição na quantidade de grãos de amido das florídeas. Portanto, é importante estudar a disponibilidade de amônia no ambiente marinho e seus efeitos nas macroalgas, de modo a entender a viabilidade destes organismos como filtros biológicos para auxiliar nos processos de eutrofização de ambientes marinhos. Para isto, utilizou-se 2g de massa fresca do talo de P. capillaceae cultivados em erlenmeyer de 500 mL, durante 7 dias, em diferentes concentrações de amônia: controle (compostos por água do mar esterilizada enriquecida com meio von Stosch com adição de nitrato), controle 0 (composto por água do mar esterilizada enriquecida com meio von Stosch sem adição de nitrato), 0.05mM, 0.5mM, 5mM e 10mM). Após o cultivo, foram feitas análises de taxa de crescimento e morfologia externa dos talos para verificar prováveis alterações morfológicas. Por conta da pandemia da COVID-19 não foram feitas análises por meio da Microscopia de Luz (ML) e Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), todavia, fez-se necessário realizar um levantamento bibliográfico a fim de verificar possíveis alterações estruturais (ML) e ultraestruturais (MET). Por meio das observações de taxa de crescimento pode-se perceber um melhor resultado para a amostra com concentração de 0.5mM, diminuindo com a falta de amônio e também com o excesso. Observou-se, pela morfologia externa, a despigmentação dos talos em baixas concentrações de amônio, ou seja, nas amostras controle e 0.05mM. Através da revisão bibliográfica de ML e MET verificou-se que em baixas disponibilidades de amônia, a macroalga demonstrou maiores quantidades de grãos de amido, menor espessamento da parede celular e aumento na abundância de plastoglóbulos, e em altas concentrações, o inverso. Salienta-se a importância de novos estudos envolvendo ML e MET corroborando com os resultados fisiológicos já vistos. Por fim, pode-se concluir que a macroalga vermelha Pterocladiella capillaceae tem seu ideal de desenvolvimento e potencial como biorremediadora principalmente em condições de 0.5 mM de amônia.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Biologia Celular, Embriologia e Genética.
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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