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<title>Curitibanos - Departamento de Agricultura, Biodiversidade e Florestas (ABF)</title>
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<dc:date>2026-09-05T16:18:41Z</dc:date>
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<title>Avaliação de erva mate (Ilex paraguaiensis) conduzida em sistema agroflorestal</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227739</link>
<description>Avaliação de erva mate (Ilex paraguaiensis) conduzida em sistema agroflorestal
Stiebler, Luiz Paulo Prestes de Medeiros
O cultivo de erva-mate tem importância econômica para o Brasil, sendo o produto florestal não madeireiro de maior importância. O cultivo dessa espécie em sistemas agroflorestais (SAFs) é uma alternativa para recuperação de áreas degradadas, podendo gerar renda para agricultores. O objetivo desse trabalho foi avaliar o crescimento de erva-mate em sistemas agroflorestais em distintos níveis de cobertura de dossel e avaliar as plantas em resposta ao manejo de podas, discutindo a integração do uso software Manejo-Matte para acompanhamento do erval. A pesquisa foi desenvolvida no campus Curitibanos da UFSC. A área experimental é um sistema agroflorestal estruturado como parte da estratégia de manejo de recuperação de uma área degradada por plantio de Pinus elliottii. A área é dividida em nove blocos de 500m², três desses blocos com erva-mate foram submetidos a avaliação de cobertura de dossel, com um densiômetro convexo de Lemmon onde obteve-se a cobertura de 72,5%, 75,7% e 52,2% para bloco 1, 2 e 3 respectivamente. As plantas de erva-mate em 2019 foram submetidas a poda de formação, onde o excesso de massa verde que foi contabilizado como dados de colheita, obtendo 660 kg ha-1 (520 plantas ha-1) no bloco 1, 672kg ha-1 (500 plantas ha-1) no bloco 2 e 462 kg ha-1 (600 plantas ha-1) no bloco 3. Em 2021 procedeu-se a colheita dos indivíduos, obteve-se então 1070 kg ha-1 (680 plantas ha-1) no bloco 1, 1226 kg ha-1 (560 plantas ha-1) no bloco 2 e 1086 kg ha-1 (620 plantas ha-1) no bloco 3. Referente a poda de formação, essa mostrou-se uma pratica fundamental estando diretamente relacionada a produtividade da erva-mate. O relatório emitido pelo software demostrou que houve uma evolução do erval posteriormente as práticas de manejo de podas. Conclui-se que a prorrogação da poda de formação tem influência na produtividade assim como a densidade de cobertura do dossel. O software é de grande valia para acompanhamento do erval em sistemas agroflorestais.
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<dc:date>2021-09-03T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227592">
<title>Reuso de cascalho de perfuração de poços de petróleo para produção de adubo organomineral: aspectos ecotoxicológicos</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227592</link>
<description>Reuso de cascalho de perfuração de poços de petróleo para produção de adubo organomineral: aspectos ecotoxicológicos
Reis, Fabrielle Paixão dos
O aumento significativo da exploração de reservas petrolíferas no país acarreta uma maior produção de resíduos decorrentes desta atividade, como o cascalho de perfuração de poços de petróleo. Esse cascalho apresenta substâncias como Na e Ba, que podem impactar e contaminar o ecossistema terrestre e aquático se for descartado de forma incorreta. A aplicação deste resíduo no solo pode ser uma das alternativas mais viáveis de destinação, pois em doses seguras, pode apresentar características quimicamente interessantes para o solo. Para que fosse possível analisar a viabilidade de reuso deste subproduto como adubo organomineral, foram avaliadas concentrações de cascalho (1 a 15%) em solo artificial tropical, onde foram empregados ensaios ecotoxicológicos com invertebrados do solo e espécie vegetais, seguindo normas ABNT ou ISO com algumas adaptações. Foram realizados ensaios de reprodução com colêmbolos (Folsomia candida e Proisotoma minuta) e enquitreídeos (Enchytraeus crypticus), ensaios de fuga com colêmbolos (F. candida), ensaios de crescimento da macrófica aquática (Lemna minor), e germinação e crescimento de bracatinga (Mimosa scabrella). Os resultados preliminares indicaram que concentrações acima de 5% causam efeitos, principalmente para o sistema radicular das plantas, enquanto que, dentre os invertebrados, a espécie de colêmbolos P. minuta apresentou a maior sensibilidade, com redução significativa da população a partir de 5% da concentração de cascalho em solo. As avaliações ecotoxicológicas indicaram que a aplicação do cascalho pode gerar impactos ao ecossistema a depender da concentração. Recomenda-se avaliações de campo com as doses abaixo de 5% para verificar se pode haver efeitos sobre o ecossistema quando aplicado ao solo natural.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina            Centro de Ciências Rurais              Engenharia Florestal
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<dc:date>2021-08-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Araucaria: conservação através do uso</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227440</link>
<description>Araucaria: conservação através do uso
Laurindo, Lídia Klestadt
Este projeto trata da caracterização da comunidade da biota edáfica (i.e., macrofauna, fungos micorrízicos arbusculares (FMAs) e nematoides) nativa de ecossistemas florestais da região do planalto catarinense. Para tanto foram coletados: a) monolitos (20 x 20 x 20 cm) para caracterização da macrofauna no perfil do solo, da serapilheira, das zonas de lixiviação (L), de humificação (H), do horizonte A e produção de raízes finas; b) amostras de solo rizosférico para caracterização da comunidade de FMAs, nematoides e das propriedades químicas do solo; e c) armadilhas do tipo Provid para caracterização da macrofauna edáfica ativa sobre a superfície da serapilheira. Todas as três abordagens foram realizadas em 3 ecossistemas distintos: Controle que corresponderá ao Ecossistema natural (Floresta Ombrófila Mista), monodominância de arbórea nativa (Araucaria angustifolia) e monodominância de arbórea exótica (Pinus taeda). As amostras serão coletadas através de uma amostragem aleatória sistemática simples em condições da campo durante os períodos seco e úmido do município de Curitibanos, Santa Catarina, Brasil. Através do Índice de Qualidade do Solo, desenvolvido, foi possível observar que o fósforo disponível e a espécie de FMA F. mosseae influenciam na conservação da A. angustifolia. O plantio de Pinus influencia negativamente na comunidade de organismos do solo, devido a barreira física causada por sua serapilheira, sendo assim, o plantio de A. angustifolia é o que mais se assemelha ao ecossistema natural.
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Impacto das mudanças climáticas sobre o voltinismo da lagarta-da-soja, Anticarsia gemmatalis Hübner (Lepidoptera: Erebidae) no sul do Brasil.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/227407</link>
<description>Impacto das mudanças climáticas sobre o voltinismo da lagarta-da-soja, Anticarsia gemmatalis Hübner (Lepidoptera: Erebidae) no sul do Brasil.
Santos, Hevellyn Talissa dos
A lagarta-da-soja, Anticarsia gemmatalis Hübner é uma importante praga que causa prejuízos na cultura da soja. A dinâmica populacional e a biologia de A. gemmatalis são influenciadas por diversos fatores, sobretudo pela temperatura. Este fator influencia diretamente a capacidade das populações em aumentarem em número na lavoura e, diante disso, vem se dando interesse especial ao estudo do efeito das mudanças climáticas sobre os insetos pragas. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivos selecionar modelos matemáticos que descrevam adequadamente a relação entre a temperatura e a taxa de desenvolvimento de A. gemmatalis e aplicar os melhores modelos para prever o efeito das mudanças climáticas sobre o número de gerações anuais da espécie (voltinismo) no sul do Brasil. Os dados de tempo de desenvolvimento de A. gemmatalis em diferentes temperaturas foram obtidos da literatura. Ao todo, dez modelos matemáticos foram ajustados à taxa de desenvolvimento. O voltinismo foi estimado utilizando dados climáticos do presente e projeções para 2050 e 2070 baseado em cenários com taxas de emissão de gases do efeito estufa intermediárias (RCP 4.5) e elevadas (RCP 8.5) de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças do Clima (IPCC). O modelo Briere-1 (D(T) = aT(T-TL)(TH-T)1/2) foi o que apresentou melhor ajuste para o ciclo ovo-adulto de A. gemmatalis. O voltinismo foi estimado com os modelos de Briere-1 e de graus-dia, que deriva do modelo linear (D(T) = a + bT). As regiões que apresentaram maior voltinismo compreenderam o noroeste do Paraná, oeste e nordeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul, enquanto a região serrana de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul apresentaram o menor número de gerações anuais. Em geral, os modelos estimaram um aumento no número de gerações anuais de A. gemmatalis, que variou conforme os cenários de mudanças climáticas e o ano, chegando a 35% no cenário RCP 8.5 em 2070. Ao todo, 91,7% da variação no voltinismo é explicada pelo local, enquanto 3,4% e 3,2% são explicados pelos cenários de mudanças climáticas e ano, respectivamente. O presente estudo fornece uma importante contribuição para a compreensão das consequências do aquecimento global sobre o voltinismo da lagarta-da-soja, e indica que as condições climáticas futuras são favoráveis para a espécie na maior parte da região sul do país.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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