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<title>Departamento de Nutrição</title>
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<dc:date>2026-09-05T13:37:58Z</dc:date>
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<title>Cozinhando alimentos e criando preparações culinárias no ambiente doméstico: percepções de diferentes gerações na perspectiva da promoção da alimentação adequada e saudável</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212479</link>
<description>Cozinhando alimentos e criando preparações culinárias no ambiente doméstico: percepções de diferentes gerações na perspectiva da promoção da alimentação adequada e saudável
Irmão, Gabriella Beatriz
A internet é uma plataforma de acesso à informação com abrangência crescente. Dentre seus usos, tem-se destacado a busca por informações sobre saúde, alimentação e, mais recentemente, a socialização de informações referentes a culinária. Em sites de compartilhamento de receitas é comum observar seções destinadas àquelas com características “saudáveis”. No entanto, quem fornece as categorias com termos que remetam à saúde é o site e quem categoriza as receitas é o próprio usuário que as envia. Estas receitas ficam então, disponíveis para consulta por qualquer indivíduo. Um dos principais desafios da promoção da saúde é desenvolver nos indivíduos habilidades para traduzir informações sobre alimentação recebidas de uma variedade de fontes, em informações práticas sobre quais alimentos escolher para buscar uma alimentação saudável. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar a qualidade nutricional de preparações culinárias disponíveis nas seções de site de compartilhamento de receitas ditas “saudáveis” de acordo com as recomendações nacionais de alimentação saudável e comparar com as percepções de indivíduos sobre alimentação saudável relatadas na literatura. Foram coletadas 816 receitas ao total e analisados 5886 alimentos, dos quais: 3948 alimentos (67,07%) pertenciam ao grupo in natura/minimamente processados, 1320 (22,43%) grupo dos óleos, gorduras, sal e açúcar, 323 (5,49%) aos ultraprocessados e 295 alimentos (5,01%) ao grupo dos processados, indo de acordo conforme a recomendação do Guia Alimentar. Quando observamos o fator presença e ausência de alimentos integrais, verduras, leguminosas e frutas, apresentaram-se todos com maior índice de ausência.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Nutrição.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Associação entre cardiopatia congênita e componentes da síndrome metabólica em crianças e adolescentes previamente submetidos a intervenção cirúrgica</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212473</link>
<description>Associação entre cardiopatia congênita e componentes da síndrome metabólica em crianças e adolescentes previamente submetidos a intervenção cirúrgica
Pinheiro, Pricila de Souza
Introdução: O cardiopata congênita apresenta maior risco de mortalidade precoce por doença cardiovascular. O consumo alimentar de gordura saturada é fator de risco para doenças cardiovasculares. Porém, pouco se sabe sobre as consequências do elevado consumo de gordura saturada total e proveniente de diferentes fontes alimentares em crianças e adolescente com cardiopatia congênita. Objetivos: Investigar a associação entre gordura saturada total e proveniente de diferentes fontes alimentares e aterosclerose subclínica e outros fatores de risco em crianças e adolescentes com cardiopatia congênita previamente submetidos a procedimento terapêutico. Métodos: Estudo transversal com crianças e adolescentes com cardiopatia congênita de 5 a 18 anos de idade que realizaram procedimento cardíaco. O consumo de gordura saturada foi obtido por meio de recordatório 24 horas, e foi classificado de acordo com a fonte alimentar em animal, vegetal ou ultraprocessado descrito em percentual de energia diário (%/E/d). Os fatores de risco cardiovasculares avaliados foram excesso de adiposidade central, proteína C-reativa ultrassensível (PCR-us) e risco para aterosclerose subclínica, avaliada pela espessura média-intimal da carótida (EMIc). Os fatores de risco cardiovasculares foram avaliados isolados ou agrupados em PCR-us alto risco e excesso de adiposidade central ou, PCR-us alto risco e risco para aterosclerose subclínica. Realizou-se regressão logística multivariada para avaliar a associação do consumo de gordura saturada total e proveniente de diferentes fontes alimentares e fatores de risco cardiovasculares, expressa em Odds ratio (OR) e intervalo de confiança (IC) de 95%. Valor de p&lt;0,05 foi considerado significativo. Resultados: Foram avaliados 232 crianças e adolescentes com mediana de idade de 10,02 [intervalo interquartil: 7,09;13,05] anos. A prevalência de excesso de adiposidade central foi de 24,6%. O consumo médio de gordura saturada total foi 11,00 (desvio padrão: 1,21) %/E/d. O consumo médio de gordura saturada total (12,26 %/E/d) e gordura saturada animal (5,99 %/E/d) foram associados com risco para PCR-us alto risco e excesso de adiposidade central agrupados. O consumo de gordura saturada total (OR 4,52; IC95% 2,52-8,09; p&lt;0,001), gordura saturada de fonte animal (OR 2,99; IC95% 1,78-5,01; p&lt;0,001) e gordura saturada de fonte ultraprocessado (OR 4,05; IC95% 2,00-8,18; p&lt;0,001) foram considerados fatores de risco para o aumento da odds para excesso de adiposidade central. Foi observado que o consumo de gordura saturada vegetal foi fator protetor para excesso de adiposidade central (OR 0,49; IC95% 0,28-0,87; p=0,02). Não houve associação entre consumo de gordura saturada total e proveniente de diferentes fontes alimentares com o risco para aterosclerose subclínica. Conclusão: O consumo de gordura saturada de fonte animal e ultraprocessado foi fator de risco para o excesso de adiposidade central, enquanto gordura saturada de fonte vegetal revelou ser fator protetor para excesso de adiposidade central. Estes resultados apontam a necessidade de reduzir o consumo de gordura saturada de fonte animal e ultraprocessado para prevenção da obesidade e consequentemente aterosclerose subclínica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212460">
<title>Elaboração de cardápios e aquisição de alimentos: ferramentas na promoção da alimentação saudável e sustentável na alimentação escolar</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212460</link>
<description>Elaboração de cardápios e aquisição de alimentos: ferramentas na promoção da alimentação saudável e sustentável na alimentação escolar
Klein, Hanna Wolf
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) é a política pública brasileira mais antiga e oferece refeições para aproximadamente 42 milhões de estudantes diariamente. Em 2009 o programa tornou obrigatória a aquisição de alimentos da Agricultura Familiar (AF). O objetivo deste estudo foi analisar as mudanças na qualidade da alimentação escolar a partir da compra de alimentos da AF. Foi realizado um estudo qualitativo em 19 municípios dos três estados da região sul do Brasil por meio de entrevistas com 21 nutricionistas, 31 cozinheiros e 18 representantes do Conselho de Alimentação Escolar. As entrevistas foram gravadas e transcritas e utilizou-se o software NVivo para a análise de conteúdo. Dos 70 entrevistados, 77,1% relataram mudanças positivas no cardápio e 82,9% apontaram melhoria na qualidade da alimentação a partir da compra da AF. A partir da análise de conteúdo foram identificadas quatro categorias que refletem as mudanças observadas: aumento da quantidade e variedade de alimentos; melhora na qualidade dos alimentos; melhora dos cardápios; e promoção de uma alimentação mais saudável e sustentável nas escolas. A aquisição da AF gerou mudanças positivas na alimentação escolar dos municípios avaliados, além de contribuir com o desenvolvimento de sistemas alimentares mais sustentáveis.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212246">
<title>Veg+ - Aumentando o consumo de legumes e verduras entre adultos jovens por meio de cadeias curtas de comercialização: associação entre características individuais e habilidades culinárias com a frequência de consumo de legumes e verduras por estudantes universitários</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212246</link>
<description>Veg+ - Aumentando o consumo de legumes e verduras entre adultos jovens por meio de cadeias curtas de comercialização: associação entre características individuais e habilidades culinárias com a frequência de consumo de legumes e verduras por estudantes universitários
Bastos, Bianca Sabrine
Estudantes universitários, por viverem um estágio de vida considerado de transição, tendem a ter hábitos alimentares menos saudáveis, que podem estar relacionadas a fatores como a falta e habilidades culinárias (HC) para preparar os alimentos em casa. Especificamente quanto à ingestão e legumes e verduras (LV) algumas barreiras têm sido percebidas, como tempo necessário para aquisição e preparo, menor apelo sensorial e deterioração mais rápida. Diante da escassez de estudos focados especificamente no consumo desses alimentos, o objetivo dessa pesquisa foi investigar a frequência de consumo de LV por estudantes universitários de uma capital brasileira e analisar sua associação com características individuais e HC. Trata-se de um estudo transversal, foram coletados dados sobre caracterização da amostra, frequência de consumo de LV, bem como escalas relacionadas a HC e alimentação saudável, por meio de um questionário online validado. Para verificar a associação entre frequência de consumo de LV e as características individuais dos estudantes foi aplicado o teste Qui-quadrado de Pearson, e para testar a associação com as escalas de HC e alimentação saudável utilizou-se o teste Anova com post hoc de Bonferroni. Para investigar a associação entre as escalas de HC com a frequência de consumo diário de LV foram utilizadas análises de regressão logística bruta e ajustada. Entre os respondentes (n=525), 45% consumiam LV diariamente. Ter pai com maior grau de escolaridade, não ter sobrepeso ou obesidade e ter maiores escores em sete, das oito, escalas de HC e alimentação saudável associaram-se (p&lt;0,05) estatisticamente com a ingestão diária de LV. Os achados do presente estudo podem contribuir com estratégias de saúde pública para aumentar o consumo de LV por essa população, o que é imprescindível para o fortalecimento de cadeias curtas de comercialização de alimentos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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