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<title>Departamento de Botânica</title>
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<dc:date>2026-04-14T01:26:09Z</dc:date>
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<title>Contextualização filogenética de Miconia do Brasil</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212459</link>
<description>Contextualização filogenética de Miconia do Brasil
Goebel, Gabriela
O Complexo Miconia cinerascens é um grupo de espécimes que gera dúvidas na delimitação e é composto por Miconia cinerascens, com as variedades M. cinerascens var. cinerascens e M. cinerascens var. robusta, Miconia lagunensis e Miconia proteoides. Ambas possuem combinações únicas de morfologia, juntamente com de distribuição, e, assim, temos a hipótese de quatro espécies. Os marcadores moleculares podem ajudar na delimitação de grupos, como é o caso do marcador ISSR, uma região no DNA onde é possível investigar padrões de variabilidade genética. Assim, nosso objetivo foi avaliar a atual delimitação dos espécimes do complexo. Para isso, investigamos as relações de parentesco dentro do complexo, por meio de sequências de DNA de amostras das populações coletadas, com o marcador nuclear ETS, outra região de interesse. Foi analisada a variabilidade genética de onze populações coletadas, por meio de marcadores moleculares ISSR. Foram feitas extrações e amplificações de DNA das populações para região ISSR e ETS, sendo que com as sequências de ETS foi gerada uma árvore com as relações de parentesco das amostras, que apontou que o grupo não possui uma origem em comum. Porém, análises mais aprofundadas devem ser feitas. Os dados da amplificação de ISSR foram analisados com o software Structure, que indicou 5 agrupamentos genéticos na amostra, que não corresponde à atual delimitação taxonômica das populações, sendo percebido também o compartilhamento de alelos entre populações. Assim, nossas análises não suportaram a delimitação atual dos espécimes do complexo, sendo que é possível que este seja constituído por uma única espécie de grande variabilidade morfológica e genética, de acordo com o ambiente ocupado, dada sua ampla distribuição. Porém, para uma decisão taxonômica é necessário incluir mais populações amostradas nas análises e mais marcadores para ampliar a análise usando ISSR. As etapas previstas para este projeto não foram prejudicadas pela pandemia de COVID-19.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2020-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212454">
<title>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212454</link>
<description>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II
Venturin, Cláudia Soso
Esse trabalho é parte da primeira revisão taxonômica do gênero Jania no litoral brasileiro e australiano, baseados em dados moleculares ainda não publicados (= sequências de DNA de dois marcadores genéticos: cox1 e psbA). O trabalho foi direcionado a responder as seguintes questões: (1) Quantas espécies do gênero Jania existem na Austrália e no Brasil? (2) Qual as relações filogenéticas entre elas? Ao longo deste estudo, inicialmente, realizei uma revisão bibliográfica de Jania. Em seguida, trabalhei na edição de cromatogramas eletroforéticos e controle de qualidade de sequências de DNA ainda não publicadas. Posteriormente, foram feitos alinhamentos das sequências de DNA com demais sequências de Jania disponíveis em bancos de dados públicos (GenBank). Análises filogenéticas foram realizadas utilizando os métodos de neighbor-joining e máxima verossimilhança. Alguns dos resultados que observamos: (a) África do Sul e Austrália compartilham espécies em comum, assim como Austrália e Nova Zelândia; (b) Jania verrucosa ocorre em três continetes distíntos: América, África e Oceania; (c) Jania crassa é até aqui um grupo monofilético com alto suporte filogenético que inclui representantes do Brasil, Austrália e Nova Zelândia; (d) Brasil apresenta pelo menos 8 espécies geneticamente distintas de Jania. Concluímos que: se na Austrália e no Brasil, o gênero Jania apresenta muitas espécies crípticas e pseudo-crípticas, é esperado que muitas outras novas espécies também sejam descobertas em outras partes do mundo. Por isso, é preciso fazer novas futuras coletas e análises que incluam espécimes coletados em outros locais do mundo. Infelizmente, devido aos infortúnios causados pela pandemia de Covid-19, não consegui desenvolver as proficiências e realizar as análises de ABGD – Automatic Barcode Gap Discovery (PUILLANDRE et al. 2012) e GMYC – General Mixed Yule Coalescent Model (FUJISAWA et al. 2013). Estas técnicas serão realizadas futuramente.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Botânica
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212453</link>
<description>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II
Venturin, Cláudia Soso
Esse trabalho é parte da primeira revisão taxonômica do gênero Jania no litoral brasileiro e australiano, baseados em dados moleculares ainda não publicados (= sequências de DNA de dois marcadores genéticos: cox1 e psbA). O trabalho foi direcionado a responder as seguintes questões: (1) Quantas espécies do gênero Jania existem na Austrália e no Brasil? (2) Qual as relações filogenéticas entre elas? Ao longo deste estudo, inicialmente, realizei uma revisão bibliográfica de Jania. Em seguida, trabalhei na edição de cromatogramas eletroforéticos e controle de qualidade de sequências de DNA ainda não publicadas. Posteriormente, foram feitos alinhamentos das sequências de DNA com demais sequências de Jania disponíveis em bancos de dados públicos (GenBank). Análises filogenéticas foram realizadas utilizando os métodos de neighbor-joining e máxima verossimilhança. Alguns dos resultados que observamos: (a) África do Sul e Austrália compartilham espécies em comum, assim como Austrália e Nova Zelândia; (b) Jania verrucosa ocorre em três continetes distíntos: América, África e Oceania; (c) Jania crassa é até aqui um grupo monofilético com alto suporte filogenético que inclui representantes do Brasil, Austrália e Nova Zelândia; (d) Brasil apresenta pelo menos 8 espécies geneticamente distintas de Jania. Concluímos que: se na Austrália e no Brasil, o gênero Jania apresenta muitas espécies crípticas e pseudo-crípticas, é esperado que muitas outras novas espécies também sejam descobertas em outras partes do mundo. Por isso, é preciso fazer novas futuras coletas e análises que incluam espécimes coletados em outros locais do mundo. Infelizmente, devido aos infortúnios causados pela pandemia de Covid-19, não consegui desenvolver as proficiências e realizar as análises de ABGD – Automatic Barcode Gap Discovery (PUILLANDRE et al. 2012) e GMYC – General Mixed Yule Coalescent Model (FUJISAWA et al. 2013). Estas técnicas serão realizadas futuramente.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Botânica
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212452">
<title>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212452</link>
<description>Biologia Integrativa de Macroalgas Marinhas II
Venturin, Cláudia Soso
Esse trabalho é parte da primeira revisão taxonômica do gênero Jania no litoral brasileiro e australiano, baseados em dados moleculares ainda não publicados (= sequências de DNA de dois marcadores genéticos: cox1 e psbA). O trabalho foi direcionado a responder as seguintes questões: (1) Quantas espécies do gênero Jania existem na Austrália e no Brasil? (2) Qual as relações filogenéticas entre elas? Ao longo deste estudo, inicialmente, realizei uma revisão bibliográfica de Jania. Em seguida, trabalhei na edição de cromatogramas eletroforéticos e controle de qualidade de sequências de DNA ainda não publicadas. Posteriormente, foram feitos alinhamentos das sequências de DNA com demais sequências de Jania disponíveis em bancos de dados públicos (GenBank). Análises filogenéticas foram realizadas utilizando os métodos de neighbor-joining e máxima verossimilhança. Alguns dos resultados que observamos: (a) África do Sul e Austrália compartilham espécies em comum, assim como Austrália e Nova Zelândia; (b) Jania verrucosa ocorre em três continetes distíntos: América, África e Oceania; (c) Jania crassa é até aqui um grupo monofilético com alto suporte filogenético que inclui representantes do Brasil, Austrália e Nova Zelândia; (d) Brasil apresenta pelo menos 8 espécies geneticamente distintas de Jania. Concluímos que: se na Austrália e no Brasil, o gênero Jania apresenta muitas espécies crípticas e pseudo-crípticas, é esperado que muitas outras novas espécies também sejam descobertas em outras partes do mundo. Por isso, é preciso fazer novas futuras coletas e análises que incluam espécimes coletados em outros locais do mundo. Infelizmente, devido aos infortúnios causados pela pandemia de Covid-19, não consegui desenvolver as proficiências e realizar as análises de ABGD – Automatic Barcode Gap Discovery (PUILLANDRE et al. 2012) e GMYC – General Mixed Yule Coalescent Model (FUJISAWA et al. 2013). Estas técnicas serão realizadas futuramente.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Botânica
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