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<title>Departamento de Bioquímica</title>
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<dc:date>2026-09-05T13:37:48Z</dc:date>
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<title>Novos derivados do probucol e seus efeitos neuroprotetores em modelos de isquemia</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212458</link>
<description>Novos derivados do probucol e seus efeitos neuroprotetores em modelos de isquemia
Vieira, Leonardo Eugênio
O estresse oxidativo está envolvido na fisiopatologia de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o mal de Parkinson. É caracterizado pelo acúmulo de moléculas oxidantes no interior das células, dentre as quais estão as espécies reativas de oxigênio (ERO), que causam danos em constituintes celulares fundamentais, contribuindo eventualmente para a morte celular. Evolutivamente, as células adquiriram adaptações para contrabalancear os efeitos das EROs, uma vez que estas precisam ser mantidas em concentrações relativamente baixas para que a homeostase das células seja assegurada. Dentre estas adaptações, está a produção de proteínas antioxidantes, como a peroxirredoxina (Prx), que catalisa a redução de hidroperóxidos. Para estudar mecanismos envolvidos no estresse oxidativo, possíveis compostos protetores, como o succinobucol e a ação de proteínas antioxidantes, o verme nematódeo C. elegans representa um valioso modelo in vivo, pois além de poder ser submetido ao estresse oxidativo por exposição a compostos como o peróxido de terc-butila (t-BOOH), este animal também expressa diferentes isoformas da proteína Prx, tais como a Prx-2, sendo possível estudar sua função em cepas mutantes (nocaute) para esta proteína. Este trabalho focou em estudar os efeitos do estresse oxidativo em vermes da linhagem selvagem (N2) e nocautes para Prx-2 (VE1) na sobrevivência, reprodução, mobilidade e alimentação destes animais, e também a possível toxicidade do composto succinobucol, um derivado do probucol com propriedades antioxidantes para o C. elegans. Os vermes foram mantidos em condições padrão a 20 °C em placas NGM até atingirem o estágio larval L4, onde então foram tratados com o composto succinobucol e t-BOOH. Nossos resultados evidenciaram que o succinobucol não foi capaz de reduzir a sobrevivência dos vermes da cepa N2, sugerindo que este não possui efeito tóxico para estes animais nas concentrações utilizadas. O tratamento com o t-BOOH nas concentrações de 3 mM, 4 mM e 10 mM reduziu de maneira significativa a sobrevivência dos animais mutantes quando comparadas com o controle. No ensaio de oxidação do xilenol laranja (FOX), observou-se que tanto a cepa VE1 quanto a cepa N2 foram capazes de consumir o peróxido contido no meio, sem diferenças significativas. Os ensaios de mobilidade evidenciaram que os vermes mutantes para Prx-2 apresentaram movimentação acentuadamente reduzida no dia 9 após o tratamento, porém o grupo mutante não tratado também apresentou tal redução, indicando que o menor grau de movimentação pode não estar associado ao tratamento com o t-BOOH, mas sim ao envelhecimento do animal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Papel da proteína de interação com a  orredoxina (Txnip) na interrelação entre a autofagia e o inflamassoma: padronização do fracionamento subcelular concomitante das frações citoplasmáticas, nucleares e mitocondriais de tecidos cerebrais</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212437</link>
<description>Papel da proteína de interação com a  orredoxina (Txnip) na interrelação entre a autofagia e o inflamassoma: padronização do fracionamento subcelular concomitante das frações citoplasmáticas, nucleares e mitocondriais de tecidos cerebrais
Santos, Barbara dos
O isolamento de frações nucleares, citosólicas e mitocondriais com razoável pureza de tecidos e células de mamíferos tem gerado um grande interesse, pois tem a vantagem de permitir a caracterização de diferentes organelas, e determinar a localização e o tráfego de proteínas entre os mais diversos compartimentos celulares. Neste trabalho, nós descrevemos um método de fracionamento subcelular baseado em subsequentes centrifugações, onde é possível obter as frações enriquecidas de citoplasma, núcleo e mitocôndria em uma mesma preparação. Nesta metodologia foram analisadas amostras dos tecidos cerebrais de córtex e hipocampo. Para a validação da pureza das frações foi utilizada a análise de Western Blot, onde foi verificado o imunoconteúdo de proteínas marcadoras específicas para cada compartimento celular, sendo elas Peroxirredoxina 3 e Citrato Sintase (mitocondriais), Lamina B (nuclear) e Glutationa Redutase (citoplasmática). Também, realizamos a análise da atividade enzimática das enzimas citoplasmáticas Lactato Desidrogenase e Glutationa 6 Fosfato Desidrogenase, bem como das enzimas mitocôndrias Succinato Desidrogenase e Citocromo C oxidase. Como conclusão temos que este método rápido e de baixo custo permitiu o isolamento com grande pureza das frações enriquecidas de citoplasma, núcleo e mitocôndria em amostras de fatias de hipocampo e córtex cerebral.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2020-08-27T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212413">
<title>Dinâmica molecular multiescala de interações proteína-proteína e proteína-lipídeo: parceiros mitocondriais da ligação de ceramidas e a indução de apoptose: dinâmica molecular de interações proteína-proteína e proteína lipídeo: os canais VDAC e a interação com a hexocinase na mitocôndria</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212413</link>
<description>Dinâmica molecular multiescala de interações proteína-proteína e proteína-lipídeo: parceiros mitocondriais da ligação de ceramidas e a indução de apoptose: dinâmica molecular de interações proteína-proteína e proteína lipídeo: os canais VDAC e a interação com a hexocinase na mitocôndria
Sato, Lucas Takinami Amaral
O  metabolismo  da mitocôndria  vem  se  tornando  alvo  de  estudos,por  causa  de  seu  papel fundamental  no  crescimento  e  proliferação  de  células  cancerosas.  Um  melhor  entendimento  das interações proteicas,que compõem o sistema complexo de sinalizaçãomitocôndria/célula, pode nos trazer respostas e possíveis intervenções terapêuticas no que diz respeito ao metabolismo do câncer. O  projeto  focou  em  duas  proteínas  da  membrana  mitocondrial  externa,  a  VDAC  e  a  hexoquinase. Fazendo  uso  de  metodologia  unicamente  computacional,procuramos  entender  melhor  a  interação entre  as proteínas. Por motivos de  pandemia os resultados esperados foram comprometidos, ainda assim  foi  vista  uma  interação  proteína-proteína  que  condiz de  certa  forma com  o  posicionamento constado  na  literatura.Simulações  futuras  mais  complexas  serão  necessárias  a  fim  de  obtermos resultados mais conclusivos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas.&#13;
Departamento de Bioquímica
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<dc:date>2020-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212395">
<title>Neurodegeneração, Neuroproteção e Neuroplasticidade, Novas Estratégias Farmacológicas de Modulação da Transmissão Glutamatérgica: avaliação in vitro e in silico da influência do sistema de sinalização purinérgica no efeito neuroprotetor da guanosina em um modelo de isquemia cerebral</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212395</link>
<description>Neurodegeneração, Neuroproteção e Neuroplasticidade, Novas Estratégias Farmacológicas de Modulação da Transmissão Glutamatérgica: avaliação in vitro e in silico da influência do sistema de sinalização purinérgica no efeito neuroprotetor da guanosina em um modelo de isquemia cerebral
Corrêa, Alisson Willms
O nucleosídeo de guanina (GUO) é um nucleosídeo endógeno que vem sendo&#13;
mostrado como agente neuroprotetor em modelos de isquemia cerebral. A GUO&#13;
previne redução da viabilidade celular, da captação de glutamato e reduz efeitos&#13;
deletérios causados pela isquemia cerebral tanto em modelos in vitro quanto in&#13;
vivo. Embora diversos efeitos da GUO já tenham sido descritos, os mecanismos&#13;
celulares responsáveis por esses efeitos ainda não foram elucidados. Acredita-se&#13;
que o sistema de transmissão purinérgica, que regula vasodilatação, sistema&#13;
imune, liberação de transmissores e diversos outros processos celulares,&#13;
medeiam os efeitos neuroprotetores da GUO. Este trabalho buscou avaliar a&#13;
relação entre diferentes subtipos de receptores do sistema adenosinérgico e o&#13;
efeito neuroprotetor da GUO in vitro, além disso, analisamos a possibilidade de&#13;
uma interação direta entre a GUO e os receptores de adenosina (AdoR) in silico.&#13;
Fatias de hipocampo de 400 μm de ratos Wistar machos (60-90 dias) foram&#13;
submetidas a 15 minutos de privação de glicose e oxigênio (PGO), seguida de&#13;
180 minutos de reoxigenação (PGO/R). Guanosina (100 μM) e/ou DPCPX&#13;
(antagonista do receptor A1, 100 nM) e CGS21680 (agonista do receptor A2a, 50&#13;
nM) foram adicionados durante o período de reoxigenação. A viabilidade celular&#13;
foi determinada pela capacidade das células de reduzir brometo de 3-(4,5-&#13;
dimetiltiazol-2-il)-2,5-difeniltetrazólio (MTT). O lactato extracelular (meio de&#13;
incubação) foi mensurado via kit enzimático (Labtest® - Brasil). Por fim, a&#13;
interação GUO-AdoR foi avaliava por análises de atracamento molecular. Fatias&#13;
de hipocampo submetidas à PGO/R sofreram um decréscimo significativo na&#13;
viabilidade celular e nos níveis de lactato extracelular. O tratamento com&#13;
guanosina preveniu a perda a viabilidade celular e aumentou parcialmente os&#13;
níveis de lactato extracelular. O agonista do receptor A1, DPCPX, suprimiu o&#13;
efeito neuroprotetor da GUO, já CGS21680, um agonista do receptor A2a,&#13;
apresentou efeitos semelhantes à GUO em relação a esses parâmetros. As&#13;
análises de atracamento molecular mostraram resíduos de interação consistentes&#13;
com os resíduos do sítio ativo, porém valores de energia livre maiores em relação&#13;
ao seu ligante endógeno. Esses achados trazem novos dados sobre a&#13;
importância do sistema adenosinérgico nos efeitos neuroprotetores da GUO e&#13;
sugerem que uma sinalização mediada pela GUO pode ocorrer não na forma&#13;
monomérica, mas na forma heterodimérica dos receptores A1-A2a.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Biológicas.
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<dc:date>2020-08-26T00:00:00Z</dc:date>
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