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<title>Departamento de Oceanografia</title>
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<title>Plâncton e ciclos biogeoquímicos na zona eufótica do Atlântico tropical meridional (33oW): variação temporal e espacial de massas de água na plataforma continental interna de Santa Catarina</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212484</link>
<description>Plâncton e ciclos biogeoquímicos na zona eufótica do Atlântico tropical meridional (33oW): variação temporal e espacial de massas de água na plataforma continental interna de Santa Catarina
Pereira, Vítor
A plataforma continental adjacente ao estado de Santa Catarina está sujeita a grandes variações de massas d’água conforme a predominância dos ventos atuantes em cada estação do ano, além de alterações mais pontuais devido à descarga hídrica oriunda do continente. Este trabalho buscou observar as variações sazonais de massas d’água e respectivos descritores  biogeoquímicos, como as concentrações dos nutrientes inorgânicos dissolvidos, de clorofila-a e de oxigênio dissolvido, em um ponto da plataforma interna (27º 16.46720' S - 48º 25.26112' W), próximo a Reserva Biológica do Arvoredo. Além destes dados localizados, buscou-se compreender a variação espacial desses descritores em um transecto entre a Ilha do Arvoredo e o norte da Ilha de Santa Catarina. Para esse estudo foram usados dados coletados no projeto de Monitoramento Ambiental da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo e Entorno (MAArE), entre os anos de 2014 a 2016, no projeto de Sistema de Monitoramento da Costa Brasileira (SiMCosta), entre 2017 e 2019. No inverno, observou-se a predominância da Água da Pluma do Rio da Plata (PRP) e da Água Subtropical de Plataforma (ASTP) com valores mais baixos de temperatura (mín. 15,7°C) e salinidade (mín. 30,6). No verão, a maioria das amostras também indicou a predominância da ASTP, porém com mínimos de 19,7°C e 32,9 de salinidade. Nos meses de outono e primavera também foram amostradas as águas da PRP e ASTP, com valores intermediários de temperatura e salinidade (20,90°C e 33,39). Não se observou diferenças entre as águas da Rebio e da enseada de Canasvieiras em um mesmo dia amostral, as diferenças foram maiores entre os dias amostrados, indicando que é um sistema homogêneo e de elevada hidrodinâmica.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Oceanografia.
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<dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Origem, Distribuição e Transporte de PFOS para o Atlântico Sul</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212172</link>
<description>Origem, Distribuição e Transporte de PFOS para o Atlântico Sul
Sombrio, Mateus Sousa
Os ácidos perfluoalquilados (PFAAs) são contaminantes com ocorrência reportada nos mais diversos ambientes, incluindo regiões remotas do globo. Esses compostos tem sido objeto de um grande número de estudos e recebido grande atenção por parte da comunidade científica e dos órgãos ambientais e de saúde devido a sua alta persistência no ambiente e seus efeitos tóxicos. Os principais grupos de PFAAs, com relação a problemas ambientais, são os ácidos perfluoroalquilados sulfonados (PFSAs) e os ácidos perfluoroalquilados carboxilados (PFCAs), representados principalmente pelo ácido perfluorooctânico sulfônico (PFOS) e o ácido perfluorooctanóico (PFOA), respectivamente.  No Brasil, a principal fonte de PFOS é a degradação da Sulfluramida, formicida amplamente usado em plantações de Eucaliptus e Pinus. Uma vez aplicado no solo, esses compostos são lixividos para os rios e tem como destino final o oceano. Apesar disso, os estudos sobre PFAAs são escassos no Brasil. Dessa forma, o presente estudo avaliou métodos de análise de PFAAs em amostras de água através de um ampla revisão bibliográfica e construiu protocolos de análise e de procedimentos de controle de qualidade a serem seguidos durante a realização das análises.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Oceanografia.
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<dc:date>2020-08-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>ReBentos Estuário (SC): Rede de monitoramento de hábitats bentônicos costeiros</title>
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<description>ReBentos Estuário (SC): Rede de monitoramento de hábitats bentônicos costeiros
Santos, Tayse Demetro dos
O monitoramento de hábitats bentônicos costeiros visa gerar uma série de dados científicos que permitirá detectar e avaliar os possíveis impactos antropogênicos. Desde 2017 vem sendo monitorado um baixio não-vegetado adjacente ao manguezal da Praia da Daniela, Florianópolis, realizando coletas em três sítios amostrais, para cada estação de verão/chuvosa e inverno/seca, seguindo o protocolo estabelecido pela Rede de Monitoramento de Hábitats Bentônicos Costeiros (ReBentos -  Estuários). Análises de variância (ANOVAs) indicaram que, apesar de haver variações pontuais entre anos, houve principalmente diferenças significativas na fauna entre as estações de verão e inverno, sendo o verão a estação mais abundante. Dentre os táxons dominantes estão o poliqueta Streblospio benedicti (43,2%), o táxon Oligochaeta (14,7%), e os poliquetas Aricidea sp. (12,5%), Boccardia polybranchia (9,3%), e Capitella cf. nonatoi (4,4%).  Todos, à exceção de B. polybranchia, apresentaram maior representatividade durante as estações quentes, principalmente devido ao período reprodutivo desses grupos, já que é no verão que costuma ocorrer a reprodução, recrutamento e assentamento da maioria das espécies. Quanto à riqueza de espécies, houve diferença significativa apenas no fator Ano, o que indica que a riqueza oscilou de forma não condizente com as estações, provavelmente mais relacionados a variações naturais em escalas não investigadas neste trabalho. Os resultados, em geral, evidenciam variações na estrutura macrofaunal bentônica de acordo com a oscilação sazonal de fatores como temperatura e salinidade, e com isso denota-se a importância da adoção da sazonalidade em estratégias amostrais de projetos de monitoramento, uma vez que ela serve como base fundamental para que seja possível diferenciar estes de possíveis impactos introduzidos por atividades antrópicas ou de mudanças climáticas em um cenário futuro.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Oceanografia.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Biomassa de foraminíferos bentônicos como proxy de massas d’água ao longo do Quaternário.</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212114</link>
<description>Biomassa de foraminíferos bentônicos como proxy de massas d’água ao longo do Quaternário.
Tortora, Patrícia
Foraminíferos são amplamente utilizados como proxies paleoceanográficos devido a sua abundância, rápida resposta às alterações ambientais e potencial de preservação. Dessa forma, proxies baseados em espécies ou associações de foraminíferos bentônicos podem ser utilizados para reconstruir diversos parâmetros oceanográficos, como propriedades de massas de águas, teor de oxigênio e fluxo de matéria orgânica para o fundo oceânico. O objetivo dessa pesquisa foi identificar períodos de flutuações na produtividade primária e variações na circulação oceânica, ao longo do Quaternário, no talude da Bacia de Pelotas, por meio de proxies biométricos obtidos a partir da espécie infaunal Bolivina ordinaria. Para isso, foram usadas fotomicrografias e medidas automatizas por meio do pacote ForImage, disponível no R, que nos permitiu a obtenção de dados de volume, biovolume e biomassa. O estudo baseou-se na análise dos testemunhos SIS 188, SIS 249 e REG-566, coletados nas profundidades: 1514 m, 2091 m e 2460 m, respectivamente. Foram analisadas 44 amostras, que resultaram no estudo de 509 testas. B. ordinaria foi à espécie mais abundante da família Bolivinitidae entre as dez espécies identificadas nos três testemunhos: B. compacta, B. doniezi, B. lowmani, B. ordinaria, Bolivina sp., B. striatula, Brizalina sp., Brizalina spinescens, Brizalina subaenariensis, Brizalina subspinescens. Sua abundância relativa não demonstrou um gradiente crescente ou decrescente ao longo dos testemunhos e sim variações em forma de picos. Também não existiu tendência significativa de aumento ou diminuição no tamanho das testas em direção ao topo/base dos testemunhos, mas foram observados comprimentos de testas maiores no estágio isotópico marinho EIM 5 (SIS 249), menores no EIM 2 (SIS 188) e abaixo de 120 cm de profundidade no REG 566. Assim como o tamanho, a biomassa média foi maior entre os estágios interglaciais 5 e 3 (SIS 249). Os valores de biomassa média e de abundância relativa não apresentaram correlação estatística . Com base nos resutlados obtidos, sugerimos que no período analisado houveram flutuações nas massas d´água e no fluxo de matéria orgânica para o compartimento bentônico, com maior enriquecimento orgânico e déficit de oxigênio durante o EIM 2 (período glacial).
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina.  Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Oceanografia.
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<dc:date>2020-08-24T00:00:00Z</dc:date>
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