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<title>Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação</title>
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<dc:date>2026-09-26T02:52:46Z</dc:date>
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<title>Efeito imediato de um protocolo de levantamento de peso na função dos músculos do assoalho pélvico em mulheres adultas que realizam treinamento de força</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275826</link>
<description>Efeito imediato de um protocolo de levantamento de peso na função dos músculos do assoalho pélvico em mulheres adultas que realizam treinamento de força
Lorenzato, Gabriela Pereira
Introdução: A participação de mulheres no meio esportivo cresceu consideravelmente, principalmente em atividades que levam ao aumento da pressão intra-abdominal (PIA). Acredita-se que esse aumento, a fadiga neuromuscular gerada pela intensidade dos treinos e a sobrecarga no assoalho pélvico (AP) podem relacionar-se às disfunções do assoalho pélvico (DAP); porém, na literatura, existem poucos estudos sobre o comportamento do AP após a realização do treinamento de força. Objetivo: Analisar o efeito imediato da prática de levantamento de peso na função dos músculos do AP de mulheres adultas que realizam treinamento de força. Método: Estudo clínico randomizado, aberto com desenho cruzado. Incluiu mulheres adultas que realizavam treinamento de força no mínimo duas vezes por semana, a pelo menos três meses, nulíparas com idade entre 18 e 35 anos. As mulheres receberam um questionário (link via Google Forms®) para definir a elegibilidade ao estudo e a caracterização da amostra. Para determinar a presença e o grau do incômodo gerado pelas DAP foi utilizado o Pelvic Floor Distress Inventory (PFDI-20). Após a finalização desta primeira etapa, as participantes passaram por uma avaliação funcional do AP, através da Escala de Oxford Modificada e da eletromiografia de superfície (NewMiotool Miotec®). As mulheres foram randomizadas de forma aleatória em grupo intervenção (GI) e grupo controle (GC). A intervenção do estudo foi composta por exercícios de mobilidade, corrida estacionária, agachamento livre com barra e levantamento terra. Foram realizadas 7 séries dos exercícios de levantamento de peso, com 20%, 44%, 75%, 85%, 93%, 95% e 100% da carga máxima utilizada por cada voluntária. O GI passou por avaliação pélvica inicial, seguido pela intervenção, reavaliação imediata do AP (T1) e reavaliações aos 60 minutos (T2) e 30 minutos (T3), totalizando 90 minutos de acompanhamento após intervenção. O GC iniciou com avaliação pélvica, permaneceu 60 minutos em repouso, reavaliadas imediatamente (T1) e submetidas à intervenção, após os exercícios, o GC foi reavaliado imediatamente e 30 minutos depois. Os dados foram tratados por meio de estatística descritiva e inferencial, com nível de significância de 5%. Resultados: Nove mulheres fizeram parte deste estudo, com mediana de idade de 25 anos (IA: 6,0). Seis participantes apresentaram sinais e sintomas de DAP, classificados por meio do PFDI- 20 e foram randomizadas em GI (n=4) e GC (n=5). O GC possuí frequência de treino semanal maior quando comparado ao GI (p=0,016), bem como IMC menor Md: 24,42 (Ai:10,77). A análise temporal não revelou diferenças estatisticamente significativas entre T1, T2 e T3 para força, ativação muscular e fadiga dos músculos do assoalho pélvico, tanto no GI quanto (p=0,440; p=0,552) no GC (p=0,516; p=0,472). Quando a frequência mediana (FM) foi analisada individualmente, observou-se que três participantes do GI apresentaram sinais de fadiga muscular em T1, T2 e T4; as quais também apresentavam IMC elevado e menor frequência semanal de treinamento. Conclusão: Os resultados indicam que uma única sessão de levantamento de peso, realizada em intensidade semelhante àquela praticada rotineiramente pelas voluntárias, não promoveu alterações agudas significativas na função objetiva dos MAPs. Bem como, os achados indicam respostas neuromusculares individuais, incluindo fadiga muscular, evidenciando a complexidade da relação entre o treinamento de força e a função do assoalho pélvico.; Abstract: Introduction: Women's participation in sports has grown considerably, especially in activities that lead to increased intra-abdominal pressure (IAP). It is believed that this increase, the neuromuscular fatigue generated by the intensity of training, and the overload on the pelvic floor (PF) may be related to pelvic floor dysfunction (PFD); however, there are few studies in the literature on the behavior of the PF after strength training.Objective: To analyze the immediate effect of weightlifting on the function of the AP muscles in adult women who perform strength training. Method: This was a randomized, open-label, crossover clinical trial. It included adult women who had been performing strength training at least twice a week for at least three months, who were nulliparous and aged between 18 and 35 years. The women received a questionnaire (link via Google Forms®) to determine eligibility for the study and to characterize the sample. To determine the presence and degree of discomfort caused by PAD, the Pelvic Floor Distress Inventory (PFDI-20) was used. After the completion of this first stage, the participants underwent a functional assessment of the pelvic floor using the Modified Oxford Scale and surface electromyography (NewMiotool Miotec®). The women were randomly assigned to an intervention group (IG) and a control group (CG).The study intervention consisted of mobility exercises, stationary running, free squats with a barbell, and deadlifts. The study intervention consisted of mobility exercises, stationary running, free squats with a barbell, and deadlifts. Seven sets of weightlifting exercises were performed, with 20%, 44%, 75%, 85%, 93%, 95%, and 100% of the maximum load used by each volunteer. The GI underwent initial pelvic assessment, followed by the intervention, immediate reassessment of the AP (T1), and reassessments at 60 minutes (T2) and 30 minutes (T3), totaling 90 minutes of follow- up after the intervention.The control group (CG) began with a pelvic assessment, remained at rest for 60 minutes, was immediately reassessed (T1), and underwent the intervention. After the exercises, the CG was reassessed immediately and 30 minutes later. Data were analyzed using descriptive and inferential statistics, with a significance level of 5%. Results: Nine women participated in this study, with a median age of 25 years (AI: 6.0). Six participants presented signs and symptoms of PAD, classified using the PFDI-20, and were randomized into GI (n=4) and GC (n=5).The GC group has a higher weekly training frequency compared to the GI group (p=0.016), as well as a lower BMI Md: 24.42 (Ai:10.77). Temporal analysis did not reveal statistically significant differences between T1, T2, and T3 for strength, muscle activation, and fatigue of the pelvic floor muscles, both in the GI and in the GC (p=0.516; p=0.472) groups. When the median frequency (FM) was analyzed individually, it was observed that three participants in the GI group showed signs of muscle fatigue at T1, T2, and T4; these participants also had a high BMI and a lower weekly training frequency. Conclusion: The results indicate that a single weightlifting session, performed at an intensity similar to that routinely practiced by the volunteers, did not promote significant acute changes in the objective function of the pelvic floor muscles. Likewise, the findings indicate individual neuromuscular responses, including muscle fatigue, highlighting the complexity of the relationship between strength training and pelvic floor function.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Araranguá, 2026.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fatores pessoais e ambientais de crianças brasileiras com paralisia cerebral na primeiríssima infância e sua associação com o desempenho de mobilidade e social/cognitivo</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275077</link>
<description>Fatores pessoais e ambientais de crianças brasileiras com paralisia cerebral na primeiríssima infância e sua associação com o desempenho de mobilidade e social/cognitivo
Santos, Luziani Leão dos
A Paralisia Cerebral (PC) é a principal condição motora da infância e pode impactar significativamente a funcionalidade, a participação e o desenvolvimento global, sobretudo na primeiríssima infância, período marcado por intensa plasticidade neural e rápida aquisição de habilidades. Este estudo teve como objetivo caracterizar variáveis clínicas e contextuais de crianças brasileiras na primeiríssima infância com PC e verificar a associação entre estas variáveis e o desempenho funcional relacionado a mobilidade e função social/cognitiva. Trata-se de um estudo transversal, descritivo e analítico, integrante da pesquisa multicêntrica PartiCipa Brasil. A amostra foi composta por 168 crianças com diagnóstico de PC e seus cuidadores, residentes em diferentes regiões do país. Foram utilizados questionários elaborados pelos pesquisadores para caracterização dos fatores contextuais e da topografia do comprometimento motor, além dos domínios Mobilidade e Função Social/Cognitiva do Pediatric Evaluation of Disability Inventory ? Computer Adaptive Test (PEDI-CAT). As análises estatísticas foram realizadas no software Jeffrey?s Amazing Statistics Program, incluindo estatística descritiva, correlação e regressões univariada e multivariada (p?0,05). Observou-se predominância de comprometimento motor bilateral, padrão espástico, alta prevalência de baixo peso ou risco nutricional e forte dependência do Sistema Único de Saúde (SUS). No modelo multivariado, topografia do comprometimento motor, forma de alimentação e comunicação compreensível explicaram 53% (p?0,001) da variância da mobilidade funcional, enquanto forma de alimentação, comunicação compreensível e acompanhamento por enfermeiro ou cuidador explicaram 50% (p?0,001) da variância da função social/cognitiva. Os achados demonstram que o desempenho funcional na PC na primeiríssima infância resulta da interação entre fatores clínicos e contextuais, reforçando a importância do modelo biopsicossocial e da Abordagem Centrada na Família no planejamento de intervenções precoces.; Abstract: Cerebral Palsy (CP) is the leading motor condition of childhood and can significantly impact functionality, participation, and overall development, particularly during early infancy, a period marked by intense neural plasticity and rapid skill acquisition. This study aimed to characterize clinical and contextual variables of Brazilian children with CP in early infancy and to examine the association between these variables and functional performance related to mobility and social/cognitive function. This is a cross-sectional, descriptive, and analytical study, integrated into the multicenter research project PartiCipa Brasil. The sample consisted of 168 children diagnosed with CP and their caregivers, residing in different regions of the country. Questionnaires developed by the researchers were used to characterize contextual factors and motor impairment topography, in addition to the Mobility and Social/Cognitive domains of the Pediatric Evaluation of Disability Inventory ? Computer Adaptive Test (PEDI-CAT). Statistical analyses were conducted using the Jeffrey?s Amazing Statistics Program software and included descriptive statistics, correlation analyses, and univariate and multivariate regressions (p &lt; 0.05). A predominance of bilateral motor impairment, spastic pattern, a high prevalence of underweight or nutritional risk, and strong dependence on the Brazilian Unified Health System (SUS) were observed. In the multivariate model, motor impairment topography, feeding method, and understandable communication explained 53% (p &lt; 0.001) of the variance in functional mobility, while feeding method, understandable communication, and follow-up by a nurse or caregiver explained 50% (p &lt; 0.001) of the variance in social/cognitive function. These findings demonstrate that functional performance in CP during early infancy results from the interaction between clinical and contextual factors, reinforcing the importance of the biopsychosocial model and the Family-Centered Approach in planning early interventions.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Araranguá, 2026.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273172">
<title>Obesidade, adiposidade central e quedas em idosos comunitários: resultados de estudo multicêntrico brasileiro</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273172</link>
<description>Obesidade, adiposidade central e quedas em idosos comunitários: resultados de estudo multicêntrico brasileiro
Lopes, Angélica
O envelhecimento populacional tem sido acompanhado por aumento de condições crônicas e eventos adversos que comprometem a funcionalidade, a obesidade dentre eles, apresenta associação às quedas, reconhecidas como desfecho multifatorial e de grande relevância em saúde pública. Este estudo teve como objetivo analisar as associações entre obesidade, avaliada pelo índice de massa corporal (IMC), e adiposidade central, avaliada pela razão cintura-estatura (RCE), com o histórico e a gravidade de quedas em pessoas idosas brasileiras residentes na comunidade. MÉTODO: Tratou-se de estudo transversal e multicêntrico, realizado em 2023-2024 com pessoas idosas (= 60 anos) residentes nos municípios dos estados do Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Os desfechos foram os históricos e a gravidade de quedas avaliados pelo relato de uma ou mais quedas no último ano, e pela necessidade de atendimento hospitalar e/ou ocorrência de imobilidade decorrente da queda, respectivamente. A exposição foi definida pelo agrupamento das variáveis obesidade geral (IMC =30 kg/m²) e adiposidade central (RCE &gt;0,5), classificadas em três subcategorias: 1) sem obesidade e sem adiposidade central; 2) somente uma das condições; e 3) ambas as condições.Estimaram-se a oddsratios (OR) brutas e ajustadas por meio da regressão logística multivariável, com ajuste para sexo (masculino/feminino), faixa etária (60-69; 70-79; 80 ou mais),acuidade visual (preservada/comprometida), estado civil (solteiro; casado ou com companheiro; divorciado ou viúvo), multimorbidade (2 ou mais doenças crônicas autorrelatadas) e nível de atividade física (Suficiente/insuficiente). RESULTADOS: Foram analisadas 757 pessoas idosas, sendo 64,6% do sexo feminino e predominantemente da faixa etária de 60-69 anos (55,6%). A prevalência de quedas foi de 35,9% (IC95%: 32,6-39,4), e, dentre esses, 36,4% (IC95%:31,0-42,5) relataram quedas graves. Em comparação ao grupo sem obesidade e sem adiposidade central, o grupo com obesidade e adiposidade central combinadas apresentou 1,87 maiores chances de quedas (IC95%: 1,04-3,34). Não foram observadas associações significativas entre obesidade equedas graves. Concluiu-se que a obesidade geral e a adiposidade central concomitantes associaram-se à maior ocorrência de quedas em pessoas idosas comunitárias, sugerindo a utilidade de medidas antropométricas simples (IMC e RCE) e combinadas para o rastreamento de maior vulnerabilidade para quedas nessa população.; Abstract: Population aging has been accompanied by an increase in chronic conditions and adverse events that compromise functionality, among which falls are recognized as a multifactorial outcome of great relevance in public health. This study aimed to analyze the associations between obesity, assessed by body mass index (BMI), and central adiposity, assessed by waist-to-height ratio (WHtR), both in isolation and in combination, with the occurrence of falls and severe falls in community-dwelling Brazilian older adults .Method: This is a cross-sectional, population-based, multicenter study conducted with elderly individuals (= 60 years). Data were collected between 2023 and 2024 in municipalities from the states of Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Santa Catarina, and Rio Grande do Sul. The outcomes analyzed were the histories of falls and severe falls, defined respectively as the report of one or more falls in the last year, and the need for hospital care and/or occurrence of immobility resulting from the fall. Exposure was defined by the grouping of general obesity variables (BMI =30 kg/m²) and central adiposity (WHtR &gt;0.5), classified into three subcategories: 1) no obesity and no central adiposity; 2) only one of the conditions; and 3) both conditions. Odds ratios (OR) were estimated as crude and adjusted values through multivariable logistic regression, adjusting for sex (male/female), age group (60-69; 70-79; 80 or more), visual acuity (preserved/compromised), marital status (single; married or cohabiting; divorced or widowed), multimorbidity (&lt;2 diseases/2 or more), and physical activity level (sufficient/insufficient).Results: A total of 757 older adults individuals were analyzed, with 64.6% being female and predominantly in the 60-69 age group (55.6%). The prevalence of falls was 35.9% (95% CI: 32.6-39.4), and among these, 36.4% (95% CI: 31.0-42.5) reported severe falls. Compared to the group without obesity and without central adiposity, the group with combined obesity and central adiposity had 1.87 times higher odds of falls (95% CI: 1.04-3.34). No significant associations were observed between the analyzed exposure and the history of severe falls. It was concluded that concurrent general obesity and central adiposity were associated with a higher occurrence of falls in community-dwelling older adults individuals, suggesting the utility of simple (BMI and WHtR) and combined anthropometric measures for screening greater vulnerability to falls in this population.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Araranguá, 2026.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Construção e viabilidade de dispositivo tecnológico para avaliação da expansibilidade torácica em recém-nascidos e lactentes</title>
<link>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273032</link>
<description>Construção e viabilidade de dispositivo tecnológico para avaliação da expansibilidade torácica em recém-nascidos e lactentes
Oliveira, Patricia do Nascimento
A avaliação da expansibilidade torácica é tradicionalmente realizada pela observação do movimento de elevação e descenso do tórax durante o ciclo respiratório. Entretanto, essa avaliação na neonatologia e pediatrica, gertalemnte é realizada de maneira predominantemente observacional, estando sujeita à experiência e à subjetividade do avaliador. Com a necessidade de avaliar a expansibilidade torácica de forma mais objetiva, o presente estudo tem como objetivo desenvolver, verificar metrologicamente e avaliar a viabilidade de aplicação de um dispositivo tecnológico para mensuração quantitativa da expansibilidade torácica em recém-nascidos e lactentes prematuros. Trata-se de um estudo experimental e de viabilidade, realizado em três etapas: construção do dispositivo, testes de bancada para avaliação de suas propriedades metrológicas e avaliação da viabilidade na aplicação com recém-nascidos e lactentes prematuros no ambiente ambulatorial. O dispositivo foi composto por microcontrolador ESP32, sensor magnético AS5600, display OLED e transmissão de dados via Bluetooth para aplicativo móvel. Para o estudo de viabilidade, as medidas de expansibilidade torácica foram obtidas em tempo real pelas variações do perímetro torácico durante o ciclo respiratório. Cada participante foi avaliado três vezes consecutivas para análise da estabilidade das medidas. A mediana da expansibilidade torácica observada foi de 0,35 cm (0,16?1,54). A comparação entre as três mensurações não evidenciou diferença estatisticamente significativa (?² = 3,25; p = 0,19), indicando estabilidade das medidas. A análise de confiabilidade demonstrou excelente consistência entre as avaliações (ICC = 0,988; IC95%: 0,95?0,998). O dispositivo apresentou boa aplicabilidade no contexto ambulatorial. O dispositivo fornece medidas objetivas da expansibilidade torácica nessa população, contribuindo para precisão na avaliação respiratória e para o monitoramento clínico.; Abstract: The assessment of thoracic expansion is traditionally performed by observing the elevation and descent of the chest during the respiratory cycle. However, this evaluation is usually conducted in a predominantly observational manner and is therefore subject to the examiner?s experience and subjectivity. Considering the need for a more objective evaluation of thoracic expansion, the present study aimed to develop, perform metrological verification, and evaluate the feasibility of applying a technological device for the quantitative measurement of thoracic expansion in preterm newborns and infants. This is an experimental and feasibility study conducted in three stages: device construction, bench testing to assess its metrological properties, and feasibility evaluation during application in preterm newborns and infants in an outpatient setting. The device consisted of an ESP32 microcontroller, an AS5600 magnetic sensor, an OLED display, and Bluetooth data transmission to a mobile application. For the feasibility study, thoracic expansion measurements were obtained in real time from variations in thoracic perimeter during the respiratory cycle. Each participant was evaluated three consecutive times to analyze measurement stability. The median thoracic expansion observed was 0.35 cm (0.16?1.54). Comparison among the three measurements showed no statistically significant difference (?² = 3.25; p = 0.19), indicating measurement stability. Reliability analysis demonstrated excellent consistency between assessments (ICC = 0.988; 95% CI: 0.95?0.998). The device showed good applicability in the outpatient context. The device has the potential to provide objective measurements of thoracic expansion in this population, contributing to greater precision in respiratory assessment and clinical monitoring.
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Programa de Pós-Graduação em Ciências da Reabilitação, Araranguá, 2026.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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