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<title>TCC Nutrição</title>
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<subtitle>Nutrição</subtitle>
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<updated>2026-10-19T20:39:53Z</updated>
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<title>Intervenções nutricionais para melhora do sono em mulheres no climatério e menopausa</title>
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<name>Guesser, Luana Matias Schmitt</name>
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<name>Cunha, Nathália da</name>
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<updated>2026-10-05T15:16:36Z</updated>
<published>2026-07-04T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Intervenções nutricionais para melhora do sono em mulheres no climatério e menopausa
Guesser, Luana Matias Schmitt; Cunha, Nathália da
O climatério e a menopausa são fases marcadas por alterações hormonais e&#13;
fisiológicas que podem impactar negativamente a qualidade do sono e a qualidade&#13;
de vida das mulheres. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo&#13;
investigar, por meio de revisão narrativa da literatura, as intervenções nutricionais&#13;
descritas como estratégias para a melhora da qualidade do sono em mulheres no&#13;
climatério e na menopausa. As buscas foram realizadas nas bases de dados&#13;
PubMed/MEDLINE, SciELO, Scopus e LILACS, utilizando descritores relacionados à&#13;
menopausa, sono, nutrição e intervenções dietéticas. Foram incluídos artigos&#13;
publicados entre 2010 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol, que&#13;
abordassem a relação entre componentes da dieta, padrões alimentares ou&#13;
intervenções nutricionais e a qualidade do sono nessa população. A análise dos&#13;
estudos demonstrou que a alimentação exerce papel relevante na regulação do&#13;
sono, destacando-se a dieta mediterrânea como o padrão alimentar associado às&#13;
evidências mais consistentes de melhora da qualidade, duração e continuidade do&#13;
sono. Observou-se ainda que a adequação da ingestão de micronutrientes&#13;
envolvidos na síntese de melatonina, como magnésio, zinco e vitaminas do&#13;
complexo B, bem como o consumo adequado de vitamina D e vitamina E, pode&#13;
favorecer a saúde do sono. Compostos bioativos, fitoterápicos e fitoestrógenos,&#13;
especialmente as isoflavonas, também apresentaram resultados promissores,&#13;
embora ainda existam limitações quanto à consistência das evidências. Além disso,&#13;
fatores relacionados à crononutrição mostraram-se relevantes para a qualidade do&#13;
sono, enquanto o consumo excessivo de cafeína, álcool e alimentos de alto índice&#13;
glicêmico foi associado a prejuízos na qualidade e na duração do sono. Conclui-se&#13;
que as intervenções nutricionais representam uma estratégia não farmacológica&#13;
promissora para a promoção da saúde do sono em mulheres no climatério e na&#13;
menopausa. Entretanto, a heterogeneidade metodológica dos estudos e a escassez&#13;
de ensaios clínicos robustos reforçam a necessidade de novas pesquisas para&#13;
subsidiar recomendações nutricionais mais precisas e individualizadas para essa&#13;
população.; Climacteric and menopause are phases marked by hormonal and physiological&#13;
changes that can negatively impact women's sleep quality and quality of life. In this&#13;
context, the present study aimed to investigate, through a narrative literature review,&#13;
the nutritional interventions described as strategies for improving sleep quality in&#13;
women during climacteric and menopause. Searches were conducted in the&#13;
PubMed/MEDLINE, SciELO, Scopus, and LILACS databases, using descriptors&#13;
related to menopause, sleep, nutrition, and dietary interventions. Articles published&#13;
between 2010 and 2025, in Portuguese, English, and Spanish, that addressed the&#13;
relationship between dietary components, dietary patterns, or nutritional interventions&#13;
and sleep quality in this population were included. The analysis of the studies&#13;
demonstrated that diet plays a relevant role in sleep regulation, with the&#13;
Mediterranean diet standing out as the dietary pattern associated with the most&#13;
consistent evidence of improved sleep quality, duration, and continuity. It was also&#13;
observed that adequate intake of micronutrients involved in melatonin synthesis,&#13;
such as magnesium, zinc, and B vitamins, as well as adequate consumption of&#13;
vitamin D and vitamin E, can promote sleep health. Bioactive compounds,&#13;
phytotherapeutic agents, and phytoestrogens, especially isoflavones, also showed&#13;
promising results, although there are still limitations regarding the consistency of the&#13;
evidence. In addition, factors related to chrononutrition proved relevant to sleep&#13;
quality, while excessive consumption of caffeine, alcohol, and high-glycemic-index&#13;
foods was associated with impairments in sleep quality and duration. It is concluded&#13;
that nutritional interventions represent a promising non-pharmacological strategy for&#13;
promoting sleep health in women during the climacteric and menopause. However,&#13;
the methodological heterogeneity of the studies and the scarcity of robust clinical&#13;
trials reinforce the need for further research to support more precise and&#13;
individualized nutritional recommendations for this population.
TCC (graduação)- Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Nutrição.
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<dc:date>2026-07-04T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Consumo alimentar e práticas culinárias de gestantes residentes na Grande Florianópolis</title>
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<name>Araujo, Mariana Bruning de</name>
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<name>Apelião, Letícia Flores</name>
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<updated>2026-07-23T13:52:01Z</updated>
<published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Consumo alimentar e práticas culinárias de gestantes residentes na Grande Florianópolis
Araujo, Mariana Bruning de; Apelião, Letícia Flores
A alimentação durante a gestação exerce influência direta sobre a saúde materna e &#13;
o desenvolvimento fetal, tornando a avaliação do consumo alimentar e das práticas &#13;
culinárias de gestantes relevante para o planejamento de ações de saúde e &#13;
educação nutricional. O presente estudo teve como objetivo avaliar o consumo &#13;
alimentar e as práticas culinárias de gestantes residentes na Grande Florianópolis, &#13;
Santa Catarina. Trata-se de um estudo observacional, transversal e descritivo, de &#13;
caráter exploratório, realizado com 44 gestantes adultas recrutadas por &#13;
conveniência. A coleta de dados foi realizada por meio de questionário online &#13;
autoaplicável, contemplando informações sociodemográficas, dados gestacionais, &#13;
questionário de frequência alimentar e questões sobre práticas culinárias. A análise &#13;
dos dados foi descritiva, com cálculo de frequências absolutas e relativas e medidas &#13;
de tendência central, utilizando o software SPSS. O estudo foi aprovado pelo Comitê &#13;
de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Federal de Santa &#13;
Catarina. A amostra apresentou idade média de 31,98 ± 5,65 anos e idade &#13;
gestacional média de 25,07 ± 9,55 semanas. O índice de massa corporal &#13;
pré-gestacional médio foi de 25,30 ± 4,64 kg/m², caracterizando início da gestação &#13;
em faixa de sobrepeso. A prevalência de anemia foi de 29,5%, mesmo diante do uso &#13;
frequente de suplementação de ferro, relatado por 63,6% das participantes. Em &#13;
relação ao consumo alimentar, identificou-se frequência satisfatória de ingestão de &#13;
ovos, carnes, frutas e laticínios, em contraste com baixo consumo de pescados &#13;
frescos, oleaginosas e sementes. O consumo de alimentos ultraprocessados foi &#13;
recorrente, com destaque para molhos prontos (43,2% com consumo semanal ou &#13;
mais), requeijão (54,5%), refrigerantes (27,2%) e margarina (29,5%). Quanto aos &#13;
alimentos com recomendação de restrição, o consumo frequente de cafeína foi o &#13;
achado de maior relevância clínica, presente em 45,4% das gestantes. &#13;
Comportamentos associados a risco sanitário, como consumo de carne mal passada &#13;
(15,9%), sushi (31,1%) e queijos não pasteurizados (15,9%), foram identificados em &#13;
parcela da amostra. As práticas culinárias foram predominantemente positivas, com &#13;
88,6% das gestantes referindo cozinhar em casa ao menos três vezes na semana, &#13;
embora 65,9% tenham relatado que cozinhariam com maior frequência se &#13;
dispusessem de mais tempo. As redes sociais foram a principal fonte de informação &#13;
alimentar durante a gestação (52,2%), superando profissionais de saúde, e apenas &#13;
27,3% das participantes relataram acompanhamento com nutricionista. Os achados &#13;
evidenciam um padrão alimentar misto, com inadequações nutricionalmente &#13;
relevantes coexistindo com comportamentos positivos, e reforçam a importância da &#13;
ampliação do acompanhamento nutricional no pré-natal e do desenvolvimento de &#13;
estratégias de educação alimentar direcionadas a esse grupo.
TCC (graduação)- Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Nutrição.
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<dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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