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<title>TCC Fonoaudiologia</title>
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<subtitle>Fonoaudiologia</subtitle>
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<updated>2026-09-05T20:21:03Z</updated>
<dc:date>2026-09-05T20:21:03Z</dc:date>
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<title>Sintomas cocleovestibulares autorreferidos pré e pós Covid-19</title>
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<name>Mattos, Beatriz Josemar de</name>
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<updated>2026-07-21T21:38:57Z</updated>
<published>2026-07-17T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Sintomas cocleovestibulares autorreferidos pré e pós Covid-19
Mattos, Beatriz Josemar de
Objetivo: caracterizar as queixas cocleovestibulares autorreferidas pós COVID-19 em&#13;
adultos, sua ocorrência e comparar com as queixas prévias à infecção. Métodos:&#13;
estudo descritivo, observacional, quantitativo, de delineamento longitudinal, realizado&#13;
com 16 adultos submetidos à avaliação auditiva pré e pós contaminação pelo vírus&#13;
SARS-CoV-2. Informações referentes aos sintomas cocleovestibulares presentes&#13;
antes da infecção foram obtidas dos prontuários da primeira avaliação, enquanto os&#13;
dados posteriores foram coletados por meio de questionário específico. Além disso,&#13;
por meio do questionário, foi averiguada a condição de saúde geral pré e pós&#13;
contaminação e informações sobre a saúde no momento da contaminação.&#13;
Resultados: amostra composta por 12 homens e quatro mulheres, com média de&#13;
32,94 anos, que apresentaram formas leves da COVID-19 e não necessitaram de&#13;
hospitalização. Não foram relatadas queixas de otalgia, tontura, sensibilidade aos&#13;
sons do dia a dia ou dificuldade de comunicação no silêncio. A ocorrência dos&#13;
sintomas de dificuldade para ouvir (6,25%) e a dificuldade de comunicação no ruído&#13;
(12,5%) manteve-se sem alteração nos dois momentos avaliados. A ocorrência do&#13;
sintoma de plenitude aural aumentou 12,5% no período pós-COVID-19, enquanto o&#13;
desconforto a sons intensos aumentou 6,25%. O zumbido foi referido por 18,75% dos&#13;
participantes nos dois períodos, porém apresentou comportamento variável, com&#13;
surgimento do sintoma em um participante e desaparecimento em outro. As&#13;
dificuldades de comunicação em ambientes desafiadores já estavam presentes antes&#13;
da infecção. Conclusão: observou-se baixa ocorrência de sintomas&#13;
cocleovestibulares em adultos com formas leves de COVID-19. Houve aumento dos&#13;
sintomas de plenitude aural e desconforto a sons intensos.; Purpose: To characterize self-reported cochleovestibular complaints after COVID-19 in&#13;
adults, determine their occurrence, and compare them with complaints reported before the&#13;
infection. Methods: This was a descriptive, observational, quantitative, longitudinal&#13;
study conducted with 16 adults who underwent audiological assessment before and&#13;
after infection with the SARS-CoV-2 virus. Information regarding cochleovestibular&#13;
symptoms present before infection was obtained from the medical records of the initial&#13;
assessment, whereas post-infection data were collected using a specific&#13;
questionnaire. In addition, the questionnaire was used to investigate general health&#13;
status before and after infection, as well as health-related information at the time of&#13;
infection. Results: The sample consisted of 12 men and four women, with a mean age&#13;
of 32.94 years; all presented mild forms of COVID-19 and did not require&#13;
hospitalization. No complaints of otalgia, dizziness, sensitivity to everyday sounds, or&#13;
communication difficulties in silence were reported. The occurrence of symptoms of&#13;
hearing difficulty (6.25%) and communication difficulties in noise (12.5%) remained&#13;
unchanged at both assessment periods. The occurrence of the symptom of aural&#13;
fullness increased by 12.5% in the post-COVID-19 period, while discomfort to intense&#13;
sounds increased by 6.25%. Tinnitus was reported by 18.75% of participants in both&#13;
periods; however, it showed variable behavior, with the symptom appearing in one&#13;
participant and disappearing in another. Communication difficulties in challenging&#13;
environments were already present before infection. Conclusion: A low occurrence of&#13;
cochleovestibular symptoms was observed in adults with mild forms of COVID-19.&#13;
There was an increase in symptoms of aural fullness and discomfort to intense sounds.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Fonoaudiologia.
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<dc:date>2026-07-17T00:00:00Z</dc:date>
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<title>MEDIDAS VOCAIS COMO INDICADORES FUNCIONAIS DE ALTERAÇÃO DOS MECANISMOS DE PROTEÇÃO DAS VIAS AÉREAS EM PACIENTES COM DISFAGIA OROFARÍNGEA: REVISÃO DE ESCOPO</title>
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<name>Crispim, Laura Martins</name>
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<updated>2026-01-24T00:39:04Z</updated>
<published>0022-01-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">MEDIDAS VOCAIS COMO INDICADORES FUNCIONAIS DE ALTERAÇÃO DOS MECANISMOS DE PROTEÇÃO DAS VIAS AÉREAS EM PACIENTES COM DISFAGIA OROFARÍNGEA: REVISÃO DE ESCOPO
Crispim, Laura Martins
Objetivo: Mapear quais medidas da avaliação multidimensional da voz são utilizadas como&#13;
indicadores funcionais indiretos de alterações nos mecanismos de proteção de vias aéreas&#13;
(MPVA) em pacientes com disfagia orofaríngea. Metodologia: Protocolo de revisão de&#13;
escopo, a ser registrado no Open Science Framework, conduzido conforme as recomendações&#13;
do Joanna Briggs Institute (JBI) e descrito de acordo com as diretrizes PRISMA-ScR e&#13;
PRISMA-P. A pergunta de pesquisa e os critérios de elegibilidade foram definidos com base&#13;
no mnemônico PCC. Foram incluídos estudos que utilizaram medidas vocais como&#13;
indicadores de disfagia orofaríngea em participantes acima de três anos, sem restrição de&#13;
idioma ou período. A busca foi realizada em bases eletrônicas e literatura cinzenta,&#13;
complementada por rastreamento de referências, citações e contato com especialistas. A&#13;
seleção seguirá três etapas: triagem de títulos e resumos; leitura do texto completo; e revisão&#13;
das listas de referências. O processo foi realizado por dois revisores independentes e às cegas,&#13;
com divergências solucionadas por consenso ou por um terceiro revisor. A extração dos dados&#13;
seguiu protocolo previamente testado e incluiu informações sobre publicação, amostra,&#13;
avaliação da deglutição, avaliação vocal e contexto de aplicação. Os resultados apresentados&#13;
em tabelas e síntese narrativa, complementados por estatísticas descritivas. Apenas estudos&#13;
que aplicaram a Escala FOIS, a Escala ASHA e/ou exames de imagem para diagnóstico de&#13;
disfagia serão considerados. Resultados: 41 artigos foram incluídos. A amostra encontrada&#13;
foi majoritariamente idosa, com doenças variadas. Não houve protocolo em comum, nem&#13;
consistências e volumes padronizados para a realização dos estudos. As medidas vocais mais&#13;
estudadas foram voz molhada, intensidade vocal, F0 máximo, alterações nos formantes,&#13;
tempo máximo de fonação e combinações de múltiplos parâmetros. Discussão: O&#13;
mapeamento dos parâmetros vocais evidenciou a heterogeneidade das evidências disponíveis&#13;
na literatura, dificultando a síntese de resultados e análise de dados. O parâmetro mais&#13;
difundido é a voz molhada, porém os estudos apresentam divergências quanto à significância&#13;
e sensibilidade desta medida. Conclusão: A voz molhada continua sendo o parâmetro vocal&#13;
mais utilizado para inferir disfagia, em relação ao comprometimento da segurança da&#13;
deglutição, porém apesar de apresentar alguma proximidade com sinal clínico de aspiração,&#13;
tanto a voz molhada, como a alteração da F0 e a baixa intensidade vocal se mostraram&#13;
medidas ainda frágeis de evidência científica.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Fonoaudiologia.
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<dc:date>0022-01-20T00:00:00Z</dc:date>
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