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<title>Departamento de Química</title>
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<updated>2026-04-10T05:04:55Z</updated>
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<title>Dispositivo para a avaliação da polaridade de solventes baseado em uma ssonda luminescente associada a um filme polimérico</title>
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<name>Costa, Dafiny da Silva Souza</name>
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<updated>2025-09-11T11:17:01Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Dispositivo para a avaliação da polaridade de solventes baseado em uma ssonda luminescente associada a um filme polimérico
Costa, Dafiny da Silva Souza
A polaridade de solventes é fundamental na química, pois afeta solubilidade, reatividade e processos biológicos. Moléculas polares, como a água, dissolvem compostos polares ou iônicos, enquanto apolares, como o hexano, interagem melhor entre si. Assim, compreender a polaridade auxilia na formulação de solventes e no estudo de interações moleculares. Uma forma de investigá-la é pelo uso de sondas solvatocrômicas e fluorescentes, que alteram espectros de absorção ou emissão conforme o meio, permitindo relacionar cor ou intensidade da fluorescência à polaridade.&#13;
&#13;
Este trabalho avaliou o iodeto de 4–[4–(dimetilamino)estiril]–1–metilpiridínio (DSMI), uma sonda fluorescente com propriedades pericrômicas. O corante foi sintetizado, caracterizado por ponto de fusão e RMN de ¹H e testado em diferentes solventes puros. Os espectros UV-vis mostraram variações de absorção dependentes da polaridade, confirmando o caráter solvatocrômico.&#13;
&#13;
Na etapa seguinte, o DSMI foi incorporado em filmes de poli(metil metacrilato) (PMMA), polímero transparente e resistente, aditivado com dibutilftalato (DBF). Os filmes exibiram fluorescência amarelo-esverdeada sob luz UV, sugerindo polaridade interna próxima ao etanol. Ensaios de resistência mostraram que a fluorescência permaneceu praticamente inalterada, indicando proteção do corante na matriz. Entretanto, ocorreu perda estrutural em alguns casos, principalmente na presença de DMF.&#13;
&#13;
Em meio ácido, observou-se que a hidrofobicidade do PMMA impede a protonação do grupo dimetilanilino, preservando a estrutura do corante. Assim, os filmes de PMMA contendo DSMI foram obtidos com sucesso, apresentando estabilidade e fluorescência característica. Embora não sejam adequados para estudos diretos de solvatação, os resultados confirmam o potencial do DSMI como sonda pericrômica em matrizes poliméricas. Como perspectiva, sugere-se explorar novas sondas, polímeros e o uso complementar da fluorescência de emissão.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamendo de Química.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese das Oximas de partidas para ciclização intramolecular e obtenção de Isoxazóis Selenilados</title>
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<name>Baptista, Marcelo</name>
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<updated>2025-09-10T21:30:40Z</updated>
<published>2025-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Síntese das Oximas de partidas para ciclização intramolecular e obtenção de Isoxazóis Selenilados
Baptista, Marcelo
A obtenção de compostos heterocíclicos bioativos utilizando a metodologia eletrossintética é de grande relevância na síntese orgânica e desperta grande interesse medicinal pelas suas propriedades biológicas. Dentre esses compostos, destacam-se os derivados de isoxazóis.&#13;
Os materiais de partida, O-metil oximas, foram sintetizados em duas etapas reacionais. A primeira etapa via acoplamento catalisado por paládio e a segunda etapa pela reação das cetonas acetilênicas com cloridrato de metoxilamina. Variou-se diferentes substituintes doadores, retiradores e volumosos de densidade eletrônica, obtendo bons rendimentos nas condições metodológicas aplicadas.&#13;
A fim de exemplificar as possíveis aplicações sintéticas dos O-metil oximas sintetizadas, utilizou-se uma reação eletrossintética para a síntese do isoxazol selenilado com rendimento de 97%. Destaca-se que a reação, em concordância com a Química Verde, uma abordagem sustentável, utilizou corrente elétrica para promover a conversão dos substratos em produtos, diminuindo assim a produção de resíduos e subprodutos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Departamento de Química.
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<dc:date>2025-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Viabilização de revestimentos em camadas de polieletrólitos para proteção anticorrosiva da liga de magnésio az31</title>
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<name>Guedes, André Maia</name>
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<updated>2025-09-10T20:20:09Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Viabilização de revestimentos em camadas de polieletrólitos para proteção anticorrosiva da liga de magnésio az31
Guedes, André Maia
As ligas de magnésio apresentam relevância significativa em diversas áreas de desenvolvimento tecnológico, incluindo engenharia aeroespacial e biomédica, notadamente na fabricação de implantes. Essa versatilidade é atribuída, sobretudo, à sua elevada resistência mecânica, alta capacidade de amortecimento e baixa densidade. Além disso, o magnésio possui a particularidade de ser biodegradável por microrganismos, característica que o torna promissor no contexto da química sustentável. Entretanto, seu baixo potencial padrão de redução torna essas ligas extremamente suscetíveis à corrosão, o que impõe a necessidade do emprego de estratégias eficazes de proteção, como o uso de revestimentos protetores, para viabilizar sua aplicação comercial.&#13;
Convencionalmente, muitos desses revestimentos incorporam compostos tóxicos, como sais de cromo ou materiais insolúveis em água, cuja manipulação exige solventes orgânicos, impactando negativamente o meio ambiente. Nesse contexto, revestimentos naturais, hidrossolúveis e biodegradáveis surgem como alternativas ambientalmente sustentáveis para a mitigação da corrosão em ligas de magnésio.&#13;
Polissacarídeos, amplamente disponíveis na natureza, destacam-se como candidatos promissores a revestimentos anticorrosivos, especialmente quando submetidos a modificações estruturais. Apesar da solubilidade em água favorecer a formulação de sistemas sustentáveis, essa propriedade também pode comprometer a estabilidade do revestimento na superfície metálica. Tal limitação pode ser contornada por meio da incorporação de agentes reticulantes, que promovem a redução da solubilidade do polímero após a aplicação, ou pela escolha de polissacarídeos cuja solubilidade seja dependente do pH. A pectina e a quitosana são exemplos de polissacarídeos naturais com bom desempenho como revestimentos protetores para ligas de magnésio, como a AZ31 (SANTOS et al., 2024) (FARES; MAAYTA; AL-QUDAH, 2012). &#13;
Estudos envolvendo hidrogéis híbridos de pectina e quitosana demonstraram que esses materiais são capazes de regenerar sua integridade estrutural após sofrerem danos mecânicos, fenômeno conhecido como self-healing, resultante da interação eletrostática entre cargas parciais opostas presentes nas cadeias poliméricas. Revestimentos anticorrosivos que apresentem essa capacidade autorregenerativa podem oferecer maior durabilidade e desempenho a longo prazo. Essa potencialidade será objeto de investigação no presente projeto de pesquisa.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Síntese e reatividade de complexos organometálicos de rutênio contendo ligantes α-diimínicos visando aplicações biológicas</title>
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<name>Carvalho, Gabriel</name>
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<updated>2025-09-09T16:12:13Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Síntese e reatividade de complexos organometálicos de rutênio contendo ligantes α-diimínicos visando aplicações biológicas
Carvalho, Gabriel
Os compostos de coordenação com centro metálico de rutênio têm se demonstrado plataformas promissoras para o desenvolvimento de novos complexos organometálicos que podem apresentar diferentes aplicações, desde o combate às enfermidades, ao uso como estruturas catalíticas. Dentre as principais justificativas para o estudo de compostos de coordenação contendo o metal rutênio, vale destacar sua vasta gama de estados de oxidação e sua atribuída baixa toxicidade. Por apresentarem propriedades diversas e grande versatilidade estrutural, compostos de rutênio associados a ligantes da classe dos arenos passaram a ser alvo de muitos estudos, caracterizados por estruturas aromáticas, nas quais o anel se coordena ao centro metálico através de sua nuvem π deslocalizada, trazendo estabilidade e dificultando a oxidação do metal, como visto no ciclopentadienil, que apresenta diversos modos de coordenação e é capaz de trazer caráter anfifílico ao composto, conferindo notável estabilidade ao ser associado ao centro metálico de rutênio. Entre os ligantes comumente explorados em complexos de coordenação, os N,N, se destacam por apresentarem propriedades de estabilização, pela distribuição de carga entre eles e o metal, além da versatilidade estrutural favorecida a partir da adição de substituintes para a modulação das propriedades eletrônicas e estéricas do ligante. Com base nesses dados, o presente trabalho reporta a síntese e a caracterização de cinco complexos de rutênio(II), de fórmula geral [RuClCpRPh-DAB] (onde R = OMe [1a], Me [1b], H [1c], Br [1d] e I [1e]), dentre os quais 4 são inéditos. Foi realizada a variação dos substituintes R nas estruturas dos ligantes α-diiminas diazabutadienos (DAB), com o intuito investigar a reatividade, além das propriedades eletrônicas e estruturais, através das técnicas instrumentais de espectroscopia na região do IV e do UV-Vis e ressonância magnética nuclear de hidrogênio, alinhando os objetivos do trabalho com o eixo de Tecnologia e Inovação do Seminário de Iniciação Científica, visando contribuir ao estudo dos novos complexos de coordenação. Seguindo metodologias de síntese adaptadas da literatura, foi possível obter os complexos em bom rendimento e reprodutibilidade, demonstrando a influência dos ligantes injetores e retiradores de densidade eletrônica no sistema através das caracterizações instrumentais, tornando viável a perspectiva de continuidade dos sistemas em possíveis testes biológicos.
Vídeo resumindo trabalho de iniciação científica PIBIC - Ciclo 2024/25.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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