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<title>Blumenau - Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais (EMT)</title>
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<updated>2026-04-11T05:12:57Z</updated>
<dc:date>2026-04-11T05:12:57Z</dc:date>
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<title>Membranas nanofibrosas eletrofiadas de poli(ácido láctico) com nanopartículas de óxido de zinco e óleo essencial de menta para curativos avançados.</title>
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<name>Gruber, Sabrina</name>
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<updated>2025-09-15T22:56:40Z</updated>
<published>2025-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Membranas nanofibrosas eletrofiadas de poli(ácido láctico) com nanopartículas de óxido de zinco e óleo essencial de menta para curativos avançados.
Gruber, Sabrina
A pele, maior órgão do corpo humano, desempenha papel essencial na proteção e, quando lesionada, torna-se suscetível à ação de microrganismos, o que pode comprometer a cicatrização. Nesse contexto, curativos avançados têm sido desenvolvidos com o uso de nanotecnologia, destacando-se o processo de fabricação através da eletrofiação, que é capaz de produzir fibras em escala micro e nanométrica e formar membranas tridimensionais com alta porosidade e área superficial. Neste trabalho, empregou-se o poli(ácido lático) (PLA) como matriz polimérica com óxido de zinco (ZnO) e óleo essencial de menta (OEM), visando a obtenção de membranas com propriedades funcionais para aplicações em curativos.  A metodologia de preparo da solução utilizou os solventes diclorometano (DCM) e dimetilformamida (DMF), PLA e 1%m de ZnO e adição de as concentrações de 1, 5, 10 e 20%m OEM. A solubilização do polímero foi realizada em uma razão de 3/1 de DCM/DMF a 65 °C, seguida da adição das partículas e dispersão em ponteira ultrassônica a temperatura ambiente e posterior eletrofiação. As caracterizações evidenciaram que as membranas apresentam estrutura porosa tridimensional com fibras aleatórias, sem defeitos ou aglomerados de ZnO, além de redução no diâmetro em relação ao PLA puro. Os espectros de FTIR confirmaram que a incorporação de ZnO e OEM não alterou as bandas características do PLA. As análises de TGA/DTGA indicaram duas etapas de degradação com adição de OEM e redução da estabilidade térmica com a adição do ZnO, enquanto a DSC revelou uma diminuição da Tg e Tm. O ensaio de ângulo de contato demonstrou aumento da hidrofobicidade com a adição de OEM, e a análise de permeabilidade ao vapor de água (PVA) mostrou acréscimo de aproximadamente 23%m em relação ao PLA puro. O ensaio de intumescimento demonstrou que o PLA puro e a membrana 1%m OEM apresentaram maior ganho de massa, enquanto concentrações mais elevadas de OEM (5, 10 e 20%m) resultaram em menor absorção. Por último o ensaio de tração evidenciou que a tensão máxima decaiu com a elevação da concentração de OEM, enquanto a presença de ZnO não promoveu variações significativas nas propriedades mecânicas.
Resultados IC - Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Campus Blumenau&#13;
Engenharia de Materiais
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<dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Scaffolds de alginato/amido/nanoparticulas de argila para regeneração óssea</title>
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<name>Mendes, Ana Carolina Mendes</name>
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<updated>2025-09-11T20:48:52Z</updated>
<published>2025-08-29T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Scaffolds de alginato/amido/nanoparticulas de argila para regeneração óssea
Mendes, Ana Carolina Mendes
Este trabalho investigou o uso de polímeros naturais — alginato, amido e argila montmorilonita — para o desenvolvimento de scaffolds bioimpressos com potencial aplicação na regeneração óssea. As formulações foram avaliadas quanto à estabilidade durante a impressão de acordo com o teor de argila incorporada, intumescimento, degradação e molhabilidade. Os resultados indicaram que a adição de montmorilonita em maior concentração (4%) favoreceu a integridade estrutural dos scaffolds, enquanto o amido contribuiu para maior hidrofilicidade. A condição de reticulação com CaCl₂ 4% por 2h destacou-se pelo equilíbrio entre absorção de água e estabilidade frente à degradação. Conclui-se que a combinação entre esses biomateriais permite ajustar as propriedades dos scaffolds, tornando-os promissores para aplicações em engenharia de tecidos ósseos.
seminário de Iniciação científica e Tecnológica.  Universidade Federal de Santa Catarina – Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais – Engenharia de Materiais
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<dc:date>2025-08-29T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Fotocatálise de corantes industriais com semicondutores ZnO dopados</title>
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<name>Pedron, João Vitor</name>
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<updated>2025-09-11T11:19:52Z</updated>
<published>2025-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fotocatálise de corantes industriais com semicondutores ZnO dopados
Pedron, João Vitor
Esta pesquisa investiga a fotodegradação de corantes industriais por meio de fotocatálise heterogênea, utilizando semicondutores de óxido de zinco (ZnO) puro e dopado com európio (Eu) como fotocatalisadores. O trabalho está motivado pelo desafio ambiental apresentado pelos corantes sintéticos em efluentes têxteis, que são recalcitrantes e de difícil remoção por técnicas convencionais. O estudo abrange uma fundamentação teórica sobre corantes (azul de metileno, red ácido 239 e red reativo 239), teoria de bandas, estruturas semicondutoras e o impacto da dopagem no desempenho fotocatalítico do ZnO. A metodologia experimental compreende síntese dos semicondutores, caracterização por difração de raios X (DRX) e espectroscopia UV-Vis, além de testes de degradação em câmara UVC monitorados por curvas de calibração e medições de absorbância.&#13;
&#13;
Os resultados mostram que o ZnO dopado com 1% de Eu obteve o melhor desempenho na degradação do Red Reativo 239, com 83% de remoção em 3 horas de irradiação UVC. ZnO puro atingiu 67% e ZnO:2%Eu alcançou 60%. No caso do azul de metileno e do red ácido 239, a eficiência dos fotocatalisadores foi menor, evidenciando que a interação corante-catalisador influencia fortemente o processo. Observou-se que a dopagem com Eu favorece a separação de cargas e reduz a recombinação dos pares elétron-lacuna, aumentando a disponibilidade de radicais oxidativos para a degradação dos corantes. Testes com diferentes massas de fotocatalisador demonstraram que aumentos moderados podem elevar a taxa de degradação, mas o excesso causa limitações devido à competição por luz incidente.&#13;
&#13;
O trabalho enfatiza a relevância das técnicas analíticas como UV-Vis e DRX para o acompanhamento da reação e entendimento do mecanismo de fotodegradação. Conclui-se que a escolha criteriosa do semicondutor, o nível de dopagem e a otimização das condições experimentais são cruciais para maximizar a eficiência da remoção de corantes. Recomenda-se investigar novos elementos dopantes, ampliar o uso de radiação solar e explorar alternativas para aplicação em escala industrial, visando processos mais sustentáveis para o tratamento de efluentes têxteis.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico, de Ciências Exatas e Educação Engenharia de materiais.
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<dc:date>2025-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliando as propriedades fotocatalíticas da ferrita de bismuto dopada com lantânio e cério.</title>
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<name>Santos, Rafaela Yasmin Felinto dos</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268470</id>
<updated>2025-09-09T14:04:19Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliando as propriedades fotocatalíticas da ferrita de bismuto dopada com lantânio e cério.
Santos, Rafaela Yasmin Felinto dos
Este trabalho teve como objetivo principal a avaliação de propriedades fotocatalíticas da ferrita de bismuto (BiFeO₃ – BFO), pura e dopada com lantânio (La³⁺) e cério (Ce⁴⁺) sintetizadas pela rota cerâmica, na degradação dos corantes Azul de Metileno, Red Reativo 239 e Red Ácido 249 sob irradiação ultravioleta. Também teve como meta iniciar a construção de uma câmara fotocatalítica que atua na região do visível. Amostras de BFO sintetizadas e calcinadas a 850ºC com patamares distintos (1h, 3h e 5h) foram previamente caracterizadas para confirmar a incorporação dos dopantes. Ensaios de fotodegradação foram realizados com monitoramento espectrofotométrico para avaliar a variação da concentração dos corantes ao longo do tempo. Os resultados indicaram eficiência fotocatalítica limitada, com remoções máximas de corantes inferiores a 40%, aquém do desempenho esperado conforme reportado na literatura (em alguns casos &gt;70%), provavelmente devido o caráter ácido (pH≈4) do meio. Observou-se que a dopagem com lantânio promoveu um perfil de degradação mais consistente para o Azul de Metileno, enquanto a dopagem com cério apresentou comportamento oscilatório, possivelmente devido à formação de intermediários e dinâmicos redox complexos. Para o teste com o corante Red Reativo 239, o patamar de temperatura das amostras dopadas com La influenciou positivamente a eficiência, ou seja, as amostras obtidas com patamar de 3h apresentaram melhor resultado, enquanto para os testes com o corante Red Ácido 249, a eficiência foi reduzida, atribuída à alta solubilidade e à carga aniônica do corante, que limita a interação com a superfície catalítica. Esses resultados evidenciam que, apesar das modificações na estrutura eletrônica promovidas pela dopagem, fatores como o pH do meio, a recombinação eletrônica, adsorção limitada e formação de intermediários persistentes restringem a eficiência da fotodegradação sob as condições experimentais empregadas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Coordenadoria Especial de Engenharia de Materiais. Centro Tecnológico de Ciências Exatas e Educação.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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