<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Saúde Pública</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267353" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267353</id>
<updated>2026-09-05T20:38:34Z</updated>
<dc:date>2026-09-05T20:38:34Z</dc:date>
<entry>
<title>Condições de Trabalho e Distúrbios osteomusculares Relacionados ao Trabalho:Um estudo Transversal baseado na pesquisa nacional de saúde, brasil,2019.</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268837" rel="alternate"/>
<author>
<name>Silveira, Sérgio de angeles tavares da</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268837</id>
<updated>2025-09-15T18:01:27Z</updated>
<published>2025-09-15T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Condições de Trabalho e Distúrbios osteomusculares Relacionados ao Trabalho:Um estudo Transversal baseado na pesquisa nacional de saúde, brasil,2019.
Silveira, Sérgio de angeles tavares da
Os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) abrangem um conjunto de síndromes associadas à inflamação, desgaste e degeneração de músculos, ligamentos, tendões e nervos, resultando em quadros de dor aguda e/ou crônica. Esses distúrbios estão relacionados a demandas laborais físicas, cognitivas, ambientais e organizacionais intensas, mas os estudos populacionais desta natureza na população brasileira ainda são incipientes. Descrever o perfil epidemiológico e as condições de trabalho de pessoas com DORT autorreferidas no Brasil, 2019. estudo transversal, com dados secundários de 90.116 indivíduos de 18 anos ou mais, que participaram da Pesquisa Nacional em Saúde (PNS) de 2019. A variável dependente é o diagnóstico autorreferido de DORT; enquanto as independentes incluíram características socioeconômicas (sexo, faixa etária, etnia, escolaridade, região da federação), condições de trabalho (ocupação, vínculo empregatício, deslocamento, acidentes de trabalho, uso de equipamentos de proteção individual, etc) e Hábitos de saúde (Consumo de álcool, tábaco e autopercepção de saúde). [C1] Os dados foram analisados no Stata 13.0. No Brasil, a taxa geral de DORT autorreferida por adultos, em 2019, foi de 2,37% (IC95% 2,16-2,60). Os grupos populacionais mais prevalentes foram: mulheres (3,02%), jovens trabalhadores entre 18 e 29 anos (4,71%), brancos (2,72%), ensino superior completo (2,90%), trabalhadores da região Sul (3,42%), trabalhadores não remunerados em ajuda a terceiros(5,30%), Trabalhadores industriais (4,61%), com dois vínculos de trabalho simultâneo (4,37%), jornada de trabalho noturna e regime de 24 horas menos de uma vez ao mês foram respectivamente (6,48%) e (6,23%). Os estados de São Paulo (4,42%) e Rio Grande do Sul (2,82%) apresentaram as maiores taxas, enquanto Amapá e Tocantins apresentaram as menores taxas de prevalência. Com relação às características de saúde e estilo de vida, as taxas de DORT foram maiores entre trabalhadores com autopercepção de saúde muito ruim (6,20%), uso de tabaco mesmo que menos de uma vez ao dia (3,33%) e trabalhadores com prejuízo da rotina devido ao álcool mais de 4 vezes por semana (2,69%). Considerações Finais: A taxa de DORT autorreferida no Brasil caiu 5% em relação a 2013. Apesar disso, ainda é considerado um importante problema de saúde pública. Os resultados desta pesquisa apontam maior vulnerabilidade entre jovens, mulheres, trabalhadores da região sul e sudeste, e dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Dentre as variáveis ocupacionais com maior magnitude do efeito, destacam-se: múltiplos vínculos, trabalho noturno, trabalho em regime de 24 horas, trabalhadores não remunerados com ajuda a terceiros, trabalhadores da indústria, esforço físico intenso e bico remunerado. Este estudo, de base populacional, contribui para análise da situação de saúde dos trabalhadores no país, formais e informais, ao desvelar as taxas de prevalência de DORT. Poderá ser útil para desenvolvimento de políticas públicas, bem como ações de prevenção de agravos, promoção da saúde, cuidado e reabilitação de trabalhadores brasileiros.
</summary>
<dc:date>2025-09-15T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Relação entre Hormonização e condições periodontais em pessoas usuárias do serviço especializado em saúde da população trans do município de Florianópolis SC</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268481" rel="alternate"/>
<author>
<name>Cipriano, Gabrielly Albuquerque</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268481</id>
<updated>2025-09-09T14:09:04Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Relação entre Hormonização e condições periodontais em pessoas usuárias do serviço especializado em saúde da população trans do município de Florianópolis SC
Cipriano, Gabrielly Albuquerque
A hormonização pode representar uma etapa fundamental no processo de afirmação de gênero para as pessoas Trans. Porém, esse processo pode influenciar no surgimento de alterações sistêmicas que afetam diretamente a saúde bucal, especialmente os tecidos periodontais. O presente trabalho busca investigar se existe associação entre a hormonioterapia e possíveis alterações periodontais nas pessoas Trans usuárias do ambulatório trans do município de Florianópolis/SC. Entre os parâmetros avaliados estão o Índice Periodontal Comunitário (CPI) e o Índice de Perda de Inserção Periodontal (PIP).
Seminário de iniciação científica e tecnológica. Universidade federal de Santa Catarina. Centro da ciência da saúde. Departamento de saúde publica. Odontologia
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Caminhos dos Trabalhadores que Adoecem: uma análise de entrevistas</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268324" rel="alternate"/>
<author>
<name>Souza, Ícaro Ariel Barros de</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268324</id>
<updated>2025-09-09T12:31:12Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Caminhos dos Trabalhadores que Adoecem: uma análise de entrevistas
Souza, Ícaro Ariel Barros de
Este trabalho apresenta-se como um estudo qualitativo, denominado "Itinerários Terapêuticos de Trabalhadores com Adoecimentos e Agravos Relacionados ao Trabalho em Santa Catarina: conhecendo caminhos para o cuidado", realizado no âmbito do Projeto Caminhos do Trabalho. Tem como principal objetivo a investigação da trajetória de busca pelo cuidado percorrida pelos trabalhadores entrevistados, através da caracterização de seu perfil socioeconômico, a identificação das determinações macrossociais subjacentes e os desafios enfrentados no acesso aos serviços de saúde e assistência. O trabalho parte de uma análise materialista dialética sobre o adoecimento relacionado ao trabalho, destacando a centralidade do trabalho para a constituição do ser humano e da sociedade, o papel da alienação do trabalho e da superexploração no capitalismo dependente na manutenção de altos índices de acidentes e doenças ocupacionais, na ocultação e individualização do adoecimento laboral, e a disputa pelos significados do processo saúde-doença como parte da luta de classes. A pesquisa utilizou entrevistas semiestruturadas com quatro trabalhadores atendidos pelo Projeto, analisando suas histórias de adoecimento, busca pelo cuidado e limites de acesso encontrados na trajetória percorrida. Os relatos evidenciaram jornadas exaustivas, múltiplos empregos, precarização das condições de trabalho, falta de reconhecimento do nexo causal entre trabalho e adoecimento, dificuldades de acesso a direitos trabalhistas e previdenciários, além de impactos profundos na saúde física, mental e na vida social dos entrevistados. São discutidos elementos como a percepção de adoecimento apenas em situações graves, frequentemente após acidentes de trabalho, as falhas múltiplas do sistema na assistência a esses trabalhadores e o desconhecimento generalizado sobre serviços especializados, como o CEREST. O acesso ao cuidado é dificultado por múltiplas determinações, destacando-se questões de ordem financeira dos trabalhadores, culpabilização dos trabalhadores pelo próprio adoecimento, limitações do atendimento dos serviços de saúde, subfinanciamento das instituições e limitações da atuação sindical. Conclui-se que ainda não há linha de cuidado adequada para a saúde do trabalhador no SUS, necessitando de mais políticas públicas, capacitação de profissionais e fortalecimento de projetos como o Caminhos do Trabalho.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências da Saúde&#13;
Curso de Graduação em Medicina
</summary>
<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Imagem corporal em adolescentes em um município do interior da Bahia: cenário pós-pandemia de Covid-19</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268120" rel="alternate"/>
<author>
<name>Joaquim, Sofia da Silveira</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268120</id>
<updated>2025-09-08T12:36:20Z</updated>
<published>2025-09-07T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Imagem corporal em adolescentes em um município do interior da Bahia: cenário pós-pandemia de Covid-19
Joaquim, Sofia da Silveira
A insatisfação corporal é definida como a discrepância entre a silhueta percebida e a idealizada, sendo influenciada por fatores biológicos, psicológicos e socioculturais. É um fenômeno que se torna mais evidente durante a adolescência, período de intensas transformações. As meninas, geralmente, desejam uma silhueta mais magra, enquanto os meninos almejam maior desenvolvimento muscular. A objetificação do corpo feminino na mídia expõe as meninas a uma pressão estética ainda maior. A pandemia de COVID-19, com o consequente aumento do uso de redes sociais, pode ter intensificado essa insatisfação devido à maior exposição a padrões estéticos idealizados. Diante desse cenário, este estudo tem como objetivo avaliar a percepção da imagem corporal em adolescentes do município de Barreiras, Bahia, após a pandemia de COVID-19, identificando fatores associados à insatisfação corporal.&#13;
A metodologia consistiu em um estudo transversal, de base escolar, envolvendo 668 adolescentes de 15 a 19 anos matriculados em escolas públicas de Barreiras, Bahia. A coleta de dados ocorreu entre outubro de 2023 e maio de 2024, por meio de um questionário autoaplicado. As análises foram realizadas utilizando frequências e o teste Qui-Quadrado de Pearson, com significância estatística definida por p &lt; 0,05. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Oeste da Bahia (parecer nº 6.007.338).&#13;
Os resultados revelaram que, dos 399 adolescentes que responderam sobre sua imagem corporal, 232 (58,2%) relataram insatisfação. Uma associação significativa foi encontrada entre imagem corporal e sexo, com as meninas apresentando maior insatisfação (63,8%) em comparação aos meninos (36,2%) (p &lt; 0,05). Este achado está alinhado com a literatura, que sugere uma maior prevalência de insatisfação corporal entre meninas devido à maior pressão social e midiática sobre sua aparência.&#13;
Apesar de 52,4% dos adolescentes se considerarem com um corpo "normal", a alta taxa de insatisfação (58,2%) sugere que essa percepção vai além do peso objetivo, sendo influenciada por padrões estéticos inalcançáveis impostos pela mídia. Além disso, mais da metade dos adolescentes manifestou o desejo de modificar seu peso (25,1% queriam perder e 34,6% queriam ganhar), indicando uma insatisfação generalizada. Este alto índice pode ter sido intensificado pelo aumento da exposição às redes sociais durante a pandemia de COVID-19, um período em que muitos adolescentes consumiram mais conteúdos que reforçam ideais estéticos irreais.&#13;
Em conclusão, destaca-se uma alta prevalência de insatisfação corporal entre adolescentes, especialmente entre as meninas, que pode estar relacionada a pressões sociais e midiáticas e a padrões estéticos idealizados. Os achados reforçam a necessidade de intervenções educativas e psicossociais para promover uma imagem corporal mais positiva e contribuir para a saúde mental e o bem-estar dos adolescentes
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde Departamento de Ciências Médicas.
</summary>
<dc:date>2025-09-07T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
