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<title>Curitibanos - Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas (CBA)</title>
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<updated>2026-09-05T20:38:57Z</updated>
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<title>Programa de manejo de plantas daninhas com herbicidas de pré e pós-emergência na cultura do alho.</title>
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<name>Pires, Sabrina Isabel</name>
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<updated>2025-09-15T10:21:11Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Programa de manejo de plantas daninhas com herbicidas de pré e pós-emergência na cultura do alho.
Pires, Sabrina Isabel
A cultura do alho é afetada diretamente pela infestação de plantas daninhas ao longo de seu ciclo. Esse problema é agravado pela oferta limitada de herbicidas registrados e pela alta sensibilidade da cultura às injúrias. A escassez de latifolicidas adequados para aplicação em pré e pós-emergência dificulta ainda mais o controle. Neste sentido, essa pesquisa objetivou avaliar herbicidas de pré e pós-emergência que sejam seletivos para o alho e eficientes no controle das plantas daninhas. Os experimentos foram conduzidos em lavoura comercial, em Curitibanos – SC, na safra 2024, em delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições. O primeiro experimento avaliou herbicidas de pré-emergência, com nove tratamentos: pyroxasulfone - PYR (125 g ha-1), flumioxazin - FLU (80 g ha-1), PYR + FLU (120 + 80 g ha-1), s-metolahclor - S-MOC (960 g ha-1), S-MOC + fomesafen (517,8 + 113,8 g ha-1), prometryn (500 g ha-1), pendimethalin (1600 g ha-1), testemunha capinada e sem capina. A aplicação dos herbicidas ocorreu um dia após o plantio dos bulbilhos de alho. O segundo experimento avaliou herbicidas aplicados na pós-emergência. Foram testados onze tratamentos: ioxynil (75 g ha-1), linuron (45 e 90 g ha-1), oxyfluorfen (60 e 120 g ha-1), FLU (12,5 e 17,5 g ha-1), PYR + FLU (15 + 10 e 22,5 + 15 g ha-1), testemunha capinada e sem capina. Foram avaliadas a porcentagem de controle das plantas daninhas, componentes de rendimento, produtividade e classes dos bulbos de alho. Os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias agrupadas pelo teste de Scott Knott (p≤0,05). Em pré-emergência, os herbicidas FLU, PYR+ FLU e pendimethalin mostraram melhor controle e maior residual para todas as espécies, sendo seletivos para o alho.Os herbicidas linuron (90 g ha-1), oxyfluorfen (120 g ha-1), flumioxazin (12,5 e 17,5 g ha-1) e pyroxasulfone + flumioxazin (15 +10 e 22,5 + 15 g ha-1) aplicados na pós-emergência proporcionaram amplo espectro de controle, mostrando-se superiores ao ioxynil, principalmente para controle de Stellaria media e Rumex obtusifolius. O aumento de dose de linuron, oxyfluorfen e flumioxazin aumentou a eficiência de controle das plantas daninhas. Pensando em uma estratégia de manejo baseada nos resultados obtidos, para uma área de alho com infestação semelhante à ocorrida neste experimento, poderia ser considerado a aplicação de PYR + FLU na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas. Aos 60 DAP iniciar uma aplicação de pós-emergência com FLU (17,5 g ha-1), PYR + FLU (15 + 10 g ha-1), linuron (90 g ha-1) ou oxyfluorfen (60 g ha-1). O único entrave deste manejo é a pouca ou praticamente nula alternância de mecanismos de ação, uma vez que FLU e oxyfluorfen são inibidores de protoporfirinogênio oxidase (PPO) e o PYR inibidor de ácidos graxos de cadeia longa. Esses mecanismos de ação são pouco utilizados em herbicidas para o alho, e se tornam mais uma alternativa de uso, principalmente na pré-emergência.
Relatório final do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Rurais. Agronomia.
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<title>Contaminação de água e solo em áreas de poços utilizados para consumo humano em Curitibanos – SC.</title>
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<name>Camargo, Letícia Gonçalves</name>
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<updated>2025-09-10T00:41:36Z</updated>
<published>2025-09-09T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Contaminação de água e solo em áreas de poços utilizados para consumo humano em Curitibanos – SC.
Camargo, Letícia Gonçalves
Grande parte da população do interior de Curitibanos não possui acesso à água tratada e, como consequência, utiliza poços para suprir suas necessidades de consumo. Contudo, sem tratamento, a água apresenta bactérias do tipo coliformes, indicadoras de contaminação fecal, muitas delas resistentes a antibióticos, capazes de causar doenças de difícil tratamento e até mesmo óbitos. A ocorrência dessas bactérias no solo também contribui para a contaminação dos poços, uma vez que os microrganismos eram transportados pelo ambiente por meio da erosão e de chuvas intensas, comprometendo ainda mais a qualidade da água consumida. Nesse contexto, o objetivo do projeto foi avaliar a ocorrência de coliformes termotolerantes e sua resistência a antibióticos em solos e águas de poços em Curitibanos – SC. As coletas foram realizadas em cinco propriedades rurais ao longo de um ano. O número de coliformes termotolerantes no solo foi determinado por diluição seriada e plaqueamento, enquanto, nas amostras de água, utilizou-se o método de fermentação em tubos múltiplos. A resistência fenotípica a antibióticos foi determinada pela técnica de difusão em discos (antibiograma), e as análises estatísticas foram conduzidas no software GespDex, considerando nível de significância de 5%. Os resultados mostraram que a água dos poços apresentou média geral de 345 coliformes termotolerantes/100 mL, sem diferenças significativas entre épocas ou locais amostrados. Apesar disso, a resistência bacteriana variou entre coletas, sendo o outono a estação mais crítica, com as maiores porcentagens de isolados resistentes. No solo, a maior proporção de isolados apresentou resistência à ampicilina (64%), seguida pela tetraciclina (32%) e ciprofloxacina (22%). De forma geral, tanto a água quanto o solo apresentaram altos índices de coliformes resistentes, configurando risco expressivo à saúde pública. A água contaminada atua como veículo direto de transmissão, enquanto o solo se comporta como uma fonte secundária de contaminação dos poços, especialmente em períodos chuvosos ou por infiltração, favorecendo a disseminação de bactérias resistentes no ambiente. Portanto, pode haver grande comprometimento da saúde única como um todo, e os dados servem como alerta para o desenvolvimento de políticas de saneamento e programas de conservação ambiental.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Campus Curitibanos. DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS NATURAIS E SOCIAIS
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<dc:date>2025-09-09T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise de parâmetros relacionados à disfunção mitocondrial em uma linhagem de células de glioblastoma(U-87 MG) exposta ao excesso de cobre.</title>
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<name>Souza, Nikole Aguiar de Souza</name>
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<updated>2025-09-09T14:44:46Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise de parâmetros relacionados à disfunção mitocondrial em uma linhagem de células de glioblastoma(U-87 MG) exposta ao excesso de cobre.
Souza, Nikole Aguiar de Souza
O cobre é fundamental no metabolismo dos seres vivos; entretanto, o seu excesso pode&#13;
resultar em efeitos citotóxicos. Os efeitos tóxicos do metal podem afetar principalmente a&#13;
mitocôndria, pois esta organela é o principal local de armazenamento do cobre. A partir&#13;
disso, surgiram pesquisas explorando como a toxicidade do elemento poderia possuir&#13;
capacidade antitumoral. Dessa forma, visamos explorar se o excesso de cobre afeta a&#13;
viabilidade celular e o metabolismo mitocondrial em células de linhagem de glioblastoma&#13;
humano. Foram utilizadas células da linhagem U-87 MG, que foram expostas ao CuSO4 nas&#13;
concentrações de 0, 300 uM, 600 uM, 900 uM e 1200 uM durante 24 ou 48 horas. A&#13;
viabilidade celular foi analisada pelas técnicas do vermelho neutro (NR, de neutral red) e do&#13;
MTT, e a análise dos complexos I e II da cadeia respiratória, para averiguar a atividade&#13;
mitocondrial, foi analisada por espectrofotometria. A sonda JC-1 foi usada para análise do&#13;
potencial de membrana mitocondrial. Em relação à viabilidade celular, no teste do MTT,&#13;
observou-se uma diminuição da viabilidade a partir de 300 uM de CuSO4 após 24h de&#13;
exposição; porém, na exposição por 48h só houve um decréscimo a partir de 600 uM. Pelo&#13;
teste do NR, após exposição ao CuSO4 por 24h, houve uma diminuição da viabilidade&#13;
celular a partir de 900 uM, enquanto em 48h este efeito foi observado a partir de 600 uM. Em&#13;
relação à cadeia respiratória, observou-se que não houve alterações na atividade da enzima&#13;
NADH desidrogenase (complexo I) após exposição às diferentes concentrações de CuSO4&#13;
por 24h. Já para a succinato desidrogenase (complexo II) foi possível observar uma redução&#13;
em sua atividade na concentração de 1200 uM de CuSO4. Ainda, houve uma redução no&#13;
potencial de membrana mitocondrial em 600 uM e 1200 uM de CuSO4. Portanto, foi possível&#13;
concluir que existe uma redução na viabilidade celular após exposição ao CuSO4, tanto em&#13;
24h como em 48h, e que as alterações na função mitocondrial estão relacionadas à&#13;
diminuição da sobrevida celular em células da linhagem de glioblastoma U-87 MG, já que o&#13;
excesso de CuSO4 está ligado com a ativação de diferentes vias de morte celular.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Rurais, Medicina Veterinária.
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<dc:date>2025-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Bactérias promotoras de crescimento para mudas florestais de espécies importantes para o segmento industrial da celulose.</title>
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<name>Mateus, José Sérgio Gombe</name>
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<updated>2025-09-09T12:09:16Z</updated>
<published>2025-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Bactérias promotoras de crescimento para mudas florestais de espécies importantes para o segmento industrial da celulose.
Mateus, José Sérgio Gombe
O Brasil é reconhecido mundialmente por ser um dos maiores produtores de matérias-primas florestais originadas de espécies arbóreas plantadas com fins comerciais, razão pela qual, a demanda por mudas de alto desempenho é significativa no setor florestal brasileiro. Destaca-se as espécies aplicadas à produção de celulose, entre essas  Pinus taeda. O presente projeto de pesquisa teve como objetivo validar a eficiência de inoculantes bacterianos, contendo isolados dos gêneros Mesorhizobium spp. (CNPF 363), Brucella spp. (CNPF 448), Serratia spp. (CNPF 463), Acidovorax spp. (CNPF 468), obtidos pela Embrapa Floresta (PR) e Pseudomonas spp. (CBSAL06) do Laboratório de Microrganismos Promotores de Crescimento de Plantas (LMPCP), para promover o crescimento de mudas de Pinus taeda. O experimento foi conduzido em viveiro da UFSC Curitibanos, em delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos bacterianos e um controle e 50 mudas por tratamento, ao longo de 90 dias. As mudas foram obtidas de viveiro comercial com 30 dias após a germinação. As plantas foram inoculadas com 1 mL de crescimento bacteriano. Cada isolado foi repicado em 100 mL de meio DYGS, com exceção do gênero Pseudomonas spp. que foi em LB (Lurian Bertani), por 48h a 27 ℃. Após a inoculação aos 15, 30, 45 e 60, foram avaliados a altura e o diâmetro das plantas e as massas úmida e seca de parte aérea e raiz aos 90 dias.Os resultados mostraram que os isolados CNPF 448 (9,6%) e CNPF 468 (11,1%) apresentaram incremento em altura aos 15 dias. Aos 30 dias, o isolado CNPF 468 destacou-se novamente, com aumento significativo em altura. Em relação ao diâmetro, esse mesmo isolado obteve maior valor (17,9%) em comparação ao controle e também superior a outros isolados. Já o CNPF 67 registrou os maiores ganhos na biomassa, com incremento de 20,8% na massa seca da parte aérea em relação ao controle. De forma geral, os isolados CNPF 448, 468 e 67 demonstraram maior potencial de promoção de crescimento, sendo necessários novos estudos. Esses resultados reforçam a possibilidade de reduzir custos com fertilizantes e tempo em viveiro, além de fomentar práticas mais sustentáveis no setor florestal.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. &#13;
Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
Centro de Ciências Rurais (CCR). &#13;
Coordenadoria Especial de Ciências Biológicas e Agronômicas (CBA).
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