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<title>Departamento de Psicologia</title>
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<updated>2026-05-24T23:18:49Z</updated>
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<title>A escuta para as relações raciais em um Centro de Atenção Psicossocial</title>
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<name>Pichetti, Daniella Zichtl Campos Mariani</name>
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<updated>2023-10-04T10:29:28Z</updated>
<published>0023-08-31T00:00:00Z</published>
<summary type="text">A escuta para as relações raciais em um Centro de Atenção Psicossocial
Pichetti, Daniella Zichtl Campos Mariani
Esta investigação teve como objetivo pensar o lugar da escuta de profissionais de psicologia na relação entre profissional branco/usuário negro na clínica da atenção psicossocial. Para tal foi utilizado como método trechos de diários de campo que trazem casos clínicos atendidos e eventos que ocorreram durante o estágio profissionalizante da autora. A pesquisa vincula-se ao projeto maior intitulado“Psicologia e Relações Raciais II”, do Programa Institucional de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC) que faz parte de uma pesquisa coordenada pela Profa.Lia Vainer Schucman no Departamento de Psicologia UFSC. Nesta pesquisa partiu-se do pressuposto que o racismo enquanto relação social forma subjetividades e engendra práticas e discursos que permeiam todas as instituições. Os CAPS, enquanto dispositivos da Reforma Psiquiátrica e substitutivos aos manicômios, são compreendidos enquanto instituições que também abrigam práticas e discursos racistas, compostas por sujeitos sociais que trazem em suas histórias e experiências as tensões que também estão presentes na sociedade brasileira. Neste sentido, foi possível constatar, a partir das análises dos casos clínicos que a branquitude associada ao racismo institucional, enquanto um conjunto de barreiras e mecanismos que vão desde ações e políticas públicas, aos processos organizativos internos de serviços de saúde e à relação entre o agente de saúde e usuários, impede tratamentos de saúde e produz mortes e aniquilamento de corpos e subjetividades.
33º Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (SIC). Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Departamento de Psicologia.
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<title>Psicologia Antirracista: Definições e Práticas</title>
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<name>Silva, Lucas Lisboa da</name>
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<updated>2023-09-26T20:18:22Z</updated>
<published>2023-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Psicologia Antirracista: Definições e Práticas
Silva, Lucas Lisboa da
A presente pesquisa visou levantar, descrever e analisar a contribuição&#13;
da psicologia na compreensão das relações étnico-raciais no Brasil, do ponto de vista da&#13;
história dessa ciência e profissão, e da atuação desse profissional, com ênfase nas relaçõesentre negros e brancos no país. Para isso, a investigação ocorreu em quatro etapas. A primeira etapa referiu-se ao levantamento e análise de documentos em acervos, centros de documentação e bibliotecas, sobre a história do pensamento psicológico brasileiro na compreensão das relações étnico-raciais. A segunda etapa referiu-se à revisão sistemática de artigos publicados em periódicos brasileiros sobre as relações étnico-raciais. Na terceira etapa, foi realizada entrevistas com psicólogos de diferentes áreas na cidade de Florianópolis, buscando entender as definições e ações de uma psicologia catalogada como antirracista. A quarta etapa referiu-se à organização destes dados para produzir material didático-pedagógico e artigos para a capacitação de profissionais de psicologia sobre a temática. O que gerou quatro categorias de analíse: o que é psicologia antirracista; quais são suas ações; quais seus desafios e; qual o seu público
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Filosofia e Ciências Humanas.&#13;
Departamento de Psicologia.
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estimulação de habilidades socioemocionais e matemáticas em casa com jogos</title>
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<name>Sousa, Ana Paula Albrecht de</name>
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<updated>2023-09-13T10:09:45Z</updated>
<published>2023-09-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estimulação de habilidades socioemocionais e matemáticas em casa com jogos
Sousa, Ana Paula Albrecht de
A Cognição Social (CS) envolve a capacidade de lembrar, processar e utilizar informações sociais e emocionais. O objetivo deste trabalho foi adaptar instrumentos de estimulação de habilidades socioemocionais para a modalidade on-line. Também foi realizada uma aplicação piloto para testar um instrumento. Foi verificado que a adaptação requisitou elementos lúdicos para manter o engajamento do público-alvo. Contudo, os resultados da aplicação piloto não foram suficientes para realizar inferências gerais. Recomenda-se um estudo com maior número amostral para verificar a validade do instrumento.
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<dc:date>2023-09-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Estudos sobre o luto no Brasil: revisão integrativa da literatura</title>
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<name>Fernandes, Rafaela Herrmann</name>
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<updated>2023-09-11T10:28:05Z</updated>
<published>2023-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Estudos sobre o luto no Brasil: revisão integrativa da literatura
Fernandes, Rafaela Herrmann
No século XXI, diversos países têm se dedicado a desenvolver estudos nacionais sobre o luto e/ou cuidado ao luto, especialmente buscando entender o que é prioritário de acordo com cada país. Destaca-se que o campo de estudos brasileiro sobre o luto está em construção, sobretudo, na área da saúde e das ciências humanas. Nesse sentido, realizou-se a pesquisa intitulada ‘Estudos sobre o luto no Brasil: revisão integrativa da literatura de 2011 a 2019’, com o objetivo de descrever as características temáticas presentes nos estudos do luto no referido período. O presente resumo dá enfoque aos estudos empíricos sobre o luto. O método da pesquisa é uma revisão integrativa da literatura, de forma exploratória-descritiva qualitativa-quantitativa. Iniciou-se a busca e seleção do material em bancos de dados nacionais e internacionais. Na etapa seguinte, selecionou-se 60 artigos empíricos do total de 143 estudos brasileiros sobre luto. Foram construídas três categorias de análise a partir da codificação dos conteúdos temáticos mais incidentes nos artigos: a) Tipos de lutos investigados; b) Características dos enfoques predominantes no estudo do luto; c) Características do suporte social ao luto. Como resultados, destaca-se que as pesquisas sobre luto no Brasil continuam concentradas nas áreas de ciências da saúde e ciências humanas. Na primeira categoria, destacam-se estudos sobre o luto de adultos pela perda de familiares, sobretudo por morte natural. Pouca ênfase é dada aos marcadores identitários dos entes que faleceram e dos enlutados. Também houveram menos estudos sobre lutos simbólicos e acerca do luto do profissional de saúde. Na segunda categoria, o enfoque predominante dos estudos é o processo de luto individual e as respectivas vivências e reações multidimensionais de indivíduos adultos.  Na terceira categoria, observa-se que menos da metade dos estudos traz a presença de uma rede de suporte informal (familiares, amigos, colegas). De forma geral, as redes de suporte social (informal e formal) foram direcionadas principalmente às famílias em luto e às mães enlutadas.  Os tipos de suporte instrumental e emocional aparecem nos estudos empíricos na mesma proporção. Os estudos problematizam a ausência das redes de suporte formal ao luto, dando destaque ao papel das instituições de saúde em promover o apoio ao luto. Conclui-se que os estudos empíricos sobre o luto no Brasil tem características temáticas que salientam o processo individual do luto do adulto. Os estudos não abordam os aspectos psicossociais e identitários dos enlutados e das pessoas que morreram. E, a promoção do suporte ao luto é restrita com base na tendência ocidental de tornar o luto íntimo, privado e solitário.
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<dc:date>2023-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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