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<title>Departamento de Ciências Contábeis</title>
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<updated>2026-05-31T17:48:50Z</updated>
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<title>Observatório de Sustentabilidade no Agronegócio: Compreendendo a sinergia entre ecossistemas de inovação e contabilidade de gestão ambiental em cadeias produtivas de mercados emergentes</title>
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<name>Neto, Oswaldo Santos Parizotto</name>
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<updated>2023-09-13T10:09:49Z</updated>
<published>2023-09-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Observatório de Sustentabilidade no Agronegócio: Compreendendo a sinergia entre ecossistemas de inovação e contabilidade de gestão ambiental em cadeias produtivas de mercados emergentes
Neto, Oswaldo Santos Parizotto
O agronegócio no Brasil tem um consumo elevado de água, consequentemente, as cadeias produtivas de aves também são intensivas no uso de recursos hídricos, desde a criação até o processamento. Com foco no sexto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável ODS-6 (Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos) estima-se que até 2030 haja um aumento na eficiência do uso da água em todos os setores. Nesta perspectiva, este trabalho teve como objetivo propor um modelo de evidenciação da gestão de recursos hídricos aplicado a cadeias produtivas de aves de corte. A metodologia empregada no estudo utilizou a base do Sistema Contábil Gerencial Ambiental (SICOGEA) como referência, fazendo adaptações com o intuito de aproximar o sistema para um modelo que se enquadre melhor no cenário contemporâneo. Os resultados foram analisados a partir da adaptação do SICOGEA para o estudo. Foram filtrados os critérios que se apresentaram mais relevantes a pesquisa e, também, se deu a definição estrutural da “Metodologia de Evidenciação Ambiental para Cadeias Produtivas de Aves de Corte”. Essa proposta considera a elaboração de uma ferramenta simples, que contemple as principais legislações vigentes e que possa ser integrada à gestão empresarial. Quando aplicada de forma adequada, é capaz de gerar dados para a divulgação da utilização de recursos hídricos e ser adotada como uma ferramenta gerencial.
Vídeo de Apresentação (Iniciação Cientifica) - Universidade Federal de Santa Catarina. CSE. Contabilidade
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<dc:date>2023-09-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Observatório de Sustentabilidade no Agronegócio: Compreendendo a sinergia entre ecossistemas de inovação e contabilidade de gestão ambiental em cadeias produtivas de mercados emergentes</title>
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<name>Kuhler, Nycole</name>
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<updated>2023-09-12T16:07:42Z</updated>
<published>2023-09-12T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Observatório de Sustentabilidade no Agronegócio: Compreendendo a sinergia entre ecossistemas de inovação e contabilidade de gestão ambiental em cadeias produtivas de mercados emergentes
Kuhler, Nycole
Historicamente, a gestão dos recursos hídricos no Brasil foi marcada pela supremacia da produção energética sobre os usos da água, juntamente com a demanda imposta pela evolução industrial desde o início do século. Anteriormente, esse recurso era considerado suficiente em termos de qualidade e quantidade, sem ser associado a qualquer valor econômico, ao contrário do que se observa atualmente. A discrepância entre a abundância e a escassez de água tem sido um tema recorrente ao longo dos anos, chegando ao ponto de existirem regiões em que a disponibilidade é muito baixa (GANDOLFI et al., 2016).&#13;
O objetivo do Projeto é identificar e disseminar o conhecimento sobre a gestão de recursos hídricos em cadeias produtivas. Para isso, o Projeto baseia-se na análise da sustentabilidade ambiental, incluindo a realização de levantamentos e a formulação de sínteses para promoção do desenvolvimento sustentável em cadeias produtivas do território nacional.&#13;
A água é um recurso que desperta grande preocupação e atenção, uma vez que a demanda por ela tem crescido constantemente, seja para uso industrial, agropecuário ou doméstico. Nesse contexto, é fundamental que os governos estabeleçam políticas e estratégias de gerenciamento efetivas, a fim de garantir uma gestão adequada e sustentável dos recursos hídricos. Dessa forma, as decisões tomadas pelos governantes são fundamentais para promover a reforma da gestão dos recursos hídricos e garantir o acesso à água para as gerações presentes e futuras (SEIJGER et al., 2019). De modo geral, o Brasil é um país que conta com uma vasta quantidade de recursos hídricos, principalmente em regiões como a Amazônia, Pantanal, Sul e Sudeste. É essencial que esses recursos sejam preservados para garantir sua qualidade e disponibilidade no futuro, oferecendo prosseguimento para que possam ser utilizados para diversos fins, como a produção pecuária, o uso doméstico, industrial e agrícola (GANDOLFI et al., 2016).&#13;
O crescente consumo de água no Brasil tem aumentado significativamente nos últimos anos, em decorrência do crescimento econômico e do aumento populacional nas áreas urbanas. Esse aumento tem resultado em um aumento de quase 80% na retirada de água dos corpos hídricos, o que tem gerado um impacto negativo na gestão dos recursos hídricos do país (ANA, 2020). De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA, 2020), estima-se que a retirada de água dos corpos hídricos no Brasil aumente em mais de 23% até 2030, o que demonstra uma preocupante tendência de aumento do estresse hídrico no país. Essa situação é resultado do crescente consumo de água, impulsionado pelo aumento populacional e a evolução econômica, especialmente nos centros urbanos. Se não houver medidas efetivas de gestão hídrica, é provável que essa tendência se agrave ainda mais nos próximos anos.&#13;
O crescimento global da avicultura, impulsionado pela demanda por proteína animal, reflete-se no Brasil, onde a produção de carne de frango ultrapassou 13,5 milhões de toneladas em 2018, posicionando o país como líder global nas exportações e o segundo maior produtor mundial. Do total produzido, cerca de 66,9% destinaram-se ao mercado interno, enquanto 33,1% foram exportados (ABPA, 2018). A região Sul do Brasil, especialmente os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, desempenha um papel preponderante, contribuindo com 64,35% dos abates de frangos no país e abastecendo mais de 150 países com 4,3 milhões de toneladas de carne de aves, correspondendo a quase 40% do mercado global. Além disso, o setor avícola brasileiro representa aproximadamente 1,5% do PIB nacional e oferece emprego a mais de 5 milhões de pessoas, direta e indiretamente, principalmente por meio de diversas pequenas e médias empresas concentradas na região Sul, como indicado pelo IBGE (ABPA, 2018).  &#13;
A avicultura, apesar de seu impacto econômico positivo, enfrenta desafios relacionados à pressão sobre recursos naturais, especialmente água e terra. A produção intensiva de ração para aves consome significativa água agrícola, sendo grãos como milho e soja essenciais, demandando uma gestão hídrica eficaz. A relação entre oferta e demanda de água se torna crucial na administração de recursos, identificando áreas críticas quanto à quantidade e qualidade da água, buscando equilibrar o crescimento da avicultura com preocupações hídricas globais. Além disso, a produção avícola enfrenta desafios como doenças, manejo inadequado, infraestrutura precária, gestão hídrica e resíduos, impactando a qualidade do produto e do sistema produtivo. A gestão dos recursos hídricos emerge como prioridade crescente não só para a avicultura, mas para a sociedade em geral, gerando discussões em esferas governamentais e sociais (EMPRAPA, 2016).&#13;
 Sendo assim, a relação entre oferta e demanda de água se estabelece uma importante ferramenta para a gestão dos recursos hídricos, possibilitando a identificação de áreas críticas quanto à quantidade (PEREIRA JÚNIOR; NICÁCIO, 2014) e qualidade (QUEIROZ; OLIVEIRA, 2013), tendo que existir um equilíbrio entre o crescimento positivo da produção de aves de corte juntamente com a questão hídrica do mundo.  Devido aos desafios enfrentados pela referida cadeia produtiva, como a gestão hídrica, a preocupação com a gestão adequada dos recursos naturais tem se tornado cada vez mais importante em escala global. Essa preocupação é evidenciada não apenas em discussões governamentais, mas também em debates frequentes na sociedade sobre o tema. A falta de um sistema eficiente de gestão dos recursos hídricos pode afetar negativamente a produção de alimentos e gerar impactos ambientais significativos, o que tem levado à busca por soluções sustentáveis e eficientes na gestão dos recursos naturais (EMPRAPA, 2016).
Bolsa Pibic UFSC
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<dc:date>2023-09-12T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Análise das Fontes de Receitas das Confederações Olímpicas Brasileiras</title>
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<name>Maldaner, Kelly Fritzen</name>
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<name>Ablen, Arthur</name>
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<updated>2023-09-09T17:05:47Z</updated>
<published>2023-09-08T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Análise das Fontes de Receitas das Confederações Olímpicas Brasileiras
Maldaner, Kelly Fritzen; Ablen, Arthur
Assim como em outros países, no Brasil há uma instituição que coordena entidades esportivas em nível nacional, o Comitê Olímpico do Brasil (COB), em que cada modalidade esportiva é representada por uma confederação vinculada a ele. Essas organizações recebem recursos governamentais oriundos das loterias federais, por meio do que é determinado pelas Leis Nº 10.264 e Nº 13.756. Também arrecadam valores referentes a patrocínios, doações e outros receitas advindas de suas atividades operacionais. A população da pesquisa é composta pelas 34 confederações olímpicas brasileiras e pelo próprio COB. Os dados foram coletados das Demonstrações Financeiras Completas das entidades em seus respectivos websites, tendo as fontes de receitas separadas em quatro categorias: recursos governamentais, patrocínios, recursos próprios e outros recursos. Os resultados indicam que a maioria das confederações olímpicas possui dependência dos subsídios do governo, que aumentou sua participação nas receitas totais ao longo dos anos. Em comparação, os demais grupos possuíram suas participações reduzidas no mesmo período. Espera-se contribuir na análise da diversificação das receitas das confederações olímpicas do Brasil, verificando possíveis dependências de recursos.
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<dc:date>2023-09-08T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Empresas Brasileiras geradoras de energia: Investimentos realizados em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e a influência no desempenho ESG</title>
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<name>Tomazoni, Ludmila Tomazoni</name>
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<updated>2023-09-06T13:16:05Z</updated>
<published>2023-09-06T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Empresas Brasileiras geradoras de energia: Investimentos realizados em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) e a influência no desempenho ESG
Tomazoni, Ludmila Tomazoni
Os investimentos em energia sustentável contribuem para que as organizações alcancem as metas indicativas de Environmental, Social and Governance (ESG). Tais investimentos realizados pelo setor elétrico nos últimos anos protagonizaram a perspectiva de adaptar o setor às mudanças que vem enfrentando sem comprometer as necessidades futuras. As questões envolvendo os investimentos e os impactos ambientais negativos na produção de energia, e as pressões sociais e de mercado sobre a concepção de cadeias produtivas por meio de energias renováveis são frequentes. Diante deste contexto, o objetivo pesquisa é analisar os investimentos realizados pelas empresas brasileiras geradoras de energia e sua influência no desempenho ESG. A amostra da pesquisa é composta pelas 14 empresas de capital aberto listadas na Brasil, Bolsa, Balcão B3 que atuam direta e/ou indiretamente na geração de energia elétrica. Ainda em relação ao método de pesquisa se pretende identificar os investimentos e sua aplicação incluindo variáveis de controle econômicas entre o período de 2016 a 2022. Assim a análise verificará como os gastos com P&amp;D contribuem para o alcance das metas de desempenho ESG das empresas geradoras de energia o que será por meio de modelo de regressão com dados coletados da base Refinitiv Eikon®. Os resultados preliminares encontrados até o presente desenvolvimento da pesquisa, demontraram que as empresas do setor elétrico que mais investiram em P&amp;D tendem a apresentar maior desempenho ESG. Além disso, as maiores empresas do setro elétrico, também investem mais em P&amp;D o que contribui para a maiores niveis de desempenho ESG.
Artigo graduação Ciências contábeis, UFSC
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<dc:date>2023-09-06T00:00:00Z</dc:date>
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