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<title>Departamento de Língua e Literatura Vernáculas</title>
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<updated>2026-09-06T12:42:52Z</updated>
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<title>Fonologia das Línguas do Golfo da Guiné</title>
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<name>Lopes, Agatha Pellicer De Oliveira</name>
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<updated>2022-09-22T10:15:49Z</updated>
<published>2022-09-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Fonologia das Línguas do Golfo da Guiné
Lopes, Agatha Pellicer De Oliveira
O presente relatório é uma sequência da pesquisa vinculada ao projeto “Fonologia das línguas do Golfo da Guiné” que propõe estabelecer uma continuação aos dois objetivos iniciais: a organização e o etiquetamento do material reunido em trabalhos de campo realizados entre 2009 a 2014 em São Tomé e Príncipe e na Guiné Equatorial, pela supervisora do projeto para os mais diversos fins como o Dicionário (AGOSTINHO E ARAUJO, em preparação) e o Método Pedagógico do Lung’Ie (AGOSTINHO E ARAUJO, 2021), além de facilitar o acesso ao aprendizado e à pesquisa das línguas faladas nessas localidades, apoiar futuros projetos educacionais no arquipélago frisando o papel da língua portuguesa no abandono crescente das línguas nacionais. &#13;
O projeto, como um todo, tem como objetivo mostrar aos falantes que a língua, não é só um objeto de interesse internacional e sim, um patrimônio cultural da humanidade. Ademais, como na primeira parte, o relatório caminha para um segundo olhar, mais maduro, para o estudo da entoação das sentenças interrogativas em lung’Ie e suas peculiaridades, tema de interesse que emergiu no momento em que os dados estavam sendo administrados, assim traçando paralelos com o português e outras línguas crioulas, chegando a algumas conclusões muito semelhantes ao que foi encontrado por Agostinho (2015) para o lung’Ie e Agostinho, Araújo e Santos (2019) para o fa d’Ambô, mais do que a vinculação, da partícula interrogativa a em lung’Ie, há uma entonação decrescente enquanto sentenças interrogativas sem tal partícula têm entonação crescente, possível de ser vista a partir da transcrição e análise acústica com o auxílio do Praat (BOERSMA E WEENICK, 2015).
PIBIC - Universidade Federal de Santa Catarina, CCE - LETRAS PORTUGUÊS E LITERATURA VERNÁCULAS
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<dc:date>2022-09-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Atlas linguístico do Brasil: análises de dados e cartografia linguística</title>
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<name>Adriano, Roberta Adriano</name>
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<updated>2022-09-18T22:51:01Z</updated>
<published>2022-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Atlas linguístico do Brasil: análises de dados e cartografia linguística
Adriano, Roberta Adriano
O projeto tem como foco observar as variações lexicais dentro do território brasileiro, mais especificamente a bolsista observou a região nordeste do Brasil, dessa forma, através do estudo das entrevistas realizadas com informantes da região, para localizar a questão 039 do questionário Semântico-lexical (QSL), os dados dos falares são classificados em uma tabela com a seguinte metodologia organizacional: estado, cidade, número dos informantes e suas respectivas respostas. Criando assim um banco de dados da região, com as informações coletadas da variação lexical da tangerina na localidade, em suma, observando as respostas coletadas em sequência e organizadas pela bolsista, o pesquisador tem horas de áudio tabelado.
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<dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>DA “ESCREVIVÊNCIA” À “INSEPARABILIDADE”: REFLEXÕES SOBRE ORALIDADE E ANCESTRALIDADE EM DJAIMILIA, CONCEIÇÃO E PAULINA.</title>
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<name>Martins, Jéssica T.</name>
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<updated>2022-09-18T22:42:00Z</updated>
<published>2022-09-18T00:00:00Z</published>
<summary type="text">DA “ESCREVIVÊNCIA” À “INSEPARABILIDADE”: REFLEXÕES SOBRE ORALIDADE E ANCESTRALIDADE EM DJAIMILIA, CONCEIÇÃO E PAULINA.
Martins, Jéssica T.
A proposta de pesquisa tem como objetivo discorrer sobre elementos importantes&#13;
para a construção da identidade negra de mulheres escritoras em língua portuguesa,&#13;
articulando com a iniciativa política dos NEABIS (Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e&#13;
Indígenas). Traçando uma correlação através dos elementos de escrita de três escritoras&#13;
negras – Conceição Evaristo, Djaimilia Ribeiro Pereira e Paulina Chiziane –, vamos refletir&#13;
sobre os sentidos de língua, oralidade, pertencimento e identidade negra na escritas das&#13;
autoras mencionadas. A partir disso, iremos discorrer sobre uma entrevista realizada com o&#13;
NEABI Alteritas, da UFSC, refletindo sobre a importância da temática racial na construção&#13;
de políticas acadêmicas plurais. Através de um olhar linguístico sobre a noção de raça e&#13;
gênero focado em identidade e na análise do conceito de escrevivência proposto por&#13;
Conceição Evaristo, busca-se pensar a ideia de ancestralidade e suas conexões com a&#13;
oralidade presentes em línguas e comunidades.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina - CCE - Letras Língua Portuguesa e Literaturas.
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<dc:date>2022-09-18T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Haplologia no Português de São Tomé</title>
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<name>Paiva, Gabrielle Soares</name>
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<updated>2022-09-15T12:31:33Z</updated>
<published>2022-09-14T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Haplologia no Português de São Tomé
Paiva, Gabrielle Soares
Este trabalho aborda os resultados da pesquisa de Iniciação Científica (IC) que teve&#13;
como propósito descrever e analisar a produção de haplologia no português de São Tomé&#13;
(PST), variedade falada na ilha de São Tomé, de São Tomé e Príncipe. A pesquisa faz parte do&#13;
projeto “Fonologia das línguas do Golfo da Guiné” que, à luz do contato linguístico, analisa&#13;
aspectos da fonologia das línguas crioulas de base portuguesa e do português falado no Golfo&#13;
da Guiné, contribuindo, assim, para a descrição de variedades linguísticas minoritárias.&#13;
Partimos de uma lista de 13 expressões que possuem sequência de sílabas com traços&#13;
fonológicos iguais ou semelhantes, como os fonemas /t#t/, /d#d/ e /t#d/, contexto propício&#13;
para supressão de sílaba causada por haplologia. A partir disso, realizou-se a organização,&#13;
etiquetagem, transcrição e análise acústica e quantitativa de dados orais de 3 informantes&#13;
falantes de PST. Observou-se que, além da realização de haplologia, houve casos em que a&#13;
sílaba não foi completamente apagada, mas ocorreu a síncope da vogal ou/e da consoante. Os&#13;
resultados demonstraram que, em fala controlada, o apagamento mais frequente nos dados&#13;
analisados foi o vocálico (AV), com 11 ocorrências (14,1%), seguido da haplologia (H), com 7&#13;
ocorrências (9%), e apagamento consonantal (AC), com 6 ocorrências (7,7%). Embora o&#13;
percentual de não realizações seja eminente, é notável as variações fonéticas inter e&#13;
intraindividual da produção de haplologia, apagamento vocálico e apagamento consonantal&#13;
em PST. O que significa que os resultados dessas produções variam em um contexto geral, em&#13;
relação a todos os informantes, e individual, considerando cada um dos informantes.
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<dc:date>2022-09-14T00:00:00Z</dc:date>
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