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<title>Ciências da Vida</title>
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<updated>2026-05-31T22:25:54Z</updated>
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<title>BIOSTIMALG – Bioestimulação das plantas por moléculas de origem algal</title>
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<name>Matias, Gabriela Matias</name>
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<updated>2021-08-25T12:49:50Z</updated>
<published>2021-08-25T00:00:00Z</published>
<summary type="text">BIOSTIMALG – Bioestimulação das plantas por moléculas de origem algal
Matias, Gabriela Matias
A antracnose no feijoeiro é uma doença de alta variabilidade genética, sobrevive em restos de cultura e é transmitida via semente, por isso é de difícil controle. A demanda por produtos livres de agrotóxicos faz com que métodos alternativos para controle de doenças sejam interessantes para o mercado. O polissacarídeo ulvana, obtido da parede celular de algas marinhas tem mostrado potencial indutor de resistência. O trabalho teve por objetivo obter produto à base de oligossacarídeo algal e testar sua capacidade bioestimulante e indutora de resistência em feijoeiro contra antracnose. O experimento foi conduzido em estufa. A coleta de Ulva fasciata foi em Florianópolis. Para obtenção da ulvana, foi autoclavado pó seco da alga em água destilada, depois a solução foi filtrada e o polissacarídeo precipitado em etanol, coletado e submetido à secagem. Foi armazenada em freezer até sua utilização. Os oligossacarídeos foram obtidos a partir da adição de peróxido de hidrogênio, em solução de ulvana em água destilada e submetidos em temperatura e tempos controlados, sendo, 1 h a 35ºC, 2 h a 50ºC, 6 h a 50ºC e 12 h a 50ºC. As plantas foram tratadas em dose única em V3, 3 dias antes da inoculação do patógeno (1x106 conídidos/mL). A avaliação da severidade foi feita nos dias 5, 7, 9, 11, 13 e 15 após a inoculação com base na escala de notas de Rava et al. (1993). Houve evolução dos sintomas de antracnose nos feijoeiros tratados com oligossacarídeos, água e ulvana. Os oligossacarídeos obtidos a partir da peroxidação da ulvana não dialisada, não afetaram a severidade da antracnose do feijoeiro. Formas de se obter ulvana mais pura podem ser essenciais para obtenção de um polissacarídeo de maior qualidade, podendo refletir na qualidade final do oligossacarídeo. Testes em feijoeiros com oligossacarídeos, obtidos por peroxidação ou outros métodos, a partir de ulvana dialisada podem trazer resultados mais interessantes para indução de resistência ou efeito bioestimulante em plantas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Fitotecnia. Curso de Agronomia.
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Otimização da extração de proteínas de grãos de feijão-caupi (Vigna unguiculata) para determinação de propriedades funcionais</title>
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<name>Oliveira, Leonardo Wolff de</name>
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<updated>2021-08-24T19:07:49Z</updated>
<published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Otimização da extração de proteínas de grãos de feijão-caupi (Vigna unguiculata) para determinação de propriedades funcionais
Oliveira, Leonardo Wolff de
Há uma necessidade, diante da atual mudança climática e uma elevada desnutrição proteica em países em desenvolvimento, em encontrar alternativas sustentáveis para suplementação de proteínas. As leguminosas são consideradas as principais fontes de proteína vegetal, e dentre elas um grão promissor é o feijão-caupi (Vigna unguiculata), que além de conter um alto teor proteico apresenta vantagens agronômicas, ambientais e econômicas. Inúmeras pesquisas apresentam a aplicabilidade tecnológica e nutricional destas proteínas. Neste trabalho, foi realizada a otimização da extração de proteínas de feijão-caupi. Variáveis como a divisão das amostras em microtubos antes ou após a lavagem com metanol e acetona, a alteração da quantidade de massa inicial da amostra (0,3 g para 0,5 g), a exclusão ou não da etapa de lavagem com metanol bem como a inclusão de uma etapa adicional de limpeza, chamada Clean-up, foram avaliadas. Além disso, foi realizada uma revisão na literatura sobre a caracterização das proteínas de armazenamento do grão de feijão-caupi e suas propriedades funcionais. Foi verificado que o melhor resultado consistiu em realizar o protocolo já estabelecido, alterando apenas o uso de microtubos para tubos tipo falcon, evitando-se perda de amostra, e ainda a adição da etapa de lavagem Clean-up também foi efetiva no aumento de proteína extraída, promovendo a remoção de interferentes, obtendo-se assim uma extração final de 2,89 a 4,55 µg. µL-1, um aumento de mais de 1.000% da extração inicial (0,21 a 0,58 µg. µL-1). Com base na revisão de literatura, observou-se que os extratos proteicos do grão de feijão-caupi apresentam relevante solubilidade em pH &lt; 2  e &gt; 6, e as maiores solubilidades são em pHs básicos. Apresentam capacidade de retenção de água e óleo dentro do considerado indicado para panificação, massas e frituras. A espuma formada a partir do grão é firme e coesa, o que também é indicado para produtos de panificação e confeitaria e a proporção de albumina afeta positivamente na formação de espuma. Por sua vez, a fração de globulina afeta positivamente na capacidade de emulsificação, e por conta disso, o extrato proteico do feijão-caupi têm boas capacidades emulsificantes. Além disso, o grão de feijão-caupi é capaz de formar géis em concentrações a partir de 10 a 12 % p/v. Dessa forma observa-se que as proteínas do feijão-caupi apresentam propriedades funcionais relevantes para possíveis aplicações na indústria de alimentos, e a otimização da extração destas proteínas é fundamental para maior aproveitamento destas funcionalidades.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências Agrárias&#13;
Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos
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<dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Produção de etanol por S. cerevisiae: o papel determinante dos transportadores de celobiose</title>
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<name>Silva, Lucca Corrêa da</name>
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<updated>2021-08-23T11:18:33Z</updated>
<published>2021-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Produção de etanol por S. cerevisiae: o papel determinante dos transportadores de celobiose
Silva, Lucca Corrêa da
A produção de bioetanol é muito importante dentro da matriz energética do país. A produção desse combustível é feita, de maneira geral, a partir da fermentação realizada pela levedura Saccharomyces cerevisiae. Como fonte de açúcares para esse processo de fermentação, no Brasil, se utiliza a cana-de-açúcar, sobretudo o caldo da cana. No entanto, estudos das últimas décadas atestaram para uma interessante possibilidade: a fermentação de açúcares presentes em outras partes da cana, a biomassa lignocelulósica (bagaço e palha) para a produção de etanol (dito assim, de segunda geração). Esse processo, se realizado, poderia aumentar a eficiência da produção de etanol em até 50%.&#13;
&#13;
	No entanto, a levedura não consegue fermentar naturalmente os açúcares presentes nessa biomassa e então se utiliza um coquetel contendo enzimas ou químicos para a quebra desses açúcares, deixando-os mais acessíveis à levedura. Esse processo, no entanto, é muito custoso, diminuindo a eficiência. Por isso, partiu-se para a estratégia de produção de cepas de S. cerevisiae capazes de realizar esse processo ou parte dele, deixando o processo mais barato. Para isso, de maneira geral, buscamos em outras leveduras a maquinaria (como transportadores e enzimas) necessária para permitir essa fermentação. &#13;
&#13;
	Em nosso trabalho, utilizamos as ferramentas de bioinformática para encontrar e analisar transportadores de diversos açúcares, selecionar e então avaliar sua viabilidade, funcionamento, estrutura, tipo de transporte e tipo de açúcar transportado de alguns transportadores (principalmente o CDT2 de M. guilliermondii) para sua importação e estudos em S. cerevisiae. Bem como a confecção de primers para truncagem (permitindo a eles uma maior estabilidade na membrana plasmática da célula) e para a realização de posteriores experimentos laboratoriais para testar a viabilidade deles na levedura.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina&#13;
Centro de Ciências Biológicas&#13;
Curso de Ciências Biológicas
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação funcional do hsa-miR-22-3p em células endoteliais como possível alvo antiangiogênico no câncer de próstata</title>
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<name>Zubcov, Pedro Henrique Berno</name>
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<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/226421</id>
<updated>2021-08-23T11:16:19Z</updated>
<published>2021-09-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação funcional do hsa-miR-22-3p em células endoteliais como possível alvo antiangiogênico no câncer de próstata
Zubcov, Pedro Henrique Berno
O câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre a população masculina. Segundo dados do INCA, ele corresponde a 29% dos diagnósticos de câncer no país. É o segundo tipo de câncer responsável pela mortalidade entre homens. Portanto, os estudos sobre o câncer de próstata são de fundamental importância para o aumento da expectativa de vida dentro da população masculina. Um dos possíveis responsáveis pela apresentação invasiva deste tipo de câncer são os microRNAs (miRNAs), os quais são pequenas moléculas de RNA não codificantes que atuam como reguladoras da expressão genética. Muitos estudos tem sido produzidos em diversas áreas da saúde, inclusive no campo da oncologia, objetivando a aplicação destas moléculas como biomarcadores de doenças ou no uso terapêutico para repressão ou recuperação de moléculas cuja expressão esteja alterada. Em estudo anterior do laboratório GEIMM, os exossomos das células do câncer de próstata independente de andrógenos da linhagem PC-3 foram avaliadas quanto ao aumento da expressão de miRNAs. Observou-se um aumento da expressão do miRNA-22-3p, um miRNA que possui alvo em genes relacionados ao processo de angiogênese. Este estudo focou-se na avaliação da função deste miRNA sobre o processo de angiogênese, utilizando-se para isto o processo de transfecção celular capaz de carrear o miRNA-22-3p para células. Como o objetivo é a avaliação da angiogênese, utilizou-se as células do endotélio vascular do cordão umbilical HUVEC como receptoras do miRNA. Através do ensaio MTT, avaliou-se a citotoxicidade das células HUVEC ao serem expostas ao complexo de transfecção (lipofectamina 3000 e solução OPTI-MEM) e viabilidade celular com a exposição ao complexo de transfecção carreando os microRNA-22-3p mimic e inibidor. Os resultados obtidos demonstraram não alterar da viabilidade celular através do uso do teste estatístico ANOVA de uma via. Ainda não foram concluídos os experimentos de migração celular, invasão celular e tubulogênese, os quais determinarão os efeitos do microRNA-22-3p sobre as células endoteliais.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.&#13;
Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da Saúde.&#13;
Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2021-09-22T00:00:00Z</dc:date>
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