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<title>Departamento de Ciências Farmacêuticas</title>
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<updated>2026-05-31T12:51:51Z</updated>
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<title>Desenvolvimento de nanocarreadores lipídicos contendo ácido all-trans retinóico para administração oral e avaliação da atividade antitumoral em modelo de melanoma murino B16F10</title>
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<name>Ferreira, Ananda Riede</name>
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<updated>2021-08-23T11:52:45Z</updated>
<published>2021-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Desenvolvimento de nanocarreadores lipídicos contendo ácido all-trans retinóico para administração oral e avaliação da atividade antitumoral em modelo de melanoma murino B16F10
Ferreira, Ananda Riede
O ácido all-trans retinóico (ATRA) é uma substância derivada da vitamina A que possui&#13;
como efeito biológico a regulação da diferenciação e proliferação celular, o que o torna&#13;
um potente fármaco antitumoral. Estudos in vitro e in vivo evidenciaram que o ATRA&#13;
apresenta atividade antitumoral frente ao melanoma, o tipo mais agressivo de câncer de&#13;
pele, com alta tendência ao aparecimento de metástases. Entretanto, este fármaco&#13;
apresenta baixa solubilidade em meio aquoso, o que limita sua administração oral, pois&#13;
sua absorção é prejudicada, necessitando de doses elevadas para a produção de efeitos&#13;
farmacológicos. Para contornar esse problema, o desenvolvimento de nanocarreadores&#13;
lipídicos contendo o ATRA foi proposto neste trabalho. Nanoemulsões e nanocápsulas&#13;
poliméricas foram desenvolvidas usando a técnica de emulsificação espontânea e&#13;
deposição interfacial do polímero pré-formado, respectivamente. As formulações foram&#13;
avaliadas quanto ao tamanho e índice de polidispersão, potencial zeta, teor e eficiência&#13;
de encapsulação A atividade citotóxica in vitro das formulações e do fármaco livre foi&#13;
avaliada pelo método do MTT em células de melanoma murino B16F10. As&#13;
nanoemulsões e nanocápsulas poliméricas apresentaram tamanho aproximado de 200&#13;
nm e potencial zeta negativo. O teor de ATRA nas formulações foi cerca de 900 g/mL&#13;
e a eficiência de encapsulação maior que 99%, indicando que o ATRA se encontra&#13;
associado às gotículas/partículas. Ensaios de atividade citotóxica in vitro mostraram&#13;
uma redução significativa da viabilidade celular após tratamento das células B16F10&#13;
com os nanocarreadores, quando comparado ao fármaco livre (p &amp;lt; 0.05). Na&#13;
continuidade deste trabalho, estudos de liberação do ATRA e de atividade antitumoral&#13;
in vivo serão realizados. Como resultado desse projeto, espera-se que a incorporação do&#13;
ATRA em nanocarreadores lipídicos aumente a sua biodisponibilidade e eficácia&#13;
terapêutica, reduzindo a dose necessária para produzir os efeitos desejados.
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Farmácia
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Avaliação da ação antiviral (anti-HSV e anti-CHIKV) de espécies do gênero Baccharis</title>
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<name>Zuchi, Isabella Dai Prá</name>
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<updated>2021-08-23T11:45:10Z</updated>
<published>2021-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Avaliação da ação antiviral (anti-HSV e anti-CHIKV) de espécies do gênero Baccharis
Zuchi, Isabella Dai Prá
Os produtos naturais constituem uma fonte de grande importância de substâncias biologicamente ativas, desempenhando um papel fundamental na pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos antivirais. As infecções causadas pelos vírus Herpes simplex tipos 1 e 2 (HSV-1 e HSV-2) prevalecem em até 90% da população mundial. Atualmente, os medicamentos anti-herpéticos são restritos e o aparecimento de cepas virais resistentes ao fármaco de primeira escolha (aciclovir) dificulta o manejo dessas infecções. Já a febre chikungunya é uma arbovirose causada pelo Chikungunya vírus (CHIKV), que encontra-se em expansão no Brasil e, nos casos agudos, pode levar à morte. Até o momento, não há vacina aprovada e/ou tratamento antiviral específico para a febre Chikungunya sendo a terapia utilizada apenas como suporte sintomático, hidratação e repouso. Algumas substâncias já isoladas de plantas do gênero Baccharis, como tricotecenos, flavonoides e terpenos, mostraram o potencial farmacológico de espécies desse gênero. Neste contexto, o objetivo desse estudo foi avaliar o potencial antiviral de extratos e frações de plantas do gênero Baccharis, frente ao HSV-1 (cepas KOS e 29R) e realizar uma triagem frente ao CHIKV. Os extratos etanólicos de B. intermix e B. retusa inibiram 100% a replicação do CHIKV quando testados a 100 µg/mL, enquanto os extratos de B. reticularia e B. platypoda inibiram 100% da replicação viral na concentração de 50 µg/mL. Os extratos de B. intermix, B. reticularia, B. platypoda e B. altimontana apresentaram resultados promissores nas condições testadas, frente as duas cepas virais herpéticas. O extrato etanólico de B. concinna e a fração acetato de etila de B. brevifolia inibiram cepa sensível ao aciclovir (HSV-1, cepa KOS), enquanto o extrato e fração diclorometano de B. brevifolia inibiram somente a cepa resistente ao aciclovir (HSV-1, cepa 29-R). Estudos posteriores serão realizados para elucidar os mecanismos da ação antiviral.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina.&#13;
Centro de Ciências da saúde.&#13;
Departamento de ciências farmacêuticas.
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Varronia monosperma: perfil fitoquímico e avaliação do potencial antimicrobiano e anti-inflamatório</title>
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<name>Marcolino, Beatriz</name>
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<updated>2021-08-23T10:39:47Z</updated>
<published>2021-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Varronia monosperma: perfil fitoquímico e avaliação do potencial antimicrobiano e anti-inflamatório
Marcolino, Beatriz
O uso de plantas medicinais é uma tradição milenar, cujos conhecimentos são passados de geração em geração. Desse conhecimento, muitas moléculas e compostos são descobertos com atividades biológicas capazes de tratar doenças, possibilitando o desenvolvimento de novos medicamentos. A partir do uso popular da Varronia monosperma para tratamento anti-inflamatório, e o potencial biológico já comprovado de uma planta da mesma espécie, este projeto tem como finalidade descobrir a composição química e o potencial biológico de Varronia monosperma e correlacioná-la com a Varronia curassavica.
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<dc:date>2021-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Silenciamento do gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 em cultura celular por RNA de interferência carreado por nanopartículas híbridas</title>
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<name>Zimmermann, Maria Eduarda</name>
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<updated>2021-08-23T10:25:16Z</updated>
<published>2021-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Silenciamento do gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 em cultura celular por RNA de interferência carreado por nanopartículas híbridas
Zimmermann, Maria Eduarda
A COVID-19 é uma doença causada por um novo coronavírus designado como síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2). Como outros coronavírus (ordem Nidovirales, família Coronaviridae, subfamília Coronavirinae), o SARS-CoV-2 é um vírus envelopado com um genoma de RNA de fita simples de sentido positivo. O vírus SARS-CoV-2 espalha-se pelas vias do trato respiratório, por gotículas, secreções respiratórias e/ou por contato direto. Os sintomas clínicos mais comuns são febre, tosse, dificuldade respiratória e dor de cabeça, iniciando primeiramente no trato respiratório superior, podendo, com a evolução decair para o trato respiratório inferior, levando a pneumonia, insuficiência respiratória aguda grave e ao óbito. O vírus possui quatro proteínas estruturais necessárias para regular a função e a estrutura viral: proteína do nucleocapsídeo (N), da membrana (M), do envelope (E) e a proteína spike (S). O gene que codifica a proteína S foi o alvo do presente trabalho, pois permite a ligação do vírus aos receptores da superfície da célula hospedeira e subsequente fusão entre as membranas facilitando a entrada do vírus na célula. O pequeno RNA de interferência  (siRNA) é uma ferramenta prospectiva da via de interferência do gênica que pode controlar as infecções virais humanas pela supressão da expressão de um gene viral por meio da inviabilização do RNA mensageiro (mRNA) pela ligação por complementaridade. No entanto, para que esse mecanismo ocorra, são necessários  nanocarreadores para a proteção e transporte dos ácidos nucleicos para o interior da célula. Sendo assim, o objetivo do presente estudo é desenvolver uma nova abordagem terapêutica utilizando siRNA para o gene codificador da proteína estrutural S do vírus SARS-CoV-2 visando diminuir a replicação do vírus em uma linhagem de fibroblasto pulmonar. Para isso, sistemas nanoestruturados constituídos por fosfato de cálcio e copolímero de polietileno(glicol)-poliânion foram preparados através da auto associação dos componentes. As nanopartículas foram avaliadas pela técnica de espalhamento dinâmico de luz (DLS) e índice de polidispersão (PdI) no equipamento Zetasizer Nano ZS. As formulações apresentaram uma distribuição de tamanho estreita com diâmetro médio em 72 ± 0,5 nm e PdI de 0,13 ± 0,02. Para o desenho do siRNA para o gene que codifica a proteína S, foi utilizada a ferramenta Whitehead siRNA Selection Server. Utilizou-se como critério de inclusão sequências obtidas que apresentassem o mínimo de homologias com outros genes humanos, evitando-se assim pareamentos inespecíficos. Para avaliação da homologia das sequências foi utilizada a ferramenta BLAST (Basic Local Alignment Search Tool ) de nucleotídeos (National Center for Biotechnology Information - NCBI). Ainda, a sequência complementar ao mRNA foi escolhida de acordo com os critérios propostos por Fakhr et al. (2016)*. Assim, a sequência que melhor se enquadrou nos critérios propostos para desenho de siRNAs foi UUAAAAUAUAAUGAAAAUGGA, ao qual foi sintetizada e adquirida comercialmente. O presente estudo tem como perspectivas a avaliação da citotoxicidade das nanopartículas contendo o siRNA (NP-siRNA) em linhagem celular de fibroblasto pulmonar que será avaliada pela resposta metabólica celular. Além disso, a avaliação da carga viral em células pulmonares infectadas pelo SARS-CoV-2 após tratamento com NP- siRNA será avaliada pela quantificação do número de cópias de RNA viral utilizando a técnica de RT-qPCR. Por fim, a utilização de siRNA para proteína estrutural S do vírus pode levar a resultados interessantes, com diminuição significativa da replicação viral, que posteriormente podem ser testados em estudos futuros in vivo.
Seminário de Iniciação Científica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Ciências Farmacêuticas.
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<dc:date>2021-08-21T00:00:00Z</dc:date>
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