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<title>Departamento de Botânica</title>
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<title>Métodos de Delimitação de Espécies aplicados ao gênero Jania de macroalgas marinhas vermelhas II: Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network</title>
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<name>Venturin, Claudia</name>
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<updated>2021-09-11T14:00:14Z</updated>
<published>2021-08-25T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Métodos de Delimitação de Espécies aplicados ao gênero Jania de macroalgas marinhas vermelhas II: Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network
Venturin, Claudia
Jania é um gênero de alga marinha vermelha calcária da ordem Corallinales (Rhodophyta) distribuído em todos os oceanos tropicais e temperados do mundo. Devido a alta diversidade morfológica apresentada pelas espécies desse gênero, sua taxonomia é de difícil resolução. Dessa maneira, o uso de ferramentas moleculares capazes de ajudar a resolver problemas taxonômicos é crucial para o avanço do entendimento da diversidade biológica dentro de Jania. Este trabalho foi baseado em dados moleculares ainda não publicados (= sequências de DNA de dois marcadores genéticos: cox1 e psbA). O trabalho foi direcionado a responder quantas espécies moleculares distintas de Jania existem na Austrália eu qual a relação filogenética entre elas. Ao longo deste estudo, realizei uma revisão bibliográfica de Jania e desenvolvi proficiências na edição de cromatogramas eletroforéticos, controle de qualidade de sequências de DNA, alinhamentos das sequências de DNA com demais sequências de Jania (e outras Corallinophycidae) disponíveis em bancos de dados públicos (GenBank), análises filogenéticas utilizando os métodos de Neighbor-Joining e máxima verossimilhança, e dois métodos de delineamentos de espécies: Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network. Com isso concluímos que: os métodos de delineamento de espécies reconheceram 6 espécies para o sul da Austrália: J. micrarthodia, J. sagittata, J. verrucosa, e 3 linhagens de J. rosea. Análises filogenéticas de cox1 reconheceram 6 espécies: J. micrarthodia; J. sagittata; J. adhaerens e 2 clados morfologicamente identificados como J. rosea. Apesar dos vários resultados obtidos, esse estudo representa apenas um passo para sabermos a verdadeira diversidade genética do gênero Jania na Australia e no mundo. O próximo passo é adicionar espécies brasileiras as nossas análises. A bolsa de PIBIC permitiu com que eu desenvolvesse diversas proficiências no uso de vários softwares de bioinformática e manuseio de bancos de dados digitais, tais como: Geneious, Blast, CIPRES, Poisson Tree Process, Statistical Parsimony Network no TCS, RAxML, Adobe Illustrator, assim as teoria por de trás destas ferramentas.
Projeto e bolsa de PIBIC 2020/2021
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Métodos de Delimitação de Espécies aplicados ao gênero Jania de macroalgas marinhas vermelhas II:  Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network</title>
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<name>Venturin, Cláudia Soso</name>
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<updated>2021-09-10T22:07:44Z</updated>
<published>2021-09-10T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Métodos de Delimitação de Espécies aplicados ao gênero Jania de macroalgas marinhas vermelhas II:  Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network
Venturin, Cláudia Soso
Jania é um gênero de alga marinha vermelha calcária da ordem Corallinales (Rhodophyta) distribuído em todos os oceanos tropicais e temperados do mundo. Devido a alta diversidade morfológica apresentada pelas espécies desse gênero, sua taxonomia é de difícil resolução. Dessa maneira, o uso de ferramentas moleculares capazes de ajudar a resolver problemas taxonômicos é crucial para o avanço do entendimento da diversidade biológica dentro de Jania. Este trabalho foi baseado em dados moleculares ainda não publicados (= sequências de DNA de dois marcadores genéticos: cox1 e psbA).  O trabalho foi direcionado a responder quantas espécies moleculares distintas de Jania existem na Austrália eu qual a relação filogenética entre elas. Ao longo deste estudo, realizei uma revisão bibliográfica de Jania e desenvolvi proficiências na edição de cromatogramas eletroforéticos, controle de qualidade de sequências de DNA, alinhamentos das sequências de DNA com demais sequências de Jania (e outras Corallinophycidae) disponíveis em bancos de dados públicos (GenBank), análises filogenéticas utilizando os métodos de Neighbor-Joining e máxima verossimilhança, e dois métodos de delineamentos de espécies: Poisson Tree Process e Statistical Parsimony Network. Com isso concluímos que: os métodos de delineamento de espécies reconheceram 6 espécies para o sul da Austrália: J. micrarthodia, J. sagittata, J. verrucosa, e 3 linhagens de J. rosea. Análises filogenéticas de cox1 reconheceram 5 espécies: J. micrarthodia; J. sagittata; J. adhaerens e 2 clados morfologicamente identificados como J. rosea.  Apesar dos vários resultados obtidos, esse estudo representa apenas um passo para sabermos a verdadeira diversidade genética do gênero Jania na Australia e no mundo. O próximo passo é adicionar espécies brasileiras as nossas análises. A bolsa de PIBIC permitiu com que eu desenvolvesse diversas proficiências no uso de vários softwares de bioinformática e manuseio de bancos de dados digitais, tais como: Geneious, Blast, CIPRES, Poisson Tree Process, Statistical Parsimony Network no TCS, RAxML, Adobe Illustrator, assim as teorias por de trás destas ferramentas.
Vídeo - Pibic
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<dc:date>2021-09-10T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Efeitos da radiação no potencial de Remoção de Carbono e Nitrogênio por Ulva spp. em uma Lagoa de Decantação de Efluentes de Maricultura</title>
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<name>Albuquerque, Karina Bruch de</name>
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<updated>2021-08-24T10:16:08Z</updated>
<published>2021-08-23T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Efeitos da radiação no potencial de Remoção de Carbono e Nitrogênio por Ulva spp. em uma Lagoa de Decantação de Efluentes de Maricultura
Albuquerque, Karina Bruch de
A aquicultura é a prática de produção de bens de consumo através do manejo de cultivos de crustáceos, moluscos, peixes e algas. Durante essa prática, há geração de efluentes com alta carga nutricional e que podem causar a eutrofização do ambiente se liberados diretamente em rios e lagos. Uma alternativa para a estabilização dos efluentes de maricultura é a utilização de lagoas de decantação, que atuam principalmente na remoção de material particulado e, quando aliadas a organismos biofiltrantes, pode ser eficiente na remoção de material dissolvido também. As macroalgas do gênero Ulva possuem modo de vida oportunista, têm grande capacidade de absorção, armazenam nutrientes e se reproduzem rapidamente, possibilitando seu uso como ferramenta de biorremediação. Neste projeto, buscou-se a avaliação do potencial de remoção de nitrogênio e carbono por Ulva spp. em uma lagoa de efluentes de maricultura, onde essas algas crescem espontaneamente. Também foi esboçado um plano de manejo para que a lagoa de decantação torne-se uma lagoa de alta taxa de produção de Ulva spp. O crescimento da biomassa de Ulva, durante as coletas realizadas de novembro/2020 a fevereiro/2021, apresentou um crescimento variável por conta da variação de condições ambientais como radiação solar, salinidade e temperatura. Ao final do período, na massa seca da biomassa de Ulva, a média mais alta de fixação de carbono foi de 1,41 ± 0,54 g, 0,22 ± 0,086 g de nitrogênio e 0,14 ± 0,055 g de enxofre. Como plano de manejo, recomenda-se o monitoramento mais detalhado da lagoa, principalmente quanto ao volume e características do efluente, bem como da qualidade da própria lagoa, além de medidas de remoção periódica da biomassa macroalgal. Com o objetivo de simplificar as coletas e reduzir as visitas ao laboratório para evitar possíveis contaminações, algumas análises não foram realizadas e foram utilizados dados provenientes de estudos anteriores e bases de dados públicas.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina. &#13;
Centro de Ciências Físicas e Matemáticas. &#13;
Curso de Oceanografia.
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<dc:date>2021-08-23T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Morfometria de Myrcia guianensis (Aubl.) DC. (Myrtaceae, Myrteae) das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil</title>
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<name>Goebel, Gabriela</name>
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<updated>2021-08-23T13:27:56Z</updated>
<published>2021-08-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Morfometria de Myrcia guianensis (Aubl.) DC. (Myrtaceae, Myrteae) das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil
Goebel, Gabriela
Myrcia guianensis é considerado um grupo taxonomicamente desafiador, dada sua ampla distribuição geográfica e variação morfológica ao longo de sua área de ocorrência. São aceitos múltiplos morfotipos desta espécie que representam extremos de variação morfológica, porém, existem morfologias intermediárias que formam gradientes ao longo da distribuição geográfica. Assim, especialistas do grupo destacam a necessidade de estudos mais aprofundados, já que a taxonomia clássica mostra-se insuficiente na circunscrição do grupo. Como alternativa para o estudo de complexos de espécies, a morfometria é um método muito útil na análise e detecção de padrões morfológicos. O objetivo do trabalho foi conduzir estudos de morfometria foliar de alguns morfotipos do complexo Myrcia guianensis, para servir como base na delimitação e interpretação adequada do(s) táxon(s), e consequente tratamento taxonômico do grupo. Para isso, foram amostrados vouchers de diferentes localidades do Brasil advindos das regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. Devido a necessidade de trabalho remoto imposta pela pandemia de COVID-19, a escolha e análise dos vouchers foi feita exclusivamente a partir de materiais digitalizados e disponíveis nas bases de dados do REFLORA e SpeciesLink. Em cada voucher selecionado foram escolhidas e individualizadas duas folhas inteiras e bem delimitadas do material herborizado. A análise baseou-se na morfometria geométrica e a morfologia foliar foi analisada por meio da plataforma R. Com esta análise, não foi possível detectar descontinuidades morfológicas suficientemente robustas para constituírem agrupamentos bem delimitados em  Myrcia guianensis, sendo que os extremos morfológicos apontados poderiam ser constituídos apenas por morfologias foliares pontuais na distribuição. Além disso, por meio da análise de PCA, foi possível detectar a presença de diversos intermediários morfológicos ao longo da área de ocorrência e do contínuo morfológico. Porém, para uma hipótese mais fortemente sustentada é necessário, ainda, incluir mais vouchers de outras regiões do Brasil e extra-brasileiros na análise, bem como conduzir estudos de morfometria com órgãos reprodutivos a fim de analisar mais caracteres morfológicos.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Biológicas. Departamento de Botânica.
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<dc:date>2021-08-20T00:00:00Z</dc:date>
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