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<title>Departamento de Aquicultura</title>
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<updated>2026-09-05T18:58:30Z</updated>
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<title>Ulva ohnoi cultivada em bioflocos e seu uso como aditivo alimentar para o camarão-branco-do-pacífico sobre os parâmetros hemato-imunológicos</title>
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<name>Joaquim, Jéssica Cibele Rivarola Joaquim</name>
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<name>Joaquim, Jéssica Cibele Rivarola Joaquim</name>
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<updated>2023-09-14T10:49:19Z</updated>
<published>2023-08-28T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Ulva ohnoi cultivada em bioflocos e seu uso como aditivo alimentar para o camarão-branco-do-pacífico sobre os parâmetros hemato-imunológicos
Joaquim, Jéssica Cibele Rivarola Joaquim; Joaquim, Jéssica Cibele Rivarola Joaquim
O presente projeto teve como objetivo avaliar a influência da macroalga Ulva ohnoi cultivada em bioflocos como aditivo alimentar em dietas para camarão-branco-dopacífico sobre os parâmetros hemato-imunológicos. Para isto, as amostras das macroalgas firam secas, moídas, peneiradas e adicionadas nas dietas em níveis de 0,5%, 1% e 2% em substituição ao caulim, enquanto a dieta controle Foi a mesma composição de ingredientes sem adição de algas. O cultivo foi realizado durante o período de 6 semanas, após esse período foram realizadas análises sobre o desempenho zootécnico dos camarões, parâmetros hemato-imunológicos, macrobiota intestinal (bactérias totais e Vibrio spp. totais) e resistência ao choque térmico.
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<dc:date>2023-08-28T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Substituição parcial de microalgas por bioflocos na alimentação de reprodutores Crassostrea gigas (Thunberg, 1793).</title>
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<name>Graff, Gabriel Filipe Faria</name>
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<updated>2021-09-03T18:40:39Z</updated>
<published>2021-08-25T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Substituição parcial de microalgas por bioflocos na alimentação de reprodutores Crassostrea gigas (Thunberg, 1793).
Graff, Gabriel Filipe Faria
A ostra do Pacífico Crassostrea gigas é a espécie mais produzida no estado de Santa Catarina. A alimentação de ostras em laboratórios de produção ou pesquisa é constituída principalmente por dietas mistas de microalgas. No entanto, o processo de produção de microalgas em quantidades suficientes para manter esses animais é caro e depende de mão de obra qualificada. Ao longo dos anos, essa limitação econômica vem estimulando pesquisas na área de substituição dietética com o intuito de diminuir os custos operacionais no setor de microalgas. Com base nesse contexto, este estudo teve como objetivo avaliar a substituição microalgas por bioflocos na alimentação de C. gigas. O experimento teve duração de 45 dias, e as dietas testadas foram: a) 40 mg.L-1 de bioflocos (40BFT); b) 40 mg.L-1 de microalgas vivas (Chaetoceros müelleri e Isochrysis galbana) (40MV); c) 40 mg.L-1 de bioflocos + 40 mg.L-1 de microalgas (C. müelleri e I. galbana) (40BFT + 40 MV); d) 80 mg.L-1 de microalgas (C. müelleri e I. galbana) (80MV); e) sem alimentação (SA). O pH, temperatura e salinidade da água foram aferidos diariamente. A biometria e cálculo do índice de condição (IC) foram realizados quinzenalmente. O pH médio foi de 7,96 ± 0,10, a temperatura foi 22,25 ºC ± 1,10, e a salinidade 34,75 g.kg-1 ± 1,33. Os resultados demonstram que as ostras não diferiram quanto seu crescimento em concha e peso total. No entanto, animais alimentados com 40MV apresentaram o maior incremento de IC quando comparado a ostras tratadas com 40BFT ou sem alimentação, indicando que apesar de não comprometer a sobrevivência de C. gigas, o bioflocos parece não ser bem incorporado por esses bivalves. Não existem estudos que utilizem  bioflocos na dieta de ostras. As respostas encontradas nesse estudo irão contribuir com pesquisas que visem substituir alimentações convencionais de moluscos bivalves.
projeto pibic
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<dc:date>2021-08-25T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Influência da temperatura da água e de banhos de imersão com 17β-estradiol na larvicultura e de diferentes concentrações do hormônio feminizante na ração de juvenis para a inversão sexual de Mugil liza</title>
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<name>Cardoso, Luis Fernando Dutra</name>
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<updated>2021-08-30T20:38:52Z</updated>
<published>2021-08-30T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Influência da temperatura da água e de banhos de imersão com 17β-estradiol na larvicultura e de diferentes concentrações do hormônio feminizante na ração de juvenis para a inversão sexual de Mugil liza
Cardoso, Luis Fernando Dutra
O objetivo do trabalho será produzir lotes monosexo femininos de tainha (Mugil liza), através da manipulação da temperatura da água e de banhos de imersão com hormônio 17β-estradiol na larvicultura e da adição do hormônio feminizante na dieta de juvenis. No experimento com a temperatura, as larvas serão submetidas ao cultivo em 5 tratamentos (20, 23, 26, 29 e 32 °C) a partir da sua eclosão até idade de 35 dias (quando se completa a transição alimentar). No experimento com hormônio, as larvas após a eclosão e ao 10° DAE serão submetidas a banhos de imersão na concentração de 2, 4 e 6  mg de 17β-estradiol durante 24 horas e no experimento com dieta será fornecido aos peixes (a partir de 35 dias após a eclosão), ração comercial 0,8 mm (45% proteína bruta, 9% lipídio), contendo diferentes concentrações de hormônio: 60, 80, 100, 120 e 140 mg de 17β-estradiol por kg de ração, durante 45 dias. Em todos os experimentos, o desenvolvimento de cada indivíduo será realizado através de biometrias trimestrais até o período de maturação gonadal de machos e fêmeas (12 a 24 meses). Quando observada maturação gonadal será contabilizada a proporção de machos e fêmeas de cada lote através da análise macroscópica e histológica das gônadas.
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<dc:date>2021-08-30T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sistemas de Cultivo Superintensivo de Microalgas</title>
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<name>Karam, João Francisco</name>
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<updated>2021-08-25T00:51:03Z</updated>
<published>2021-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Sistemas de Cultivo Superintensivo de Microalgas
Karam, João Francisco
A biomassa de microalgas é fonte de uma vasta gama de compostos de elevado&#13;
valor comercial: proteínas, carotenoides, lipídios (ácidos graxos), polissacarídeos&#13;
etc., assim, esta matéria-prima tem um grande potencial de aplicação em diversos&#13;
processos biotecnológicos: produção de biocombustíveis, indústrias farmacêutica, de&#13;
cosméticos, alimentícia e de ração para animais, por exemplo. Também, as&#13;
microalgas têm sido empregadas como alimento vivo, essencial em atividades de&#13;
aquicultura, bem como, no tratamento de efluentes líquidos e gasosos. Para a&#13;
obtenção da biomassa de microalgas em escala comercial, obrigatoriamente, são&#13;
desenvolvidos cultivos das espécies de interesse em sistemas de produção&#13;
construídos segundo distintos aspectos de engenharia e ambientais. Quase como&#13;
uma regra, estes sistemas tradicionais de cultivo são de baixa produtividade, assim,&#13;
buscando contornar esta situação, no Laboratório de Cultivo de Algas – LCA/UFSC&#13;
foram projetados e implantados sistemas de cultivo superintensivo de microalgas&#13;
(Fotobiorreatores Tipo Painel e Sistema Laminar de Cultivo de Algas – SLCA). Tais&#13;
aparatos têm permitido o desenvolvimento de cultivos com excelentes resultados,&#13;
entretanto, falta o estabelecimento das melhores condições de manejo, que&#13;
permitam alcançar maiores produtividades. Neste projeto se propõe uma série de&#13;
experimentos nestes sistemas de cultivo, considerando o regime de cultivo (batelada&#13;
simples, batelada alimentada, cultivo semicontínuo), visando uma avaliação&#13;
comparativa (produtividade e eficiência) com aqueles dados obtidos em outros&#13;
sistemas de cultivo.
Resumo do projeto. Vídeo em anexo.
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<dc:date>2021-08-22T00:00:00Z</dc:date>
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