<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<title>Departamento de Odontologia</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209556" rel="alternate"/>
<subtitle/>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/209556</id>
<updated>2026-09-07T01:42:59Z</updated>
<dc:date>2026-09-07T01:42:59Z</dc:date>
<entry>
<title>Odontologia baseada em evidências: efeitos das placas oclusais nos sinais e sintomas das disfunções temporomandibulares</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212322" rel="alternate"/>
<author>
<name>Honnef, Lia Rosana</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212322</id>
<updated>2020-08-27T03:28:37Z</updated>
<published>2020-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Odontologia baseada em evidências: efeitos das placas oclusais nos sinais e sintomas das disfunções temporomandibulares
Honnef, Lia Rosana
Objetivo: Avaliar os efeitos das placas oclusais nos sinais e sintomas das disfunções temporomandibulares (DTMs). Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura usando as diretrizes do PRISMA. O protocolo de pesquisa foi registrado no PROSPERO. Foi realizada ampla busca em seis bases de dados eletrônicas, e três bases da literatura cinzenta, bem como pesquisa manual nas listas de referência de estudos incluídos. Especialistas no tópico foram consultados para indicar estudos. O risco de viés dos artigos incluídos foi avaliado usando o checklist do Instituto Joanna Briggs, a ferramenta GRADE foi usada para determinar a certeza da evidência. Devido à alta heterogeneidade dos estudos incluídos, foi realizada uma avaliação qualitativa. Resultados: Entre 334 estudos identificados, 46 foram incluídos para síntese narrativa. Destes, 27 são ensaios clínicos randomizados e 19 são estudos quasi-experimentais. A maioria dos estudos avaliou a placa estabilizadora (n= 1550), a amostra apresentava DTM do tipo muscular (n= 731), articular (n= 517), mista (n= 155) e outros tipos (n= 147). Em geral, todos os pacientes apresentaram melhoras nos sinais e sintomas, tanto do tipo articular como muscular, destacando-se a abertura bucal, intensidade da dor e sensibilidade muscular. Apenas cinco estudos mostraram piora nos sintomas. Dois estudos (n= 76) investigaram placas de reposicionamento anterior, ambos sugeriram melhora nos sintomas de deslocamento de disco com redução. Quatro estudos foram classificados com alto risco de viés, 24 com moderado, e 18 com baixo. A certeza da evidência foi considerada muito baixa para todos os desfechos avaliados. Conclusões: Evidências de qualidade muito baixa sugerem que as placas estabilizadoras reduzem todos os sinais e sintomas das DTMs. E a placa de reposicionamento anterior parece ser capaz de reduzir os sintomas em casos de deslocamento de disco com redução. Mais estudos investigando outros tipos de placas são necessários.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
</summary>
<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Tratamento de lesões de cárie severa em dentes decíduos, desempenho dos tratamentos e ansiedade da criança - ensaio clínico randomizado: avaliação da manutenção de espaço após a perda precoce de um molar decíduo</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212305" rel="alternate"/>
<author>
<name>Santos, Natália dos</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/212305</id>
<updated>2020-08-27T02:43:57Z</updated>
<published>2020-08-22T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Tratamento de lesões de cárie severa em dentes decíduos, desempenho dos tratamentos e ansiedade da criança - ensaio clínico randomizado: avaliação da manutenção de espaço após a perda precoce de um molar decíduo
Santos, Natália dos
Este estudo teve como objetivo primário comparar medidas realizadas no arco mandibular, antes e após a perda precoce de um molar decíduo inferior, em escolares com e sem dispositivo mantenedor de espaço, num período de 3 meses. Para isso, foi realizado um projeto piloto de ensaio clínico randomizado, com dois grupos paralelos. A amostra foi composta por 25 crianças, entre 6 e 9 anos de idade, que buscaram atendimento na Clínica Odontológica da Universidade Federal de Santa Catarina e tiveram indicação clínica e radiográfica de exodontia unilateral do primeiro ou segundo molar decíduo inferior irrompido, isto é, perda precoce, além do primeiro molar permanente passível de bandagem. Estes foram divididos em Grupo Controle (G1): sem intervenção; e Grupo Intervenção (G2): com instalação de mantenedor de espaço tipo banda alça apoiado no dente adjacente à perda precoce. Todos os pacientes foram moldados antes do procedimento de exodontia (T0) e no acompanhamento de 3 meses (T2), seguindo os critérios pré-estabelecidos pela pesquisa. Um avaliador, cegado e previamente calibrado, realizou a mensuração das medidas estabelecidas nos modelos de gesso obtidos nos tempos T0 e T2 dos grupos G1 e G2. Após coletados os dados, a análise estatística foi realizada através do Test-T pareado e Teste T de Student nos casos de distribuição normal dos dados, teste não paramétrico Wilcoxon e Mann-Whitney para distribuição não normal. Após 3 meses de acompanhamento, o Grupo Controle perdeu 0,75mm a mais na distância linear do espaço de extração do que o Grupo Intervenção (P&lt;0,05). As demais medidas avaliadas não apresentaram diferenças estatísticas significativas. Concluiu-se que houve maior perda da distância linear do espaço de extração em pacientes que não usaram o mantenedor de espaço, durante um período de 3 meses de acompanhamento.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
</summary>
<dc:date>2020-08-22T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Cuidado à Saúde Bucal: Gestão, Vigilância, Redes e Inovação</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211998" rel="alternate"/>
<author>
<name>Oliveira, Thayná Ferreira Simões de</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211998</id>
<updated>2020-08-25T13:34:10Z</updated>
<published>2020-08-20T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Cuidado à Saúde Bucal: Gestão, Vigilância, Redes e Inovação
Oliveira, Thayná Ferreira Simões de
Título: Condição de saúde bucal de idosos restritos ao domicílio em Florianópolis, Santa Catarina.&#13;
&#13;
Equipe: Thayná Ferreira Simões de Oliveira¹, Bubacar Embaló², Mateus Pereira Cardoso³, Samara Borges de Castro4, Ana Lúcia Schaefer Ferreira de Mello5 &#13;
&#13;
¹Graduanda em Odontologia e Bolsista PIBIC (UFSC). &#13;
²Doutorando em Odontologia em Saúde Coletiva PPGO (UFSC). &#13;
³Mestrando em Odontologia em Saúde Coletiva PPGO (UFSC). &#13;
4Residente do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (SMSPMF). &#13;
5Orientadora. Professora do Departamento de Odontologia e do Programa de Pós graduação em Odontologia PPGO (UFSC)&#13;
&#13;
Introdução: Envelhecer é um processo natural da vida humana caracterizado por mudanças físicas, psicológicas e sociais. Com o envelhecimento, aumenta o risco de comprometimento da saúde (geral e bucal) e das condições de vida (deficiências, fragilidades e dependências). Portanto, na medida em que há um aumento proporcional do número de idosos na população, vê-se um novo problema a ser enfrentado por meio de políticas públicas, em especial as de saúde. Muitos idosos desenvolvem comorbidades associadas à idade avançada, as quais tendem a gerar incapacitação aos idosos comprometendo sua qualidade de vida, pois os fazem perder sua independência e autonomia, tornando-se restritos em seus domicílios. A literatura tem reportado melhora na saúde geral e bucal ao longo da vida, tendo em vista que as pessoas estão vivendo mais e retendo por mais tempo os seus dentes. Entretanto, a partir dessa constatação observa-se um aumento da ocorrência de doenças bucais nessa faixa etária. Essa situação é mais grave quando se analisa os idosos restritos ao domicílio, pois às suas demandas são adicionadas barreiras relacionadas à sua condição. Essas barreiras influenciam na lacuna no acesso, fazem com que esses idosos restritos ao domicílio tenham menor acesso aos serviços odontológicos, o que resulta em pior condição de saúde oral e maior necessidade de atendimentos para esse grupo vulnerável. Assim, conhecer as condições de saúde bucal dessas pessoas que estão limitadas ao domicílio, bem como compreender a relação destas condições com aspectos de vida e saúde geral pode produzir dados importantes para auxiliar no planejamento de ações de cuidado domiciliar no contexto da organização da atenção básica no Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivo: Descrever a condição de saúde bucal de idosos restritos ao domicílio, cadastrados pelas equipes de atenção primária, em Florianópolis (SC). Método: Estudo epidemiológico transversal, exploratório, de base domiciliar com amostra aleatória. A coleta de dados foi realizada, entre setembro e março de 2020, por meio de questionário, respondido pelo idoso e/ou cuidador e exame clínico. Incluiu informações sociodemográficas, número de dentes presentes e restos radiculares, presença de lesão de cárie, mobilidade dental, placa visível, lesões na mucosa, auxílio para higiene bucal e sobre condições de vida e saúde pela aplicação do Kihon Check List. Resultados: Participaram 123 idosos, entre 61 e 107 anos, 62,6% mulheres; 52% restrito por até 4 anos; cuidador presente em 87% dos domicílios e 89,4% considerados frágeis. Em relação à presença de dentes, 56,1% era edêntulo e 22,8% possuía até 8 dentes. Placa visível foi observada em 69,9%, lesões de cárie não tratada em 57,4%, restos radiculares em 51,9%, mobilidade dental em 20,4% e lesões na mucosa em 8,9% dos idosos. Em relação à higiene bucal diária, 45,5% necessitava de auxílio e 24,4% relatou não a realizar diariamente. Conclusão: A saúde bucal dos idosos estudados é precária pela presença de problemas bucais que demandam intervenção. O estudo aponta a necessidade de atendimento odontológico e cuidados com a saúde bucal no domicílio no âmbito dos serviços públicos de saúde.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
</summary>
<dc:date>2020-08-20T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
<entry>
<title>Modificação química na superfície de cerâmicas dentárias ultrafinas com posterior têmpera química</title>
<link href="https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211975" rel="alternate"/>
<author>
<name>Schneider, Luiz Felipe</name>
</author>
<id>https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/211975</id>
<updated>2020-08-25T12:01:31Z</updated>
<published>2020-08-21T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Modificação química na superfície de cerâmicas dentárias ultrafinas com posterior têmpera química
Schneider, Luiz Felipe
Esse estudo avaliou as propriedades ópticas de uma cerâmica vítrea a base de dissilicato de lítio submetida ao processo de têmpera química. Sessenta amostras (MT-A2, IPS E-max, Ivoclar Vivadent) foram confeccionadas com 0,5; 1,0 e 1,5mm de espessura (n=20 cada). Os grupos (05ST, 05CT, 10ST, 10CT, 15ST, 15CT) (ST: sem têmpera e CT: com têmpera) foram sinterizados (Forno Programat P-310) em ciclo curto, e uma mensuração inicial foi realizada (Espectrofotômetro Minolta, 3600d) após a sinterização. Após, metade das amostras foram submetidas a um processo de tempera química, usando nitrato de potássio fundido a 480ºC, por 60min. A têmpera química foi realizada em um forno mufla, com aquecimento de 10oC/min. Em seguida, uma nova mensuração foi realizada. Com base nas coordenadas L*a*b*, diferenças de cor (ΔE00), luminosidade (ΔL’), croma (ΔC’) e matiz (ΔH’) foram calculadas (CIEDE2000). O parâmetro de translucidez (PT) foi obtido por meio da fórmula CIELab e a razão de contraste foi calculada a partir do sistema CIEXYZ. ANOVA a um critério foi empregada para avaliar ΔE00, e ANOVA de medidas repetidas empregadas para ΔL’, ΔC’ e ΔH’. Os valores de PT e CR foram avaliados por ANOVA a dois critérios. Comparações múltiplas foram feitas pelo Teste de Tukey HSD (α=0.05). Após a tempera química, para todas as espessuras testadas, ΔE00, ΔL’, ΔC’ e ΔH’ mostraram-se estatisticamente similares. Como esperado, diferença estatística foi encontrada entre as espessuras testadas (p˂0,001), que apontou uma maior translucidez para a espessura de 0,5mm (PT=24,18). A técnica de tempera química mostrou-se promissora para uso em cerâmicas ultrafinas (variações de 0,5 a 1,5mm), apresentando um comportamento óptico estável em relação à cor, luminosidade, croma, matiz e translucidez. Diferenças discretas em relação à opacidade foram encontradas, porém dentro de limites aceitáveis.
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências da Saúde. Departamento de Odontologia.
</summary>
<dc:date>2020-08-21T00:00:00Z</dc:date>
</entry>
</feed>
